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Da rotina Opiniões que ninguém pediu

Sobre amar, sobre perder tempo

14 de janeiro de 2015
Créditos: dearleila

Créditos: dearleila

Hoje virei aqui comentar um assunto que é um pouco polêmico. Por isso quero começar falando que, como tudo que eu publico aqui, isso é minha opinião. E ela é muito minha e você tem todo direito de discordar e discutir – só saiba que, discordâncias à parte, ainda podemos ser amigos. Minha intenção não é, realmente, arranjar briga com ninguém, mas colocar meu ponto de vista sobre o assunto. Seja gentil, mesmo que você não concorde com o que eu penso.

Antes de começar propriamente a falar do assunto desse post, vocês precisam saber que, desde nova, eu sempre fui bem decidida sobre o que eu gostava ou não. Carambolas: sim. Fígado: não, nunquinha na vida. Livros: sim. Meu tio falando besteira nos churrascos da família: não. Ser jornalista: sim. Ser médica: não. Claro que isso não é realidade pra todo mundo e não há nada de errado com isso. Não saber é normal, ninguém é melhor ou pior por isso. O que eu vou abordar aqui é o fator SABER o que se quer e ignorar. Deixado isso claro, pode-se começar.

Quando eu comecei a namorar com Weslley, há 8 anos atrás, eu sabia que queria casar com ele. Pode parecer esquisito dizer que meu eu de 16 anos sabia que queria casar com um bofe que eu tinha conhecido há pouco tempo, quando esse tipo de coisa não deveria sequer passar na minha cabeça. Mas, sim, eu pensava assim. Não de forma direta, mas pensava sim. E eu vou explicar pra vocês o porquê d’eu saber isso: nenhum dos meus rolos anteriores durou mais do que uma semana. Assim que eu começava a conhecer os caras, eu percebia neles alguma característica que era um deal-breaker pra mim. Muito imbecil, tabacudo, pouco ambicioso, sem futuro, sem nada a me oferecer. Parece estranho alguém tão novo pensar assim, mas gosto de pensar que sou meio Benjamin Button e, apesar de ter todas as babaquices de uma adolescente de 16 outonos, eu tinha determinados pensamentos muito mais maduros do que se esperaria. Na minha adolescência, eu estava procurando não por um casinho passageiro, um carinha pra beijar, um passatempo. Eu procurava por um companheiro pra minha vida inteira. E quem não atendia ao que eu queria, não passava muito tempo ao meu lado.

Na minha cabeça, sempre foi melhor estar sozinha do que acompanhada por alguém o qual eu não admirava. Daí, quando Weslley apareceu, me fazendo rir e sendo a pessoa esforçada, simpática e inteligente que ele é, vi ali todos os meus requisitos gritando CHECK pra mim. E eu soube que não havia razão, nessa vida, que fosse me fazer não querer ficar o resto da minha vida com ele. Depois, com os anos passando, fui conhecendo-o melhor e descobrindo as manias, os defeitos, as idiossincrasias. E nada disso me fez mudar de ideia: é ele, era ele, sempre foi ele. E sempre será.

E eu sempre soube.

Daí que dia desses, conversando com umas amigas, entramos na discussão do porquê das pessoas passarem zilhões de anos com alguém com o qual não pretende casar/passar o resto da vida juntos. E eu, gente, particularmente, não entendo. Eu não entendo como alguém passa anos com outra pessoa se ela não se imagina com essa pessoa pelo resto da vida. Não entendo, também, como alguém passa tanto tempo com alguém e não sabe que essa pessoa não é aquela que você quer envelhecer junto. Minha ideia é que, provavelmente, as pessoas sabem disso mas acham que não é nada demais. Afinal, elas estão confortáveis na posição em que estão. O carinha, ou a garota, com quem estão é legal, apesar de não ser o amor da vida deles. Então eles acham que tudo bem. Que tá tudo certo. Que ninguém precisa casar.

Pois eu digo uma coisa a vocês: não tá tudo bem. Mas não tá tudo bem mesmo. Porque ninguém é obrigado a casar, mas quase todos nós procuramos alguém para nos acompanhar, o resto da vida. E acho que, se isso não é realidade pra você, você deve avisar, e não empurrar com a barriga, enquanto tá tudo certo.

Quem age desse jeito, com essa preguiça de viver de verdade, está desperdiçando o tempo da outra pessoa que, na maioria das vezes, não sabe de nenhuma das dúvidas em relação a ela e que poderia, nesse momento, estar solta na pista, procurando a pecinha que encaixa com ela e não perdendo tempo com alguém que não acha que ela é A pessoa. Vocês podem achar que isso é drama meu – e possivelmente é, porque dramática defintivamente eu sou – mas eu acho isso uma falta de respeito enorme com o outro. Acho egoísmo. E uma falta de respeito muito grande com você também. Porque, caso você não tenha percebido, o seu tempo também está sendo desperdiçado. Um tempo em que você poderia estar empregando procurando a pessoa que vai fazer você sorrir ao acordar (caso você queira ter uma pessoa assim na sua vida).

Nós não temos todo o tempo do mundo. Os anos passam rápido, a gente envelhece e tudo muda. Os anos que você perde farão falta depois. Não estou dizendo aqui pra ninguém se desesperar. Não estou dizendo aqui que você só vai ser feliz se tiver a sua alma gêmea com você. Eu estou dizendo apenas que não se deve desperdiçar o tempo de ninguém. Se você não ama do jeito que tem que amar – e vocês sabem de qual jeito eu estou falando, mesmo que finjam e se enganem dizendo que não sabem -, deixe que se vá. Não prenda. Não se acostume. Não se acomode. Esteja alerta. Tente, mas saiba identificar o que não é pra você.

Porque amor de verdade é uma coisa real. E, na preguiça, você pode perder a chance de conhecer o seu.

Listas Livros & Outros Amores

5 razões pra ler: Como ter uma vida normal sendo louca

11 de janeiro de 2015

5 razões para ler: Como ter uma vida normal sendo louca

Hoje eu venho, com toda dignidade possível (o que não é muito), dar a minha cara à tapa e dizer que eu errei. Eu errei ao julgar um livro pela capa – que nem era feia, propriamente, mas não me apetecia. Eu notei esse livro em tantas estantes, virtualmente, e até vi uma amiga falar bem dele em um vídeo no Youtube, mas ainda assim não havia me animado a lê-lo. Achei que ia ser chato. E quem precisa de coisas chatas na vida? Daí, em um dia muito louco, fui na Livraria Cultura (que fica pertinho do meu trabalho e leva boa parte do meu salário consigo) e arrabanhei um exemplar desse livro só porque eu tava afim. Eu faço muito essas coisas em relação a livros, coisas que eu não sei explicar o porquê depois. Mas acho que o que importa é: o livro é sensacional, foi uma leitura maravilhosa E eu vim trazer hoje 5 razões para pelas quais você está perdendo tempo ao não ter esse livro na sua vida:

  1. Ele é em forma de manual. Eu não sei vocês, mas eu tenho uma predileção especial por livros que vêm em formatos diferentes dos habituais. Diários, e-mails, cartas. E, nesse caso, o livro é uma forma de manual, em hipótese, um livro de autoajuda. Sendo que: não é autoajuda (embora nos ensine a rir mais de nós mesmas) e é extremamente divertido. Os ensinamentos incluem coisas como ‘como ser chique, casar com alguém cafona e ainda ser respeitada na sociedade’ e ‘a vida depois de ser taggeada numa foto feia com muitos likes e comentários’. Pode dizer, você já está rindo só de ler isso.
  2. Ele é extremamente engraçado.  Pegando a deixa do item anterior, quero dizer que Camila Frender e Jana Rosa estão de parabéns, gente! O que eu ri sozinha lendo aquele livro não está no gibi – inclusive, não lembro a última vez que ri tanto lendo um livro. A criatividade daquelas duas para criar métodos para, por exemplo, espantar pessoas no avião é algo sem limites.
  3. Elas são gente como a gente. Uma das razões pelas quais se ri tanto nesse livro é o fator identificação. Elas são, realmente, farinha do mesmo saco que nós somos e as situações pelas quais elas passam (ou pelo menos dão a entender que passam), quase todas nós já passamos. Ler o manual delas é quase como conversar com amigas muito desenroladas (e hilárias).
  4. É uma leitura rápida e simples. Por ser divertido e curtinho (206 páginas, só), é uma leitura ideal pra quando você está de bode literário. Eu li em dois, três dias, mas dava pra ler em um – e olhe que eu sou uma lesma, quando se trata de ler. Pra quem consegue ler um livro de 300 páginas por dia, então, é rapidinho!
  5. Dá pra usar algumas das dicas dele na vida real. A maioria das dicas são obviamente pura piada (não imagino quem vai se dar àquele trabalho todo para parecer cool enquanto só fica em casa vendo BBB), mas alguns dos ensinamentos dá pra levar pra vida mesmo, como as 15 maneiras de avisar que o seu amigo fede. Também tem o como terminar conversas chatas, de a a z, muito prático, muito importante. 😉

