Yoga – Amanda Arruda
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Meus livros de Yoga

Meus livros de Yoga

Depois de passar semanas sem dormir e morta de ansiedade (sem nenhuma razão aparente), resolvi que ia fazer algo pra mudar essa situação, já que nada dava certo. Foi então que comecei a fazer meditação e Yoga por meio de aplicativos no celular, me apaixonei e resolvi mergulhar fundo. Desde então, minhas noites têm sido bem mais reparadoras e minha coleção de livros sobre o assunto têm crescido consideravelmente. E aí pensei em mostrar os livros que eu tenho para vocês, pro caso de vocês não saberem nem por onde começar (como eu, há alguns meses atrás). Gosto de todos os que tenho e todos são úteis, de formas diferentes. (:

Buda: Ao começar a estudar a filosofia e o estilo de vida da Yoga, me interessei por saber um pouco mais da história de Buda. Nesse livro, Osho fala um pouco sobre como Buda trilhou o seu caminho rumo à iluminação, como ele viveu e o que ele ensinou. As histórias, em sua maioria, têm um quê de poético e não devem ser tomadas ao pé da letra. É uma leitura bem interessante para quem nunca leu nada sobre e é curioso em relação a isso.

Autoperfeição com Hatha Yoga: Meu primeiro livro de Yoga – e uma indicação da maravilhosa Camile – e o que eu mais gosto de todos esses.  Ele realmente nos dá uma noção do todo, abrangendo todos os pontos nos quais a Yoga pode melhorar a sua vida. Tem capítulo sobre hábitos diários, sobre alimentação, sobre posturas, sobre respiração, sobre meditação, etc. É um livro muito completo e indico fortemente a leitura pra quem tá começando e precisa de um “guia”. Essa mesma editora também publicou uma edição nova de Yoga para Nervosos, que está na minha lista de compras futuras.

Yoga para Ansiosos: Yoga para ansiosos é um livro maravilhoso pra quem está começando também – principalmente se você, como eu, procurou esse caminho por conta da ansiedade. A Yoga é um caminho para o autoconhecimento e esse livro incentiva justamente isso. Tem vários espaços para preencher no livro, fazendo da leitura, realmente, uma jornada de descoberta de si mesmo.

Ioga para fazer em casa: O meu segundo livro favorito desses todos. Ioga pra fazer em casa traz tudo em detalhes, como se vê em Autoperfeição com Hatha Yoga, mas ainda com o plus de gráficos e imagens legais. Ele também têm treinos de tempos diferentes (20, 40 e 60 minutos), divididos por grau de dificuldade (iniciante, intermediário e avançado) – o que é uma mão na roda pra quem não sabe como combinar as posturas.

Ayurveda – Saúde e Longevidade na Tradição Milenar: E claro, como a curiosidade não tem limites, também decidi aprender um pouco sobre Medicina Ayurvédica, que está intrinsecamente ligada com a Yoga. Segundo a Ayurveda, o centro da nossa saúde está no nosso intestino (ou seja, um intestino feliz faz um corpo feliz) e, assim sendo, na nossa alimentação. Então, basicamente, o que ingerimos é que vai dizer se vamos ignorar aquela gripe que todo mundo tá pegando ou vamos entrar no bonde dos resfriados. Ela também defende que a nossa forma de lidar com o mundo também pode fazer aflorar doenças na gente. É um campo bem interessante de se estudar. Pra quem tem interesse no assunto, o livro é bem instrutivo e ótimo pra se ter como referência.

E aí, o que acharam?  Esse post foi mais para apresentar a vocês algumas opções. Depois escolho alguns (talvez os meus favoritos) para fazer uma resenha mais aprofundada. Ou alguns dos que vocês se interessarem mais. Comentem e me digam se tem algum que você gostariam de mais detalhes!

Da rotina

Porque eu não faço mais dieta

Créditos:  Tara Shannon

Créditos: Tara Shannon

Eu nunca fui magra, com exceção daquela época conhecida como estirão – que comigo aconteceu dos 10 aos 12 anos – no qual a gente fica tão magra que fica esquisita. O meu corpo tem um compleição relativamente musculosa, com tendência a ganhar gordura ou massa muscular, dependendo de como eu o trato. E a realidade é que, ultimamente, eu não o tenho tratado bem.

