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  • Chewie se perguntando porque foi que a gente parou schnauzer
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Livros & Outros Amores

Últimos lidos e amados

21 de setembro de 2017

Foto por: betulvargun

Até que li um bocadinho nos meses que passei longe daqui. Ainda estou longe da minha meta de 20 livros (faltam 6), mas acho que andei bastante com ela. É um meta pouco ambiciosa quando se compara com a quantidade de livros que algumas pessoas leem – tem gente com meta de 100 livros, gente – mas é o que eu sei que é possível pra mim, levando em consideração meu estilo de vida agora. Gosto do equilíbrio e essa meta é algo que me ajuda a dar tempo pra leitura – mas também deixar tempo para outras coisas que quero fazer, como ver filmes, acompanhar séries, fazer uns bordados ou, simplesmente, curtir uma tarde de domingo sem fazer nada. Não gosto de tornar hobbies em obrigação.

Isso dito, algumas leituras realmente ressonaram no meu coração e quis dividir com vocês. Vem conferir:

As Boas Mulheres da China – Xinran

Um relato muito importante sobre a situação das mulheres na China. É chocante, é pesado, então esteja preparado psicologicamente quando catar esse livro para ler. São histórias diversas, de vários cantos da China, que a jornalista Xinran teve a oportunidade de conhecer quando tinha um programa de rádio, no país, voltado para as mulheres. O absurdo de algumas situações (como a da moça que fez amizade com uma mosquinha, pois ela havia dado o único carinho que ela recebera na vida) dá ao livro um quê de conto, um quê de mitológico – embora até onde se saiba tudo seja tudo verdade.

My (not so) Perfect Life – Sophie Kinsella (versão em português)

Depois de um longo inverno longe dos livrinhos de ficção, voltei feliz com esse escrito da Sophie Kinsella. A história é bem leve e fala um pouco sobre essa diferença entre o que a gente mostra para os outros na internet e a realidade da nossa vida. A forma como o livro faz isso é através da história da personagem principal, uma moça que se muda do interior do país para Londres, como era seu sonho desde sempre e vive uma vida, na real, bem diferente das fotos que publica no seu Instagram. Não posso falar muito mais para não me arriscar a dar spoilers, mas: é uma leitura leve, fluida e cheia daquelas borboletas que bons livros de romance trazem pra gente. A personagem principal é totalmente gostável e você torce por ela em todos os momentos do livro. Adorei!

After You – Jojo Moyes (versão em português)

Depois de quebrar o meu coração com o “Como Eu Era Antes de Você“, não tive lá muita certeza se ia ler o “After You”. Porém QUE BOM que eu resolvi dar essa chance pra ele. O livro, que segue contando a história de Louisa depois do que aconteceu no primeiro livro (não vou falar nada porque vai que você não leu, né?) é reconfortante, apesar da vida da personagem principal não ser lá muito fácil em diversos momentos. Ou talvez seja exatamente por isso que ele é reconfortante. Nossa vida não é fácil, em muitos momentos, e a gente faz bosta, fica em negação e demora milênios para sarar uma ferida e dar o primeiro passo nas coisas que nos dão medo. Louisa é gente como a gente e vai aprendendo a andar de novo ao longo dessa história. Terminei esse livro com aquele sentimento de que NUNCA deveria ter parado de ler a Jojo (já estou, inclusive, com um livro dela na minha estante de lendo, porque apenas necessário).

Deslocamento – Lucy Knisley

Na última promoção da Amazon arrematei mais um livrinho da minha ilustradora favorita, yay! Nesse livrinho Lucy fala da relação com os avós e o sentimento de culpa/impotência em relação à velhice deles e o que a velhice traz. Tem uma carga um pouco mais pesada do que os outros livros que li dela (French Milk, An Age of License e Relish) e, arrisco dizer, não é um dos melhores trabalhos dela. Mas, ainda assim, foi uma leitura legal, com desenhos legais e pontuações muito válidas. Então, no regrets, just love.

A Guerra que Salvou a Minha Vida – Kimberly Brubaker Bradley

Meu Deus, nem esperava que fosse amar tanto esse livro quanto realmente amei. Comprei o bonitão na última promoção da Amazon também e, gente, primeiro: ele é lindo. É uma edição linda, de capa dura e tudo mais (meu fraco), com marcador de página de cetim e tudo. Segundo, a história é maravilhosa. Ela se passa com a Segunda Guerra Mundial de fundo, mas isso não é a coisa mais importante nas história. O foco, nesse livro, é a batalha pessoal de Ada, uma menina de 10 anos que não apenas não tinha qualquer amor da mãe como também era menosprezada e extraída do convívio das outras pessoas por uma simples razão: nascer com o pé torto. A história toda é o passo a passo de Ada reaprendendo, longe do ser abusivo que era a sua mãe, não apenas a andar, mas a aceitar amor e a se amar. É um livro belíssimo, que ao fim me deixou com a sensação que não deveria ter acabado.

Se interessou por algum desses? Não deixe de checar no Cupom Válido para ver se tem aquele descontinho amigo para chamar de seu. Eles são parceiros do blog e vi aqui que tem uns 8 disponíveis pra Amazon e um deles é de 10%, hein? Achei correto!

E se você já leu algum desses livros, me conta mais sobre o que você achou nos comentários! 😉

 

Da rotina Listas Tech

Keep Calm (& Tech): 5 apps para Yoga e Meditação (plus wallpaper)

27 de Fevereiro de 2015
PEACE

Baixe o wallpaper aqui.

Daí que faz um milhão de anos que eu tento me acalmar e ser uma pessoa mais centrada e relaxada, sem nenhum sucesso. Mas sabe como é esse meu tentar, né? Passo uma semana tentando me controlar, pra depois explodir em algo e aceitar que esse é o meu jeito mesmo – “tem gente que é mais calma, tem gente que é mais estressada, a vida é assim”. Só que isso não é bem verdade.  E 2015 já começou me deixando várias noites sem dormir, certamente com o intuito de jogar a realidade na minha cara: eu não estou tomando conta corretamente do meu corpo e eu deveria tomar vergonha na minha cara de ser assim.

Eu, que nunca tinha tido problemas para desmaiar quando colocava minha cabeça no travesseiro, comecei a rolar na cama, mesmo sem nada importante com o quê me preocupar. Se fosse na época do casamento, eu até entendia, mas agora? Não faz sentido nenhum. E, depois de muito me estressar, resolvi mudar algumas coisas no meu lifestyle. Melhorar a minha alimentação, diminuir algumas atitudes negativas e começar, finalmente, a meditar e fazer yoga. Sempre tive curiosidade sobre esses dois e eu tenho a seguinte opinião, gente: se você tem muita vontade de uma coisa, você deve testá-la, porque chances are de que essa coisa possa ser algo que realmente está faltando na sua vida. E daí que ontem, depois da minha primeira sessão de meditação e segunda de yoga através do meu smartphone (ah, a tecnologia!), dormi bem melhor.

E eu decidi que, mesmo que eu não tenha resultados tão gritantes (fora o fato d’eu ter amado fazer ambas as coisas), eu queria dividir com vocês as fontes que achei para meditar e fazer yoga sem gastar (muitos) dinheiros e sem sair de casa – eu sei, sensacional. Vamos às minhas indicações (devo dizer, logo, que são todas em inglês, porque infelizmente, os apps mais legais são os gringos):

Headspace [Android e IOS]: Esse é um aplicativo muito legal, com um nome muito interessante e uma proposta visual clean e fofa. Vocês já sabem que o que me fez baixar esse aplicativo foi o visual dele, né? Não resisto a aplicativos fofinhos! De qualquer forma, ele é um aplicativo de meditação guiada – acho que, no momento, o único tipo de meditação que consigo fazer. Você, ao baixá-lo, tem direito ao programa de iniciação, que é composto de 10 fases, 1 a cada dia, durando 10 minutos, cada. Depois, você pode comprar a assinatura deles (a mensal custa $12), para ter acesso a todos os programas dele, que vão desde meditações guiadas para incentivar a criatividade até aquelas com o objetivo de melhorar a saúde.

Daily Yoga [Android e IOS]: O Daily Yoga traz vários programas legais – e gratuitos -, ensina poses, te dá a opção de escolher treinos na duração desejada e também de escolher as músicas que você quer ouvir durante seu treino. Alguns treinos são pagos e você pode desbloqueá-los através do próprio app,  por R$12,71 por mês. Os treinos são através de vídeos, sendo relativamente fácil acompanhá-los. Só cuidado para não escolher nenhum treino muito avançado, porque há posições realmente difíceis – o que é aquela plow pose, GENTE! -, mas de resto é bem legal.

calm

Calm [Android e IOS]: Esse é, a exemplo do Headspace, um aplicativo voltado para a meditação.  Adorei as opções de programas deles (tem pra dormir bem, pra ansiedade, para perdoar, etc) e as opções de fundos musicais e visuais (24, ao todo, mas sou rain foreviz) e adorei, ainda mais, o valor da assinatura deles ($2,99, por mês, e $9,99 POR ANO. SIM!). Há sessões guiadas e não guiadas e a duração delas começa em 2 minutos. Sério, quem não tem DOIS MINUTOS para meditar. Pois é, esse app: <3

Yoga.com [Android e IOS]: Esse app é muito parecido com o Daily Yoga, só que conta com um visual mais bonito – na minha opinião – e também com ilustrações das poses, mostrando os músculos que cada posição trabalha. Tem 37 opções de programas, entre gratuitos e pagos, e custa R$4,03 (da última vez que chequei) para desbloquear o conteúdo premium no celular, o que eu achei bem em conta.  Tem o downside de você ter que baixar o vídeo dos programas toda vez que você vai fazê-lo, mas tem o plus de ter acesso multiplataforma – o que quer dizer que você pode acessar do seu celular, do seu tablet e do seu computador (mas, para isso, você precisa ter a assinatura premium, que já é um pouco mais salgadas, $9,99). Em relação ao treino, achei o do Daily Yoga mais instrutivo, uma vez que é em vídeo, e não em slideshow. Mas, pra quem já é mais avançado, pode ser uma boa opção.

Do You Yoga [Canal no Youtube]: Ok, eu meio que roubei nesse – não é um app, e sim um canal no Youtube. Porém, você pode acessá-lo do celular e é isso que interessa, certo? Esse canal é muito legal e apresenta dois desafios MUITO válidos: um de 30 dias de yoga e um de 30 dias de meditação. Também tem outros vídeos ensinando algumas poses específicas. Gosto muito do canal e da instrutora de yoga, embora ela fale meio rápido, mas c’est la vie, né? No fim, o que a gente precisa é entender o básico e imitar o que ela faz, então tá valendo.

 Essas foram minhas escolhas! Curtiram? Já usaram algum desses? Têm algum pra indicar? Deixem suas opiniões nos comentários! 😉

Da rotina Listas

5 coisas que eu quero aprender – Fevereiro/15

16 de Fevereiro de 2015

Coisas que quero aprender

Fevereiro já vai pelo meio e vou mandar a real pra vocês: tá um mês super preguiçoso. Infelizmente, nem de longe tão cheio de realizações quanto janeiro – já vi que, por exemplo, não vai rolar essa boquinha de ler 5 livros de novo. Mas obviamente que não estou satisfeita com essa lerdeza da minha pessoa e resolvi que preciso me movimentar. E acho que nada melhor pra dar uma levantada no ânimo do que novos aprendizados, né? Daí resolvi eleger cinco coisas legais que eu gostaria de aprender esse mês e levantar minha moral, comigo e com a galera. Acho 5 uma quantidade aceitável de coisas a aprender, principalmente levando em conta que metade do mês já foi embora. Vamos à lista?

  1. Yoga. Esse ano tentei empolgar com a academia, mas foi um fail tão grande que tô até agora no chão, tentando me recuperar da vergonha que eu mesma me faço passar toda vez que tento me engajar nessa porquêra. Fui 3 semanas, paguei dois meses – apenas uma história que se repete. Entretanto, tô sentindo falta de fazer alguma coisa, mas odeio a ideia de chegar em casa às 22h porque tenho uma atividade extracurricular depois do trabalho.  Daí me veio a ideia de tentar o desafio de 30 dias de Yoga já que: a) sempre quis fazer Yoga; e b) não preciso sair do meu adorável quartinho para colocá-lo em prática. Já fiz o dia 1, vamos tentar manter um ritmo. Não digo que farei todos os dias da semana, mas uns 3 já seria uma vitória.
  2. Fazer minhas próprias unhas. Faz muito tempo que não vou na manicure (preguiça + falta de dinheiro) e até tento, de vez em quando, sem muita coragem, dar um jeito nas minhas unhas. Mas nunca dá muito certo e eu termino ficando meio desanimada. Entretanto, esse finde assisti a um vídeo da Camila Coelho fazendo as próprias unhas e pareceu algo que eu conseguiria dominar com o tempo. Tentei a primeira vez pouco depois de assistir o vídeo e até que não deu tão errado. Daí quero me propor a continuar praticando, durante esse mês. É meio que terapêutico e dá um orgulhinho ver suas unhas bem-feitas (ainda mais quando foi você que fez).
  3. Caligrafia/Hand Lettering. Uma das coisas que eu mais quero aprender é hand lettering/ caligrafia. Acho bonito, acho inspirador, acho maravilhoso e é um dos skills que mais invejo nas pessoas. Daí resolvi me inscrever em algumas aulas no Skillshare e ver se alguma coisa é absorvida pela minha massa cinzenta. O resultado vocês devem ficar sabendo por aqui. (:
  4. Fotografar melhor. Ainda no Skillshare, também me inscrevi em algumas aulas relacionadas à fotografia. Ainda não sei se realmente vão me ensinar alguma coisa nova, mas vamos esperar que sim, né?
  5. Comer bem. Ultimamente tenho adoecido bastante – nada desesperador, mas tudo bem chateante, porque nunca é bom ficar doente, né? Por isso, creio que algumas mudanças no meu estilo de vida são necessárias, especificamente no que eu como. Infelizmente, eu AMO comer porcaria. Hambúrguer, coxinhas, refrigerantes, coisas que envolvam massa folhada, pastel, chocolate, sorvete, etc. São coisas que fazem parte do meu dia a dia e, porque não, da forma como a minha personalidade foi formada. Tenho na minha cabeça que a vida não vale à pena se a gente não pode comer o que quer, mas claro que esse é um pensamento incorreto. A vida é muito mais do que poder beber coca-cola todos os dias. Preciso e devo mudar alguns hábitos alimentares e, para isso, pretendo ler alguns livros sobre o tema – dei uma leve pesquisada no Goodreads e achei algumas boas opções, mas se vocês tiverem algum para indicar, deixem nos comentários, ok?

É isso, gente! E vocês, têm alguma dica ou querem aprender alguma coisa nesse mês? Comentem!

Compartilhe o amor Listas

Compartilhando o amor: 30-Day Minimalist Challenge

18 de Janeiro de 2015

Compartilhando o amor: 30-Day Minimalist Challenge

Hoje é domingo e domingo, creio, é um dia maravilhoso para ficar de pijama, deitada na sua cama nova, se atualizando nos blogs mais legais do universo. É, é isso que eu estou fazendo agora. E achei que vocês deveriam fazer também, razão pela qual resolvi dividir com vocês, hoje, os links mais legais da última quinzena. O Compartilhe o Amor de hoje vai ter mais links do que anterior, por razões de: vocês são maravilhosos e fazem muita coisa boa e eu não consegui pensar em uma boa razão pra não compartilhar isso com o mundo. Pois é! Então vamos ao que interessa: os links mais legais pra preencher uma partezinha do seu dia de amor! <3

  1. A Bruna Vieira compartilhou, em seu canal do Youtube, os seus aplicativos secretos de fotografia (aqueles que a gente tem e não quer contar pra ninguém, sabe?). Achei muito altruísta da parte dela (além de ter amado todas as dicas) e, por isso, super indico o vídeo!
  2. Gabi, do Teoria Criativa, compartilhou com o público dois posts muito legais: a repaginada que ela deu no home-office dela (que ficou MUITO lindo e completamente inspirador) e vários calendários SENSACIONAIS para imprimir e deixar seu home-office/quarto/baia de trabalho mais lindo e feliz. Tô aqui chateada quase porque ganhei um calendário super fofo esse ano e não faz sentido imprimir nenhum desses. </3
  3. A Vic, do Borboletando, está maravilhosamente compartilhando uma lista de 52 álbuns para escutar em 2015 – e eu quero apenas dizer que a lista começou com Britneide, coisa com a qual eu não podia concordar mais. Essa série de publicações faz parte do desafio de mesmo nome, criado por ela. Se você quiser participar, indicando uma vez por semana um álbum legal pros coleguinhas ouvirem, clique aqui e spread the love.
  4. Eu descobri, no blog da Babee, uma série de posts super legal (que foi criada recentemente e é atualizada toda sexta) chamada Sexta-feira Minigameira e, claro, ADEUS produtividade! Ela indica vários joguinhos legais pro celular e que prometem acabar com qualquer momento de tédio. Adorei Simcity Buildit, tô viciada e, caso vocês queiram acompanhar as indicações, cliquem aqui. Outra coisa muito legal que ela compartilhou em seu blog foi um vídeo bem inspirador, chamado Nobody Tell This To Begginers. Indico a todo mundo que tá começando em qualquer tipo de carreira e, algumas vezes, tem a bad de achar que nunca vai chegar lá.
  5. Descobri o Into Mind no comecinho do ano e apenas amei! Todos os posts daquele blog são sensacionais para quem quer investir mais numa vida mais simples e minimalista, mas queria indicar especificamente 30-Day Minimalist Challenge, que pode ser feito em qualquer mês, na realidade, e pode nos ajudar a dar uma ‘limpa’ na vida e deixá-la mais prática e simples.
  6. Ainda sobre minimalismo: há quem ache que ser minimalista é viver numa casa vazia, com um copo, um prato, uma panela e nada que mostre quem somos ao mundo. 1 dica: não é. E adoro a Thais, justamente por ela levantar essa bandeira. Ela compartilhou um post muito válido, no Vida Organizada, sobre encontrar o nosso limite de ter menos coisas. Recomendo!
  7. Quem me conhece sabe o quanto eu amo velas. E o quanto eu amo DIY – embora não me jogue muito em projetos do gênero por conta de tempo (que tá difícil) e espaço (ainda não tô na minha casinha, daí já viram, né?). Por isso, amei de coração essa dica da Dani, do Ricota Não Derrete, para criar um porta vela fofinho e baratinho! Dani é supertalentosa e adoro as ideias dela de decoração, apenas sensacionais!
  8. Essa semana estava louca tentando fazer cachos no cabelo com a minha chapinha e, depois de muitas tentativas (e erros), descobri esse vídeo super legal da Camila Coelho, ensinando uma técnica que deixa os fios com cachos perfeitos. O vídeo é do canal dela em inglês, não sei se ela ensinou a técnica no canal brasileiro, mas vale a busca!

Curtiram os links? Se quiserem deixar algo para eu ler/assistir também, não deixem de comentar! 😉

Da rotina Listas

Meus desejos para 2015

29 de dezembro de 2014
Créditos: Gioia Cabri

Créditos: Gioia Cabri

É recorrente para mim a sensação de frustração a cada ano que vai chegando ao final. “Droga, mais um ano em que não parei de roer as unhas, em que continuo sendo egoísta, em que minha gordice permanece firme e forte, grudada nas dobrinhas do meu bucho cheio de lipídios”. É. Já até passei uns anos sem fazer resoluções de ano novo. Entretanto, pra mim, a sensação de fracasso foi a mesma.  Porque mesmo não tendo colocado os planos no papel, eu os fiz na minha cabeça, no raiar do novo ano. Eu disse pra mim mesma que eu seria uma pessoa melhor, que faria dieta, que me exercitaria, que não faltaria às aulas de inglês e faria todos os exercícios dentro do prazo. Eu disse que tentaria ser mais paciente, que usaria a agenda de papel que eu comprei porque era bonitinha demais pra não ser comprada, que aboliria meu mau-humor matinal, que passaria a me arrumar melhor antes de sair de casa e não ficaria mais assustando as pessoas com meu look zumbi. Entretanto, em algum momento ao longo do ano, esses objetivos se perderam e a vida aconteceu. A vida aconteceu e eu preferi dormir a fazer as tarefas de inglês ou a acordar mais cedo para sair nos trinques pro trabalho. A vida aconteceu e eu não fiz dieta, não comi melhor e continuo um poço de mau-humor, com momentos de sensibilidade extrema. E, assim, é a vida. As prioridades precisam ser revistas o tempo todo.

Aprendi que assim é mesmo a vida e que ela tem um milhão de variáveis que a gente nunca conseguirá prever e que, algumas vezes sim, os planos cairão por terra e a gente vai ter que, simplesmente, lidar com isso. Aceitar e seguir em frente. A frase “é o que tem pra hoje” foi meu jargão no ano inteiro, porque 2014 não foi um ano fácil e adaptação e aceitação das possibilidades foi a palavra de ordem pra mim – e acredito, pra muitos dos que estão me lendo também. Mas tudo isso que eu falei até agora não quer dizer, por um momento, que vocês não lerão uma longa lista dos meus desejos pro ano que vem. Porque, na verdade, a culpa da nossa sensação de fracasso diante das coisas não é de uma estúpida lista de resoluções de ano novo. Não. O problema todo é a irreal pressão que colocamos nos nossos ombros para seguir com um plano que traçamos no começo de um ano que não conhecíamos ainda, mas já considerávamos pacas – sem nem ao menos saber a que ele veio. Nada errado em ter esperanças, mas tudo errado em não considerar que, se as situações se modificam, você precisa se modificar também. Emagrecer pode ser um objetivo muito legal, se você não está satisfeito com o peso atual e quer se sentir melhor consigo mesmo, mas se você está estudando, trabalhando e o dinheiro anda curto, talvez você resolva que emagrecer não será a sua prioridade, uma vez que você não tem tempo nem dinheiro suficiente para investir nisso agora. Manter uma bom imagem para as outras pessoas é legal, mas se você teve uma semana super cansativa no trabalho, talvez você descubra que ao invés de acordar 30, 40 minutos mais cedo pra se arrumar, você provavelmente vai preferir dormir e chegar no seu trabalho com a cara lavada e o café na mão, mesmo. Portanto, não faz sentido se pressionar para atingir padrões que não se adaptam ao que você está vivendo ou que não podem ser uma prioridade no momento. A realidade é que: não é o fim do mundo, você não é a pior pessoa do universo, nem a mais desorganizada, desfocada ou desprovida de força de vontade. Acontece. Simplesmente acontece.

E é por isso que, depois de ler um post da Dani (e ter a ideia desse post e de como eu encararia as minhas resoluções desse ano) eu decidi que as minhas resoluções de ano novo para 2015 seriam simplesmente desejos. Ideias, projetos possíveis, porém nada mais que isso. Coisas que eu gostariam de conseguir fazer, porém sem nenhuma pressão para que eu as consiga, para que eu não mude de ideia, para que eu tente impedir o rio de seguir o seu curso. Coisas para que eu possa olhar em algum momento do ano e pensar: “hm, seria legal tentar isso agora”. Porque o feeling é bem esse:  tentar. Se não der certo e não for uma prioridade pra mim, paciência, depois eu tento novamente – ou não. Só não quero mais chegar ao fim dos anos com esse sentimento de que eu fiz muito pouco além de rumar desgovernada por essa vida, sem chegar a canto nenhum (o que não podia ser mais errado, porque esse ano eu:  fui promovida, casei e fiz minha primeira viagem internacional – entre outras coisas).

Enfim. Agora vamos à diversão, porque pra mim, poucas coisas na vida são mais legais do que escrever listas e fazer planos – e, se a gente junta os dois, o que eu posso dizer? Fogos de artifício? Amor puro e derretido? Bem, lá vai minha listinha de desejos para o ano que vem:

  1.  Ser mais saudável, comer melhor, me exercitar. Sim, eu amo comer tudo o que eu tenho direito, mas também sinto falta de me sentir melhor em relação ao meu corpo e também de ter um condicionamento físico melhor e não morrer porque tenho que subir umas escadas. Então, sim, seria ótimo começar uma reeducação alimentar e física, voltar a fazer exercícios regularmente, nem que seja correr com Chewie numa praça. Talvez – apenas talvez – a mudança pra minha própria casa possa ajudar com isso.
  2. Morar na minha própria casinha. Esse é um dos desejos que eu tenho certeza que serão realizados no ano que vem vindo, mas que quis colocar nessa lista porque é um marco na minha vida. Compramos um apartamento na planta há alguns anos atrás e a entrega dele era pra ter sido em junho desse ano. Porém, não foi e tá atrasado até hoje. Só que recebemos a informação, recentemente, que nos chamariam para um checar o apartamento no fim desse mês e, se estivesse tudo ok, deveríamos estar nos mudando em fevereiro ou março, no máximo (soubemos que agora a vistoria será em fevereiro. fuén).
  3. Começar uma pós ou um MBA. Não sei ainda como vai ser pra gente, no nosso primeiro ano morando sozinhos, mas eu queria muito começar uma pós ano que vem. Já sei inclusive a área: Gestão de Projetos. Se rolar, seria legal.
  4. Comprar uma bicicleta e um patins. Adoro essa vibe legal que toma conta do Recife nos fins de semana e feriados, onde as pessoas se jogam nas ruas antes habitadas quase que exclusivamente por carros e vão viver a vida leve nas suas bicicletas e nos seus patins. Tenho muita vontade de aprender a andar propriamente de bicicleta (nunca peguei o jeito na infância, porque morava em apartamento e a avenida em frente à ele é super movimentada e obviamente minha mãe não deixava) e amo de paixão andar de patins, então é isso. Quero. Seria inclusive uma forma legal de se exercitar.
  5. Escrever mais no blog. É um desejo, sim, mas é algo que eu não vou forçar de jeito nenhum. Aprendi que forçar nunca dá certo e que as coisas que eu escrevo sem vontade de escrever nunca ficam legais. Então, sim, quero muito me dedicar mais ao blog, mas só se a vontade vier naturalmente.
  6. Fotografar mais. Pra quem ainda não sabe, ganhei, na minha viagem à Londres, uma câmera DSLR do meu amor, o que foi a realização de um dos sonhos da minha vida. Entretanto, ainda não fotografei muito com ela, porque a) tenho medo de sair com ela no meio da rua, já que Recife não é exatamente segura; b) ela é muito pesada, o que torna a tarefa de andar com ela por aí não muito fácil; c) a preguiça de passar fotos pro computador é maior que tudo. Mas quem sabe eu não venço todos esses obstáculos e fotografo mais em 2015? Aguardemos.
  7. Ser mais calma. Taí uma coisa que eu preciso: relaxar. Me acalmar. Ser menos ansiosa, menos estressada, tirar por menos, não levar as coisas tão a sério. É muito difícil ser assim quando você tem a idade mental de uma velhinha de 80 anos, mas né? Não custa tentar.
  8. Focar no essencial. Sempre tive uma queda pelo jeito minimalista de levar a vida e já tentei, algumas vezes, seguir o lifestyle. Entretanto, ser totalmente minimalista não é comigo. Eu gosto dos meus livros e, mesmo sabendo que seria mais prático, sustentável e até (algumas vezes) mais barato comprar todos eles no meu Kobo e me livrar das versões de papel, I don’t see this happening em nenhum futuro próximo. Eu amo ter livros de papel em prateleiras abarrotadas. Eu gosto de ter mais de um tipo de shampoo no box do banheiro. Mas há coisas que eu posso cortar ou tornar mais simples na minha vida. E isso seria interessante: eleger as áreas em que eu posso simplificar e, realmente, colocar a mão na massa. Porque simplificando o que pode ser simplificado, posso focar no que for essencial pra mim no ano que vem.
  9. Viajar. Sim, fui mordida pelo travel bug. Mas, não, não tenho na minha cabeça nenhuma ideia de viagem internacional, porque antes preciso colocar as finanças nos trilhos. Queria viajar pelo Brasil mesmo, conhecer algumas cidades que sempre quis ver, como o Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Quem sabe não rola?
  10. Me equilibrar financeiramente. Eu costumava dizer que o meu problema não é meu descontrole, mas que eu recebo pouco mesmo. Entretanto, não é verdade. Tem gente que recebe bem menos que eu e consegue guardar dinheiro, o que nunca foi muito meu caso. Eu gosto de comprar coisas, gosto de ir ao cinema, gosto de comer em lugares legais e tudo isso, obviamente, gasta muito mais do meu dinheiro do que é aconselhável. Focar no essencial, lá em cima, e simplificar minha vida pode me ajudar a enxergar o que importa e fazer com que eu me equilibre financeiramente. Ou não.

E vocês, o que desejam pra esse ano que vem vindo?