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Livros & Outros Amores

Lista de Leitura – Novembro/2015

6 de novembro de 2015

Lista de Leitura - Novembro

Francamente, gente. Eu tô uma verdadeira vergonha. Faz muito tempo que eu não leio e a minha meta anual de 25 livros, que parecia tão fácil no começo do ano, está realmente impossível no momento. Não estou satisfeita com meu comportamento nos últimos meses e resolvi dividir com vocês uma lista de livros que pretendo ler no mês de novembro. Só tem livros pelos quais me interessei MUITO, então acho que não tem erro, né? Oremos.

The Girl in the Spider’s Web: A continuação feita por outras mãos da série Millenium, de Stieg Larsson, traz novamente Lisbeth, uma das minhas personagens favoritas de todos os tempos. Não sei realmente o que esperar desse livro. Obviamente haverá falhas – não creio que dê certo esse negócio de outro autor escrever continuações para um livro de alguém que já está morto, inclusive. Mas não posso perder a oportunidade de ler mais alguma coisa com a Lisbeth, então, sim, estarei lendo esse, de qualquer maneira. Tem aqui.

Career of Evil: Fiquei tão feliz, mas tão feliz, quando esse livro finalmente foi lançado. A Amazon passou uns dois meses (ou mais) pré-vendendo ele e eu SEMPRE me enganava, achando que já tinha sido lançado, sendo que era só a pré-venda. Pffff. Adoro a série do Cormoran Strike e desde o último livro, que foi ainda mais sensacional que o primeiro, tenho esperado ansiosamente por Career of Evil. Já comecei a ler e estou achando ótimo, so far. Já disse a vocês que esse livro também tem uma personagem feminina bem forte, chamada Robin? Sim. Ela é ótima, forte e feminina ao mesmo tempo, e é uma das razões pelas quais eu adoro essa série. Tem aqui.

Dia de Beauté: A fofa da Vic Ceridono lançou o livro de maquiagem mais bonito de todos os tempos. Claro que eu não consegui evitar e tive que comprá-lo pra mim. Já dei uma folheada e vi que ele é cheio de diagramas e dicas bem legais. Quero lê-lo com calma, para absorver todas as dicas que a Vic tem pra dar! Tem aqui.

E vocês? Já leram algum desses? Têm alguma meta pro mês? Comentem!

Casa & Decor

Dicas de uma dona de casa de primeira viagem #1

22 de outubro de 2015

Imagem: rrrroza

Essa vida de dona de casa é um mar de descobertas. Não apenas você descobre que várias coisas que a sua mãe fazia estão certas (e você aí achando que era só frescura), como também aparecem problemas que você nem sabia que existiam (olá, verduras estragando antes que eu possa pensar em usar vocês). Em resumo: não é fácil. Daí achei que eu podia dividir com vocês, de vez em quando, algumas dicas que eu aprendi nesses poucos meses que estou tomando conta da nossa casinha, porque né? Dicas são sempre válidas. E quem avisa, amigo é. Então vamos lá?

  1. Nem toda roupa deve ir pra máquina. Essa, pelo menos, é minha opinião depois de ver diversas roupas minhas (especialmente blusas) esgarçadas pela máquina de lavar. Eu sei que é óbvio, eu sei que isso vem escrito nas tags das roupinhas, mas sempre achei frescura lavar umas roupas à mão e outras na máquina. Claro que eu estava enganada. Existem, é verdade, os programas para roupas delicadas, mas (pelo menos no meu caso) é tão pouca roupa que não vale a pena gastar uma lavagem com isso. Portanto, acho que algumas roupas devem, sim, ser lavadas à mão, independentemente da nossa preguiça. Pelo bem da durabilidade do seu guarda-roupa.
  2. Não se economiza em produto de limpeza. Amiga, tem várias coisas nas quais você pode economizar, mas produto de limpeza não é uma delas. Acredite em mim: limpar a casa é muito chato. É muito mais legal ficar deitada vendo um filme. Então o quanto mais você puder tornar essa limpeza fácil, melhor pra você. Tem muita gente que curte fazer seus próprios produtos, com vinagre, bicarbonato de sódio e tal e dizem que funcionam bem, mas eu sou daquelas que ama cheiro de produto de limpeza, então não rola muito essa vibe natural comigo. Enfim, o que eu faço é: procuro pelo produto que tenha a melhor performance em cada área que eu compro, independemente do seu preço. Adoro testar produtos de limpeza e sempre estou procurando um que execute melhor suas funções. Recentemente, inclusive, testei aquele Cif Cremoso no lugar do meu usual Veja Multiuso e ó: achei MUITO melhor. Tenho utilizado na cozinha, pra limpar o fogão e tá uma mão na roda (fica aí a dica de amiga).
  3. Legumes congelados são vida. Vou contar uma coisa pra vocês: cozinhar pra duas pessoas não é tão prático quanto se imagina. Acertar a quantidade de comida a comprar, principalmente de itens perecíveis, como frutas e verduras, é bem difícil –  principalmente pra quem, como eu, ainda não quer aderir ao menu semanal, God knows why. Não raro, perco algum legume sem nem ter usado, porque esqueci de cozinhá-lo ou porque, simplesmente, não estava afim de comer aquilo naquela semana. Pra esse drama tem uma solução prática (porém não tão barata):  comprar legumes congelados. É o que eu tenho feito agora e, gente, uma mão na roda. Você também pode branquear e congelar seus próprios legumes, mas eu não tenho tempo hábil pra isso, então prefiro comprar os saquinhos de legumes no supermercado mesmo.  Ah, e pra quem não sabe: o legume/fruta congelada tem todos os nutrientes do natural e não tem conservantes, ok? O que os impede de estragar e de perder suas vitaminas é justamente o processo de congelamento. (:
  4. Feche as janelas quando sair de casa. É linda essa ideia de deixar a casa respirar, mas deixar as janelas escancaradas só faz trazer poeira pra sua casa e dar mais trabalho pra você. Lá no apê não temos tanto problema de poeira, mas ainda assim apenas uma janela fica aberta, o restante fica fechada pra evitar o problema.
  5. Tenha mais de uma bucha para lavar seus pratos (e não esqueça de desinfetá-las). Primeiramente, é importante ter duas buchas: uma para copos (e outras coisas que não entram em contato com gordura) e outra para os pratos/panelas em geral (e outras coisas engorduradas ou com cheiros fortes). Isso é bom pra não terminar lavando um copo e ele terminar com cheiro de atum, por exemplo. Outra coisa super necessária é desinfetar suas buchas, se você quiser utilizá-las por mais tempo. Há diversas formas de fazê-lo – eu prefiro desinfetar com água sanitária, porque adoro o cheirinho de água sanitária (sim, sou louca) e acho que ela mata com toda certeza os microrganismos que estão fazendo a festa lá. Entretanto, você pode fazer a desinfecção com água quente também. Não confio muito no método do microondas, porque é possível que a bucha grude, então melhor evitar, né.

E vocês, têm alguma dica pra dividir com a amiga desesperada aqui? Deixem nos comentários!

Feminices Pele

Maquiagem: o que eu uso no dia a dia

19 de outubro de 2015

Maquiagem do dia a dia

Primeiramente, gostaria de dizer que, na falta de um título melhor, o que vou mostrar pra vocês são, realmente, os produtos que eu uso pra uma maquiagem simples, bem cara-quase-lavada mas com aquele toque de dignidade. Ou seja: dia a dia. Porém não uso maquiagem todo dia. Na verdade, usar maquiagem é a exceção, não a regra.  Sou do time cara de zumbi em quase todos os dias da semana e tenho bastante preguiça de colocar até um pó, normalmente. Sou entusiasta, amo testar novidades, mas simplesmente não é uma coisa que eu consiga usar todos os dias. No geral, lavo o rosto, passo um hidratante e vou pra luta. Mas claro que existem aqueles momentos que eu tô pro crime, tô querendo aquele tchanzinho de leve – e é aí que entra minha necessaire básica que eu vou apresentar pra vocês nesse post. Os itens com asterisco são aqueles que nem sempre participam da maquiagem, mas estão lá just in case. (:

Base Vult Efeito Matte – Essa, até hoje, foi a melhor base em questão de matificar que eu testei até agora. Claro que não testei muitas bases na vida (como vaidosa preguiçosa que sou), mas acho que a base da Vult tem um custo-benefício bem honesto em relação a outras marcas. A base tem uma cobertura de leve a média e fica bem sequinha na pele (nem é tão necessário usar pó depois, mas eu uso mesmo assim), além de ter uma duração bem ok. Gostei bastante, e olha que não sou de gostar de base.

