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Resenha

Feminices Pele

Gel de limpeza do amor: Dermotivin

25 de junho de 2015

Dermotivin Original

Fazia um tempinho que eu era fiel ao gel de limpeza para peles sensíveis da Effaclar – creio que usei esse por muitos anos, tanto porque gostava dele quanto porque amava o cheirinho suave que ele deixava na pele. Até que eu li o livro The Beauty Bible e descobri que ele, meu gel de limpeza favorito (até então) continha, no começo da sua lista de ingredientes, SLS (um ingrediente altamente irritante). Isso explicava todas as vezes que a pele perto do meu nariz descamava e porque, apesar dos meus cuidados, limpar e hidratar minha pele não parecia acalmá-la nem impedi-la de voltar sua fúria oleosa para mim.

Desde então, estive à caça de géis de limpeza que não contivessem agentes irritantes, mas que fossem pra pele oleosa. O que, acreditem, não é uma tarefa fácil, porque as empresas de cosméticos acreditam que pra limpar pele oleosa tem que jogar todo sabão do mundo nela. E não é bem assim, né? Minha pele, por exemplo, apesar de oleosa, é sensível, e não aguenta essa agressão toda não. Além do quê tem aquele velho e bom efeito rebote, né? Limpar demais a pele faz ela produzir muito mais óleo depois (e acne, se você for propenso a isso). E acredito que isso aconteceu comigo por um bom tempo. Enfim. O fato é que pesquisei, pesquisei, pesquisei e achei o Dermotivin Original, para peles mistas a oleosas, que milagrosamente não tem nenhum ingrediente agressivo em sua fórmula (pelo menos, nenhum dos que eu conheço).

O Dermotivin é um gelzinho azul/verde que não espuma e limpa muito suavemente a pele. Tendo como ingredientes principais extratos de calêndula e aloe vera, é fácil entender o porquê desse gel de limpeza não deixar a pele esticando depois: ele hidrata enquanto limpa, deixando o rosto com jeitinho de limpo, mas sem exagero. O cheirinho é muito bom (embora o  do Effaclar ganhe de lavada) e suave, ficando na pele apenas enquanto você está lavando o rosto.

Com o uso, notei minha pele muito menos irritada e, também, com a oleosidade controlada. Apareceram poucas espinhas, desde então, apenas no meu período pré-menstrual (o que é de praxe) e pouquíssimos cistos (tenho uma tendência medonha para esses). De forma geral, minha pele se deu muito bem com esse produto, acredito que era realmente uma das coisas que estavam faltando na minha rotina diária.

Eu comprei uma bisnaga de 70ml, para testar, mas existem vários tamanhos disponíveis. A minha eu comprei na Drogaria São Paulo da Rosa e Silva (no Bairro das Graças, aqui em Recife) e custou cerca de R$35. A minha está quase no fim já, acredito que vá durar só até o fim do mês. Infelizmente, esse tipo de gel (que não espuma) não dura tanto quando o que espuma. Tento não exagerar na dose, coloco pouquinho, mas como não espuma, preciso colocar mais para limpar direitinho. Vou testar, depois, a opção foam desse mesmo gel (onde rola uma espuminha), para ver se dura mais um pouquinho que esse.

Resumindo: Dermovitin aprovadíssimo e já totalmente inserido na minha rotina diária. E vocês, qual o gel de limpeza do coração? Conhecem algum outro sem agentes agressivos à pele? Deixem as dicas nos comentários!

Livros & Outros Amores Minimalismo

O método de declutter da Marie Kondo

28 de maio de 2015

Adoro livros que ensinam a simplificar a vida. E o livro da Marie Kondo definitivamente é um desses. The Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and Organizing (já com tradução para o português) tem quase duzentas páginas e ensina um método defendido como eficaz por sua criadora: o declutter único.

Marie, no livro, defende que para nos livrarmos de vez da tarefa diária de arrumar e organizar, temos que fazer uma limpa geral e definitiva nos nossos pertences, jogando fora tudo o que não precisamos e que não nos traz alegria. Isso vai completamente de encontro ao pensamento geral de que devemos nos livrar, aos poucos, de nossos pertences – e eu achei a ideia sensacional. Ela também nos fala que, caso sigamos o seu método, não teremos “recaídas”, pois uma vez que nos livramos de toda a tralha, nossa mente e corpo se modificam por conta do nosso novo meio e não caímos mais na besteira de manter coisas que não gostamos.

Verdade ou não (ainda não testei completamente o método para atestar o seu funcionamento), o livro é uma leitura que estou recomendando pra todo mundo que eu posso, porque ele sai realmente da mesmice e defende um ponto fora da reta. Se você não leu o livro ainda, mas quer saber quais são as dicas que a Marie dá, pontuei algumas guidelines que ela defende no seu modo de organização:

  • Faça o declutter todo de uma vez só. Marie defende que o declutter e a arrumação é um trabalho pontual, não um trabalho para a vida inteira. Se você tem sempre que destralhar é porque tem algo errado no seu método – e, segundo a autora, é tanto o modo quanto o tempo que se leva para fazer essa limpa. Kondo diz que o tempo que se leva para destralhar uma casa deve ser o mais curto possível – o que quer dizer que você deve adaptar para as suas possibilidades, porém fazendo o esforço óbvio de que tudo seja feito no período mais curto que você puder. Eu, por exemplo, destralhei uma categoria por dia. Quem tiver menos tralha, pode fazer tudo em um fim de semana ou até num dia só.
  • O limite é você quem diz. Marie conta, no livro, que ao destralhar, a gente nota um ‘clique’ quando chega ao nosso número ideal de pertences. Eu ainda não cheguei a esse clique, mas sei que estou próxima dele.
  • Mantenha consigo apesar os itens que te trazem alegria. Nem precisa comentar muito, né? Se desfaça de tudo o que não te traz felicidade. Isso inclui aquelas roupas que você acha que vai usar – mas nunca usa – e aqueles livros que você comprou, não leu e só te fazem sentir culpada. Eles já cumpriram o seu papel na sua vida (te mostrar do que você não gosta ou o que não encaixa no seu estilo, por exemplo) e, se você não sente mais alegria ao vê-los ou tocá-los, é melhor deixar que sigam seu caminho.
  • Destralhe por categorias, não por cômodos. Organizar por cômodo é um erro, porque muitas vezes  a gente esquece coisas que estão em outros cômodos, mas pertencem à mesma categoria (por exemplo, roupas podem estar no guarda-roupa, no cesto de roupa suja, na máquina de lavar e no cesto de roupas limpas – e, geralmente, esses itens não habitam os mesmos cômodos). Daí você vai achar que fez o declutter certinho, porém não fez, porque você não juntou todos os seus itens e, assim, não tem uma noção correta do todo.
  • A ordem faz diferença. A ordem em que você faz seu declutter faz toda a diferença, uma vez que ela vai influenciar na rapidez e na fluidez do seu destralhamento. Se você começar com itens de valor sentimental, por exemplo, tudo vai demorar mais (e pode ser até que não vá pra frente). Sabe quando você se empolgava pra arrumar o quarto e caía naquela boa e velha caixa de fotos e cartas e a arrumação ficava pra depois (nunca)? Pois é, é bem por aí. Deve-se começar por itens mais simples e, depois, fazer a limpa nos mais complexos. Marie indica a seguinte ordem de organização: roupas, livros, papelada, miscelâneas (basicamente, todo o resto da casa que não encaixe nas outras categorias) e coisas com valor sentimental.
  • Destralhe antes, organize depois. Desnecessário dizer, mas todo mundo sabe que não se deve organizar tralha. Portanto: jogue fora ou doe tudo primeiro e, só então, pense em como vai organizar o que restou.
  • Não se iluda com métodos estrambólicos de organização. Métodos devem ser simples. Segundo Marie, se você precisa de zilhões de etiquetas e métodos inteligentes para guardar seus pertences, isso é um prova que você ainda não simplificou o suficiente. Uma caixa deve servir, uma cesta deve resolver, nada muito extraordinário é necessário, na hora de compartimentalizar o que você tem.
  • Cuide bem de seus pertences. Marie também dá dicas de como cuidar de nossos pertences, fazendo-os se sentir amados e queridos pela gente. É curiosa a forma como ela diz que devemos lidar com nossos objetos, desde de agradecê-los por terem cumprido seu papel no nosso dia até a forma como os guardamos, que deve ser ‘confortável’ para eles. Por exemplo, meias, segundo Marie, não devem ser estocadas em formato de bola, pois isso não seria justo com elas, já que o momento em que não estão sendo usadas é um momento de descanso para elas – e, quando estão enroladas numa bola, elas estão tensas e não conseguem descansar. É engraçado pensar assim, mas acredito que, no fim, o que quer dizer é que precisamos cuidar direitinho dos nossos pertences, pra que eles durem mais e continuem nos trazendo alegria.

Esses são apenas alguns dos pontos principais. Pra quem se interessou, recomendo DEMAIS a leitura do livro – é super rápida e, na minha opinião, adiciona muito na vida. Com esse livro, comecei a entender que o ato de destralhar nada mais é do uma atividade do processo de autoconhecimento. Saber o que não se quer já é meio caminho para saber o que se quer.

Se você já leu, comenta aí o que você achou, vamos trocar uma ideia! (:

Livros & Outros Amores

O que eu li em Fevereiro/Março

6 de abril de 2015
Créditos: earlyware.

Créditos: earlyware.

Fevereiro foi BEM lento em termos de leitura, o que explica porque não houve um post desse no mês em questão. Porém, em março, minha vontade de ler retornou com força total, o que significou mais 5 livros lidos para a minha estante do Goodreads. E daí que vim aqui dividir com vocês quais foram as minhas últimas leituras e o que eu achei delas.

O Bicho-da-Seda: O que falar desse livro, que mal terminei e já quero o próximo? Pois é. Essa é a continuação da série do Cormoran Strike, da qual o primeiro livro foi O Chamado do Cuco. Escrito por J. K. Rowling, sob o pseudônimo de Robert Galbraith, esse livro conta com todas as maravilhosas características da escrita da criadora de Harry Potter: descrição bem trabalhada, diálogos maravilhosos, personagens ricos e complexos. Não consegui largar esse livro um minuto desde que comecei a lê-lo, louca para descobrir quem seria o perturbado responsável por aquele crime horroroso. E olha: não adivinhei, mas a resolução foi sensacional. Amei!

Comer Rezar Amar: Gente, esse livro foi tão importante pra mim que eu não sei nem o que dizer. Foram tantos sentimentos me cruzando enquanto eu lia esse compilado de escritos da Liz Gilbert que eu simplesmente nem sei externalizar. Acredito, julgando pelo o que li, que Liz tinha muito mais problemas do que eu tenho, atualmente. Mas todos nós temos nossas complicações, nossos fantasmas, nossos dramas, né? Pois é, por isso mesmo é impossível não se identificar com a Liz em algumas passagens do livro. E, mais importante de tudo: o livro me fez ter vontade de meditar, de fazer Yoga, de me equilibrar. E isso é algo que está mudando tanto minha vida que eu nunca poderei agradecer Liz o suficiente. O livro, em si, tem umas partes mais lentas e outras que fluem mais rapidamente, fazendo com que ele não seja uma unanimidade entre quem o lê. Mas eu, Amanda, amei. Tanto que nem ao menos consigo escolher uma parte favorita, porque amei tudo mesmo. Já é um dos meus novos favoritos.

Mentirosos: Tenho muitos mixed feelings com esse livro. Me senti meio enganada, no final. Não sei até agora dizer se fui enganada, mesmo, ou se essa é a genialidade do livro. Porque, sabe, I didn’t see it coming. At all. Você passa o livro todo esperando a resolução do mistério e, quando ele se resolve, você fica com cara de nada, porque QUEM IMAGINARIA AQUILO? Gente. Sem falar que, já adianto, a resolução não é feliz, como o restante do livro. Sei lá, dei 3 estrelas pra ele no Goodreads porque não chegou a ser uma leitura ruim, e eu fui tocada pelo livro, mas gente? Nonsense.

Adulting: O maravilhoso manual que estávamos todos nós, de 20 e poucos anos, esperando. O que me fez curtir demais esse livro foi que a autora é, obviamente, uma integrante da nossa classe e, também, aquela voz interna nossa, que está sempre dizendo quando alguma coisa é errada – e que a gente ignora. Pra mim, a melhor parte do livro foi a da teoria do Special Snowflake. Sério, tapa na cara maior que aquele não tem.  É meio (totalmente) auto-ajuda, mas é tão divertido, que quem se importa?

The Girl On The Train: Esse foi um livro que apareceu tantas vezes na minha timeline do Goodreads que eu simplesmente tive que lê-lo. Além do quê, depois de O Bicho-da-Seda, senti uma necessidade de mais livros de assassinato/suspense na minha vida. É um gênero que sempre curti (costumava devorar livros de Agatha Christie quando mais jovem), mas que havia deixado de lado nos últimos anos. Felizmente, J. K. me fez retomar o gosto pelo jogo de adivinhar quem matou quem. Mas, sobre esse livro, especificamente: mixed feelings. Como em Mentirosos, I didn’t see it coming. E você não ter sequer imaginado quem matou a pessoa no final do livro é algo que quer dizer que: a) você é muito burro e não pegou nenhuma das dicas que o autor deu; ou b) o autor não deu dica nenhuma. Como li no Kobo, não tive paciência pra voltar o livro e tentar catar possíveis dicas. Vou dar à autora e à minha pessoa o benefício da dúvida, nesse ponto. O livro é legal, o mistério é interessante, mas achei os personagens muito estranhos. Não consegui me identificar com nenhum – graças a Deus, porque olha, só gente atarantada do juízo. Não foi uma perda de tempo, mas também não marcou minha vida. Dei 3 estrelas no Goodreads.

E vocês, leram alguns dos livros que eu li? Concordam ou discordam da minha opinião? Comentem!