Amanda Arruda - Lifestyle, Decoração, Livros e Feminices - Página: 7
Parceiros, Publieditorial

Uma mão na roda para quem vai se mudar

Ninguém gosta de se mudar. Se mudar é cansativo, requer muitos empacotamentos, desempacotamentos e semanas vivendo entre caixas. Entretanto, muitas vezes não é apenas necessário, mas algo do qual você não pode fugir. No meu caso (e do meu boy), nós tínhamos que mudar simplesmente porque esse era o próximo passo visível na nossa vida – e, afinal de contas, foi pra isso que compramos um apartamento. Na época, não precisamos buscar nenhuma empresa para fazer nossa mudança aqui em Recife, pois não tínhamos tantos móveis assim para transportar nem muitos pertences, então foi tudo feito de forma bem amadora mesmo, trazendo uma parte no carro e outra na traseira da picape do pai do meu marido. Mas eu ainda acho que tudo poderia ter ocorrido de forma muito mais tranquila (talvez sem ficar dormindo no chão por uma semana, até) se tivéssemos contratado ajuda personalizada para esse momento tão glorioso e estressante de nossas vidas.

E isso nem é difícil quanto eu imaginava! Soube, recentemente, que podemos fazer isso pela INTERNET. Com o total de 0 estresse e 0 desconforto. No site mudanca.com, você encontra diversos profissionais e empresas cadastradas, prontos para te levar no braço e te mostrar como é que faz pra zerar o nível ‘mudança’ da vida. O site tem uma arquitetura bem simples e por isso mesmo é até mais fácil encontrar o que você precisa. Tem um espacinho no perfil das empresas (o que eu achei bem importante) para recomendações, onde clientes anteriores deixam suas mensagens avaliando os profissionais que os atenderam. Ou seja: não tem muito risco de pegar gente aleatória, porque você sempre pode checar as recomendações e já ir certeiro naquela empresa que vai levar seu guarda-roupa direitinho e garantir que tudo chegue inteiro. \o/

Cada empresa oferece suas próprias condições especiais de pagamento e seus serviços, que geralmente incluem montadores de móveis, material especial para empacotamento e o serviço de fretagem. Além disso, há algumas que também oferecem o serviço de guarda-móveis, que é maravilhoso para quando você vai se mudar pra algum lugar menor e ainda não conseguiu vender algum móvel legal e valioso (por exemplo, aquela cristaleira retrô que você herdou da sua vó). Nesse caso, não faz sentido nenhum se desfazer de algo tão valioso, então o serviço de armazenamento entra como salvador da pátria. É tudo muito simples, é tudo muito fácil: só ir lá no site e, tranquilamente, pedir um orçamento de acordo com o que você precisa.

Esse site está presente em vários países já e é o maior, aqui no Brasil, no seu nicho. Não vou me mudar tão cedo, mas já guardei aqui no coração, porque né? O plano de uma casinha maior continua aqui, bem como o medo de todo estresse que se mudar traz. Seria ótimo, for a change, que alguém montasse o guarda-roupa, ao invés de mim e do bofe, hahaha. <3

Não deixe de conferir o site! Já usaram esse serviço? Curtiram? Comentem!

Esse post é um publieditorial, mas eu só aceito parcerias com empresas em que acredito, então pode confiar. (:

Feminices, Pele, Roacutan

Roacutan: diário de bordo – 2 meses e meio

Esse post é LEIGO e tem apenas o intuito de repassar a minha experiência com o medicamento. Se você tem acne, procure um dermatologista.

Aqui estou, dois meses e meio depois, para falar para vocês como está sendo o meu tratamento com Roacutan. Ainda tenho 5 meses e meio de tratamento pela frente (suspiro) e estou no que ainda se considera ‘o começo’ de tudo. Ou seja: nenhum resultado muito interessante até agora, só efeitos colaterais.

A minha dose continua 40mg e vai continuar até o meu 8º mês de tratamento, onde vai diminuir para 20. Fiz a segunda bateria de exames ao fim do primeiro mês e meus triglicerídeos DOBRARAM de um mês pro outro. Entretanto, apesar disso, ainda estou dentro do limite, por isso não preciso me preocupar tanto, pois a médica avaliou que não deve ir além disso. O meu próximo exame é daqui há um mês, mais ou menos, e confesso que estou preocupada. Espero que meu corpo se adapte e que eu consiga terminar o tratamento, porque se a taxa aumentar muito mais, terei de parar.

Quantos aos efeitos colaterais, eles foram bem mais fortes no primeiro mês – acho que é realmente um baque para o corpo, inicialmente. Atualmente tenho pouquíssimas queixas. Meu lábio está extremamente ressecado, mas isso, acredite, é algo com o que já me acostumei. Passo lip balm 800 vezes por dia, mas não vejo lá muita diferença. Pelo menos, ele quase não sangra. O meu cabelo está caindo bastante, mas ele já caía um bocadinho antes, então acho que o Roacutan só fez dar uma piorada nisso. A médica me falou para tomar vitamina C com zinco e é o que eu tenho feito, além de usar shampoo antiqueda. Deu uma melhorada, mas não resolveu – de qualquer forma, resolvi que não vou ligar tanto pra isso.  Não senti mais dores musculares nem tive episódios de depressão e as coceiras nos braços e pernas também pararam. No geral, estou achando bem tranquilo lidar com esses efeitos.

A pele, sim, passou pela piora que muitos têm e que eu, azarada que sou, tive que ter também. Saíram TODAS as espinhas da vida durante um período de um mês, o que me deixou desesperada. Não eram espinhas que secavam rápido, eram cistos doloridos e enormes. Tinha momentos que dormir de determinado lado do rosto era complicado. Felizmente, no momento atual, parece que esse drama passou. Saem algumas espinhas e ainda tenho alguns do período de explosão que não foram embora ainda (quem não ama cistos, não é mesmo?), mas a pele está visivelmente mais limpa. Não vou publicar fotos aqui porque, infelizmente, ainda não tenho esse nível de desprendimento pra compartilhá-las com vocês. Quem sabe mais lá pro fim do tratamento, né? Mas acreditem quando eu digo que deu uma melhorada. Agora eu tenho mais marquinhas que espinhas, mas elas ainda existem e incomodam.

Esse mês, resolvi trocar o anticoncepcional que estava tomando (e que não consigo lembrar o nome agora!) estava me deixando INCHADÍSSIMA. Era como se todo dia fosse TPM, porque eu parecia o monstro da retenção de líquido. Então, depois de dois meses sofrendo, troquei pro Stezza e, so far, so good. Não senti nenhum efeito colateral até o momento. Pra mim, o ideal seria não ter que tomar NENHUM anticoncepcional porque simplesmente não gosto do que eles fazem comigo e com o meu corpo, mas não há a menor possibilidade de se fazer um tratamento sério como esse e não ter duas barreiras de proteção contra gravidez.

Atualmente, estou usando o colírio Fresh Tears para quando o olho resseca (geralmente no trabalho, porque ficamos muito tempo sem piscar) e vários tubinhos do lip balm da Nivea, o Essential Care (azul escuro), que é maravilhoso e tem um preço honesto. Como protetor, resolvi trocar o com cor da Vichy que havia comprado pelo da Sundown, FPS 30, para o rosto. A razão é que o da Vichy não é sequinho o suficiente para a minha pele (que ainda não está tão ressecada assim) e o da Sundown resolve o problema, tem o toque sequinho e custa METADE DO PREÇO. Achei amor! O nariz não tem ressecado, então mal usei o meu lubrificante nasal (o Maxidrat Gel). Quanto ao gel de limpeza, continuo usando o Dermotivin para pele mista e oleosa, mas creio que quando ele acabar terei que trocar pra algo ainda mais suave, pois minha pele já está sentindo um certo ressecamento depois do uso (tanto que diminuí de duas para um vez por dia a limpeza com ele).

No geral, estou me acostumando. Nunca esqueço de tomar o remédio (já que ele não tem horário fixo, torna tudo bem mais fácil) e, aos poucos, os efeitos estão se tornando mais simples de lidar. Ainda me parece longe, no entanto, este momento no qual eu não terei espinhas no rosto. Entretanto, a estrada é longa.

Alguém que fez o tratamento, faz ou pensa em fazer? Deixem seus comentários aqui!

Post de uma série de acompanhamento do meu tratamento com Roacutan.
Para o primeiro post da série, clique aqui.

Casa & Decor

Trazendo o verde pra sua casa

Verde nunca foi uma cor preferida – na verdade, acho que não possuo um item sequer de roupa/sapatos/acessórios ou mesmo maquiagem que tenha essa cor. É, pois é. Entretanto, há uma exceção importante e indiscutível: plantas. Eu adoro plantas. Amo o frescor que elas trazem aos ambientes e como decoram sem nenhum esforço além de suas próprias existências. Além do quê, tanto na casa da minha mãe quanto na da minha avó, plantas sempre foram presentes e importantes. Lembro dos pés de Comigo Ninguém Pode da minha vó e do Alfinete da minha mãe (sempre alfinetando a gente quando tínhamos que lavar alguma coisa no tanque). Elas, obviamente, estão nessa estrada de cuidar de plantas há um tempo muito maior que eu, que na minha própria casinha já matei alguns exemplares, mas sigo na ideia de que, um dia, meu dedo ficará verde e todas as plantas viverão pra sempre. Não custa se iludir, né?

Hoje, trouxe pra vocês algumas dicas para decorar e cuidar de plantas, afinal lição aprendida é lição repassada, não é mesmo? Vamos lá!

Cuidados com as plantas:

– Se você é iniciante, talvez seja uma boa ideia começar com plantinhas fáceis de cuidar, que requerem de 0 a pouca manutenção. Indico cactos, suculentas, antúrios, espadas-de-são-jorge, violetas e bromélias, que sobrevivem bem sem muito drama. Só tenha certeza que você não tem um cachorro perturbado das ideias por perto para comer o ‘abacaxi’ da sua bromélia – infelizmente, um drama baseado em fatos reais.

– Plantas precisam de duas coisas básicas: sol e água, na medida certa. Lembrar disso é meio caminho andado para que suas plantinhas sobrevivam mais tempo. É só conhecer sua plantinha e saber do que ela precisa. Se você comprou a sua plantinha no supermercado (I’ve been there), pesquise na internet o que ela precisa e siga as instruções.

– Em adição ao tópico anterior, na verdade, sempre pesquise sobre as plantas que você quer adquirir antes de adquiri-las, para saber se elas se encaixam bem no que você tem a oferecer. Se bate pouco sol na sua casa, você deve preferir cuidar de uma planta que goste de sombra, por exemplo.

– Há plantas que precisam de espaço e outras que nem tanto. Cactos, por exemplo, ficam felizes em qualquer montinho de terra que você der pra ele (♥). Mas há plantas que não são bem assim, portanto é sempre bom checar. Muitas vezes as plantas ficam feias ou morrem por não haver espaço suficiente para se desenvolver no jarro onde estão. De vez em quando (creio que uma vez por ano), é bom trocar a terra da planta, para que ela tenha novos nutrientes para trabalhar. A cada três meses, é bom adubá-las. Adubos são vendidos, geralmente, em lojas especializadas. Terra dá pra encontrar até no supermercado. (:

– Ervas são duram mais tempo em potinhos específicos para elas, como esse aqui, por exemplo. Ele tem um espacinho onde se armazena água e essa água é levada, através de um barbante, para a terra onde a erva está colocada, mantendo seu manjericão sempre verde. Esses já estão na minha lista de compras futuras desde que vi algo parecido no Santa Ajuda (sou dessas), porque gente! Que prático!

– As pragas, elas são reais. Aqui em casa, tivemos um problema sério com mosca branca e eu meio que resolvi limpando as folhas e aplicando óleo de neem (um repelente natural) nas folhas das plantas. Preste sempre atenção na saúde de suas plantas e se há algum bichinho/fungo/doença incomodando-a.

Usando-as para decorar a casa:

– Primeiro, não faça como eu: não compre 800 plantas, uma atrás da outra. Lembre-se: não são plantas de mentira. São plantas reais que requerem cuidados reais, portanto não trate como apenas itens decorativos. E, claro, você nem precisa, geralmente, de tantas plantinhas assim. Mas, sim, das plantinhas certas nos lugares certos. Quantidade não é qualidade.

– Tente manter uma unidade nos cômodos ou mesmo na casa inteira, no que diz respeito aos vasos. Eu, particularmente, acho estranho e poluído ter plantinhas com tipos muito diversos de vasos. Ter uma padronagem é importante, para trazer o foco para a planta e gerar menos poluição visual no ambiente – coisa que levo muito em consideração aqui em casa, já que moramos num apartamento pequeno.

– Você pode diversificar suas plantinhas de acordo com o cômodo em que ela vai ficar.

+ Banheiro: por conta da umidade do local, opte por tipos tropicais. Boas opções são o bambu, a babosa e as palmeiras. Elas adoram luz, portanto coloque-as perto das janelas.

+ Quarto: prefira tipos que não precisam de calor, pois quartos quase sempre são ventilados. Boas escolhas são pequenas figueiras ou um vaso com uma espada-de-são-jorge (que é a planta MAIS FÁCIL da vida, gente).

+ Sala: aqui vale o que encaixar melhor com a sua decoração. Flores? Palmeiras? Cactos? Bambu? Um bonsai? Caso tenha espaço, invista em espécies maiores. Caso não seja o caso, cactos, suculentas e flores dão um up e são uma ótima opção.

+ Cozinha: mas é claro que uma hortinha é a melhor opção. Aqui, o ideal é cultivar ervinhas e temperos. Minha dica é aquele vasinho que comentei lá em cima, mas claro que você pode fazer uma jardineira com os temperos que você quer plantar. (:

– Não esqueça: coloque terra nos pratinhos das suas plantas. A gente quer beleza, mas saúde é importante e ninguém aqui está querendo ter um criadouro de mosquito da dengue, né?

O que vocês acharam das dicas? Têm alguma para adicionar? Alguma plantinha que deu super certo com vocês? Comentem aqui!

As fotos desse post e algumas de suas dicas foram amavelmente cedidas pela Westwing. ♥

Opiniões que ninguém pediu

Mas a gente sempre acha que tá gorda, né?

Foto por: betulvargun

Foto por: betulvargun

Ou: como precisamos ser mais gentis com nós mesmos.

Outro dia uma amiga e eu estávamos comentando como a gente sempre se sentia gorda, não importa o quão de boa nosso corpo estivesse. De início, a gente não quer acreditar que o nosso olho é tão do mal com nós mesmas, mas isso é algo facilmente provável a partir do momento de você começa a olhar fotos antigas. “NOSSA, eu era tão magra!”, é o pensamento que sempre me vem à cabeça, instintivamente. E não precisa ser foto de 10 anos atrás, não. 3 ou 5 anos já vão fazer diferença. Se brincar, até 2. Quando a gente se afasta um pouco do centro do furacão é que a gente vê como a nossa realidade é distorcida. Por nós mesmas.

Não vou entrar aqui no mérito de a-sociedade-nos-impõe-um-padrão-de-beleza, porque isso já tá mais do que provado e não é bem o meu assunto de hoje. O que eu queria expor, nesse ponto, é o quanto a gente não é legal conosco. O quanto somos sempre mais críticas com a gente, com o nosso braço de biscoiteira, com nossa performance no trabalho, com nossas qualidades como ser humano, no geral. Eu não sei vocês, mas eu costumava dizer que se há um céu, eu não estaria nele, porque como estar? Eu não sou boa o suficiente. Eu, muitas vezes, deixo o elevador fechar e não seguro para a pessoa que estava na catraca porque eu queria ir sozinha, sem conversar com ninguém. Eu pego o melhor pedaço de bolo, se tiver a oportunidade, nas festinhas da vida. Eu sou egoísta e todos sabemos que o céu não é lugar para egoístas.

O nosso arsenal de críticas para nós mesmos não tem fim nem limites – se não intervirmos diretamente. Nós estamos sempre atrás, correndo para conseguir acompanhar. Nunca somos dignos de nada e estamos sempre sob o eterno guarda-chuva do impostor – eu tô aqui, mas tenho a impressão que as pessoas NÃO SABEM BEM quem eu realmente sou e é por isso que eu tô aqui. Isso se soma a interminável lista de coisas que alguém inventou que precisamos ser antes dos 30 – empreendedora, com uma boa saúde financeira, mãe, responsável, ter viajado o mundo (de preferência, morar fora), casada, com casa própria e bem mobiliada e limpa etc – e que não ajuda de maneira NENHUMA a melhorar a nossa estima por nós próprios.

A pressão, ela vem de fora, sim. Não há dúvidas disso e, pra mim, nem vale aprofundar essa discussão aqui, agora. Ela vem e ela virá por um bom tempo ainda.

O que não pode é a pressão vir de dentro.

Pensa bem comigo: você seria assim, super crítica, com alguém que você ama? De verdade? Pensa na pessoa que você mais ama nessa vida e pensa que você poderia dizer algo para fazê-la se sentir mal, quando esse algo nem é importante ou muito menos faz sentido. Você diria? Eu, particularmente, sou bem mais legal com as outras pessoas do que comigo mesma. Aceito os erros e relevo alguns pontos porque, afinal de contas, somos assim. Todo mundo tem direito a ser você mesmo, no seu espacinho no mundo. Menos nós mesmos, aparentemente.

Não faz nenhum sentido ser tão chato consigo mesmo. Não precisamos ser perfeitos. Não precisamos ser os melhores em tudo. Só precisamos ser felizes. Vamos praticar sermos mais gentis com a gente. Não tô aqui dizendo “isso, aceita tuas burradas e não melhora em nada, tá de boas”, mas dizendo que tudo bem se você não lê tanto porque prefere assistir séries. Ou se você não tem o corpo da Kim Kardashian nem a conta bancária dela. Ou se, de vez em quando, você é antipático e quer ficar sozinho no elevador do prédio, pra variar. Ninguém morre por isso e TODO MUNDO tem falhas. Você não é a primeira nem a única pessoa a vir com problemas de fabricação – se eu posso ser engraçadinha o suficiente para usar o termo – e acredito que quem quer que esteja metido nessa bagunça (eu acredito em Deus, mas você pode acreditar em outra coisa ou em nada e TUDO BEM) não pediu o recall, então né? Acredito que meu buchinho saliente e eu não sejamos um problema tão grande assim, no fim das contas.

Vamos sim, nos melhorar a cada dia e tentar externalizar o melhor que temos para o mundo. Mas sabendo que já somos muito bons. Já somos, agora, a nossa melhor versão.