Corretivo Make B * – Corretivo é uma coisa que eu não uso muito, pois a maioria das minhas manchinhas são cobertas pelo combo base + pó. Entretanto, quando tem alguma coisa muito uó, uso esse para quebrar meu galho.

Pó Compacto Vult – Comprei um desses num momento de desespero, em um farmácia, e terminei usando no dia a dia. Não tem lá essas coberturas (assim como a base que eu mencionei acima, é leve pra média), mas como geralmente uso com a base, tende a cumprir bem seu papel.

Máscara Maybelline One by One – Essa máscara dá o volume que eu quero e deixa os cílios bem separadinhos, o que eu acho sensacional. Simplesmente amor. <3

Delineador Líquido Vult * – Quando estou realmente DISPOSTA (vocês sabem que pra dançar a dança do delineado tem que ter disposição), passo o delineador líquido da Vult. Já perceberam que curto os produtos da Vult, né? Pra mim, especialmente, cumpre demais o que eu preciso com um precinho amigo.  O delineador em si tem uma durabilidade BEM boa (mas não aguenta muito borrão, então não bota a mão no olho, amiga!).

Batons Líquidos QDB e Vult * – O que falar desses amigos meus que me apresentaram as maravilhas do batom? Comecei a usar os looks ‘boca tudo’ depois do advento desses bonitos e, olha, mudou minha vida. Tenho as cores uvali e rosadili da QDB e amo de paixão. Ainda quero o vermelho deles e, talvez, o vinho. Da Vult, tenho apenas o nude (e só me interessei por ele mesmo) e sou feliz com a minha escolha. A cor fica muito legal nos lábios.

Lápis de Sobrancelha QDB – Sabem MUDANÇA DE VIDA? Esse lápis. Finalmente encontrei um cor que casa com minha sobrancelha, depois de muito procurar. E ele ainda tem um outro lado, que tem um lápis clarinho para destacar o desenho das sobrancelhas. Amor real, amor verdadeiro. <3

Blush Vult – Adoro blush e sempre que me maquio, coloco uma corzinha na cara, porque apesar de morar em Recife, eu tenho aquele lindo bronze de escritório, haha.

Lip Balm Carmex – Esse lindo eu trouxe lá de Londres mas, na verdade, não importa que lip balm eu estou usando – tenho MUITOS na minha casa, um em cada bolsa e espaço em que eu possa precisar. Meus lábios ressecam muito rápido, então estou sempre com um.  Geralmente, uso os da Nivea, que são bem fáceis de achar aqui em Recife e têm um custo-benefício bem honesto.

That’s all, folks! E vocês, o que usam no dia-a-dia? Compartilhem nos comentários!

Cabelo Feminices

Guia rápido da transição capilar

28 de setembro de 2015

(o cabelo acima obviamente não é meu, quando eu estiver com vontade/coragem tiro foto pra mostrar pra vocês)

Meu cabelo é cacheado e foi naturalmente assim até meus 14/15 anos, quando resolvi começar a alisá-lo. O porquê disso é resultado de uma série de fatores que as cacheadas vão entender bem: queria muito me encaixar no padrão dominante (o liso que todo mundo considerava elegante e bonito) e não sabia cuidar muito bem do meu cabelo (por isso, pensava que o mesmo era muito instável e imprevisível). Pois é. Por essas razões passei anos e anos dando progressiva no cabelo, alisando com secador/chapinha e sofrendo com o cabelo quebrado/seco/super danificado por todos esses processos. Mas, ainda assim, achando que era  muito mais fácil viver assim que aceitar o meu cabelo naturalmente cacheado.

