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Fim de Ano

Da rotina

Sobre 2015 e eu

30 de dezembro de 2015

Novembro se foi, dezembro chegou e aqui estamos, no fim dele, com um total de 0 palavras escritas por mim. Pelo menos, até agora. Não se enganem, não foi falta do que dizer. Acredito que, infelizmente, me faltavam palavras pra expressar o tanto que esse último mês (e todo esse ano) fizeram pra mim. Até entraria, aqui, no coro dos que querem mais que 2015 se exploda, porque, claro, coisas bem erradas aconteceram. Mas resolvi que não vai ser assim. Apesar de todos os pesares, do estresse, da ansiedade, dos quilos a mais, de uma possível gastrite nervosa, eu estou aqui. Viva e respirando.

Esse ano foi um ano de aprendizagem e, anos de aprendizagem são anos difíceis, geralmente. Mudamos para nossa primeira casa evá, nosso apertinho aconchegante, o qual estamos modelando de acordo com o que queremos. Só esse fato foi responsável por inúmeras descobertas e novas experiências – afinal, não é todo dia que a gente depende apenas de nós mesmos, não é? Montamos nossa primeira árvore de Natal, fazemos nossas compras no supermercado, descobri um amor pesado por cheiro de amaciante e, quando dá na telha, preguiçamos até mais tarde na cama, nos fins de semana, porque não devemos nada a ninguém.

Entretanto, acho que talvez, por termos tido tantos gastos montando nossa casinha – que inclusive ainda não está pronta, mas vai ficar -, saímos muito pouco. Acho que 2015 deveria ter tido mais viagens, cinemas, rodas de amigos, risos, diversão no geral. Ficamos muito em casa, no computador, no Netflix – o que é ótimo, mas não é tudo (pelo menos pra mim). Houve uma viagem a São Paulo (a qual foi majoritariamente a trabalho), que me deu a chance de conhecer a cidade e rever uma amigas lindas que moram por lá. Também foi lá que comemoramos 1 ano de casados, num restaurante italiano MARAVILHOSO (Famiglia Mancini), que tornou o momento mais especial e mágico do que já era. 1 saudade: aquele nhoque. Também houve uma viagem à Porto de Galinhas, há uma semana atrás, onde encontramos um casal amigo que está de visita por aqui – na qual, também, comemos muito bem, obrigada, e nos divertimos horrores. Me senti tão bem nesses dois momentos e a pergunta que me vinha à cabeça era “PORQUE NÃO FAZEMOS MAIS DISSO?”. Pois é. Por conta dessas pontuais, mas importantes, ocorrências é que eu chego à conclusão que, não, não houve divertimento suficiente para a carga de estresse depositada em mim em 2015. Não houve equilíbrio entre trabalho e lazer, o que foi um erro nosso e que, definitivamente, eu não quero que aconteça no ano que vem – pelo bem da nossa sanidade mental e nossa saúde, em geral.

Tanto é que esse foi um ano bem chato no quesito doenças. Mal tive uma gripe, mas em compensação, visitei a emergência várias vezes com problemas gastrointestinais. A minha pele, também, resolveu enlouquecer e estourou todas as espinhas disponíveis em seu arsenal. Obviamente, side effects do estilo de vida estressante que eu tenho levado. Passei o ano sem fazer uma atividadezinha física sequer, sob a desculpa de que não havia tempo e não havia dinheiro (sempre há tempo e sempre se arranja dinheiro, quando se quer – apenas eu não considerei isso uma prioridade).  Apenas nos 45 do segundo tempo, resolvi começar Muay Thai e, ó, tô amando. Parei com a Yoga e, claro, meu corpo desaprendeu a lidar com as coisas e voltei a ser a pilha de nervos que eu era antes. Por isso, estou pensando em voltar (talvez, até tratar isso como prioridade e arranjar dinheiro para me matricular em aulas, também).

A alimentação, também, foi barranco abaixo. Eu adoro cozinhar, não me entendam mal. O problema é que: a) eu trabalho o dia inteiro, 5 dias por semana, então logicamente não tenho disposição para cozinhar à noite ou nos fins de semana e b) quando eu cozinho, eu gosto de cozinhar gordice, não comida saudável (é, odeio salada).  É, eu sei, é um problema que eu estou tentando contornar, até porque estou 10 kg acima do que deveria estar. Me consultei com uma nutricionista, ela me deu umas sugestões, mas até agora tô tendo sérios problemas em curtir a maioria das comidas práticas que ela me indicou – sério, não consigo gostar de Rap 10. Entretanto, fiz uma salada de lentilha que deu MUITO certo, então acompanhemos, right?

Financeiramente, things are not that well, mas acho que isso é geral, certo? Eu podia ter sido bem mais controlada do que fui, mas creio que isso, também, é um efeito colateral do meu estresse e da minha ansiedade. Gasto muito mais emocionalmente que de qualquer outra forma. Tanto é que, geralmente, se eu pensar direitinho, eu saio da loja de mãos vazias. De qualquer forma, creio que até fui bem mais pro fim do ano. Gastei, mas não creio que fiz nenhuma compra errada e não comprei nada muito dispensável, pelo menos. Claro, ainda é um ponto a se melhorar. Principalmente porque, em 2016, eu quero gastar mais em experiências e menos em coisas.

De forma geral, 2015 foi o que eu fiz dele – os anos sempre o são. Pelo menos, quero que tudo o que deu errado, me sirva de aprendizado, para que eu tenha dias melhores, em 2016. Eu sei que muita gente acha brega e ilógico esse sentimento de recomeço que vem com um novo ano – ai, é apenas mais um dia, você pode recomeçar a qualquer hora que você decidir -, mas eu amo novos inícios. Amo novas chances, poder escrever, de novo, com novas energias, a minha história. Claro, o que aconteceu está lá e não vai ser apagado. E, que bom que está, porque com essa experiência eu posso ser alguém melhor, nesse novo amanhã que estar por vir.

Hoje, vou tirar o dia pra ficar de boas. Dar uma arrumada na casa, fazer minha lista de microrresoluções (muito melhores que resoluções, viu?) para o ano que vem, ler um livro, acender velinhas perfumadas e só, apenas, esperar as good vibes do ano que está por vir. E você, como foi seu 2015? E o que você espera de 2016? Compartilha comigo nos comentários!

Ah, por último e não menos importante: meu obrigada a todos que acompanharam esse cambaleante blog nesse ano que passou. Creio que não fui a mais atualizada e presente das blogueiras – muitos erros, muitos erros. Mas, 2016 está aí e todo ano é uma nova chance pra fazer diferente, né? Pois é. Então, Feliz Ano Novo pra vocês! (: