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Cuidados

Cabelo Da rotina

7 meses de transição capilar e minha vida so far

25 de janeiro de 2016

7 meses de transição

Tanta gente chegou aqui no blog através do meu guia rápido da transição capilar que eu entendi que esse era um assunto que interessava quem estava me lendo aqui – o que, pra mim, é maravilhoso, já que eu ADORO falar sobre isso e tenho pouquíssimas pessoas ao meu redor que entendem, de verdade, o que eu estou passando. Então decidi que vou postar mais um pouco aqui sobre o meu processo de recacheamento e como está sendo essa minha caminhada (que será longuíssima) rumo aos cachos perfeitos – ou seja, os meus.  <3

A minha última progressiva data do mês de junho, portanto faz aproximadamente 7 meses que eu estou em transição. Não é o maior tempo de transição da história, mas já deu pra pegar alguns macetes e sofrer algumas derrotas. Vou por tópicos, porque quem me conhece sabe que amo listas, mesmo quando não faz sentido usá-las. Eis alguns aprendizados:

  1. É preciso estar certo e preparado para seguir com a transição capilar. Eu já sabia que era isso que eu queria, quando decidi, depois de uma primeira tentativa frustrada, voltar aos cachos. Decidir em prol do nosso cabelo natural, depois que já alisamos e fizemos a bagunça nele, requer um estado de espírito inspirado e uma forte determinação, coisa que a gente não sente o tempo todo. Por isso, o que eu digo pra quem está pensando em começar a transição, mas não tem certeza, é: tenha certeza. Não faça porque todo mundo está fazendo, porque não é FÁCIL. Não é a coisa mais difícil do mundo, obviamente, mas a gente tem que estar de bem com a gente pra conseguir lidar com os dramas do caminho.  Pesquise bastante, leia, converse com pessoas que estão fazendo a transição e, se você sentir que é algo que seu coração quer, vá em frente. Lembre-se que o cabelo é seu, então as decisões também são suas.
  2. O preconceito está em todos os lugares. E você vai ter que aprender a lidar com ele. Sim, muitas pessoas ainda acham que cabelo cacheado é bagunçado, desarrumado, rebelde, ruim e tantos outros adjetivos negativos que se possa dar. E esse tipo de adjetivação vai vir de onde você menos espera e, muitas vezes, de pessoas que você gosta e respeita. Nesse caso, acredito que entrar em pé de guerra com todo mundo não é a solução, porque esse tipo de pensamento é simplesmente algo cultural, que temos que problematizar. Lembra que até pouco tempo eu também achava isso, até alguém problematizar pra mim e eu me desvencilhar desse preconceito? Pois é. O trabalho de quem está em transição é dobrado, porque além de você ter que trabalhar em si mesma, também tem que trabalhar nos outros, questionando as afirmações que eles trazem. Não, meu cabelo não é ruim (inclusive, fez mal a ninguém, até onde eu sei), ele não é mal cuidado (hidrato sempre que lavo e, ao contrário de quando ele passava 3, 4 dias na chapinha, ele está sempre cheiroso) e não é bagunçado (apenas tem um formato diferente do liso, that’s all). Claro, tem gente que não vai entender e com quem não adianta discutir. Com esse tipo de gente, a gente segue a vida, porque, no fim das contas, o que é que essa galera tem a ver com nosso cabelo mesmo?
  3. Talvez você precise fazer uma escova de vez em quando – e não tem problema. Enquanto eu não concordo muito com a técnica de fazer escova no cabelo até ele crescer todo – já que alisar o cabelo com calor, repetidamente, pode machucar os seus cachos – não vejo nenhum problema em fazer uma escova de vez em quando. Convenhamos que o cabelo em transição não está em sua melhor forma, já que eles está parte cacheado, parte alisado. No meu caso, creio que uns quatro dedos de raiz (sem esticar) estão naturais, então, sim, as coisas às vezes não dão certo mesmo. Então, em caso de tenho-um-casamento-pra-ir-e-nada-fica-bom, não fique triste nem envergonhada em fazer uma escova e seguir com a vida. Você não aderiu ao lado negro da força, você não destruiu seus cachos pra toda eternidade – foi só um momento em que sua transição não te ajudou e você precisou de outra solução.
  4. O difusor é o seu melhor amigo. Nada tem me ajudado tanto nesse período de transição quanto o meu difusor. Sério. Então, se você quer ser mais feliz nesse período tão difícil da vida, arranje um difusor pra chamar de seu. A verdade é que é muito difícil fazer com que seus cabelos assumam um forma que não seja liso-esticado quando você está em transição e MAIS DIFÍCIL ainda é fazer com que permaneçam dessa forma. Por isso, o difusor é essencial. Uso assim: passo o finalizador da minha preferência, amasso pra sempre até se formarem onda/cachos e coloco o difusor rapidamente nas mechas, para evitar que as ondas se desfaçam. Não seco completamente, deixo 90% seco (o suficiente para segurar sua forma) e o restante eu seco ao natural. Depois dou uma amassada nos cachos para soltar do molde (geralmente eles ficam rígidos, porque uso gelatina/gel junto com o creme de pentear) e, pronto, tá tudo certo. Difusor: é vida.
  5. Achar o seu produto perfeito não é fácil – mas não é impossível. Cada cabelo interage de um jeito com cada produto, portanto o que deu certo pra sua colega pode não funcionar pra você. Procure se guiar por pessoas que têm um tipo de cabelo parecido com o seu quando for julgar opiniões sobre produtos. O meu cabelo, por exemplo, aparenta ser um 2c/3a (ainda estou esperando ele ficar natural para eu poder opinar com certeza), portanto procuro me guiar por blogueiras e amigas que tenham o cabelo parecido. Além disso, não tenha medo de testar. Ao contrário do que se acredita, o produto não precisa ser carérrimo para ser bom. Você pode, calmamente, ter um resultado sensacional com o seu cabelo com um creme bem baratinho e pelo qual você não dava nada. Os meus favoritos atualmente, por exemplo, são escolhas ‘na média’ e que não levam ninguém à falência (principalmente levando-se em conta que eu não tenho tanto cabelo assim, então não preciso usar tanto produto): o Tô de Cacho, da Salon Line, para cachos 2 A/B/C e 3A e o Redutor de Volume da Capicilin (o laranjinha), que ajuda demais a segurar a definição dos cachos. Ambos têm um valor ok (não lembro exatamente o quanto paguei por cada um, mas acho que ficam na faixa dos R$10 – R$15) e dão super certo comigo.
  6. Condicionador pode ficar no cabelo SIM! Essa foi uma descoberta que MUDOU minha vida. Ao invés de enxaguar todo o condicionador, ao fim da lavagem, comecei a deixar o suficiente para sentir meus cabelos hidratados. É uma coisa bem de toque mesmo, de sensação. Deixo o suficiente para não sentir os cabelos pesados, mas também o que vai deixar os cachinhos hidratados. Boa parte do produto já sai, também, quando eu vou apertando ele com a camiseta, para que ele pare de pingar. O que fica, ajuda a manter os cachinhos com menos frizz e mais brilho. Façam esse teste, porque ele life-changing mesmo.
  7. Camiseta de algodão for life. Demorei para aderir a essa dica de enxugar o cabelo com uma camiseta de algodão, mas gente: é maravilhoso. Sugiro que aposentem desde já uma camiseta (eu roubei uma do boy) e comecem a usar como toalha para o cabelo de vocês. Sério, diminui o frizz de um jeito que eu não achei possível.
  8. Quando tudo der errado, abrace os grampos e os prendedores. Na minha casa, tem grampo e prendedor de cabelo em tudo quanto é canto. Sério. Eles salvam a vida quando o cabelo não quer colaborar de jeito nenhum.

 

Então, essas são as minhas dicas e descobertas so far. Alguma coleguinha em transição querendo dividir dicas? Ou fazer perguntas? Comentem! 😉

Feminices Pele

Update – Minha rotina atual de cuidados com a pele

26 de maio de 2015

Minha rotina de cuidados com a pele

Eu tenho tentado, ao máximo, tornar a minha rotina de beleza mais simples e efetiva. Uma grande mudança em relação à minha estratégia anterior é que eu estou, agora, lendo rótulos e procurando coisas que não agridam a minha pele – que apesar de ser oleosa, não lida bem com agentes irritantes, ficando com partes ressecadas, avermelhadas e irritadas. Essa mudança foi incitada pela leitura do livro The Original Beauty Bible, um ótimo livro de referência no que diz respeito à saúde e beleza da pele e das unhas. A autora joga algumas verdades que eu, noob que sou em assuntos belezísticos, não fazia ideia. É uma leitura bem legal pra quem não manja tanto dos paranauês – e até pra quem manja um bocadinho.

Enfim, voltando ao foco: a minha postura atual em relação a minha rotina de beleza. Comecei por tirar os agentes irritantes de cena, o que inclui cortar qualquer produto que contenha: álcool, sódio lauril-sulfato, ácido cítrico, cânfora, mentol, etc.  Ou seja: not an easy task, porque tem MUITA coisa com esses ingredientes no meio. Inclusive, quando fui passar o olho nos rótulos dos produtos que eu já tinha, pouquíssimos conseguiram se safar (nem meu, até então, amado e idolatrado gel de limpeza Effaclar para peles sensíveis!). Doei a maioria dos meus produtos de beleza e estou refazendo, aos poucos, meu estoque com coisas que eu realmente use e que não me façam mal. As rotinas que descreverei abaixo são resultado desse esforço para tratar melhor minha pele e ver se ela para de se revoltar comigo, haha!

AM

Para limpar a pele eu uso o Gel de Limpeza Dermotivin Original (a versão de 200ml tem um preço bem salgado, mas a de 70ml é pagável), para peles mistas e oleosas. Ele não contém nenhum agente irritante da lista principal da Paula e isso já ficou óbvio pela forma como minha pele se comporta depois que eu o utilizo – sem aquela secura excessiva, sem locais vermelhos e irritados. Se minha pele estiver num mau momento, aplico o Effaclar Duo e, em seguida, o protetor solar Capital Soleil, FPS 30. Caso eu resolva usar maquiagem, troco o protetor pela base compacta da SpectraBAN (que tem FPS 39) e sigo com a maquiagem.

PM

Se usei maquiagem, eu uso Shampoo Johnson neutro antes de tudo, uma vez que ele remove de forma rápida e sem drama a maquiagem dos olhos e da pele (infelizmente, ele contém agentes irritantes, portanto já estou procurando uma opção menos agressiva para a minha pele). Depois utilizo, novamente, o Gel de Limpeza Dermotivin (lavo duas vezes, para ter certeza que quaisquer resquícios de maquiagem e protetor solar foram embora) e, por último, uso novamente, o Effaclar Duo.

Ainda quero adicionar à minha rotina: um tônico, um base com protetor com um toque mais seco e mais leve (achei a SpectraBAN meio pesada, o que me incomoda), um demaquilante menos irritante e um hidratante para a noite mais leve que o Effaclar Duo (para quando a minha pele estiver se comportando bem).  Quem tiver indicações para fazer, deixa aí nos comentários!

Como é a rotina de cuidados com a pele de vocês?

Listas Mundo Pet

10 dicas pra quem quer adotar um animal

7 de janeiro de 2015
10 coisas que você precisa fazer antes de adotar um animal

Créditos:  Fieldy

2015 já chegou e ainda tem gente que acha que bicho de estimação é bagunça. Então, deixa eu te dizer um negócio rapidão: não é não. Ter um pet requer responsabilidade, cuidados e muita vontade de fazer o animalzinho feliz, seja ele uma chinchila ou um dog alemão. Se você é do time ao qual eu pertencia até uns meses atrás – o time dos sem-pet 🙁 – e não tem nem noção do que é criar um bichinho, mas morre de vontade de ter um, eu fiz uma listinha de coisas que gostaria que tivesse me dito, antes d’eu adotar meu bebê doido, Chewie. Claro que não saber de certas coisas não faz, de jeito nenhum, com que eu me arrependa de tê-lo como parte da minha família, mas ajudaria muito ter conhecimento de algumas coisas logo de cara. Então, vamos à lista!

  1. Pesquise muito bem que tipo de animal e que raça você deseja ter (se for o caso). Gente, nem todo animal é peixe, que não vai pedir atenção e só precisa de limpeza e comida. A maioria deles têm necessidades muito mais complexas, têm personalidade própria e algumas peculiaridades que podem fazer com que eles pareçam fofuras ou demônios, dependendo do que seja. Os schnauzers, por exemplo, são conhecidos por serem ativos, ansiosos e bem carentes de atenção. Eu não sabia disso antes de adotar Chewie e obviamente isso foi um choque pra mim, que não esperava algo assim (não sei bem o que eu esperava, já que eu nunca tinha tido cachorro na vida). Hoje em dia, eu já estou aprendendo melhor a lidar melhor com o jeitinho dele, mas não vou dizer a vocês que foi fácil. Então, sim, é importante saber o que você quer e se o pet em questão atende ao que você demanda, seja ele um cachorro, gato ou furão. Em caso de cachorro, fique de olho na raça (que vai dar as diretrizes do que esperar em relação a temperamento e personalidade) ou, no caso de vira-latas, na forma como ele se comporta. Há um teste legal que você pode fazer, antes de adotar o bichano, para ter noção da personalidade do animal.
  2. Compre seu pet de criadores sérios ou adote. Eu não vou dizer aqui que ninguém está errado em comprar seus pets, porque muitas vezes as pessoas sempre sonharam em ter um companheiro de determinada raça ou tipo que só são possíveis, quase sempre, de adquirir por meio de uma compra. Mas é importante ter o cuidado de comprar seu animal de um criador sério e que trate seus animais com respeito e carinho. Já pra quem vai adotar, basta escolher um abrigo e ver qual cachorro tem mais a ver com você.
  3. Tenha certeza que o seu novo amigo vai caber dentro do seu orçamento. Só tive um cachorro (até agora), mas sei de uma coisa: ele traz gastos. Principalmente porque eu sou daquelas que não quer dar nada mais ou menos pra ele, então uma boa parte do meu dinheiro é gasta em ração boa, brinquedos de qualidade e vacinas. Então, antes de você trazer um bichinho pra casa, tenha certeza que ele cabe no seu orçamento, porque além dos gastos comuns, podem haver também gastos de emergência, no caso do seu pet ficar doente. É sempre bom estar preparado.
  4. Bicho não é gente: saiba do que seu animal precisa. Antigamente as pessoas criavam seus bichos sem se preocupar se o que eles estavam fazendo era prejudicial ou não pra eles. Davam qualquer comida, não tinham cuidados com a saúde do animal e nem com a educação do mesmo. Hoje em dia, há muitas pessoas que se preocupam de verdade com o bem-estar dos bichanos, graças a Deus, e sabem que o que é certo pra gente nem sempre é certo pro bichinho. E é por aí mesmo. Não adote nenhum bicho sem  ter a vontade de pesquisar e saber o que ele precisa para ser feliz  e sem ter a possibilidade de trazer essa felicidade pra vida dele.
  5. Pergunte se as pessoas que moram com você estão dispostas a ajudar – ou, pelo menos, a não atrapalhar. Se você mora com alguém, a decisão de trazer o bichinho deve ser conjunta, já que é mais um membro para a casa e que, querendo ou não, vai interferir na rotina de todos que dividirem o teto com você. Pergunte às pessoas se elas aceitam o animalzinho em casa e se estão dispostas a ajudar – ou pelo menos, a não atrapalhar – nos cuidados e na educação dele. Essa conversa prévia vai evitar muitas dores de cabeça, acredite em mim.
  6. Conheça o nível de energia do animal que você pretende trazer pra casa. Um choque, quando eu adotei Chewie, foi descobrir que o nível de energia dele é muito, mas muito, maior que o meu. Chewie é um animal EXTREMAMENTE ativo, que precisa correr e brincar O TEMPO TODO. E eu não poderia ser mais diferente, já que quando chego em casa só quero ficar jogada em cima de um móvel qualquer, morta. Então, algumas vezes é bem difícil, porque chegando em casa, eu desejava ter um cachorro que fizesse uma festinha e depois deitasse de boa nos meus pés e a realidade é um furacão louco tentando me derrubar. Vou tentando adaptar aqui e ali, mas me digam se não seria muito mais fácil se ele fosse parecido comigo, nesse ponto? Pois é. Antes de adotar, pesquise bem e veja se o seu bichinho é muito ativo e requer muita atenção e se você está disposto a isso.
  7. Prepare sua casa para a chegada do seu bichinho. Um novo membro é um novo membro, gente! E você precisa preparar um lugarzinho pra ele. Pesquise e compre tudo o que você achar que é necessário: artigos de higiene, ração, brinquedos, casinhas, bebedouros, etc. O importante é que não falte nada para o seu pet se sentir em casa.
  8. Esteja preparado para educar. Bicho não é bagunça, gente! Não é algo que se auto-educa e descobre sozinho que não pode subir no sofá nem fazer xixi no tapete. Quem dá a educação é você e, digo e repito, é algo do qual você não pode fugir. Pra mim, uma das coisas mais insuportáveis da vida é bicho mal-educado e dono preguiçoso. Porque o dono preguiçoso faz com que menos pessoas amem aquele animal, porque ele termina sendo um chato com quem ninguém quer brincar nem dar carinho. A educação faz com que os laços com aquele animal se tornem mais fortes e, por consequência, faz com que ele seja mais amado e mais feliz. Educação é tudo. Eduquem.
  9. Saiba que o bichinho é uma responsabilidade sua, enquanto ele viver. Supondo que você leu todos os tópicos anteriores, você já deve saber que você não pode adquirir um pet e depois deixar pra lá porque “é complicado demais”. Não. Apenas não. Bicho é coisa séria. Não compre nem adote se não estiver disposto a ser responsável em relação a ele.
  10. Esteja preparado pra muita bagunça – e muitas risadas. Bichinhos trazem felicidade e vida pra qualquer lugar que eles vão. E bagunça também. Então, espere por alguns xixis fora do lugar, uns sofás arranhados, uns chinelos comidos e um pouco (muito, dependendo) de pelo espalhado pela casa. É como ter criança em casa –  não dá pra manter tudo nos trinques, o tempo todo. Mas, fora a bagunça, também tem trapalhadas, brincadeiras e gracinhas que só quem tem bichinho sabe como é e que faz todo nosso trabalho duro e dinheiro gasto valer à pena. <3

Curtiu as dicas? Tem mais alguma pra dar, ou alguma experiência para compartilhar? Deixa nos comentários! (:

Feminices Pele

A minha rotina atual de cuidados com a pele

2 de janeiro de 2015

Quem me conhece, sabe que eu sou uma bagunça. Faz pouco tempo que comecei a desenrolar um traço mais ou menos no delineador e não aguento muito tempo em um salto nem que minha vida dependa disso. Nunca fui muito vaidosa, mas essa é uma coisa que eu venho tentando mudar nos últimos meses, porque descobri que: isso me faz bem. Antes eu achava que eu não deveria me forçar a fazer algo que não me fazia falta e que eu tava de boa e pra quê se dar ao trabalho, gente? Mas, agora, eu acho que sim, que eu devo me dar ao trabalho, porque quando eu tô com as sobrancelhas em dia, um blushzinho no rosto e um roupinha decente, eu me sinto muito melhor. Uma pessoa mais feliz, mais confiante, mais eu. Portanto, sim, eu não era vaidosa, mas agora estou sendo – e gastando alguns dinheiros no processo. Mas isso tudo é divagação, porque o assunto do post de hoje é bem específico: o que eu estou usando para cuidar da minha pele.

A minha pele é um drama na minha vida, mas já foi pior. Eu nunca tinha tido espinha na vida, daí completei 18 anos e as miseráveis resolveram pipocar na minha cara toda, além dos ombros, braços, peito e costas. Eu tinha desde cravos a cistos horríveis, que doíam mesmo antes de sair de debaixo da pele (quando eles saíam). Passei uns bons anos tentando lidar com a acne de todas as maneiras possíveis, até que um dia fiz um exame de rotina e descobri que estava com cistos nos ovários. Passei um tempinho fazendo o tratamento (que consiste em tomar um anticoncepcional de alta dosagem, basicamente) e qual não foi meu choque ao descobrir que, sim, as espinhas eram de origem hormonal (como eu imaginava desde o início e NINGUÉM me dava bola) e que elas desapareceram com o tratamento à base de anticoncepcional? Pois é. Tudo lindo, tudo maravilhoso, mas eu odeio tomar anticoncepcional. O que eu usei no tratamento dos cistos se chama Selene e me dava terríveis dores de cabeça, coisa que eu nunca tinha tido antes de começar a tomá-lo. Quando terminou os 6 meses de tratamento, não queria continuar tomando o Selene, mas também não queria que as espinhas voltassem, então optei por uma opção de contraceptivo mais leve, o Yasmin. Tudo muito lindo, tudo muito bom, eu não tinha dores de cabeça, mas: não tinha vontade de fazer nada na vida. Acho que deviam mudar o nome do medicamento para “queria estar morta”, porque era basicamente a minha vontade enquanto eu estava fazendo tratamento com ele. Daí, no comecinho desse mês, chutei o pau da barraca e decidi que não ia tomar mais nada porque não sou obrigada. E também porque queria testar e ver quanto tempo a minha pele aguentaria sem eu ter que correr desesperada para o anticoncepcional – ou pro Roacutam, coisa que estou tentando evitar.

E, gente? So far, so good. Minha pele não está perfeita, já apareceram algumas espinhas desde então, mas nada preocupante e nada com que eu não possa lidar. Por isso resolvi dividir com vocês o que eu estou usando porque, quem sabe, pode funcionar pra alguém, né? Alguns produtos não são facilmente encontrados no Brasil (os da Soap & Glory), mas acho que valem a busca no Ebay, porque são sensacionais.

Produtinhos de Pele

  1. Face Soap and Clarity – 3 in 1 Daily Detox (Soap & Glory, R$40): esse gel de limpeza é perfeito, na minha opinião, porque permite que se faça uma esfoliação leve todos os dias, sem que sua pele fique revoltada e decida engatar um efeito rebote, enchendo sua cara de óleo. A minha pele é do tipo oleosa e sensível e eu me dei super bem com ele, mesmo achando de início que não seria possível usá-lo todos os dias. Uso pela manhã e pela noite, quase todos os dias (é, gente, ainda sou meio bagunça, fazer o quê?).
  2. Make Yourself Youthful – CC Cream (Soap & Glory, R$54): eu tenho um sério problema – não consigo lembrar de passar protetor no rosto. Nunca. E em Recife faz um sol DAQUELES, né? Portanto, quando estava de férias em Londres, vi esse CC da Soap & Glory e resolvi trazer, porque parecia ser prático, já que funcionava como, entre outras coisas, base e protetor solar. No fim, serviu pra muito mais coisas. Passo sempre pela manhã, depois de limpar o rosto. Ele dá uma hidratadinha – mas sem pesar a mão – e ainda protege a pele do sol. Fiquei muito feliz porque, com ele, consigo usar maquiagem de boa, sem ficar pipocada de espinhas depois, já que a textura dele é super leve.
  3. Avon Care – Máscara de Pepino (Avon, R$4,50): uso essa máscara sempre que acho que minha pele merece um descanso. Também uso depois de uma máscara mais esfoliante e tal, como calmante. Adoro que ela é do tipo peel-off, que é muito mais prática (e divertida, na minha opinião madura -não) de tirar.
  4. Avon Solutions – Máscara Facial de Limpeza Profunda (Avon, R$17): essa é uma das máscaras que uso bem esporadicamente porque é muito mais hardcore do que as outras duas que eu tenho. Ela limpa profundamente a pele, tanto que ela fica meio que esticando quando você tira, sabe como é? Ideal pra quando você tá sentindo que a pele tá precisada de uma faxina.
  5. The Fab Pore – 2 in 1 Pore Purifying Mask & Peel (Soap & Glory, R$40): esse foi mais um dos produtos que eu trouxe comigo de uma das visitas à amada e idolatrada Boots. Ela dá uma minimizada no tamanho dos poros, além de também servir como esfoliante. Gosto bastante e penso que ela é uma das razões pelas quais minhas espinhas diminuiram em quantidade e tamanho, mesmo eu tendo parado o tratamento com anticoncepcional. O cheirinho é uma delícia e eu gosto de usá-la em dias quentes, porque ela é geladinha. <3
  6. Adesivo para Remoção de Cravos do Nariz (Ricca, R$13): essa foi uma descoberta SENSACIONAL. SEN-SA-CI-O-NAL. Eu tinha vontade de testar um desses desde que assisti O Diário da Princesa pela primeira vez – e Mia aparece com um treco desse grudado no nariz. Já tinha rodado o mundo atrás de um, sem qualquer sucesso. Daí, tô de boa escolhendo uma hidratação de cabelo no Mundo do Cabelereiro e dou de cara com esse arrancadores de cravo de nariz. Prontamente peguei uma caixinha (que, infelizmente, só vem com três adesivos) para testar e ó: amei. Arranca mesmo, a grande maioria dos cravos. Eu, particularmente, acho que é legal dar uma aquecida na pele (colocando o rosto em cima de uma bacia com água quente, por exemplo, para que ela entre em contato com o vapor), para dilatar os poros e ajudar o adesivo a trabalhar melhor.
  7. Purezone – Secativo Roll-on (L’óreal Paris, R$33): como as espinhas ainda aparecem, quando eu consigo não espremê-las (não aprendi a aceitar aquelas coisas doloridas e amarelas no meu rosto ainda), eu uso esse secativo para ver se as malditas vão dessa pra melhor. Pra ser sincera, não noto tanta diferença assim, mas uso porque vai que ajuda, né?

Já usaram algum desses ou querem usar e têm alguma pergunta? Gostariam de me indicar algum produtinho? Comentem! 😉