Esse ano, li alguns posts da Gabi, do Teoria Criativa, sobre a volta dela aos cachinhos e me inspirei. Passei 6 meses sem dar progressiva, em transição capilar. Porém bati naquela velha parede que todas que entram em transição conhecem MUITO bem: lidar com as duas texturas no cabelo (a lisa e a cacheada) não era fácil. Na época, não pesquisei tão bem e nem dei muito subsídios para que o cabelo retornasse, aos poucos, à sua textura natural, o que fez com que o cabelo continuasse seco, sem vida e muito estranho. Daí terminei desistindo e tendo uma recaída na progressiva de novo. Aceitei que aparentemente aquela era a minha vida mesmo e segui.

Daí, há um mês atrás, encontrei uma amiga que estava em transição há 1 ano e alguns meses e terminei me inspirando novamente a recomeçar a transição. Dessa vez, munida de bastante informação (obrigada, amiga!) e aderindo, também, a dois processos que se mostraram essenciais pra mim: o low poo e o cronograma capilar. E, deixa eu contar pra vocês: está sendo MUITO mais fácil do que da primeira vez que eu tentei. E eu tenho certeza que esses dois processos que estou fazendo juntamente com a minha transição estão ajudando demais. Por isso, resolvi aqui fazer um guiazinho bem direto ao ponto pra quem quer entrar em transição capilar, mas não sabe nem pra onde vai. Essa aqui é só uma introdução, viu? Depois, possivelmente, entrarei mais a fundo nesse mundão complicado que é esse nosso.

FIRST THINGS FIRST 

(o que você deve saber antes de começar)

  1. Não é fácil, porque você não vai apenas mudar o seu cabelo (no caso, fazê-lo retornar ao natural dele), você vai ter que mudar a sua forma de ver o seu cabelo. Porque, acredito, havia uma razão pra você ‘alisar’ o seu cabelo antes e, geralmente, isso tem a ver com o que nós achamos do nosso próprio cabelo. Se você antes achava que cabelo cacheado era feio, vai ter que lutar não apenas com o seu cabelo em transição, mas com esse tipo de pensamento. E, além de tudo, também vai ter que lidar com comentários das pessoas à sua volta (porque você sabe que sempre tem alguém pra falar alguma coisa desnecessária, né?). Pra mim, a dificuldade maior da transição é transformar, na minha cabeça e nas dos outros, o que era considerado ‘feio’ em, apenas, ‘diferente’.
  2. Não é rápido. Transição demora, a não ser que seu cabelo cresça super rápido ou você faça o BC (big cut, que significa, simplesmente, cortar toda a parte do cabelo que tem química). Então, sim, você terá que se munir de muita paciência e esperar, porque cabelo cacheado enrola, então o crescimento é ainda mais difícil de ver.
  3. Você não é obrigada. Não é porque você nasceu com o cabelo cacheado que você PRECISA ter o cabelo cacheado, ok? Não se sinta na obrigação de fazer um processo tão difícil quanto a transição só porque ‘todo mundo está fazendo’ se você gosta de ter o cabelo liso e não vê problema em fazer progressiva/relaxamento para conquistar o cabelo do jeito que você quer. Vai do gosto de cada um, então lembre-se que o cabelo É SEU e você faz o que você quiser nele, ok? Ok.
  4. Você precisa se informar. Acho que antes de fazer qualquer coisa, a gente deve se munir de MUITA informação sobre assunto em questão. Foi nisso que eu falhei da primeira vez que eu tentei fazer transição e o processo está muito mais tranquilo, agora que eu tenho mais conhecimento de causa. Então busque todas as informações que for possível. Eu indico grupos para onduladas/cacheadas/crespas, blogs sobre o assunto e Youtubers. No meu caso, os grupos de No/Low Poo também me ajudaram muito.

 

 INICIANDO A TRANSIÇÃO

(como fazer, o que fazer)

  1. Primeiro, pare de fazer qualquer coisa que esteja alisando o seu cabelo. Por razões óbvias, você não pode dar mais progressiva no seu cabelo, se quer que ele volte pra forma natural dele. É uma boa ideia também parar com escova/chapinha, pois apesar dos processos não promoverem um alisamento permanente, eles ajudam os fios a perderem seu formato natural e danificam o cabelo.
  2. Procure uma maneira de tratar melhor os seus fios. Eu indico, de coração, a técnica Low/No Poo e o cronograma capilar, mas obviamente você deve buscar o que funcionar pra você. Só digo que, gente, tô há pouco menos de um mês no Low Poo e meus cabelos estão MUITO mais saudáveis, não tem comparação! Também estão muito mais fáceis de texturizar, o que é um bônus maravilhoso. Já o cronograma capilar serve para recuperar cada cabelo de acordo com as necessidades dele e também tem ajudado bastante meus fios a se mostrarem mais bonitos, fortes e brilhantes. Como não abordarei em profundidade esse assunto aqui no post, fica a dica de textos ótimos da Aninha, do Madly Luv, sobre o Low Poo e o Cronograma Capilar.
  3. Descubra as melhores maneiras de texturizar o seu cabelo. Tem vídeo de tuia, no Youtube, sobre maneiras de criar cachos a frio. No meu, atualmente, eu não faço nada muito elaborado, só passo creme, penteio e amasso bastante. Entretanto, você vai descobrir que existem várias técnicas, simples e complicadas, que entregam resultados diversos. Vale checar e testar várias, para definir bem qual vai encaixar melhor com o seu cabelo e na sua rotina.
  4. Escolha os produtos de acordo com a sua necessidade. Cada tipo de cabelo tem um tipo de necessidade. Um cabelo cacheado requer, provavelmente, um creme de pentear diferente de um cabelo crespo, que também não vai ter muito a ver com o que precisa um cabelo ondulado. Portanto, pesquise bem  e teste, teste, teste até achar o creme que vai responder ao que você necessita. Acredito que uma cacheada com o meu tipo de cabelo (2C, 3A) vai precisar de: shampoo, condicionador, máscara de tratamento (algumas), algum creme/gel para finalizar o cabelo e talvez algum óleo. Claro que tudo isso pode mudar, por isso que a chave é pesquisar MUITO e, também, testar no seu cabelo.
  5. Defina suas musas inspiradoras. De forma geral, acompanhar várias cacheadas e ficar ligada nas dicas delas é legal. Porém, na minha opinião, você precisa focar em quem: tem um cabelo parecido com o seu e, dentro disso, quem tem um estilo de cabelo que casa com a sua personalidade. Ou seja: não adianta se inspirar nos looks de uma 4A (confere aqui os tipos de cabelos) se teu cabelo é 2C.  Também não adianta colocar como musa alguém que tem um estilo de cabelo muito diferente do que o que você almeja. Se você ama volume, procure alguém que ame também para acompanhar e pegar as dicas. É bom procurar inspiração em um tipo de cabelo compatível com o seu, para não ter frustração por não conseguir resultado.

DICAS DA MANDY

(coisas que eu testei/recomendo)

  1. Produtos: Ainda não testei muitos produtos (como eu disse a vocês, comecei recentemente o processo de transição), mas já descobri algumas coisas que funcionam no meu cabelo. Um creme que eu testei e achei SENSACIONAL foi o Milagre Diet, da Lola. Ele vem em um pote, com 400g e a proposta é direcionada para as meninas em transição, o que eu acho que faz toda a diferença.  Ele ajuda DEMAIS a definir os cachos/ondas e segura a definição como ninguém! Só que precisa dosar a quantidade, senão fica pesado e muito duro (a ponto de você não conseguir amassar o cabelo depois e desfazer o ‘efeito molhado’). Também gostei demais do condicionador Perfeitamente (Des)arrumado, da Tresémme. Usei como condicionador e finalizador (sim, gente, vocês podem usar condicionador como finalizador. Aprendam e libertem-se) e o cabelo ficou super macio e cheiroso. O único ponto negativo é que o poder de definição dele não é tão bom quanto o do Milagre Diet. Atualmente, estou usando várias máscaras de tratamento diferentes, mas a que eu mais gosto é da Humecta, da Head and Shoulders, porque hidrata sem pesar e tem um cheirinho ótimo.
  2. Técnicas de Finalização: As únicas que testei, até agora, foram a fitagem e o dedoliss e a que funcionou melhor comigo foi a primeira. Acho, inclusive, que todo mundo gosta mais da fitagem, porque é mais prática e rápida. Atualmente deixo o cabelo secar ao ar livre depois da fitagem, mas ouço falar que secar com o difusor ajuda bastante a definir os cachos. Ainda não tenho difusor, então não sei dizer.
  3. Acessórios: Sou bff dos grampos, porque eles realmente salvam quando o cabelo não quer colaborar. Faixinhas também são amor, mas ainda não consegui adicionar ao meu dia-a-dia, porque sempre acho que estou chamando muita atenção e não consigo usar (ai, ai).
  4. Canais no Youtube: Finalmente entrei na vibe do Youtube (todos dizem aleluia) e acho que não tem nada mais prático do que vídeos quando a gente tá falando de cabelo, maquiagem e coisas do tipo, né? Portanto, não tenho sites pra indicar pra vocês, só canais, já que está sendo aí mesmo que eu tô adquirindo todas as informações que eu preciso. Alguns dos canais que eu vou indicar têm blog (não sei dizer se todos têm), então quem preferir a informação por escrito, pode checar direitinho. Na categoria cabelo cacheado, acho os seguintes canais muito instrutivos: Daianne Possoly, Duda Fernandes, Mari Morena (♥), Nathalie Barros e Rayza Nicácio. Conforme o coraçãozinho mostra, o meu canal favorito atualmente é o da Mari Morena. Acho os vídeos da Mari muito mão-na-roda pra quem tá iniciando os trabalhos cacheados e não sabe bem pra onde ir. Ela explica tudo bem direitinho, gosto demais.

MINHAS INSPIRAÇÕES

(onde eu almejo chegar)

Fotos: Pinterest

Fotos: Pinterest

Lindos demais, né? O meu cabelo ainda vai demorar bastante pra chegar aí (essas ondinhas sempre demoram pra crescer) e ainda vão ter muitas tesouradas no caminho para tirar a química (aos poucos, porque não tenho culhões pra BC), mas o que importa é aproveitar a jornada, né? <3

Curtiram o post? Têm alguma dica ou dúvida? Deixa aí nos comentários! (:

Da rotina

Sobre escutar o nosso corpo, sobre se amar

23 de setembro de 2015

No último domingo, resolvi que ia aproveitar os raios de sol que voltaram a povoar nossos dias por aqui (depois de um agosto EXTREMAMENTE cinza e chuvoso) e eu e o bofe fomos para um parque aquático bem legal que fica relativamente perto de casa. Um programa maravilhoso para um domingo. O que mais se pode pedir além de sol e piscina? É, eu sei. Um corpo escultural também ia bem.

Eu estava lá, na fila de um dos tobogãs do parque, e comecei a observar as mulheres que passavam. E a pensar várias coisas. A me comparar, mais especificamente. Passava uma mais gordinha e eu: ‘nossa, mas pelo menos eu não estou assim’. Passava uma sarada e eu me jogava psicologicamente na lama e dizia pra mim mesma que meu corpo, ele não tava legal. Resumo da ópera é que: eu não tô feliz com o meu corpo, se eu preciso me comparar com/julgar outros. E faz um tempo já que a história é essa.

Ando me escondendo em roupas maiores, não uso mais bíquini. Me escondo do espelho e não ando muito fã das minhas fotos. Sim, autoestima mandou lembranças e diz que volta já, quando eu tiver a decência de me tratar como eu devo. E isso não inclui todas as comidas erradas que eu ando comendo e todos os exercícios que eu não ando fazendo.

A questão é que a (matur)idade chega pra todos. E tem horas que a gente tem que ver que não está dando. Não está dando pra continuar comendo besteira e sendo totalmente sedentária. Não está legal. Eu não tenho mais vesícula (fiz uma cirurgia para extraí-la, há uns dois anos atrás) e continuo metendo o pé nas frituras – e passando muito mal depois. Eu ando sem energia, a pele tá cheia de espinhas e o corpo, com gordurinhas, celulites e outras coisas que não deveriam estar onde estão. Não estou aqui defendendo que a gente deva focar em um ideal inatingível. Não. Não mesmo. O meu biótipo é curvilíneo, nunca serei magra Gisele Bunchen nem que eu me matasse sem comer. Vou continuar com meus seios grandes, minhas pernas grossas e curtas e minhas bochechas gordinhas, não importa o que eu faça. Entretanto, tem como melhorar o que eu já tenho. Tem como ser a melhor versão de mim mesma. E isso, só tratando melhor o meu corpo.

A minha ideia, agora, é mudar algumas coisas no meu dia-a-dia. Escolher melhor o que eu como – e, obviamente, o que eu coloco no meu carrinho de compras, já que a maior parte da comida que eu ingiro é feita em casa (o que já é um plus, certo?). Ser menos sedentária (subir mais escadas, sair pra correr, voltar pra Yoga). Me cuidar melhor, de forma geral, ter mais amor ao meu corpo, que ainda precisa segurar a onda por – com a graça de Deus – uns bons anos. O bom é que tanto eu quanto o bofe estamos chegando à mesma conclusão ao mesmo tempo, o que faz dele o meu parceiro rumo à uma vida melhor. E em parceria é sempre mais fácil e divertido, né?

Isso mostra que nossa insatisfação com o aspecto estético do nosso corpo pode ser algo muito mais profundo e menos fútil do que nós achamos. Pra saber, temos que escutar o que o nosso corpo está dizendo. Se escutar aos outros é difícil, imagina escutar a nós mesmos, no escandaloso ruído do nosso dia a dia? Mas é necessário. O meu, particularmente, já disse que não está bem em vários aspectos, então é hora de parar e rever comportamentos.

Algumas coisas são bem fáceis de fazer e fazem a diferença. Por exemplo: não comer sem estar com fome, coisa que eu vivia fazendo. Ir dormir na hora que tem sono, sem forçar a barra pra ficar acordada assistindo coisas que, no final, nem valem tanto à pena assim. Trocar o elevador pelas escadas (isso não é tão fácil pra mim, porque realmente estou fora de forma, mas preciso fazer), andar mais de ônibus (e, assim, terminar caminhando mais). Fazer comidas mais simples e mais saudáveis, focando nos nutrientes e não no conforto que ela vai me trazer (coisa que eu ainda preciso de treino, já que sempre me importo mais com o sabor da comida e não no que ela traz pro meu corpo). Enfim, são pequenas mudanças, mas muito importantes no final.

O que induz a gente ao erro, eu acredito, é a dicotomia gritante que as pessoas pregam. Ou você só vai ser feliz se for magra ou você só vai ser feliz comendo tudo o que quiser. E não é assim, né? O foco não é nem só a estética e nem só o prazer de comer. E sim na sua saúde e na sua felicidade, no geral. O caminho do meio é sempre a melhor saída e nesse caso não é diferente. Temos que respeitar o nosso corpo, acima de tudo. Não podemos querer ser algo que não faz sentido pra gente, mas também não podemos chutar o pau da barraca e mandar à merda qualquer noção de saúde e qualidade de vida que nós tenhamos. Precisamos equilibrar nossas necessidades e dar sempre o melhor pro nosso corpo.

No próximo mês, visitarei um endocrinologista e provavelmente começarei uma reeducação alimentar. Também vou voltar pra Yoga. Quero estar bem comigo mesma, tanto no aspecto da saúde quanto no estético. Acho que a beleza anda lado a lado com o que a gente sente por dentro, então realmente não dá pra trabalhar um sem o outro. Me desejem sorte! (:

PS: Ah, leitura indicada e que me fez inspirar pra escrever esse texto: esse post aqui da Noelle. Não deixem de conferir, é amor! <3