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Como ter uma vida normal sendo louca

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O que eu li em Janeiro

4 de fevereiro de 2015

O que eu li em Janeiro

Estou muito chocada com a quantidade de livros que consegui ler em Janeiro. Claro que devo levar em conta que dois dos livros lidos (Como ter uma vida normal sendo louca e A Seleção) estavam a meio caminho de serem finalizados, mas mesmo assim. Para quem arranjava mil desculpas e lia quando bem entendia – o que é perfeitamente ok, se você estiver fazendo algo decente com o tempo livre (o que eu não estava) – 5 livros lidos é algo chocante. Estou MUITO feliz de ter conseguido atingir essa inacreditável marca – eu sei, tem gente por aí lendo muito mais do que eu, mas vamos lá: eu não sou as outras pessoas e, pra mim, esse número é maravilhoso. E o melhor de tudo: seguindo a minha lógica no primeiro post aqui do blog, eu não estava me forçando a fazer isso. Apenas aconteceu. <3 Alguns livros me inspiraram muita vontade de escrever uma resenha em separado para eles, porém terminei achando que um post coletivo seria a melhor opção, já que nenhum também tem nada que demande um post exclusivo. Então vamos às minhas impressões sobre cada um:

  1. Como ter uma vida normal sendo louca: esse vocês já sabem, né? Divertidíssimo e must-read pra quem não abre mão de humor auto-depreciativo e sem-vergonha. Fiz uma mini-resenha dele aqui e disse o quanto dei altas gargalhadas lendo esse livro. Não conhecia nenhuma das duas autoras, mas simplesmente aconteceu d’eu estar afim de comprar o livro – e terminou sendo uma ótima compra. Indico a quem tá precisando rir mais (e quem não está?).
  2. Roube como um artista: já comecei esse livro do jeito certo – roubando. Ok, eu não fiz nada ilegal nem ilícito, gente, eu só sentei com ele na Cultura e li o livro todo durante a minha hora de almoço – quem nunca, né? Podia ter comprado, mas as dicas dele já tinham enveredado seus caminhos no meu coração e na minha mente, daí achei desnecessário, no momento. Talvez qualquer dia desses eu volte lá e leve-o para morar na minha estante. A leitura é bem curtinha, prática e direta e eu indico a todo mundo que precisa de uma luz para a sua criatividade. Eu li pouco depois de criar o blog e posso dizer que me ajudou bastante a me jogar mais no que eu queria fazer, seja pelas dicas de métodos dele quanto às chamadas pra realidade que ele dá.
  3. Julia & Julia: taí um livro que eu não gostei de primeira. Da primeira vez que eu li, li em inglês e terminei abandonando a leitura. Não por ser difícil, mas porque não conseguia gostar do livro. O que não fazia o menor sentido, já que eu havia absolutamente amado o filme inspirado nessa obra. Porém, Julie Powell, gente: ela é uma bitch. E ela é o pior tipo de bitch – é um tipo de bitch com o qual você se identifica em alguns momentos, o que faz você odiá-la ainda mais, porque você não quer ser uma bitch, afinal de contas. Eu tenho muitos mixed feelings sobre essa autora e como o livro é basicamente 1 ano da vida dela, é difícil separar a obra de sua escritora e personagem principal. De qualquer forma, o que aconteceu foi: eu tentei ler novamente (dessa vez em português) e consegui terminar. Mais do que isso: consegui GOSTAR, de verdade, do livro, mesmo não gostando da personagem principal. Não sabia que isso era possível, mas é. Então, sim, indico a leitura, mesmo que eu tenha tido uns ataques de raiva lendo o livro e achado Julie uma vaca. O livro é legal, o projeto é legal, o processo é legal. É isso que importa, no fim das contas.
  4. Como ser parisiense: comprei esse enquanto tava de boa na Cultura – é, eu sei, todo o meu salário vai pra essa livraria, francamente. Achei bonito e tinha lido um parecido – A Parisiense – e curtido. Mas, sinceramente? Nem de longe tão legal quanto A Parisiense. Enquanto o último dá várias dicas muito válidas de estilo e tal, o Como ser parisiense dá, entre outros assuntos, dicas de comportamento e, vocês sabem, esse é sempre um assunto delicado. Além do quê é muito difícil entender o que as autoras querem da gente – uma hora me mandam usar salto até pra ir na padaria e, em outra, dizem que não há amor maior que a sapatilha. Gente, vamos entrar num consenso? Eu sei que o livro foi escrito a quatro mãos e acho que, certamente, isso torna tudo mais difícil. Entretanto, não sei se isso é desculpa para entregar uma obra tão confusa ao público.
  5. A Seleção: esse livro estava desde o ano passado na minha estante e esse ano, finalmente, resolvi me entregar a essa leitura. E olha: uma delícia. Uma leitura leve, gostosa, interessante – e que é uma distopia, uma das coisas que eu mais amo, no que diz respeito a livros. É um livro: legal. É uma distopia: QUAL O NOME, O QUE ESSA AUTORA JÁ ESCREVEU, SERÁ QUE TEM NA CULTURA? É, é, eu sei. Mas vocês ainda me amam, né? Enfim, America Singer, nossa mocinha nessa série, é alguém equilibrado, centrado e, ao mesmo tempo, ousado. É um prazer torcer por ela, durante o livro. E tem um triângulo amoroso terrível, no qual nem mesmo você sabe quem é a melhor escolha – que dirá a pobre America – e tem vestidos maravilhosos, e a realeza, e um concurso incrível (que é o background da série) e, gente: leiam. Já estou aqui me preparando para arrebanhar A Elite (fui procurar os links para colocar aqui no post e vi que estava R$13 na Amazon!), porque né? PRECISO SABER O QUE ACONTECE! PORQUE FAZ ISSO, KIERA CASS, PORQUE?

Essas foram minhas leituras de Janeiro! E vocês, o que leram no primeiro mês do ano? O que acharam das minhas escolhas e opiniões? Não deixem de comentar! (: