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Diário

Feminices Pele Roacutan

Roacutan: Diário de Bordo – 8 meses e o que vem depois

25 de novembro de 2016
Foto: gismoland

Foto: gismoland

Cabô esse carai!

Finalmente estou aqui para contar a você como foram os meses finais de tratamento e o que acontece agora, dois meses depois do fim dessa maratona. Preferi esperar um pouco mais para ter certeza que poderia reportar tudo maravilhosamente e, bem, como dois meses é o prazo da bula para o Roacutan deixar completamente a nossa corrente sanguínea, esperei esse tempinho para fechar esse diário de bordo. Vamos primeiro ao relato de como foram os últimos meses de tratamento, shall we?

Então, do sexto mês para a frente, pouca coisa mudou na minha vida. Os testes continuaram perfeitos, sem nenhuma alteração nas taxas analisadas. As espinhas desapareceram completamente e não voltaram a dar as caras, com a graça de Deus. O maior problema desse período foi que TUDO ressecou de uma maneira que não estava fácil viver. Não havia lip balm abençoado que desse jeito na minha boca. Era um caso tão perdido que deixei mesmo de mão a minha caça pelo lip balm perfeito e segui com o azul-escuro da Nivea, que resolvia o problema pelo tempo total de 5 minutos. Em situações extremas, a boca rachava e sangrava, sim. Por isso, evitava sorrir muito aberto, porque vamos evitar a humilhação em público sempre que possível, não é mesmo? O queixo despelava todos os dias (agora a bochecha, que eu queria que despelasse, para que as marquinhas saíssem, não despelou NEM UM TIQUINHO, a rapariga) e ficava branco de tão ressecado. E lá ia eu com hidratante para tentar domar a fera indócil. A pele do corpo inteiro ficou muito sensível e qualquer coisa causava um corte, que geralmente demorava um tempinho pra sarar. Sério, é como se a pele estivesse muito fina (?) e até coçar arranhava (e olha que aqui não trabalhamos com unhão). O cabelo não voltou a cair, o que foi uma benção, porque houve um momento que eu realmente achei que ficaria careca. Porém: seco que nem palha. Todos os fluidos corporais desapareceram. Todos. Só as lágrimas permaneceram, mas poucas e sempre que trabalhava com computador tinha que hidratar os olhos com colírio. O nariz ressecou, mas não o suficiente para incomodar.

Além disso, desenvolvi algo muito curioso chamado fascite plantar, a inflamação da fáscia, que é um tecido cartilaginoso que fica logo depois da pele, na planta do nosso pé. Toda vez, TODA VEZINHA, que eu estava sentada/deitada e precisava levantar, sentia uma dor aguda no calcanhar e tinha que andar de ponta de pé. A dor dissipava depois de alguns minutos, mas me sentia uma senhorinha de 800 anos, né? A canelite atacava também quando eu inventava de fazer alguma caminhada mais vigorosa, um inferno. Além disso, as dores musculares continuaram presentes, principalmente na lombar e nas costas, no geral. Era uma dor que massagem só fazia doer mais, então eu apenas deixava quieto e seguia a vida. Inclusive, a maioria dos sintomas, que não eram questão de vida ou morte, eu deixei ser, porque não adianta tratar efeito colateral de um remédio. O tratamento é parar o remédio e só. Anyway. Tive uma gripe mais pro fim do tratamento e gripe com Roacutan é um saco porque você fica com medo de tomar MAIS um remédio e dar pau no seu fígado/rim, né? Tratei com própolis e mel, me incomodou, mas nada que fosse pior do que, por exemplo, aqueles dois/três primeiros meses com o rosto deformado de espinhas (inclusive, se você está nessa fase, força, ela acaba!). Inclusive, uma coisa que você aprende durante o tratamento com Roacutan: aguentar uma dores e não apelar pra remédio com tudo que aparece. Sempre que possível, tomava chás para cólicas e outras tretas, pra evitar sobrecarregar ainda mais o meu corpo.

Durante o fim do tratamento, perdi o início de uma cartela do anticoncepcional (imbecil, eu sei, não façam isso em casa) e passei um mês sem tomar o anti. A minha menstruação atrasou mais de UMA SEMANA. SIM. UMA SEMANA. Quase morri do coração? Isso aí. Minha menstruação sempre foi bem certinha, vem no dia bonitinho dela e, naquele mês, não apareceu. Fiz nada mais nada menos que 3 exames de farmácia e 2 BHCGs (nem estava louca, eu) até ter certeza que não estava grávida. Depois, quando ela estava afim, ela desceu (rapariga!) e foi aquela tsunami de alívio. Então aí está a razão pela qual devemos tomar anticoncepcional durante o tratamento, juntamente com um método de barreira (camisinha, no meu caso): sua menstruação vai enlouquecer e você vai enlouquecer junto, achando que está grávida todo mês. Isso além do fato óbvio que é melhor prevenir por dois meios que tentar remediar o irremediável, que é uma gravidez nesse período. O bebê pode sofrer sérias deformações e malformações. É um troço bem sério e quase morri do coração no fim do mês, apesar de ter feito tudo direitinho (fora o anti). Então, aprendam com a heart attack da tia Amanda e não repitam esse erro nas suas vidas, se estiverem fazendo esse tratamento, obrigada.

Quanto ao meu peso, ele se manteve regular na casa do 70 e poucos durante todo o tratamento. Se eu for chutar, acho que perdi mais peso do que ganhei durante todo os 8 meses, always a plus quando se está acima do que deveria pesar. A libido teve uma queda, também, durante todo o tratamento – o que é normal, já que esse remédio suprime a testosterona, responsável pelo desejo sexual. E de resto, eu era uma pessoa funcional. Depois de alguns meses você se acostuma com os efeitos e aprende a viver com eles. Eu sempre pensava que se não era para ter espinha nunca na vida, tava bom demais sofrer por 8 meses.

E valeu a pena?

Então. Aqui estou do alto de dois meses depois do tratamento para dizer a você que: sim. Valeu demais. Se antes eu nem cogitava muito tirar foto sem maquiagem, agora o status quo dos meus dias normais é sem maquiagem. Até porque já sabemos que maquiagem por aqui só quando eu tô bem afim, né? No resto dos dias, I don’t even bother. A pele ficou limpa, mas as marquinhas das guerras travadas com as espinhas antes e durante o tratamento ficaram. Nada que um tratamento com ácido não resolva, mas agora só depois do verão, pois pretendo pegar as praias todas que aparecerem na minha frente, ha!

 

A photo posted by Amanda Arruda (@mandyarruda) on

(fotinha do depois, 0 maquiagens, para vocês verem. a luz tá boa, mas dá pra ver que tem marquinhas, né?)

1 semana depois do fim do tratamento (mais ou menos) o queixo já parou do despelar e a boca, minha gente, a boca que eu já tinha dado por perdida, voltou à vida! Não estava mais ressecada, nem despelando, nem rachando, nem sangrando. Foi uma felicidade só finalmente poder usar um batom novamente sem ficar aquelas peles horrorosas estragando tudo. As dores musculares demoraram um pouquinho mais para desaparecer, inclusive a lombar ainda dói um pouco, mas nada escabroso. A fascite, esse amorzinho, digivolveu para um forma mais dolorosa, que não passava com minutinhos depois de levantar. Coloquei gelo sempre que doía e comecei a malhar. Com o fortalecimento dos músculos da panturrilha, a fáscia parou de incomodar e o problema foi resolvido. Os nossos músculos sofrem um bocado durante o processo, então creio que a musculação tenha sido uma boa decisão, após o tratamento (durante é bem difícil se comprometer, tudo dói o dobro).

Com um mês do tratamento finalizado, refiz os exames e tudo deu perfeitamente normal. Assim como está a minha vida agora. Não tenho do que reclamar e sou grata pela oportunidade de fazer esse tratamento, que teve uma influência tão grande na minha autoestima. Novamente, repito aqui o que já falei nos posts anteriores: esses textos não têm a intenção de indicar o tratamento para ninguém. Quem indica é o médico, o dermatologista. É um processo bem sério e que não pode ser levado na brincadeira. A minha única intenção é a de dividir a minha experiência e, possivelmente, ajudar algumas pessoas que fazem esse tratamento ou que farão a saber o que podem esperar pela frente. Apesar dos vários efeitos colaterais, nada foi dramático a ponto de influenciar a alegria do produto final. Para mim, não há nada como se sentir bem na sua própria pele e, se você tem acne, eu indico fortemente que procure um profissional e trate-se, pois essa doença não é tão levada a sério (talvez porque ninguém morra disso), mas como toda doença de pele, é muito incômoda e danosa ao bem estar da pessoa.

Nessa tag eu contei toda a minha experiência e o que eu passei. Cada corpo, cada organismo reage de um jeito e isso aqui não é necessariamente o que vai acontecer com você – a bula do remédio tem todas as possibilidades, como sabemos. Mas pode ser que seja, então estou aqui para ajudar, dividindo o meu conhecimento de causa. Se tiverem dúvidas ou comentários, não hesitem em deixar aí embaixo. Vou responder todos no meu tempo (que algumas vezes não é lá essas coisas, admito), mas responderei! Toda a sorte do mundo a quem estiver nessa batalha e vamos em frente!

Feminices Pele Roacutan

Roacutan: Diário de Bordo – 5 meses

4 de julho de 2016

Foto: whitelivingetc

Aqui estou do alto do quinto mês de tratamento com Roacutan para dividir com vocês como está sendo essa caminhada. Estou muito feliz de que, agora, já estou em mais da metade do tratamento e o fim, meus caros, está próximo. Para quem não vem acompanhando o diário, minha dose é de 40mg e eu farei 8 meses de tratamento (why soooo long).

Para início da nossa conversa, o último exame de sangue (feito ao fim do quarto mês) deu absolutamente normal. Viva! Estava muito preocupada que as triglicérides fossem aumentar ainda mais, mas muito pelo contrário – elas diminuíram. Sozinhas. Com o total de 0 dietas. Não quis acreditar quando peguei os resultados, mas dei, obviamente, graças a Deus, porque não estava nem um pouco afim de deixar o tratamento pela metade.

Continuo comendo do jeito que estava comendo antes do tratamento começar – algumas vezes faço a festa, mas no geral é comida bem normal. Tenho levado muita marmita pro trabalho, então não consigo ser muito vida louca no aspecto alimentício da vida. Não estou fazendo exercícios físicos, porque a crise, ela chegou, e eu tive que sair temporariamente do Muay Thai. E como não tenho coragem/paciência para as opções free de exercícios físicos, estamos bem sedentários no momento mesmo, obrigada. Também tenho respeitado a advertência de não ingerir álcool e minha sangria do dia dos namorados foi feita com suco de uva. Pois é. Ninguém disse que seria fácil, mas estou levando.

Quanto à pele, bem. Achei que seria dessa vez que eu publicaria uma foto aqui, but not yet. Na verdade, a coisa nem tá tão ruim assim. Tive uma melhora bem notável. A piora passou, depois de um tenebroso inverno. A única tristeza é que zilhões de marquinhas vermelhas ficaram, agindo como um ‘as espinhas todas do mundo estiveram aqui’, right on my face. Eu ainda não me sinto muito bem na minha pele, nem quero aparecer em fotos sem maquiagem, mas noto uma melhora. A parte da minha pele onde as espinhas não estouraram está maravilhosa – o que, basicamente, é o resto do rosto menos as bochechas.

O queixo despela de vez em quando, que é uma área na qual eu nunca tive muitas espinhas, mas a parte que eu quero que despele, que são as bochechas, essa não despela nem com a bexiga. Tenho a esperança que mais para o fim do tratamento ela dê uma despelada e limpe melhor a pele. De qualquer forma, minha dermatologista já disse que a partir do sexto mês vai passar algo leve para cuidar das manchas, então elas não devem ser um problema por muito tempo.

Essa semana, depois de praticamente um mês de pele lisinha, apareceu uma nova espinha, enorme, na minha bochecha (claro). Graças aos céus, não é interna, então deve ir embora logo. Não tenho cutucado tanto as espinhas, mas algumas demoram tanto a ir embora que perco a paciência e termino expulsando-as eu mesma. Tanto faz, porque mesmo as que não espremo deixam marcas, não tem muito o que fazer.

Quanto aos efeitos colaterais, o clássico permanece, firme e forte: ressecamento em todos os lugares possíveis e imagináveis. Tornou-se parte da minha vida sorrir um pouco menos aberto, para evitar um lábio rachado (e um possível sangramento). Espero que as pessoas não achem que eu sou falsa por conta do meu sorriso ridículo. Moça, não é nada com a senhora, I just can’t.  O cabelo está bem seco, mas consigo lidar bem com ele. Lavo apenas uma vez por semana e ele tem caído bem menos depois dessa decisão. Têm aparecido zilhões de pelos encravados por conta da pele ressecada, o que é um saco, porque eu nunca consigo lembrar de passar hidratante. Você pensaria que tomando Roacutan eu lembraria, porém não. Eu moro em Recife, for God’s sake. A umidade equivalente a viver em uma sauna deveria ser suficiente.

Meu olho incomoda um pouco, algumas vezes por semana, então eu apenas pingo um pouco de colírio lubrificante nele e tudo dá certo. No geral: tudo secou, gente, e não tem água nesse mundo que hidrate. Mas sigo bebendo o máximo de água que posso/consigo. Algumas vezes, devo admitir, não é muito.

Um efeito colateral bem chato é a tal das dores nas juntas. Gente, me sinto uma velha de 80 anos com essas dores. Quando estou trabalhando e tal, me movimento muito, então não sinto dores nem nada. Porém, nos fins de semana, quando eu estou em casa, jogada no sofá por horas, e preciso me levantar para pegar alguma coisa, tudo dói. A coluna, o cóccix, as juntas do joelho, o tornozelo. Saio andando toda encriquilhada, resmungando um ai, ai em direção à geladeira, ao banheiro ou ao que quer que eu tenha achado que era uma boa ideia e terminou, no fim, não sendo.

O meu sono também tem estado irregular. Eu sou, gente, uma pessoa de sono solto. Eu durmo a noite inteira. Eu não fico de palhaçada, acordando de duas em duas horas. Mas agora, aparentemente, não. Agora eu sou uma pessoa que dorme e acorda 800 vezes por noite. E é horrível. Não acontece todas as noites, mas é um problema que bate ponto umas duas/três vezes por semana, o que é incômodo o suficiente. E interessante é que eu estou sempre CAINDO de cansada bem cedo. 21h é o meu máximo, sendo que semana passada eu fui pra cama, em um dos dias, às 20h! Não entendo como alguém pode estar tão cansada, cair no sono assim que a cabeça toca o travesseiro e, ainda assim, ter um sono tão ridiculamente irregular. De qualquer forma, tenho sobrevivido a esse drama. Como não acontece TODOS os dias, consigo me recuperar entre os dias em que acontece e permanecer, assim, um ser humano.

Ainda estou usando o Dermotivin para limpar a pele (só lavo uma vez por dia, à noite). Uso a Água Micelar, da L’oreal, para demaquilar e o BB Blur, da Effaclar, no lugar do protetor. Continuo firme e forte com o lip balm azul escuro da Nivea e quanto aos colírios, compro um diferente cada vez que eu vou na farmácia, porque nem vale tanto à pena investir neles pra mim, meus olhos não incomodam tanto e os baratinhos resolvem o problema.

Queria agradecer os comentários de vocês nos posts anteriores e dizer que fazendo o meu melhor para ajudar com alguma dúvida que vocês tenham (se eu não respondi algum comentário, não me matem, a vida não tá fácil, de verdade!).

Então se você já fez esse tratamento ou está fazendo ou quer fazer e tem algo para adicionar ou perguntar, por favor, deixe sua contribuição logo abaixo e eu te responderei. Não sei muita coisa, mas podemos trocar umas figurinhas. (:

Feminices Pele Roacutan

Roacutan: diário de bordo – 2 meses e meio

15 de Abril de 2016

Esse post é LEIGO e tem apenas o intuito de repassar a minha experiência com o medicamento. Se você tem acne, procure um dermatologista.

Aqui estou, dois meses e meio depois, para falar para vocês como está sendo o meu tratamento com Roacutan. Ainda tenho 5 meses e meio de tratamento pela frente (suspiro) e estou no que ainda se considera ‘o começo’ de tudo. Ou seja: nenhum resultado muito interessante até agora, só efeitos colaterais.

A minha dose continua 40mg e vai continuar até o meu 8º mês de tratamento, onde vai diminuir para 20. Fiz a segunda bateria de exames ao fim do primeiro mês e meus triglicerídeos DOBRARAM de um mês pro outro. Entretanto, apesar disso, ainda estou dentro do limite, por isso não preciso me preocupar tanto, pois a médica avaliou que não deve ir além disso. O meu próximo exame é daqui há um mês, mais ou menos, e confesso que estou preocupada. Espero que meu corpo se adapte e que eu consiga terminar o tratamento, porque se a taxa aumentar muito mais, terei de parar.

Quantos aos efeitos colaterais, eles foram bem mais fortes no primeiro mês – acho que é realmente um baque para o corpo, inicialmente. Atualmente tenho pouquíssimas queixas. Meu lábio está extremamente ressecado, mas isso, acredite, é algo com o que já me acostumei. Passo lip balm 800 vezes por dia, mas não vejo lá muita diferença. Pelo menos, ele quase não sangra. O meu cabelo está caindo bastante, mas ele já caía um bocadinho antes, então acho que o Roacutan só fez dar uma piorada nisso. A médica me falou para tomar vitamina C com zinco e é o que eu tenho feito, além de usar shampoo antiqueda. Deu uma melhorada, mas não resolveu – de qualquer forma, resolvi que não vou ligar tanto pra isso.  Não senti mais dores musculares nem tive episódios de depressão e as coceiras nos braços e pernas também pararam. No geral, estou achando bem tranquilo lidar com esses efeitos.

A pele, sim, passou pela piora que muitos têm e que eu, azarada que sou, tive que ter também. Saíram TODAS as espinhas da vida durante um período de um mês, o que me deixou desesperada. Não eram espinhas que secavam rápido, eram cistos doloridos e enormes. Tinha momentos que dormir de determinado lado do rosto era complicado. Felizmente, no momento atual, parece que esse drama passou. Saem algumas espinhas e ainda tenho alguns do período de explosão que não foram embora ainda (quem não ama cistos, não é mesmo?), mas a pele está visivelmente mais limpa. Não vou publicar fotos aqui porque, infelizmente, ainda não tenho esse nível de desprendimento pra compartilhá-las com vocês. Quem sabe mais lá pro fim do tratamento, né? Mas acreditem quando eu digo que deu uma melhorada. Agora eu tenho mais marquinhas que espinhas, mas elas ainda existem e incomodam.

Esse mês, resolvi trocar o anticoncepcional que estava tomando (e que não consigo lembrar o nome agora!) estava me deixando INCHADÍSSIMA. Era como se todo dia fosse TPM, porque eu parecia o monstro da retenção de líquido. Então, depois de dois meses sofrendo, troquei pro Stezza e, so far, so good. Não senti nenhum efeito colateral até o momento. Pra mim, o ideal seria não ter que tomar NENHUM anticoncepcional porque simplesmente não gosto do que eles fazem comigo e com o meu corpo, mas não há a menor possibilidade de se fazer um tratamento sério como esse e não ter duas barreiras de proteção contra gravidez.

Atualmente, estou usando o colírio Fresh Tears para quando o olho resseca (geralmente no trabalho, porque ficamos muito tempo sem piscar) e vários tubinhos do lip balm da Nivea, o Essential Care (azul escuro), que é maravilhoso e tem um preço honesto. Como protetor, resolvi trocar o com cor da Vichy que havia comprado pelo da Sundown, FPS 30, para o rosto. A razão é que o da Vichy não é sequinho o suficiente para a minha pele (que ainda não está tão ressecada assim) e o da Sundown resolve o problema, tem o toque sequinho e custa METADE DO PREÇO. Achei amor! O nariz não tem ressecado, então mal usei o meu lubrificante nasal (o Maxidrat Gel). Quanto ao gel de limpeza, continuo usando o Dermotivin para pele mista e oleosa, mas creio que quando ele acabar terei que trocar pra algo ainda mais suave, pois minha pele já está sentindo um certo ressecamento depois do uso (tanto que diminuí de duas para um vez por dia a limpeza com ele).

No geral, estou me acostumando. Nunca esqueço de tomar o remédio (já que ele não tem horário fixo, torna tudo bem mais fácil) e, aos poucos, os efeitos estão se tornando mais simples de lidar. Ainda me parece longe, no entanto, este momento no qual eu não terei espinhas no rosto. Entretanto, a estrada é longa.

Alguém que fez o tratamento, faz ou pensa em fazer? Deixem seus comentários aqui!

Post de uma série de acompanhamento do meu tratamento com Roacutan.
Para o primeiro post da série, clique aqui.

Da rotina Resumão

Resumão de Fevereiro/15

2 de Março de 2015

Resumao Fevereiro

Em comparação com Janeiro, Fevereiro foi um mês bem mais devagar. Faltou disposição, faltou vontade e sobrou ansiedade. No fim das contas, acho que o saldo foi positivo, mas definitivamente foi por pouco.

Na vida: Visitei dois restaurantes novos.Tive domingos produtivos. Aprendi um jeito sensacional de fazer petit gâteau – e fiz duas vezes lá em casa. Comecei uma nova rotina de cuidados com a pele, receitada pela minha dermatologista e minha pele melhorou bastante, deixando de ter espinhas com tanta frequência (e, como não tem nada de tão extraordinário nela, depois dividirei com vocês). Encontrei mensagens antigas minhas e de Weslley no gtalk e quase morri de amor. Pedi por paciência, a Deus, porque algumas vezes realmente dá vontade de tomar atitudes drásticas. Esqueci quase que completamente do #mandysgratitude – mas pretendo voltar em março! Comprei uma bolsa, uma birken, algumas blusas, um short e um maiô. Recebi, finalmente, todos os livros que pedi no Book Depository. Falhei miseravelmente no desafio de não usar cartão de crédito. Comprei Orgulho e Preconceito e Mansfield Park.  Senti saudade de Londres. Chewie continuou destruindo os tapetes higiênicos e tudo mais ao seu redor, o que me fez decidir parar de comprar tapetes higiênicos e castrá-lo. Tomei corticóide pela primeira vez na vida e passei uma semana sem dormir e com um nervinho pulsando assustadoramente na pálpebra do olho. Parei de tomar e continuei tendo problemas para pegar no sono. Tomei chás, tomei suco, tomei leite quente, tomei banho quente, tomei calmante natural. Resolvi fazer yoga e meditação e, finalmente, depois de muitas noites de insônia, consegui acalmar a mente e pegar no sono. Me estressei com a Caixa. Me estressei com a Cultura. Me estressei a Kobo. Meus sogros e minha cunhada sofreram um acidente de carro – mas graças a Deus, ninguém se feriu seriamente. Passei um bom tempo atualizando meu tumblr. Quis que meu cabelo crescesse logo, para eu poder usar todos os coques maravilhosos do mundo. Fui chamada de gorda. Tive infecção urinária. Tive gripe. Tive crise de rinite e sinusite. Almocei com livros. Assisti 50 tons de cinza – e achei seriously bland. Assisti O Jogo da Imitação e achei sensacional. Lancei polêmica, dizendo que gostava mais do Mr. Darcy do filme Orgulho e Preconceito. Fiz a blogayra de moda e fotografei dois looks meus. Tive muita preguiça nos primeiros 15 dias do mês. Terminei apenas 1 livro, O Bicho-da-Seda – mas tenho vários na metade, a finalizar. Passei um milhão de anos em um engarrafamento para ir para a praia, no carnaval. Decidi aprender coisas. Saí e fotografei. Tive uma TPM horrorosa, onde tive pouca/nenhuma coragem de me arrumar ou socializar. Comecei a praticar caligrafia e ela se tornou, durante o mês, uma terapia. Voltei a escrever no meu journal. Me coloquei num shop ban. Tomei chá gelado homemade. Descobri sorvete de banana perto do trabalho – desnecessário dizer que lanchei duas vezes na semana lá. Comecei a ler Comer Rezar Amar e, apenas, apaixonada. Chewie foi castrado e, apesar de ter ficado molinho no primeiro dia, já estava bem melhor depois.  Comprei uma massa pra fazer bolo de chocolate, mas desisti de fazer porque só de pensar em somar o calor de Recife com o do forno, já dava um desânimo. Tomei banho 800 vezes por dia – quando podia. Esperei ansiosamente pelas águas de março.

No blog:

  1. Mandy na TV: como é ter um schnauzer?
  2. O que eu li em Janeiro;
  3. Mandy na Cozinha: Petit Gâteau de 8 minutos;
  4. Resumão de Janeiro/15;
  5. Compartilhando o amor: ideias incríveis para decorar seu local de trabalho;
  6. 5 coisas que eu quero aprender – Fevereiro/15;
  7. Não faça o que você ama (plus wallpaper);
  8. Mandy na TV: TAG Não Provoque;
  9. As últimas do Flickr #1;
  10. Keep Calm (& Tech): 5 apps para Yoga e Meditação (plus wallpaper);

E vocês, como começou – finalmente – o ano de vocês?

Da rotina Resumão

Resumão de Janeiro/15

9 de Fevereiro de 2015

Resumão de Janeiro

Uma das categorias que eu mais gosto de ver nos blogs é os resumões que a galera faz do mês. Parece bobagem, mas acho tão legal saber um pouco da felicidades e agruras da vida de pessoas de carne e osso como eu. Por isso, nesse blog, também resolvi fazer algo assim e dividir com vocês um pouco do que foi o meu mês de Janeiro. Esse exercício é legal não só para guardar lembranças que eu acho importantes, como também para poder refletir sobre o mês que passou e começar Fevereiro com o pé direito, com lições aprendidas – e repassadas, até. Então, vamos que vamos!

Na vida: Eu e Weslley trocamos de carro, passando o nosso Celtinha pra frente e adquirindo um Classic – agora a gente tem direção hidraúlica! Chewie continuou bagunceiro, começo a achar que não há saída para a doidiça dele – melhor aceitar, ha. Tive uma das piores TPMs da vida, passei uma semana meio deprê, sem querer falar com muita gente. Reorganizei o meu cantinho de maquiagem e cabelo, que agora vive organizado e é super prático e mão-na-roda. Comprei essências novas para perfumar o quarto – lavanda e flor de algodão. Usei bastante batom roxo. Voltei pra academia – e a abandonei na última semana do mês (a TPM, a TPM). Cozinhei frango peri-peri e matei a saudade de Londres. Recebi livros que comprei no Book Depository em DEZEMBRO (antes tarde do que mais tarde). Comprei um short cintura alta que eu já quero usar pra sempre. Resolvi publicar um tweet de gratidão todo dia, no meu Twitter. Descobri Suits. Criei uma campanha a favor da gentileza. Nossa cama de casal chegou (melhor coisa da vida). Criei duas playlists sensacionais para o blog, uma para se querer e outra pra cantar até o ouvido do vizinho rachar (essa foi publicada em fevereiro, mas foi feita em janeiro, então vai constar aqui). Comecei a me apaixonar pelo Youtube. Criei um canal para o blog e publiquei dois vídeos. Cortei a franja. Tive uns dias de cabelo divo. Li 5 livros. Reclamei de falta de tempo. Me estressei com a minha balança, que não faz sentido nenhum. Ignorei o clipe novo do Maroon 5 – que, inclusive, não vi até agora. Xinguei amorosamente minha irmã no seu aniversário. Tirei uma folga na sexta. Fiz overnight oatmeal – e não curti muito. Desejei ter esse cabelo. Tomei coragem pra usar meu saião. Ganhei um voucher de desconto na Cultura. Almocei com o bofe em um restaurante Português que abriu perto do meu trabalho. Imprimi vários pôsters e comprei molduras, para começar a dar minha cara pro quarto da gente. Me revoltei com minha tabaquice. Descobri que tinha 19 leitores no Feedly. Weslley teve uma ideia louca – que a gente já está tentando trazer pra realidade. Mofei num consultório médico, ganhei amostras grátis e uma bronca da dermatologista. Tirei mais fotos com a minha DSLR. Atualizei meu Listography.

No blog:

  1. A minha rotina atual de cuidados com a pele;
  2. 5 sonhos de consumo;
  3. 10 dicas para quem quer adotar um animal;
  4. Ser gentil é legal;
  5. 5 razões para ler: Como ter uma vida normal sendo louca;
  6. Sobre amar, sobre perder tempo;
  7. Compartilhando o amor: 30-Day Minimalist Challenge;
  8. Playlist: Siquerência;
  9. Matando a saudade de Londres: Frango do Nando’s com pão de alho e purê;
  10. 5 coisas, 12 vezes;
  11. A melhor de todas as dicas (para blogs e para a vida);

E vocês, o que fizeram no primeiro mês de 2015? (: