Amanda Arruda - Lifestyle, Decoração, Livros e Feminices - Página: 8
Cabelo, Da rotina

7 meses de transição capilar e minha vida so far

7 meses de transição

Tanta gente chegou aqui no blog através do meu guia rápido da transição capilar que eu entendi que esse era um assunto que interessava quem estava me lendo aqui – o que, pra mim, é maravilhoso, já que eu ADORO falar sobre isso e tenho pouquíssimas pessoas ao meu redor que entendem, de verdade, o que eu estou passando. Então decidi que vou postar mais um pouco aqui sobre o meu processo de recacheamento e como está sendo essa minha caminhada (que será longuíssima) rumo aos cachos perfeitos – ou seja, os meus.  <3

A minha última progressiva data do mês de junho, portanto faz aproximadamente 7 meses que eu estou em transição. Não é o maior tempo de transição da história, mas já deu pra pegar alguns macetes e sofrer algumas derrotas. Vou por tópicos, porque quem me conhece sabe que amo listas, mesmo quando não faz sentido usá-las. Eis alguns aprendizados:

  1. É preciso estar certo e preparado para seguir com a transição capilar. Eu já sabia que era isso que eu queria, quando decidi, depois de uma primeira tentativa frustrada, voltar aos cachos. Decidir em prol do nosso cabelo natural, depois que já alisamos e fizemos a bagunça nele, requer um estado de espírito inspirado e uma forte determinação, coisa que a gente não sente o tempo todo. Por isso, o que eu digo pra quem está pensando em começar a transição, mas não tem certeza, é: tenha certeza. Não faça porque todo mundo está fazendo, porque não é FÁCIL. Não é a coisa mais difícil do mundo, obviamente, mas a gente tem que estar de bem com a gente pra conseguir lidar com os dramas do caminho.  Pesquise bastante, leia, converse com pessoas que estão fazendo a transição e, se você sentir que é algo que seu coração quer, vá em frente. Lembre-se que o cabelo é seu, então as decisões também são suas.
  2. O preconceito está em todos os lugares. E você vai ter que aprender a lidar com ele. Sim, muitas pessoas ainda acham que cabelo cacheado é bagunçado, desarrumado, rebelde, ruim e tantos outros adjetivos negativos que se possa dar. E esse tipo de adjetivação vai vir de onde você menos espera e, muitas vezes, de pessoas que você gosta e respeita. Nesse caso, acredito que entrar em pé de guerra com todo mundo não é a solução, porque esse tipo de pensamento é simplesmente algo cultural, que temos que problematizar. Lembra que até pouco tempo eu também achava isso, até alguém problematizar pra mim e eu me desvencilhar desse preconceito? Pois é. O trabalho de quem está em transição é dobrado, porque além de você ter que trabalhar em si mesma, também tem que trabalhar nos outros, questionando as afirmações que eles trazem. Não, meu cabelo não é ruim (inclusive, fez mal a ninguém, até onde eu sei), ele não é mal cuidado (hidrato sempre que lavo e, ao contrário de quando ele passava 3, 4 dias na chapinha, ele está sempre cheiroso) e não é bagunçado (apenas tem um formato diferente do liso, that’s all). Claro, tem gente que não vai entender e com quem não adianta discutir. Com esse tipo de gente, a gente segue a vida, porque, no fim das contas, o que é que essa galera tem a ver com nosso cabelo mesmo?
  3. Talvez você precise fazer uma escova de vez em quando – e não tem problema. Enquanto eu não concordo muito com a técnica de fazer escova no cabelo até ele crescer todo – já que alisar o cabelo com calor, repetidamente, pode machucar os seus cachos – não vejo nenhum problema em fazer uma escova de vez em quando. Convenhamos que o cabelo em transição não está em sua melhor forma, já que eles está parte cacheado, parte alisado. No meu caso, creio que uns quatro dedos de raiz (sem esticar) estão naturais, então, sim, as coisas às vezes não dão certo mesmo. Então, em caso de tenho-um-casamento-pra-ir-e-nada-fica-bom, não fique triste nem envergonhada em fazer uma escova e seguir com a vida. Você não aderiu ao lado negro da força, você não destruiu seus cachos pra toda eternidade – foi só um momento em que sua transição não te ajudou e você precisou de outra solução.
  4. O difusor é o seu melhor amigo. Nada tem me ajudado tanto nesse período de transição quanto o meu difusor. Sério. Então, se você quer ser mais feliz nesse período tão difícil da vida, arranje um difusor pra chamar de seu. A verdade é que é muito difícil fazer com que seus cabelos assumam um forma que não seja liso-esticado quando você está em transição e MAIS DIFÍCIL ainda é fazer com que permaneçam dessa forma. Por isso, o difusor é essencial. Uso assim: passo o finalizador da minha preferência, amasso pra sempre até se formarem onda/cachos e coloco o difusor rapidamente nas mechas, para evitar que as ondas se desfaçam. Não seco completamente, deixo 90% seco (o suficiente para segurar sua forma) e o restante eu seco ao natural. Depois dou uma amassada nos cachos para soltar do molde (geralmente eles ficam rígidos, porque uso gelatina/gel junto com o creme de pentear) e, pronto, tá tudo certo. Difusor: é vida.
  5. Achar o seu produto perfeito não é fácil – mas não é impossível. Cada cabelo interage de um jeito com cada produto, portanto o que deu certo pra sua colega pode não funcionar pra você. Procure se guiar por pessoas que têm um tipo de cabelo parecido com o seu quando for julgar opiniões sobre produtos. O meu cabelo, por exemplo, aparenta ser um 2c/3a (ainda estou esperando ele ficar natural para eu poder opinar com certeza), portanto procuro me guiar por blogueiras e amigas que tenham o cabelo parecido. Além disso, não tenha medo de testar. Ao contrário do que se acredita, o produto não precisa ser carérrimo para ser bom. Você pode, calmamente, ter um resultado sensacional com o seu cabelo com um creme bem baratinho e pelo qual você não dava nada. Os meus favoritos atualmente, por exemplo, são escolhas ‘na média’ e que não levam ninguém à falência (principalmente levando-se em conta que eu não tenho tanto cabelo assim, então não preciso usar tanto produto): o Tô de Cacho, da Salon Line, para cachos 2 A/B/C e 3A e o Redutor de Volume da Capicilin (o laranjinha), que ajuda demais a segurar a definição dos cachos. Ambos têm um valor ok (não lembro exatamente o quanto paguei por cada um, mas acho que ficam na faixa dos R$10 – R$15) e dão super certo comigo.
  6. Condicionador pode ficar no cabelo SIM! Essa foi uma descoberta que MUDOU minha vida. Ao invés de enxaguar todo o condicionador, ao fim da lavagem, comecei a deixar o suficiente para sentir meus cabelos hidratados. É uma coisa bem de toque mesmo, de sensação. Deixo o suficiente para não sentir os cabelos pesados, mas também o que vai deixar os cachinhos hidratados. Boa parte do produto já sai, também, quando eu vou apertando ele com a camiseta, para que ele pare de pingar. O que fica, ajuda a manter os cachinhos com menos frizz e mais brilho. Façam esse teste, porque ele life-changing mesmo.
  7. Camiseta de algodão for life. Demorei para aderir a essa dica de enxugar o cabelo com uma camiseta de algodão, mas gente: é maravilhoso. Sugiro que aposentem desde já uma camiseta (eu roubei uma do boy) e comecem a usar como toalha para o cabelo de vocês. Sério, diminui o frizz de um jeito que eu não achei possível.
  8. Quando tudo der errado, abrace os grampos e os prendedores. Na minha casa, tem grampo e prendedor de cabelo em tudo quanto é canto. Sério. Eles salvam a vida quando o cabelo não quer colaborar de jeito nenhum.

 

Então, essas são as minhas dicas e descobertas so far. Alguma coleguinha em transição querendo dividir dicas? Ou fazer perguntas? Comentem! 😉

Da rotina, Mundo Blogueiro

Mudanças no blog em 2016

Algumas mudanças vão rolar no blog, em 2016, e achei que era importante fazer um post, ainda que curtinho, explicando vocês, meus leitores – que são a razão pela qual eu não estou falando com o vento, aqui. Uma das mais importantes é que abrirei o blog para anúncios.

Sempre fui muito resistente a adicionar anúncios em qualquer blog que eu tivesse e, por muito tempo, nunca cogitei sequer a opção de fazer um conteúdo patrocinado ou abrir espaços para empresas no blog. Só que muitas águas já passaram por debaixo da ponte da minha vida e agora eu vejo que, apesar disso ser um hobby pra mim, não vejo o porquê d’eu não poder receber dinheiro pelo trabalho (ainda que feito no tempo livre e de forma divertida) que eu desempenho aqui. Já tive algumas parcerias aqui e foram bem tranquilas e não pareceram atrapalhar o fluxo normal do blog, então creio que não é a maior desgraça do mundo. Não é que eu ache que eu vou ficar rica ou mesmo que vou receber alguma quantia decente abrindo o blog para anunciantes – até porque continuo chata e certo espaços eu simplesmente não quero abrir – mas apenas acho que, principalmente nos tempos atuais, qualquer dinheiro, é dinheiro. Se cobrir o valor da minha hospedagem, já estou feliz.

Portanto, sim, o blog terá anúncios. Não tantos. Escolhi a barra lateral e o footer como locais liberados para esse ponto. Evitei o post, porque eu particularmente odeio anúncios lá – e creio que quase ninguém gosta, né? Também disponibilizarei, em breve, o mídia kit do blog, para conteúdos patrocinados e outros formatos. Obviamente, quando o assunto for ações, resenhas e conteúdos patrocinados, vocês podem contar com o meu bom senso – jamais indicarei um produto em que eu não acredite. Pra mim, é importantíssimo zelar pela confiança que vocês depositam em mim e isso, definitivamente, não tem preço.

Junto com essa abertura, vem também (acho que vocês vão gostar) uma agenda mais assídua de publicações. É, eu sei, tava demais aquele negócio de publicar uma vez por semana (ou por mês) ano passado, então pretendo ir aumentando a quantidade de publicações aos poucos, de acordo com o feedback que eu for recebendo. Vocês foram maravilhosos comigo, visitando meu lugarzim mesmo quando o blog estava entregue às moscas, então nada mais justo do que devolver isso pra vocês com uma doação maior de mim para esse cantinho. Espero que vocês curtam.

Unida à essa maior assiduidade, trarei novas categorias e assuntos. Nada muito engessado, porque já sei que isso não funciona comigo, mas algo pra me guiar e me ajudar a desenvolver minha ideias. Vou falar mais sobre meus projetos pessoais, dividir inspirações e dar dicas de coisas que funcionam comigo – e podem funcionar com vocês também. Nada muito diferente do que eu já vinha fazendo, talvez só um pouco mais estruturado.

Enfim, é isso. Acontecerão algumas mudanças, mas creio que transição será suave. Deixem seus comentários sobre o assunto aqui, gostaria muito de saber a opinião de vocês sobre isso. (:

Da rotina, Listas

O que eu quero de 2016

Foto: Jana Martish

Foto: Jana Martish

2016 chegou e quero dizer apenas: segura aí essas expectativas que eu tenho pra você. Adoro esse sentimento de que podemos fazer tudo o que quisermos e que, dessa vez, apenas dessa vez, vamos acertar na mão e aprenderemos com nossos erros.

Esse ano, estou trabalhando em microrresoluções, resoluções pequenas, diretas e específicas, que respondem a objetivos maiores que temos nas nossas vidas. Todo o conceito de microrresoluções está no livro Small Move, Big Change, então quem tiver interesse, pode dar um checada nesse livro (se não me engano, já tem uma versão traduzida sendo vendida aqui no Brasil). Em resumo, são objetivos menores, que especificam o que exatamente precisamos fazer, para chegar ao que queremos. Essas microrresoluções têm a intenção intrínseca de se tornarem hábitos, sendo assim muito mais simples que nós cheguemos onde desejamos. Elas também devem ser fáceis, para que consigamos executá-las e automatizá-las. Por exemplo, se você quer perder peso, deve comer de forma mais saudável e se movimentar mais. Mas, para que você consiga chegar lá, cada uma dessas resoluções (comer de forma saudável e se movimentar mais) deve ser quebrada em várias microrresoluções (comer 1 fruta por dia; comprar um copo grande e enchê-lo de água sempre que secar; usar as escadas 1 vez por dia; caminhar por 20 minutos, três vezes por semana; etc). Também não se deve seguir mais de duas microrresoluções por vez e o tempo que se leva, em média, para habituar-se ao que se treina é de 4 a 8 semanas.

Isso dito, informo que já comecei a fazer as microrresoluções do ano (estão aqui, no meu Listography, pra quem quiser ver – mas ainda não terminei, hein?). Obviamente, não posso começar todas as mesmo tempo, pelo bem do meu foco, então ainda vou eleger as áreas mais comprometidas da minha vida e focar nelas, inicialmente. Com certeza, uma delas será a saúde e o bem estar, em geral, porque estive tão doente ano passado que, definitivamente, parece ser o correto a se fazer. Anyway, de forma geral, eis os objetivos maiores que quero atingir em 2016:

  1. Perder peso e ganhar tônus muscular – de forma saudável;
  2. Gastar dinheiro mais racionalmente, levando em conta as prioridades;
  3. Viajar mais;
  4. Controlar minha ansiedade;
  5. Organizar melhor a minha casa (principalmente o quarto do guarda-roupa, que já está se tornando o quarto da bagunça).

Se eu tivesse que escolher uma palavra para identificar o que eu quero nesse ano, essa palavra seria equilíbrio. Seria maravilhoso encontrar esse equilíbrio  bonito entre diversão e labuta, entre o natural e o que exige esforço.  Inclusive: essa é não apenas a palavra do meu ano, mas também o meu maior desafio.

E vocês, o que esperam de 2016? Comentem!

Da rotina

Sobre 2015 e eu

Novembro se foi, dezembro chegou e aqui estamos, no fim dele, com um total de 0 palavras escritas por mim. Pelo menos, até agora. Não se enganem, não foi falta do que dizer. Acredito que, infelizmente, me faltavam palavras pra expressar o tanto que esse último mês (e todo esse ano) fizeram pra mim. Até entraria, aqui, no coro dos que querem mais que 2015 se exploda, porque, claro, coisas bem erradas aconteceram. Mas resolvi que não vai ser assim. Apesar de todos os pesares, do estresse, da ansiedade, dos quilos a mais, de uma possível gastrite nervosa, eu estou aqui. Viva e respirando.

Esse ano foi um ano de aprendizagem e, anos de aprendizagem são anos difíceis, geralmente. Mudamos para nossa primeira casa evá, nosso apertinho aconchegante, o qual estamos modelando de acordo com o que queremos. Só esse fato foi responsável por inúmeras descobertas e novas experiências – afinal, não é todo dia que a gente depende apenas de nós mesmos, não é? Montamos nossa primeira árvore de Natal, fazemos nossas compras no supermercado, descobri um amor pesado por cheiro de amaciante e, quando dá na telha, preguiçamos até mais tarde na cama, nos fins de semana, porque não devemos nada a ninguém.

Entretanto, acho que talvez, por termos tido tantos gastos montando nossa casinha – que inclusive ainda não está pronta, mas vai ficar -, saímos muito pouco. Acho que 2015 deveria ter tido mais viagens, cinemas, rodas de amigos, risos, diversão no geral. Ficamos muito em casa, no computador, no Netflix – o que é ótimo, mas não é tudo (pelo menos pra mim). Houve uma viagem a São Paulo (a qual foi majoritariamente a trabalho), que me deu a chance de conhecer a cidade e rever uma amigas lindas que moram por lá. Também foi lá que comemoramos 1 ano de casados, num restaurante italiano MARAVILHOSO (Famiglia Mancini), que tornou o momento mais especial e mágico do que já era. 1 saudade: aquele nhoque. Também houve uma viagem à Porto de Galinhas, há uma semana atrás, onde encontramos um casal amigo que está de visita por aqui – na qual, também, comemos muito bem, obrigada, e nos divertimos horrores. Me senti tão bem nesses dois momentos e a pergunta que me vinha à cabeça era “PORQUE NÃO FAZEMOS MAIS DISSO?”. Pois é. Por conta dessas pontuais, mas importantes, ocorrências é que eu chego à conclusão que, não, não houve divertimento suficiente para a carga de estresse depositada em mim em 2015. Não houve equilíbrio entre trabalho e lazer, o que foi um erro nosso e que, definitivamente, eu não quero que aconteça no ano que vem – pelo bem da nossa sanidade mental e nossa saúde, em geral.

Tanto é que esse foi um ano bem chato no quesito doenças. Mal tive uma gripe, mas em compensação, visitei a emergência várias vezes com problemas gastrointestinais. A minha pele, também, resolveu enlouquecer e estourou todas as espinhas disponíveis em seu arsenal. Obviamente, side effects do estilo de vida estressante que eu tenho levado. Passei o ano sem fazer uma atividadezinha física sequer, sob a desculpa de que não havia tempo e não havia dinheiro (sempre há tempo e sempre se arranja dinheiro, quando se quer – apenas eu não considerei isso uma prioridade).  Apenas nos 45 do segundo tempo, resolvi começar Muay Thai e, ó, tô amando. Parei com a Yoga e, claro, meu corpo desaprendeu a lidar com as coisas e voltei a ser a pilha de nervos que eu era antes. Por isso, estou pensando em voltar (talvez, até tratar isso como prioridade e arranjar dinheiro para me matricular em aulas, também).

A alimentação, também, foi barranco abaixo. Eu adoro cozinhar, não me entendam mal. O problema é que: a) eu trabalho o dia inteiro, 5 dias por semana, então logicamente não tenho disposição para cozinhar à noite ou nos fins de semana e b) quando eu cozinho, eu gosto de cozinhar gordice, não comida saudável (é, odeio salada).  É, eu sei, é um problema que eu estou tentando contornar, até porque estou 10 kg acima do que deveria estar. Me consultei com uma nutricionista, ela me deu umas sugestões, mas até agora tô tendo sérios problemas em curtir a maioria das comidas práticas que ela me indicou – sério, não consigo gostar de Rap 10. Entretanto, fiz uma salada de lentilha que deu MUITO certo, então acompanhemos, right?

Financeiramente, things are not that well, mas acho que isso é geral, certo? Eu podia ter sido bem mais controlada do que fui, mas creio que isso, também, é um efeito colateral do meu estresse e da minha ansiedade. Gasto muito mais emocionalmente que de qualquer outra forma. Tanto é que, geralmente, se eu pensar direitinho, eu saio da loja de mãos vazias. De qualquer forma, creio que até fui bem mais pro fim do ano. Gastei, mas não creio que fiz nenhuma compra errada e não comprei nada muito dispensável, pelo menos. Claro, ainda é um ponto a se melhorar. Principalmente porque, em 2016, eu quero gastar mais em experiências e menos em coisas.

De forma geral, 2015 foi o que eu fiz dele – os anos sempre o são. Pelo menos, quero que tudo o que deu errado, me sirva de aprendizado, para que eu tenha dias melhores, em 2016. Eu sei que muita gente acha brega e ilógico esse sentimento de recomeço que vem com um novo ano – ai, é apenas mais um dia, você pode recomeçar a qualquer hora que você decidir -, mas eu amo novos inícios. Amo novas chances, poder escrever, de novo, com novas energias, a minha história. Claro, o que aconteceu está lá e não vai ser apagado. E, que bom que está, porque com essa experiência eu posso ser alguém melhor, nesse novo amanhã que estar por vir.

Hoje, vou tirar o dia pra ficar de boas. Dar uma arrumada na casa, fazer minha lista de microrresoluções (muito melhores que resoluções, viu?) para o ano que vem, ler um livro, acender velinhas perfumadas e só, apenas, esperar as good vibes do ano que está por vir. E você, como foi seu 2015? E o que você espera de 2016? Compartilha comigo nos comentários!

Ah, por último e não menos importante: meu obrigada a todos que acompanharam esse cambaleante blog nesse ano que passou. Creio que não fui a mais atualizada e presente das blogueiras – muitos erros, muitos erros. Mas, 2016 está aí e todo ano é uma nova chance pra fazer diferente, né? Pois é. Então, Feliz Ano Novo pra vocês! (: