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Transição

Cabelo

Como encurtar o tempo da transição capilar

13 de junho de 2017

Foto por: nearty

Transição capilar é um saco e disso eu tenho certeza que ninguém duvida. E, como toda situação inconveniente, o melhor que pode acontecer é a gente conseguir encurtar a duração dela, né não? Pois bem, eu tive o que podemos chamar de uma transição curta – ou, pelo menos, para o padrão do que eu vejo por aí, que geralmente chega a 2, 3 anos. Acredito que todo o processo durou pouco menos de 1 ano e meus cachos voltaram com força total e muita saúde. Assim sendo, queria dar algumas dicas para ajudar vocês a encurtarem esse momento tão incômodo na vida de uma cacheada. Segura!

  1. Não use chapinha durante a transição. EU SEI, gente. O cabelo fica uma porcaria, aquelas duas texturas são coisa do demonho e você se sente um resto de feira triste. EU SEI, apenas lembrem que eu passei por isso. E passei por isso SEM CHAPINHA. O porquê? Porque quando você passa a chapinha no cabelo com frequência você machuca o seu cabelo e bagunça o fluxo dos seus cachos. Eles começam a ficar esticados, como quando você faz uma química no cabelo e aí que bela bosta cê tá fazendo, né? A transição não vai acabar nunquinha pra você enquanto você estiver metendo a chapinha no cabelo, então faz um favor pra você mesma e guarda essa bonita lá no fundo do guarda-roupa, tá?
  2. Não precisa fazer bc, mas também não tenha medo da tesoura. Então, gente, eu não tenho coragem para um big chop de jeito nenhum, então compreendo bem que não quer ver essa ideia nem pintada de ouro, apesar de ser a maneira mais fácil de se livrar de uma transição. Entretanto, se você quiser passar mais rápido por esse processo, você vai precisar SIM ir cortando as partes do cabelo que têm química. Eu cortava de 3 em 3 meses  e meu cabelo ficava pouco acima do ombro todas as vezes. Desapeguei de crescimento durante a transição, porque não dá pra ter tudo, né gente? Além do quê aquele cabelo com química só atrapalha todo o processo, tornando mais complicado arrumá-lo diariamente (sem contar que, geralmente, o cabelo com química tá maltratado, logo o aspecto dele nem é dos melhores). Ou seja: faz o olx e desapega, miga. Cabelo cacheado curto não só pode, como fica lindo! Inclusive, se quiser se inspirar, toma aqui uns perfis do instagrão de cabelereiros especialistas em cacheadas maravilhosos para você suspirar: @brunodantte (o salão dele fica no Rio, então sambem, cariocas); @rodrigovizu (esse é a minha paixão mais pesada do mundo dos cabelereiros de cacheadas e um dia ainda vou cortar com ele – fica em SP </3); @espaçocachoacacho (esse salão fica em Recife e é de uma amiga linda que passou por todo esse processo e resolveu ajudar as cacheadas a se descobrirem. conheçam <3).
  3. Descubra o que seu cabelo está precisando e o trate. Para ficar mais fácil de lidar e, também, para que seu cabelo renasça firme e forte, você precisa cuidar direitinho dele, né? Organize um cronograma capilar, comece uma rotina low ou no poo (inclusive, indiquei uns produtinhos MARA para quem quer seguir low como eu, confere aqui), abuse daqueles sábados com o cabelo emplastrado de máscara (euzinha sempre). Seu cabelo vai agradecer e crescer muito mais bonito – além de se tornar muito mais fácil de lidar no dia a dia.
  4. Cuidado com as químicas. Mesmo que não sejam químicas de transformação, como é o caso dos alisamentos, ela podem bagunçar seus cachos. Colorações, principalmente aquelas que envolvem descolorações no processo, podem atrapalhar DEMAIS a maratona que é a transição. Sempre interessante evitar, se possível.
  5. Incentive o crescimento do seu cabelo. Observe sua alimentação, vá à uma dermatologista, veja se você precisa de suplementação de vitaminas, use um shampoo que ajude seu cabelo a crescer. Afinal de contas, quanto mais rápido seu cabelo crescer, mais rápido terminará sua transição. Eu, particularmente, gostei bastante do Shampoo Bomba (tampa vermelha) da Salon Line, achei que ele deu uma incentivada no crescimento do cabelo – usei ele recentemente, pois na época da minha transição ele nem existia ainda. O importante é dar as armas para que seu cabelo se desenvolva da forma mais saudável possível – e isso envolve tanto fatores internos, como nutrição, quanto externos, como o shampoo e os tratamentos que você faz. Não foque tanto em quantos cm seu cabelo vai crescer num mês (não pira, miga), mas em dar as condições dele crescer forte e saudável.
  6. Keep calm e não faz drama. Descubra maneiras de lidar com o seu cabelo enquanto ele está transicionando, para que ele não se torne a maior fonte de tristeza e desencanto da sua vida. É difícil? É. É a coisa mais desgraçada do mundo? Não mesmo. Longe de se fazer de coitada, a gente vai resolvendo o problema como dá e foca no resultado, né isso? Pois bem! Penteados, faixas, turbantes, texturizações, cremes especiais para transição: you name it. Vá testando e usando o que quer que te ajude e que não atrapalhe o processo de transição. Fiz um vídeo contando como foi meu processo de transição e também dividindo hacks para quem quer passar por isso mais de boas, você pode conferir e também pesquisar a experiência de outras pessoas. Ninguém passa pelo mesmo processo – até porque somos não apenas pessoas diferentes, mas temos cabelos diferentes – então é sempre legal escutar várias opiniões!