E aí, ficaram curiosos para ler? Já leram e concordam ou discordam de mim? Deixem seu comentário!

Da rotina Ser Gentil é Legal

Ser gentil é legal

8 de janeiro de 2015

sergentilelegal
Você dá seta, no trânsito, e ninguém te deixa entrar (ao contrário, aceleram). Chega correndo no trabalho, coloca os códigos na catraca apressado, o elevador ainda está no andar, mas termina subindo porque ninguém o segura pra você. Vai comprar um produto em uma loja e não só não consegue mais informações sobre ele, como o vendedor te olha com tédio e te trata mal. Infelizmente, a gentileza nunca esteve mais em baixa. Encontrar uma pessoa gentil é como encontrar Maltesers (suspiros) aqui no Brasil: improvável (pra não dizer impossível). Ser gentil não é a prioridade e muito menos uma necessidade para ninguém. Geralmente, é a última coisa em que se pensa e algo ao qual ninguém dá muito valor.

Ser gentil é quase como ser trouxa. Porque se colocar no lugar do outro também tá super fora de moda, nada in. Encontrar uma pessoa que se proponha a nos entender e nos ajudar, sem ao menos nos conhecer, é algo que, se acontece, nos choca. Nos deixa pertubados, desconfiados. Mas por que você está me ajudando mesmo? Simplesmente não faz sentido porque, hoje em dia, o hype é ser do mal.

O problema desse hype é que ninguém é do mal sozinho e, algum dia (na verdade, todos os dias), alguém vai ser grosso, chato, desnecessário com você. E você pode não ligar, se estiver em um dia tranquilo. Mas se for aquele dia em que você precisava de alguém que, se não te desse uma palavra de consolo, pelo menos não te tratasse mal, encontrar alguém grosseiro é uma tragédia de proporções dramáticas. Não foram poucas as vezes que saí quase chorando de algum lugar em um dia de TPM porque alguém havia sido grosso comigo. Outro dia, inclusive, tive que mentalizar um ‘man up, woman‘ em um banco daqui de Recife. Essa modinha de ser uó já foi longe demais. Não é saudável, não é legal, não é bonito.

Houve um tempo em que eu achei que o legal era ser chato, mesmo. Mau-humorado, irritável, antissocial. Que bom que a gente cresce e vê que, mesmo que a gente seja assim, não quer dizer que a gente não precise mudar. Não quer dizer que seja certo. Eu, particularmente, tenho um humor um pouco volátil e não muito fácil de lidar, mas aprendi a apreciar o valor da gentileza, porque conheço algumas pessoas abençoadas e gentis (como meu marido, por exemplo). E ontem, lendo um post da Anna sobre um rapaz gentil, parei pra pensar que  a gentileza precisa voltar a ser amada. Precisa ser reintegrada no hall de coisas importantes, coisas que valem à pena. As pessoas precisam voltar a ser gentis, porque bem só gera bem e nossa sociedade seria tão melhor se todo mundo pensasse um pouquinho no outro também, além de em si. Se as pessoas usassem fones de ouvido em ambientes públicos e se oferecessem para segurar os livros de quem está em pé no ônibus, vejam mesmo como o mundo seria um lugar melhor para quem precisa pegar ônibus para ir estudar ou trabalhar? Se os caras parassem de soltar cantadas imbecis para as mulheres e se as pessoas avisassem quando vão se atrasar, não seriam os dias muito mais fáceis de se viver?

Sim, seriam. Portanto, a gente tem mais é que parar de ser chato e começar a ser legal. E gentil.

Pensando nisso, resolvi criar uma campanha a favor da gentileza. Tenta integrar meus coleguinhas do mundo blogueiro nessa ideia de ter um mundo mais gentil, onde (entre outras coisas) todo mundo dê créditos pelo o que compartilha em seus blogs, não tenha medo de fazer amizades nem de deixar comentários gigantes em posts (porque a gente sabe que isso é tudo de bom, muito mais tudo de bom do que pageviews). Além dos ‘buttons’ que disponibilizarei abaixo, farei uma série de posts dando ideias de como ser mais gentil em diversas situações do dia a dia. Acredito que vai ser um exercício muito válido pra mim, porque eu própria preciso muito integrar a gentileza na minha rotina. E quem quiser se juntar a mim e compartilhar sua opinião sobre o tema (e quem sabe, dicas pra gente ser mais legal), é mais do que bem vindo! <3




Versão feita por Pablo.

Os buttons são esses acima. Vocês podem salvar com o botão direito do mouse e linkar o button para esse post aqui, ok? Assim, outras pessoas poderão entender e participar também! Se vocês quiserem um tamanho ou cor diferente, me avisem! (:

E é isso, gente! Provalvemente, esse é um esforcinho pequeno, levando em conta o tamanho do nosso mundo – mas se eu conseguir mudar a mim mesma, na verdade, eu já vou estar feliz. Carregar vocês nessa onda é só um plus.

Listas Mundo Pet

10 dicas pra quem quer adotar um animal

7 de janeiro de 2015
10 coisas que você precisa fazer antes de adotar um animal

Créditos:  Fieldy

2015 já chegou e ainda tem gente que acha que bicho de estimação é bagunça. Então, deixa eu te dizer um negócio rapidão: não é não. Ter um pet requer responsabilidade, cuidados e muita vontade de fazer o animalzinho feliz, seja ele uma chinchila ou um dog alemão. Se você é do time ao qual eu pertencia até uns meses atrás – o time dos sem-pet 🙁 – e não tem nem noção do que é criar um bichinho, mas morre de vontade de ter um, eu fiz uma listinha de coisas que gostaria que tivesse me dito, antes d’eu adotar meu bebê doido, Chewie. Claro que não saber de certas coisas não faz, de jeito nenhum, com que eu me arrependa de tê-lo como parte da minha família, mas ajudaria muito ter conhecimento de algumas coisas logo de cara. Então, vamos à lista!

  1. Pesquise muito bem que tipo de animal e que raça você deseja ter (se for o caso). Gente, nem todo animal é peixe, que não vai pedir atenção e só precisa de limpeza e comida. A maioria deles têm necessidades muito mais complexas, têm personalidade própria e algumas peculiaridades que podem fazer com que eles pareçam fofuras ou demônios, dependendo do que seja. Os schnauzers, por exemplo, são conhecidos por serem ativos, ansiosos e bem carentes de atenção. Eu não sabia disso antes de adotar Chewie e obviamente isso foi um choque pra mim, que não esperava algo assim (não sei bem o que eu esperava, já que eu nunca tinha tido cachorro na vida). Hoje em dia, eu já estou aprendendo melhor a lidar melhor com o jeitinho dele, mas não vou dizer a vocês que foi fácil. Então, sim, é importante saber o que você quer e se o pet em questão atende ao que você demanda, seja ele um cachorro, gato ou furão. Em caso de cachorro, fique de olho na raça (que vai dar as diretrizes do que esperar em relação a temperamento e personalidade) ou, no caso de vira-latas, na forma como ele se comporta. Há um teste legal que você pode fazer, antes de adotar o bichano, para ter noção da personalidade do animal.
  2. Compre seu pet de criadores sérios ou adote. Eu não vou dizer aqui que ninguém está errado em comprar seus pets, porque muitas vezes as pessoas sempre sonharam em ter um companheiro de determinada raça ou tipo que só são possíveis, quase sempre, de adquirir por meio de uma compra. Mas é importante ter o cuidado de comprar seu animal de um criador sério e que trate seus animais com respeito e carinho. Já pra quem vai adotar, basta escolher um abrigo e ver qual cachorro tem mais a ver com você.
  3. Tenha certeza que o seu novo amigo vai caber dentro do seu orçamento. Só tive um cachorro (até agora), mas sei de uma coisa: ele traz gastos. Principalmente porque eu sou daquelas que não quer dar nada mais ou menos pra ele, então uma boa parte do meu dinheiro é gasta em ração boa, brinquedos de qualidade e vacinas. Então, antes de você trazer um bichinho pra casa, tenha certeza que ele cabe no seu orçamento, porque além dos gastos comuns, podem haver também gastos de emergência, no caso do seu pet ficar doente. É sempre bom estar preparado.
  4. Bicho não é gente: saiba do que seu animal precisa. Antigamente as pessoas criavam seus bichos sem se preocupar se o que eles estavam fazendo era prejudicial ou não pra eles. Davam qualquer comida, não tinham cuidados com a saúde do animal e nem com a educação do mesmo. Hoje em dia, há muitas pessoas que se preocupam de verdade com o bem-estar dos bichanos, graças a Deus, e sabem que o que é certo pra gente nem sempre é certo pro bichinho. E é por aí mesmo. Não adote nenhum bicho sem  ter a vontade de pesquisar e saber o que ele precisa para ser feliz  e sem ter a possibilidade de trazer essa felicidade pra vida dele.
  5. Pergunte se as pessoas que moram com você estão dispostas a ajudar – ou, pelo menos, a não atrapalhar. Se você mora com alguém, a decisão de trazer o bichinho deve ser conjunta, já que é mais um membro para a casa e que, querendo ou não, vai interferir na rotina de todos que dividirem o teto com você. Pergunte às pessoas se elas aceitam o animalzinho em casa e se estão dispostas a ajudar – ou pelo menos, a não atrapalhar – nos cuidados e na educação dele. Essa conversa prévia vai evitar muitas dores de cabeça, acredite em mim.
  6. Conheça o nível de energia do animal que você pretende trazer pra casa. Um choque, quando eu adotei Chewie, foi descobrir que o nível de energia dele é muito, mas muito, maior que o meu. Chewie é um animal EXTREMAMENTE ativo, que precisa correr e brincar O TEMPO TODO. E eu não poderia ser mais diferente, já que quando chego em casa só quero ficar jogada em cima de um móvel qualquer, morta. Então, algumas vezes é bem difícil, porque chegando em casa, eu desejava ter um cachorro que fizesse uma festinha e depois deitasse de boa nos meus pés e a realidade é um furacão louco tentando me derrubar. Vou tentando adaptar aqui e ali, mas me digam se não seria muito mais fácil se ele fosse parecido comigo, nesse ponto? Pois é. Antes de adotar, pesquise bem e veja se o seu bichinho é muito ativo e requer muita atenção e se você está disposto a isso.
  7. Prepare sua casa para a chegada do seu bichinho. Um novo membro é um novo membro, gente! E você precisa preparar um lugarzinho pra ele. Pesquise e compre tudo o que você achar que é necessário: artigos de higiene, ração, brinquedos, casinhas, bebedouros, etc. O importante é que não falte nada para o seu pet se sentir em casa.
  8. Esteja preparado para educar. Bicho não é bagunça, gente! Não é algo que se auto-educa e descobre sozinho que não pode subir no sofá nem fazer xixi no tapete. Quem dá a educação é você e, digo e repito, é algo do qual você não pode fugir. Pra mim, uma das coisas mais insuportáveis da vida é bicho mal-educado e dono preguiçoso. Porque o dono preguiçoso faz com que menos pessoas amem aquele animal, porque ele termina sendo um chato com quem ninguém quer brincar nem dar carinho. A educação faz com que os laços com aquele animal se tornem mais fortes e, por consequência, faz com que ele seja mais amado e mais feliz. Educação é tudo. Eduquem.
  9. Saiba que o bichinho é uma responsabilidade sua, enquanto ele viver. Supondo que você leu todos os tópicos anteriores, você já deve saber que você não pode adquirir um pet e depois deixar pra lá porque “é complicado demais”. Não. Apenas não. Bicho é coisa séria. Não compre nem adote se não estiver disposto a ser responsável em relação a ele.
  10. Esteja preparado pra muita bagunça – e muitas risadas. Bichinhos trazem felicidade e vida pra qualquer lugar que eles vão. E bagunça também. Então, espere por alguns xixis fora do lugar, uns sofás arranhados, uns chinelos comidos e um pouco (muito, dependendo) de pelo espalhado pela casa. É como ter criança em casa –  não dá pra manter tudo nos trinques, o tempo todo. Mas, fora a bagunça, também tem trapalhadas, brincadeiras e gracinhas que só quem tem bichinho sabe como é e que faz todo nosso trabalho duro e dinheiro gasto valer à pena. <3

Curtiu as dicas? Tem mais alguma pra dar, ou alguma experiência para compartilhar? Deixa nos comentários! (:

Listas

5 sonhos de consumo

5 de janeiro de 2015

Primeira segunda-feira do ano! Como estão as coisas por aí? Por aqui, achei que hoje era um dia sensacional para listar 5 sonhos de consumo da minha vida, porque quero mudar um pouco o meu jeito de ver as segundas. Mais do que encarar esse dia da semana (apenas) como o marco do início da jornada de trabalho e o final do fim de semana, quero que esse seja, pra mim, um dia de planejar e, claro, sonhar. E que forma melhor de sonhar – e depois planejar esses sonhos – do que fazendo listas?

Aqui, coloquei apenas sonhos um pouco mais difíceis, porém concretizáveis com um pouquinho (eu, sendo eufemista e positiva) de esforço. Tem uns que andam no meu coração desde que me entendo por gente. Já outros, são vontades recentes. Enfim, eis minha listinha!

5 sonhos de consumo

  1. Uma banheira. Sempre sonhei, desde que consigo me lembrar, em ter uma banheira. Acho super glamouroso você ficar lá, de boa,  na sua banheirinha com água quente e sais de banho, se atualizando nos seus blogs favoritos.  Ou mesmo relaxando e esquecendo da vida, até a espuma desaparecer da água. Ter uma banheira é uma das coisas que eu realmente preciso adquirir ainda nessa existência, porque é um sonho tão antigo que é simplesmente errado eu não ter.
  2. Uma penteadeira. Taí uma outra coisa que eu acho extremamente diva: penteadeiras. Tem coisa mais sensacional do que ter um lugarzinho na casa dedicado exclusivamente a seu momento de cuidar de si mesma? Acho chique, acho fofo, acho diva e ainda quero ter uma pra chamar de minha!
  3.  Um Iphone. Ok, eu não sou uma Apple lover, até porque nunca tive nada da Apple, então não faria nenhum sentido, né? Mas eu queria ter algo só pra entender qual é o hype. Porque as pessoas fazem esse bafafá todo. Se seus itens realmente valem o dinheiro gasto. E dos eletrônicos produzidos pela Apple, o que me causa mais curiosidade é o Iphone – principalmente pelo fato de que ele tem aquele tom de dourado LINDO nas opções de cores dos modelos mais novos. Portanto, sim, ele está aqui na lista.
  4. Uma super estante de livros. Um dos meus sonhos era ter uma biblioteca, igual à que a Fera dá a Bela, na animação da Disney (sim, esses são minhas referências para comparação. muito maduro, eu sei). MAS, como na vida real quase ninguém tem uma biblioteca (e, principalmente, quase ninguém tem uma biblioteca como a de Bela), eu estou me contentando com uma estante de parede inteira. Branca. E cheia de livros, com lombadas coloridas e muitas histórias pra dividir. <3
  5. Uma casa com quintal (e piscina). Tenho, aparentemente, 5 anos de idade e nunca aceitei o fato de jamais ter tido a oportunidade de bagunçar em um quintal. Tanto que um dos objetivos de vida meu e do meu marido lindo é, de fato, ter uma casa espaçosa, com quintal, onde dê pra criar a nossa ninhada toda, mais cachorro, periquito, papagaio e cágado (não). Também, assim, se der, queria que essa casa tivesse uma piscina. Porque se tem coisa mais sensacional que piscina em um dia de calor, ainda não me avisaram.

O que vocês acharam? Quais são os seus sonhos? Comentem! 😉