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Meditação

Da rotina

Um pouco mais de paciência

9 de fevereiro de 2017

será que é tempo que lhe falta pra perceber?
será que temos esse tempo pra perder?
e quem quer quer saber? a vida é tão rara

Paciência – Lenine

Não é segredo pra ninguém que eu tenho brigado com umas crises de ansiedade que insistem em chegar e infernizar a minha vida. Também não é segredo que eu tenho pesquisado e tentado várias técnicas para controlar esse problema, que não chega a me impedir de fazer nada na vida (nunca tive ataques de pânico, por exemplo), mas que atrapalha os sentimentos e faz com que eu reaja às coisas de uma forma que não faz nenhum sentido para as outras pessoas envolvidas – e nem pra mim, uma vez que me acalmo.

E eu tenho uma coisa pra dizer a vocês: talvez eu tenha tentado demais. Eu praticamente criei uma ansiedade em relação à ansiedade, o que é definitivamente algo que eu não estava intencionando. Eu declarei guerra ao nó no peito, às preocupações, aos desconfortos todos que a ansiedade traz para a minha vida. Eu me decidi a resolver, a erradicar essa pedra do meu caminho. Porém, dia desses estava lendo sobre o bambu e como ele se flexiona às intempéries, sem jamais quebrar. E também sobre a água de um rio ou de um mar, que ganha das pedras não por tentar quebrá-las e passar por elas inteiro, mas por deixar dividir, para se juntar novamente mais na frente. E me perguntei se esse, afinal, não é o caminho. Se me ajustar ao meu desconforto não seria o que eu preciso na minha vida, atualmente.

A verdade é que a vida está repleta de desconfortos. Pessoas que incomodam, situações inconvenientes, aquela calça que pinica ou aquela comida de gosto estranho que um ente querido faz questão que você coma. Os desconfortos fazem parte da vida e enquanto ninguém quer dormir em uma cama encalombada, algumas vezes temos que aguentar um dia na calça que dá coceira. É chato? É sim. Mas não será o primeiro nem o último desconforto pelo qual passamos na vida.

Uma coisa que me ajudou demais a entender que o desconforto faz parte foi e é a meditação. Sento por 10 minutos com a minha mente cheia de preocupações e aprendo, diariamente, a aceitá-la do jeito que é – porém sem acreditar que necessariamente eu sou o que ela é. É chato, no mínimo, tentar focar na respiração e dar de cara com todos aqueles pensamentos que eu não queria pensar (alguns, inclusive, nada legais), mas o exercício de se desatarraxar daquilo e pensar que aquele é apenas um pensamento e não define quem eu sou é empoderador.  É um exercício de desapego e de frustração constantes, mas que vale incrivelmente a pena. Seus pensamentos não são você, você não é seus pensamentos. Assim como a minha ansiedade não sou eu. Não fui eu que decidi ficar nervosa sobre alguma coisa que nem existe – foi meu corpo, reagindo à loucura dos dias atuais. O que eu posso fazer agora é lidar. É respirar fundo, repetir uns mantras pra mim mesma e passar por isso. É entender a minha ansiedade como algo como que faz parte de mim, pelo menos por hora, mas não algo que me define como pessoa.

Acredito de verdade que toda situação pela qual passamos tem a sua lição a ensinar. Talvez a minha seja a da paciência. Há coisas que nem todos os nossos esforços mais focados podem mudar. Há problemas que apenas o tempo pode resolver. A vida não é um joguinho de sudoku, onde sempre há uma maneira de resolver o quebra-cabeça. Algumas vezes a gente tem que queimar para nascer de novo, a gente tem que quebrar para juntar o que sobrou e fazer uma melhor versão de nós mesmos. E de nada adianta tentar impedir o que precisa seguir seu fluxo. A vida segue seu caminho, como a chuva, que não vai voltar pro céu só porque a gente acha que não era o melhor momento para ela cair. O que nos resta é tirar o nosso guarda-chuva da manga ou, na falta dele, dançar na chuva. Paciência e a aceitação que vem com ela, é o que eu preciso conhecer. E parece que tentar, de todas as maneiras possíveis, resolver o problema não é a maneira com que a eu vou aprendê-la.

O que me resta é expirar, inspirar e tentar conviver, da forma mais harmoniosa possível, com o que me cerca. Nada dura para sempre, nem mesmo algo que nos incomoda.

Da rotina Livros & Outros Amores

Últimos lidos e amados

26 de dezembro de 2016

Li bastante nesse último mês do ano – ao menos, uma coisa boa do desemprego –  e, apesar de não ser capaz de bater a minha longamente ignorada meta de livros sugerida no Goodreads, creio que conseguirei, pelo menos, não me humilhar completamente. Estou com 18/25 e creio que até o fim da semana termino mais dois ou três livros (tenho esse pequeno problema de ler vários livros ao mesmo tempo), batendo, pelo menos, 20 livros lidos no ano de 2016. Not bad, uma vez que ano passado li 15. Posso não chegar jamais aos 100 que algumas amigas ostentam, mas estou melhor do que o meu eu passado e isso já é suficiente.

Abaixo, listei alguns dos últimos livros que li e gostei.

10% Happier – Dan Harris (10% Mais Feliz, em português)

Resolvi ler esse livro por uma simples razão: eu tenho ansiedade e queria ver o relato de outra pessoa que tinha esse problema também.  O livro de Dan Harris fala sobre como ele superou os 10 kg de preocupação que o abatia diariamente, encontrando seu equilíbrio através da prática diária da meditação. Também temos alguns insights de como as coisas funcionam nos bastidores na TV (Dan Harris é um apresentador/jornalista) e a leitura é fluida, segue um ritmo lógico e fácil de acompanhar.

O Guia do Guru Preguiçoso – Laurence Shorter

Uma leitura rápida e amorzinho.  O livro é todo ilustrado e fala sobre mindfullness e meditação. Me senti abraçada ao ler esse livro, pois o autor fala de coisas que realmente se passam na minha cabeça e, acredito, na de muitos que tentam sobreviver no mundo caótico que nos cerca. Esse é um daqueles bom de ter em casa para reler rapidinho sempre que a gente precisar de algo leve e aquecedor de coração.

Tá Todo Mundo Mal – Jout Jout

Depois que a modinha passou, resolvi dar uma chance para o livro da Jout Jout porque adoro os vídeos dela e acho ela muito real, o que equilibra a dose diária de ilusão do feed do Instagram. O livro foi escrito a partir de um apanhado de crises, mais sérias ou bobas mesmo, que passaram pela vida da nossa amiga Júlia. É um livro pra rir e também para refletir. Adorei, especialmente, a crise sobre os nossos anos (ano?) de tamagotchi.  É uma leitura leve, fácil e divertida.

Career of Evil – Robert Galbraith (Vocação para o Mal, em português)

Essa leitura se arrastou por motivos de preguiça minha, mesmo. Comecei logo que o livro foi lançado (acho que no meio desse ano?) e só agora, ao apagar das luzes de 2016, finalmente terminei o que é o 3º integrante da série do Cormoran Strike. Como nos dois livros anteriores (Chamado do Cuco e O Bicho da Seda), Vocação para o Mal é igualmente bem construído e nos deixa sem ter lá muita noção do que realmente aconteceu até chegar ao fim da história. Há momentos de tensão ao longo do capítulos, tanto sexual (entre Cormoran e Robin) quanto momentos de perigo e crise. Adorei e já espero pelo próximo, pois o fim foi no melhor estilo: PAM.

Poser – My Life in Twenty-Three Yoga Poses – Claire Dederer

Esse livro foi uma leitura arrastada também, pela mesma razão do anterior. Poser é um escrito biográfico, onde a Claire conta a sua jornada como mãe, esposa, escritora e freelancer através do seu aprendizado na Yoga. O livro vai e volta, conforme a Claire nos abre sua vida e mostra seu processo de autoconhecimento. É um livro para quem, como eu, gosta de: a) yoga e b) dar uma espiadinha na vida dos outros (que é toda a lógica de ler biografias, né não?). Não é uma leitura difícil, mas na minha preguiça, tive que me forçar muitas vezes a seguir em frente. A Claire é alguém com quem conseguimos nos identificar: uma pessoa tentando ser perfeita e descobrindo que não existe such a thing nessa vida.

E vocês, alguma leitura gostosa pra indicar? Não deixem de comentar!

Da rotina

Porque eu não faço mais dieta

24 de março de 2015
Créditos:  Tara Shannon

Créditos: Tara Shannon

Eu nunca fui magra, com exceção daquela época conhecida como estirão – que comigo aconteceu dos 10 aos 12 anos – no qual a gente fica tão magra que fica esquisita. O meu corpo tem um compleição relativamente musculosa, com tendência a ganhar gordura ou massa muscular, dependendo de como eu o trato. E a realidade é que, ultimamente, eu não o tenho tratado bem.

Sei disso não só pela quantidade de gordura, celulites e quilos que ganhei no último ano, mas também pela qualidade da minha saúde. Adoeci bastante em 2014 e em 2015 não está sendo diferente. Quando não é uma doença mais séria, é rinite, sinusite, uma descamação na pele aqui ou um enjoo estranho e irregular acolá. Me chateia o fato de eu nunca estar 100%, não parece justo. Mas é, porque tudo isso é apenas um reflexo do que eu estou fazendo com meus sistemas internos.

Se o nosso corpo fosse um carro, nossa alimentação seria o combustível. E a real é que nem sempre coloco a ‘aditivada’ que minhas células merecem.

Eu como mal, tendendo quase sempre pro lado da porcaria. Tudo que for frito é, automaticamente, mais sensacional. Tudo que tiver bastante açúcar já ganha a minha atenção. Frutas e legumes simplesmente não têm muito espaço no meu cardápio, porque eles não podem competir com bolinho de bacalhau e batata frita. E é por isso – pelo fator palatabilidade – que minhas dietas nunca dão certo. Minha vontade de comer algo gostoso é muito maior do que a minha vontade de emagrecer. Ter uma dieta equilibrada nunca é mais legal do que me deliciar com algo vazio em nutrientes.

 E essa forma de pensamento é que tem que mudar. A minha forma de lidar com a comida. Comecei a fazer Yoga e meditação há pouco menos de um mês e, com ajuda delas percebi que a forma como eu lido com a comida está intimamente ligada com a forma como eu me vejo, com a minha autoestima e com meu equilíbrio interior. Quando estou equilibrada, não tenho vontade de comer porcaria. Não sinto impulsos nem tenho vontade de devorar um pacote inteiro de bombons de iogurte (true story).  Já quando estou desequilibrada, o céu é o limite. Tenho vontade de devorar o mundo, frito e com catchup. Só que isso não resolve nada. Nem uma felicidade momentânea, mais, me é proporcionada, porque tenho desenvolvido uma percepção mais correta das coisas, apesar disso ainda não me impedir de fazer o errado. Semana passada, no auge da minha TPM, me lancei ao Laça Burguer, para chorar as mágoas imaginárias (ou não) num hambúrguer grande, gorduroso e, sim, saboroso. Porém, ao dar a primeira mordida, eu já sabia que não era daquilo que meu corpo precisava. Não estava certo. E o meu almoço teve gosto de nada.

Apesar de ter sido muito deprimente, naquele momento, não conseguir sentir aquela alegria temporária que comida ruim sempre me proporcionava, prevejo que isso me ajudará, e muito, a comer melhor, daqui pra frente. E, por comer melhor, eu não digo que viverei única e exclusivamente de frutas e verduras e serei super light e tudo isso. Não. Como o título desse post fala, eu não vou mais fazer dieta. Não vou contar calorias, não vou restringir alimentos, apenas não. Isso nunca deu certo comigo e, sinceramente, há pouquíssimos exemplos de pessoas que modificaram completamente a sua alimentação a longo prazo sem se tornarem completamente noiadas e fazerem disso um objetivo de vida. Eu não quero que a comida ocupe um espaço tão grande no meu cotidiano. Ela é extremamente importante, mas é apenas uma das coisas que eu faço no dia e, de forma nenhuma, algo que eu quero que ocupe um espaço que poderia ser ocupado, por exemplo, com a realização dos meus sonhos.

O que eu farei é tentar manter meu equilíbrio interior o melhor que eu puder, porque assim o exterior virá, com certeza. Eu escolherei melhor o que coloco no meu corpo, seguindo as dicas que ele mesmo me dá.

Eu sei que se a gente parar pra escutar a voz que tem dentro da gente, coisas maravilhosas acontecem.

Da rotina Listas Tech

Keep Calm (& Tech): 5 apps para Yoga e Meditação (plus wallpaper)

27 de fevereiro de 2015
PEACE

Baixe o wallpaper aqui.

Daí que faz um milhão de anos que eu tento me acalmar e ser uma pessoa mais centrada e relaxada, sem nenhum sucesso. Mas sabe como é esse meu tentar, né? Passo uma semana tentando me controlar, pra depois explodir em algo e aceitar que esse é o meu jeito mesmo – “tem gente que é mais calma, tem gente que é mais estressada, a vida é assim”. Só que isso não é bem verdade.  E 2015 já começou me deixando várias noites sem dormir, certamente com o intuito de jogar a realidade na minha cara: eu não estou tomando conta corretamente do meu corpo e eu deveria tomar vergonha na minha cara de ser assim.

Eu, que nunca tinha tido problemas para desmaiar quando colocava minha cabeça no travesseiro, comecei a rolar na cama, mesmo sem nada importante com o quê me preocupar. Se fosse na época do casamento, eu até entendia, mas agora? Não faz sentido nenhum. E, depois de muito me estressar, resolvi mudar algumas coisas no meu lifestyle. Melhorar a minha alimentação, diminuir algumas atitudes negativas e começar, finalmente, a meditar e fazer yoga. Sempre tive curiosidade sobre esses dois e eu tenho a seguinte opinião, gente: se você tem muita vontade de uma coisa, você deve testá-la, porque chances are de que essa coisa possa ser algo que realmente está faltando na sua vida. E daí que ontem, depois da minha primeira sessão de meditação e segunda de yoga através do meu smartphone (ah, a tecnologia!), dormi bem melhor.

E eu decidi que, mesmo que eu não tenha resultados tão gritantes (fora o fato d’eu ter amado fazer ambas as coisas), eu queria dividir com vocês as fontes que achei para meditar e fazer yoga sem gastar (muitos) dinheiros e sem sair de casa – eu sei, sensacional. Vamos às minhas indicações (devo dizer, logo, que são todas em inglês, porque infelizmente, os apps mais legais são os gringos):

Headspace [Android e IOS]: Esse é um aplicativo muito legal, com um nome muito interessante e uma proposta visual clean e fofa. Vocês já sabem que o que me fez baixar esse aplicativo foi o visual dele, né? Não resisto a aplicativos fofinhos! De qualquer forma, ele é um aplicativo de meditação guiada – acho que, no momento, o único tipo de meditação que consigo fazer. Você, ao baixá-lo, tem direito ao programa de iniciação, que é composto de 10 fases, 1 a cada dia, durando 10 minutos, cada. Depois, você pode comprar a assinatura deles (a mensal custa $12), para ter acesso a todos os programas dele, que vão desde meditações guiadas para incentivar a criatividade até aquelas com o objetivo de melhorar a saúde.

Daily Yoga [Android e IOS]: O Daily Yoga traz vários programas legais – e gratuitos -, ensina poses, te dá a opção de escolher treinos na duração desejada e também de escolher as músicas que você quer ouvir durante seu treino. Alguns treinos são pagos e você pode desbloqueá-los através do próprio app,  por R$12,71 por mês. Os treinos são através de vídeos, sendo relativamente fácil acompanhá-los. Só cuidado para não escolher nenhum treino muito avançado, porque há posições realmente difíceis – o que é aquela plow pose, GENTE! -, mas de resto é bem legal.

calm

Calm [Android e IOS]: Esse é, a exemplo do Headspace, um aplicativo voltado para a meditação.  Adorei as opções de programas deles (tem pra dormir bem, pra ansiedade, para perdoar, etc) e as opções de fundos musicais e visuais (24, ao todo, mas sou rain foreviz) e adorei, ainda mais, o valor da assinatura deles ($2,99, por mês, e $9,99 POR ANO. SIM!). Há sessões guiadas e não guiadas e a duração delas começa em 2 minutos. Sério, quem não tem DOIS MINUTOS para meditar. Pois é, esse app: <3

Yoga.com [Android e IOS]: Esse app é muito parecido com o Daily Yoga, só que conta com um visual mais bonito – na minha opinião – e também com ilustrações das poses, mostrando os músculos que cada posição trabalha. Tem 37 opções de programas, entre gratuitos e pagos, e custa R$4,03 (da última vez que chequei) para desbloquear o conteúdo premium no celular, o que eu achei bem em conta.  Tem o downside de você ter que baixar o vídeo dos programas toda vez que você vai fazê-lo, mas tem o plus de ter acesso multiplataforma – o que quer dizer que você pode acessar do seu celular, do seu tablet e do seu computador (mas, para isso, você precisa ter a assinatura premium, que já é um pouco mais salgadas, $9,99). Em relação ao treino, achei o do Daily Yoga mais instrutivo, uma vez que é em vídeo, e não em slideshow. Mas, pra quem já é mais avançado, pode ser uma boa opção.

Do You Yoga [Canal no Youtube]: Ok, eu meio que roubei nesse – não é um app, e sim um canal no Youtube. Porém, você pode acessá-lo do celular e é isso que interessa, certo? Esse canal é muito legal e apresenta dois desafios MUITO válidos: um de 30 dias de yoga e um de 30 dias de meditação. Também tem outros vídeos ensinando algumas poses específicas. Gosto muito do canal e da instrutora de yoga, embora ela fale meio rápido, mas c’est la vie, né? No fim, o que a gente precisa é entender o básico e imitar o que ela faz, então tá valendo.

 Essas foram minhas escolhas! Curtiram? Já usaram algum desses? Têm algum pra indicar? Deixem suas opiniões nos comentários! 😉