É isso, galera! Quem tiver dicas, coloca aqui nos comentários e quem tiver dúvidas, também! Vamos se amar e se ajudar. ♥

Cabelo Feminices

Guia rápido da transição capilar

28 de setembro de 2015

(o cabelo acima obviamente não é meu, quando eu estiver com vontade/coragem tiro foto pra mostrar pra vocês)

Meu cabelo é cacheado e foi naturalmente assim até meus 14/15 anos, quando resolvi começar a alisá-lo. O porquê disso é resultado de uma série de fatores que as cacheadas vão entender bem: queria muito me encaixar no padrão dominante (o liso que todo mundo considerava elegante e bonito) e não sabia cuidar muito bem do meu cabelo (por isso, pensava que o mesmo era muito instável e imprevisível). Pois é. Por essas razões passei anos e anos dando progressiva no cabelo, alisando com secador/chapinha e sofrendo com o cabelo quebrado/seco/super danificado por todos esses processos. Mas, ainda assim, achando que era  muito mais fácil viver assim que aceitar o meu cabelo naturalmente cacheado.

Esse ano, li alguns posts da Gabi, do Teoria Criativa, sobre a volta dela aos cachinhos e me inspirei. Passei 6 meses sem dar progressiva, em transição capilar. Porém bati naquela velha parede que todas que entram em transição conhecem MUITO bem: lidar com as duas texturas no cabelo (a lisa e a cacheada) não era fácil. Na época, não pesquisei tão bem e nem dei muito subsídios para que o cabelo retornasse, aos poucos, à sua textura natural, o que fez com que o cabelo continuasse seco, sem vida e muito estranho. Daí terminei desistindo e tendo uma recaída na progressiva de novo. Aceitei que aparentemente aquela era a minha vida mesmo e segui.

Daí, há um mês atrás, encontrei uma amiga que estava em transição há 1 ano e alguns meses e terminei me inspirando novamente a recomeçar a transição. Dessa vez, munida de bastante informação (obrigada, amiga!) e aderindo, também, a dois processos que se mostraram essenciais pra mim: o low poo e o cronograma capilar. E, deixa eu contar pra vocês: está sendo MUITO mais fácil do que da primeira vez que eu tentei. E eu tenho certeza que esses dois processos que estou fazendo juntamente com a minha transição estão ajudando demais. Por isso, resolvi aqui fazer um guiazinho bem direto ao ponto pra quem quer entrar em transição capilar, mas não sabe nem pra onde vai. Essa aqui é só uma introdução, viu? Depois, possivelmente, entrarei mais a fundo nesse mundão complicado que é esse nosso.