Sei disso não só pela quantidade de gordura, celulites e quilos que ganhei no último ano, mas também pela qualidade da minha saúde. Adoeci bastante em 2014 e em 2015 não está sendo diferente. Quando não é uma doença mais séria, é rinite, sinusite, uma descamação na pele aqui ou um enjoo estranho e irregular acolá. Me chateia o fato de eu nunca estar 100%, não parece justo. Mas é, porque tudo isso é apenas um reflexo do que eu estou fazendo com meus sistemas internos.

Se o nosso corpo fosse um carro, nossa alimentação seria o combustível. E a real é que nem sempre coloco a ‘aditivada’ que minhas células merecem.

Eu como mal, tendendo quase sempre pro lado da porcaria. Tudo que for frito é, automaticamente, mais sensacional. Tudo que tiver bastante açúcar já ganha a minha atenção. Frutas e legumes simplesmente não têm muito espaço no meu cardápio, porque eles não podem competir com bolinho de bacalhau e batata frita. E é por isso – pelo fator palatabilidade – que minhas dietas nunca dão certo. Minha vontade de comer algo gostoso é muito maior do que a minha vontade de emagrecer. Ter uma dieta equilibrada nunca é mais legal do que me deliciar com algo vazio em nutrientes.

 E essa forma de pensamento é que tem que mudar. A minha forma de lidar com a comida. Comecei a fazer Yoga e meditação há pouco menos de um mês e, com ajuda delas percebi que a forma como eu lido com a comida está intimamente ligada com a forma como eu me vejo, com a minha autoestima e com meu equilíbrio interior. Quando estou equilibrada, não tenho vontade de comer porcaria. Não sinto impulsos nem tenho vontade de devorar um pacote inteiro de bombons de iogurte (true story).  Já quando estou desequilibrada, o céu é o limite. Tenho vontade de devorar o mundo, frito e com catchup. Só que isso não resolve nada. Nem uma felicidade momentânea, mais, me é proporcionada, porque tenho desenvolvido uma percepção mais correta das coisas, apesar disso ainda não me impedir de fazer o errado. Semana passada, no auge da minha TPM, me lancei ao Laça Burguer, para chorar as mágoas imaginárias (ou não) num hambúrguer grande, gorduroso e, sim, saboroso. Porém, ao dar a primeira mordida, eu já sabia que não era daquilo que meu corpo precisava. Não estava certo. E o meu almoço teve gosto de nada.

Apesar de ter sido muito deprimente, naquele momento, não conseguir sentir aquela alegria temporária que comida ruim sempre me proporcionava, prevejo que isso me ajudará, e muito, a comer melhor, daqui pra frente. E, por comer melhor, eu não digo que viverei única e exclusivamente de frutas e verduras e serei super light e tudo isso. Não. Como o título desse post fala, eu não vou mais fazer dieta. Não vou contar calorias, não vou restringir alimentos, apenas não. Isso nunca deu certo comigo e, sinceramente, há pouquíssimos exemplos de pessoas que modificaram completamente a sua alimentação a longo prazo sem se tornarem completamente noiadas e fazerem disso um objetivo de vida. Eu não quero que a comida ocupe um espaço tão grande no meu cotidiano. Ela é extremamente importante, mas é apenas uma das coisas que eu faço no dia e, de forma nenhuma, algo que eu quero que ocupe um espaço que poderia ser ocupado, por exemplo, com a realização dos meus sonhos.

O que eu farei é tentar manter meu equilíbrio interior o melhor que eu puder, porque assim o exterior virá, com certeza. Eu escolherei melhor o que coloco no meu corpo, seguindo as dicas que ele mesmo me dá.

Eu sei que se a gente parar pra escutar a voz que tem dentro da gente, coisas maravilhosas acontecem.

Da rotina, Listas, Tech

Keep Calm (& Tech): 5 apps para Yoga e Meditação (plus wallpaper)

PEACE

Baixe o wallpaper aqui.

Daí que faz um milhão de anos que eu tento me acalmar e ser uma pessoa mais centrada e relaxada, sem nenhum sucesso. Mas sabe como é esse meu tentar, né? Passo uma semana tentando me controlar, pra depois explodir em algo e aceitar que esse é o meu jeito mesmo – “tem gente que é mais calma, tem gente que é mais estressada, a vida é assim”. Só que isso não é bem verdade.  E 2015 já começou me deixando várias noites sem dormir, certamente com o intuito de jogar a realidade na minha cara: eu não estou tomando conta corretamente do meu corpo e eu deveria tomar vergonha na minha cara de ser assim.

Eu, que nunca tinha tido problemas para desmaiar quando colocava minha cabeça no travesseiro, comecei a rolar na cama, mesmo sem nada importante com o quê me preocupar. Se fosse na época do casamento, eu até entendia, mas agora? Não faz sentido nenhum. E, depois de muito me estressar, resolvi mudar algumas coisas no meu lifestyle. Melhorar a minha alimentação, diminuir algumas atitudes negativas e começar, finalmente, a meditar e fazer yoga. Sempre tive curiosidade sobre esses dois e eu tenho a seguinte opinião, gente: se você tem muita vontade de uma coisa, você deve testá-la, porque chances are de que essa coisa possa ser algo que realmente está faltando na sua vida. E daí que ontem, depois da minha primeira sessão de meditação e segunda de yoga através do meu smartphone (ah, a tecnologia!), dormi bem melhor.

E eu decidi que, mesmo que eu não tenha resultados tão gritantes (fora o fato d’eu ter amado fazer ambas as coisas), eu queria dividir com vocês as fontes que achei para meditar e fazer yoga sem gastar (muitos) dinheiros e sem sair de casa – eu sei, sensacional. Vamos às minhas indicações (devo dizer, logo, que são todas em inglês, porque infelizmente, os apps mais legais são os gringos):

Headspace [Android e IOS]: Esse é um aplicativo muito legal, com um nome muito interessante e uma proposta visual clean e fofa. Vocês já sabem que o que me fez baixar esse aplicativo foi o visual dele, né? Não resisto a aplicativos fofinhos! De qualquer forma, ele é um aplicativo de meditação guiada – acho que, no momento, o único tipo de meditação que consigo fazer. Você, ao baixá-lo, tem direito ao programa de iniciação, que é composto de 10 fases, 1 a cada dia, durando 10 minutos, cada. Depois, você pode comprar a assinatura deles (a mensal custa $12), para ter acesso a todos os programas dele, que vão desde meditações guiadas para incentivar a criatividade até aquelas com o objetivo de melhorar a saúde.

Daily Yoga [Android e IOS]: O Daily Yoga traz vários programas legais – e gratuitos -, ensina poses, te dá a opção de escolher treinos na duração desejada e também de escolher as músicas que você quer ouvir durante seu treino. Alguns treinos são pagos e você pode desbloqueá-los através do próprio app,  por R$12,71 por mês. Os treinos são através de vídeos, sendo relativamente fácil acompanhá-los. Só cuidado para não escolher nenhum treino muito avançado, porque há posições realmente difíceis – o que é aquela plow pose, GENTE! -, mas de resto é bem legal.

calm

Calm [Android e IOS]: Esse é, a exemplo do Headspace, um aplicativo voltado para a meditação.  Adorei as opções de programas deles (tem pra dormir bem, pra ansiedade, para perdoar, etc) e as opções de fundos musicais e visuais (24, ao todo, mas sou rain foreviz) e adorei, ainda mais, o valor da assinatura deles ($2,99, por mês, e $9,99 POR ANO. SIM!). Há sessões guiadas e não guiadas e a duração delas começa em 2 minutos. Sério, quem não tem DOIS MINUTOS para meditar. Pois é, esse app: <3

Yoga.com [Android e IOS]: Esse app é muito parecido com o Daily Yoga, só que conta com um visual mais bonito – na minha opinião – e também com ilustrações das poses, mostrando os músculos que cada posição trabalha. Tem 37 opções de programas, entre gratuitos e pagos, e custa R$4,03 (da última vez que chequei) para desbloquear o conteúdo premium no celular, o que eu achei bem em conta.  Tem o downside de você ter que baixar o vídeo dos programas toda vez que você vai fazê-lo, mas tem o plus de ter acesso multiplataforma – o que quer dizer que você pode acessar do seu celular, do seu tablet e do seu computador (mas, para isso, você precisa ter a assinatura premium, que já é um pouco mais salgadas, $9,99). Em relação ao treino, achei o do Daily Yoga mais instrutivo, uma vez que é em vídeo, e não em slideshow. Mas, pra quem já é mais avançado, pode ser uma boa opção.

Do You Yoga [Canal no Youtube]: Ok, eu meio que roubei nesse – não é um app, e sim um canal no Youtube. Porém, você pode acessá-lo do celular e é isso que interessa, certo? Esse canal é muito legal e apresenta dois desafios MUITO válidos: um de 30 dias de yoga e um de 30 dias de meditação. Também tem outros vídeos ensinando algumas poses específicas. Gosto muito do canal e da instrutora de yoga, embora ela fale meio rápido, mas c’est la vie, né? No fim, o que a gente precisa é entender o básico e imitar o que ela faz, então tá valendo.

 Essas foram minhas escolhas! Curtiram? Já usaram algum desses? Têm algum pra indicar? Deixem suas opiniões nos comentários! 😉

Da rotina, Listas

5 coisas que eu quero aprender – Fevereiro/15

Coisas que quero aprender

Fevereiro já vai pelo meio e vou mandar a real pra vocês: tá um mês super preguiçoso. Infelizmente, nem de longe tão cheio de realizações quanto janeiro – já vi que, por exemplo, não vai rolar essa boquinha de ler 5 livros de novo. Mas obviamente que não estou satisfeita com essa lerdeza da minha pessoa e resolvi que preciso me movimentar. E acho que nada melhor pra dar uma levantada no ânimo do que novos aprendizados, né? Daí resolvi eleger cinco coisas legais que eu gostaria de aprender esse mês e levantar minha moral, comigo e com a galera. Acho 5 uma quantidade aceitável de coisas a aprender, principalmente levando em conta que metade do mês já foi embora. Vamos à lista?

  1. Yoga. Esse ano tentei empolgar com a academia, mas foi um fail tão grande que tô até agora no chão, tentando me recuperar da vergonha que eu mesma me faço passar toda vez que tento me engajar nessa porquêra. Fui 3 semanas, paguei dois meses – apenas uma história que se repete. Entretanto, tô sentindo falta de fazer alguma coisa, mas odeio a ideia de chegar em casa às 22h porque tenho uma atividade extracurricular depois do trabalho.  Daí me veio a ideia de tentar o desafio de 30 dias de Yoga já que: a) sempre quis fazer Yoga; e b) não preciso sair do meu adorável quartinho para colocá-lo em prática. Já fiz o dia 1, vamos tentar manter um ritmo. Não digo que farei todos os dias da semana, mas uns 3 já seria uma vitória.
  2. Fazer minhas próprias unhas. Faz muito tempo que não vou na manicure (preguiça + falta de dinheiro) e até tento, de vez em quando, sem muita coragem, dar um jeito nas minhas unhas. Mas nunca dá muito certo e eu termino ficando meio desanimada. Entretanto, esse finde assisti a um vídeo da Camila Coelho fazendo as próprias unhas e pareceu algo que eu conseguiria dominar com o tempo. Tentei a primeira vez pouco depois de assistir o vídeo e até que não deu tão errado. Daí quero me propor a continuar praticando, durante esse mês. É meio que terapêutico e dá um orgulhinho ver suas unhas bem-feitas (ainda mais quando foi você que fez).
  3. Caligrafia/Hand Lettering. Uma das coisas que eu mais quero aprender é hand lettering/ caligrafia. Acho bonito, acho inspirador, acho maravilhoso e é um dos skills que mais invejo nas pessoas. Daí resolvi me inscrever em algumas aulas no Skillshare e ver se alguma coisa é absorvida pela minha massa cinzenta. O resultado vocês devem ficar sabendo por aqui. (:
  4. Fotografar melhor. Ainda no Skillshare, também me inscrevi em algumas aulas relacionadas à fotografia. Ainda não sei se realmente vão me ensinar alguma coisa nova, mas vamos esperar que sim, né?
  5. Comer bem. Ultimamente tenho adoecido bastante – nada desesperador, mas tudo bem chateante, porque nunca é bom ficar doente, né? Por isso, creio que algumas mudanças no meu estilo de vida são necessárias, especificamente no que eu como. Infelizmente, eu AMO comer porcaria. Hambúrguer, coxinhas, refrigerantes, coisas que envolvam massa folhada, pastel, chocolate, sorvete, etc. São coisas que fazem parte do meu dia a dia e, porque não, da forma como a minha personalidade foi formada. Tenho na minha cabeça que a vida não vale à pena se a gente não pode comer o que quer, mas claro que esse é um pensamento incorreto. A vida é muito mais do que poder beber coca-cola todos os dias. Preciso e devo mudar alguns hábitos alimentares e, para isso, pretendo ler alguns livros sobre o tema – dei uma leve pesquisada no Goodreads e achei algumas boas opções, mas se vocês tiverem algum para indicar, deixem nos comentários, ok?

É isso, gente! E vocês, têm alguma dica ou querem aprender alguma coisa nesse mês? Comentem!