FIRST THINGS FIRST 

(o que você deve saber antes de começar)

  1. Não é fácil, porque você não vai apenas mudar o seu cabelo (no caso, fazê-lo retornar ao natural dele), você vai ter que mudar a sua forma de ver o seu cabelo. Porque, acredito, havia uma razão pra você ‘alisar’ o seu cabelo antes e, geralmente, isso tem a ver com o que nós achamos do nosso próprio cabelo. Se você antes achava que cabelo cacheado era feio, vai ter que lutar não apenas com o seu cabelo em transição, mas com esse tipo de pensamento. E, além de tudo, também vai ter que lidar com comentários das pessoas à sua volta (porque você sabe que sempre tem alguém pra falar alguma coisa desnecessária, né?). Pra mim, a dificuldade maior da transição é transformar, na minha cabeça e nas dos outros, o que era considerado ‘feio’ em, apenas, ‘diferente’.
  2. Não é rápido. Transição demora, a não ser que seu cabelo cresça super rápido ou você faça o BC (big cut, que significa, simplesmente, cortar toda a parte do cabelo que tem química). Então, sim, você terá que se munir de muita paciência e esperar, porque cabelo cacheado enrola, então o crescimento é ainda mais difícil de ver.
  3. Você não é obrigada. Não é porque você nasceu com o cabelo cacheado que você PRECISA ter o cabelo cacheado, ok? Não se sinta na obrigação de fazer um processo tão difícil quanto a transição só porque ‘todo mundo está fazendo’ se você gosta de ter o cabelo liso e não vê problema em fazer progressiva/relaxamento para conquistar o cabelo do jeito que você quer. Vai do gosto de cada um, então lembre-se que o cabelo É SEU e você faz o que você quiser nele, ok? Ok.
  4. Você precisa se informar. Acho que antes de fazer qualquer coisa, a gente deve se munir de MUITA informação sobre assunto em questão. Foi nisso que eu falhei da primeira vez que eu tentei fazer transição e o processo está muito mais tranquilo, agora que eu tenho mais conhecimento de causa. Então busque todas as informações que for possível. Eu indico grupos para onduladas/cacheadas/crespas, blogs sobre o assunto e Youtubers. No meu caso, os grupos de No/Low Poo também me ajudaram muito.

 

 INICIANDO A TRANSIÇÃO

(como fazer, o que fazer)

  1. Primeiro, pare de fazer qualquer coisa que esteja alisando o seu cabelo. Por razões óbvias, você não pode dar mais progressiva no seu cabelo, se quer que ele volte pra forma natural dele. É uma boa ideia também parar com escova/chapinha, pois apesar dos processos não promoverem um alisamento permanente, eles ajudam os fios a perderem seu formato natural e danificam o cabelo.
  2. Procure uma maneira de tratar melhor os seus fios. Eu indico, de coração, a técnica Low/No Poo e o cronograma capilar, mas obviamente você deve buscar o que funcionar pra você. Só digo que, gente, tô há pouco menos de um mês no Low Poo e meus cabelos estão MUITO mais saudáveis, não tem comparação! Também estão muito mais fáceis de texturizar, o que é um bônus maravilhoso. Já o cronograma capilar serve para recuperar cada cabelo de acordo com as necessidades dele e também tem ajudado bastante meus fios a se mostrarem mais bonitos, fortes e brilhantes. Como não abordarei em profundidade esse assunto aqui no post, fica a dica de textos ótimos da Aninha, do Madly Luv, sobre o Low Poo e o Cronograma Capilar.
  3. Descubra as melhores maneiras de texturizar o seu cabelo. Tem vídeo de tuia, no Youtube, sobre maneiras de criar cachos a frio. No meu, atualmente, eu não faço nada muito elaborado, só passo creme, penteio e amasso bastante. Entretanto, você vai descobrir que existem várias técnicas, simples e complicadas, que entregam resultados diversos. Vale checar e testar várias, para definir bem qual vai encaixar melhor com o seu cabelo e na sua rotina.
  4. Escolha os produtos de acordo com a sua necessidade. Cada tipo de cabelo tem um tipo de necessidade. Um cabelo cacheado requer, provavelmente, um creme de pentear diferente de um cabelo crespo, que também não vai ter muito a ver com o que precisa um cabelo ondulado. Portanto, pesquise bem  e teste, teste, teste até achar o creme que vai responder ao que você necessita. Acredito que uma cacheada com o meu tipo de cabelo (2C, 3A) vai precisar de: shampoo, condicionador, máscara de tratamento (algumas), algum creme/gel para finalizar o cabelo e talvez algum óleo. Claro que tudo isso pode mudar, por isso que a chave é pesquisar MUITO e, também, testar no seu cabelo.
  5. Defina suas musas inspiradoras. De forma geral, acompanhar várias cacheadas e ficar ligada nas dicas delas é legal. Porém, na minha opinião, você precisa focar em quem: tem um cabelo parecido com o seu e, dentro disso, quem tem um estilo de cabelo que casa com a sua personalidade. Ou seja: não adianta se inspirar nos looks de uma 4A (confere aqui os tipos de cabelos) se teu cabelo é 2C.  Também não adianta colocar como musa alguém que tem um estilo de cabelo muito diferente do que o que você almeja. Se você ama volume, procure alguém que ame também para acompanhar e pegar as dicas. É bom procurar inspiração em um tipo de cabelo compatível com o seu, para não ter frustração por não conseguir resultado.

DICAS DA MANDY

(coisas que eu testei/recomendo)

  1. Produtos: Ainda não testei muitos produtos (como eu disse a vocês, comecei recentemente o processo de transição), mas já descobri algumas coisas que funcionam no meu cabelo. Um creme que eu testei e achei SENSACIONAL foi o Milagre Diet, da Lola. Ele vem em um pote, com 400g e a proposta é direcionada para as meninas em transição, o que eu acho que faz toda a diferença.  Ele ajuda DEMAIS a definir os cachos/ondas e segura a definição como ninguém! Só que precisa dosar a quantidade, senão fica pesado e muito duro (a ponto de você não conseguir amassar o cabelo depois e desfazer o ‘efeito molhado’). Também gostei demais do condicionador Perfeitamente (Des)arrumado, da Tresémme. Usei como condicionador e finalizador (sim, gente, vocês podem usar condicionador como finalizador. Aprendam e libertem-se) e o cabelo ficou super macio e cheiroso. O único ponto negativo é que o poder de definição dele não é tão bom quanto o do Milagre Diet. Atualmente, estou usando várias máscaras de tratamento diferentes, mas a que eu mais gosto é da Humecta, da Head and Shoulders, porque hidrata sem pesar e tem um cheirinho ótimo.
  2. Técnicas de Finalização: As únicas que testei, até agora, foram a fitagem e o dedoliss e a que funcionou melhor comigo foi a primeira. Acho, inclusive, que todo mundo gosta mais da fitagem, porque é mais prática e rápida. Atualmente deixo o cabelo secar ao ar livre depois da fitagem, mas ouço falar que secar com o difusor ajuda bastante a definir os cachos. Ainda não tenho difusor, então não sei dizer.
  3. Acessórios: Sou bff dos grampos, porque eles realmente salvam quando o cabelo não quer colaborar. Faixinhas também são amor, mas ainda não consegui adicionar ao meu dia-a-dia, porque sempre acho que estou chamando muita atenção e não consigo usar (ai, ai).
  4. Canais no Youtube: Finalmente entrei na vibe do Youtube (todos dizem aleluia) e acho que não tem nada mais prático do que vídeos quando a gente tá falando de cabelo, maquiagem e coisas do tipo, né? Portanto, não tenho sites pra indicar pra vocês, só canais, já que está sendo aí mesmo que eu tô adquirindo todas as informações que eu preciso. Alguns dos canais que eu vou indicar têm blog (não sei dizer se todos têm), então quem preferir a informação por escrito, pode checar direitinho. Na categoria cabelo cacheado, acho os seguintes canais muito instrutivos: Daianne Possoly, Duda Fernandes, Mari Morena (♥), Nathalie Barros e Rayza Nicácio. Conforme o coraçãozinho mostra, o meu canal favorito atualmente é o da Mari Morena. Acho os vídeos da Mari muito mão-na-roda pra quem tá iniciando os trabalhos cacheados e não sabe bem pra onde ir. Ela explica tudo bem direitinho, gosto demais.

MINHAS INSPIRAÇÕES

(onde eu almejo chegar)

Fotos: Pinterest

Fotos: Pinterest

Lindos demais, né? O meu cabelo ainda vai demorar bastante pra chegar aí (essas ondinhas sempre demoram pra crescer) e ainda vão ter muitas tesouradas no caminho para tirar a química (aos poucos, porque não tenho culhões pra BC), mas o que importa é aproveitar a jornada, né? <3

Curtiram o post? Têm alguma dica ou dúvida? Deixa aí nos comentários! (: