Instagrão

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Da rotina

As últimas do Flickr #1

25 de fevereiro de 2015

Como eu disse aqui no blog recentemente, uma das coisas que eu gostaria de trabalhar mais, no mês de Fevereiro (e nos que virão por aí) é a minha habilidade fotográfica. Adoro fotografia, ganhei uma DSLR recentemente (nada super profissional, mas amo de paixão) e estou aproveitando os raros momentos em que coloco meu nariz pra fora de casa nos fins de semana e feriadões para fotografar e atualizar meu Flickr. Inclusive, se você tem Flickr e quer acompanhar minhas fotos, é só me seguir por lá. No mês de Fevereiro, duas saídas minhas renderam fotos legais: uma mini-viagem para Itamaracá (uma ilha que fica relativamente perto de Recife) e Olinda (cidade irmã e super próxima que eu nunca visito).

Itamaracá eu visitei durante o carnaval e, pra falar a verdade, passei a maior parte do tempo no trânsito e não me refestelando na areia. A visita foi meio frustrante, tinha muita gente na praia (não gosto de praias lotadas, at all), mas quando estávamos voltando, pedi pra Weslley parar próximo da ponte que liga o resto do estado à Itamaracá para eu tirar umas fotos legais. Definitivamente salvou o passeio, já que eram umas 16h (uma horário ótimo pra fotografar), a luz estava linda e tinha uns pirralhos tomando banho no rio. Foi amor real, amor verdadeiro. <3











Já Olinda visitei mais recentemente (sábado passado), depois de unir uma boa dose de coragem no meu coração para sair de casa. Gente, vocês não têm noção da minha preguiça de sair do meu amado santuário chamado quarto nos fins de semana. Saio de boa somente se: for rápido e para comprar algo para algum projeto que eu quero fazer em casa (tipo, uma comida ou um DIY). Mas como era um bota-fora de uma amiga que vai passar 6 meses em Londres, achei que eu não tinha desculpa. Daí aproveitei e levei a câmera a tiracolo, para tirar umas fotos da parte histórica de Olinda, que nunca havia visitado. Terminou que nem fiz uma visita propriamente dita à cidade, porque o dia tava super chuvoso e a gente terminou aproveitando o momento que parou de cair canivetes do céu para correr para o carro e ir embora. Não pude nem aproveitar muito, tirar foto da feirinha, comer tapioca ou aproveitar a luz maravilhosa do tempo nublado (amo).  Eu sei, shame on me. Mas já vi que a cidade rende fotos sensacionais,  por isso planejo voltar muito em breve para clicar mais um pouco! <3

Por Weslley

Por Weslley




É isso, gente! Se quiserem conferir todas, é só me seguir lá no Flickr! (:

Mandy na TV

Mandy na TV: TAG Não Provoque

23 de fevereiro de 2015

A Ana Paula, do Não Provoque, criou uma tag sensacional para falar das coisas que nos irritam nessa vida. E eu fiquei, tipo, COMO QUE NINGUÉM CRIOU ESSA TAG ANTES? Ela é, simplesmente, perfeita para mim, a pessoa mais chata, implicante e resmungona que eu conheço. Por isso, resolvi que essa tag seria completamente errada sem a minha participação, o que me fez gravar o vídeo abaixo um dia depois de descobrir a existência da tag. Obrigada, Ana Paula, por me dar mais uma desculpa pra resmungar da vida, haha!

Quer saber se suas chateações são parecidas com as minhas? Então dá o play!

Opiniões que ninguém pediu

Não faça o que você ama (plus wallpaper)

18 de fevereiro de 2015

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Ou: porque você pode ser feliz sendo caixa da padaria e fotografando nas horas vagas.

Tava aqui, de bouas, lendo um post da Sernaiotto, quando vi o último item da lista dela, que falava ser uma balela essa história de que quem trabalha com o que ama não vai trabalhar nenhum dia de sua vida. E, cara, quis chamá-la pra tomar um chá, abraçar, pedir pra ser amiga. Porque eu não poderia concordar mais, nem se eu quisesse. Porque não é possível. Essa conversa mole de “faça o que você ama” já vem me dando nos nervos há um tempo e por causas muito mais pessoais do que eu gostaria que fosse. As pessoas juram que trabalho vai deixar de ser trabalho só porque você gosta ou sabe muito um determinado skill. Mas deixa eu te contar a boa: não deixa. Inclusive, meter o que tu ama no meio da labuta diária pode matar o seu amor. Pra ilustrar, vamos ao meu causo (não) (talvez) dramático .

Eu era, aos 15 anos de idade, uma jovem que já sabia o que queria fazer da vida. “Eu sei escrever, eu gosto de falar, jornalismo, certo?”, concluí rapidamente, enquanto alguns testes vocacionais me indicavam pra área de humanas – porém, lembro deles indicarem Direito e coisas parecidas. Eu não estava com nenhuma vontade de estudar Direito, uma vez que já tinha enfiado na minha cabeça que seria jornalista de QUALQUER JEITO. E, creiam, quando eu encasqueto com uma ideia, não é pouca teimosia não, é uma multidão de jumentos empacados. Daí, quando chegou o momento, prestei vestibular. Não passei de primeira. Me matriculei num cursinho, estudei my ass off e prestei novamente. Dessa vez passei e pude, enfim, dar início ao que eu havia me decidido tão firmemente por fazer desde pirralha e com poucos neurônios maduros com que contar. E é aí, gente, aí que vem o meu drama. Eu ADORAVA escrever. Adorava, era uma das coisas que eu realmente sabia fazer e fazia sem esforço. Vejam bem, não estou dizendo que não sei escrever agora – de qualquer forma, pontuarei sobre o meus status quo mais pro final do texto. A questão é que eu TINHA uma veia literária. Talvez não boa o suficiente, talvez precisasse de aparas e amadurecimento, mas eu tinha. Só que aí veio a faculdade. E veio notícia, nota, crônica, conto, reportagem, perfil, resenha, crítica e tantos outros gêneros que as pessoas gostam de inventar. E o que era livre, teve de ser moldado, para encaixar naquelas categorias que queriam que eu escrevesse. E, aos poucos, a vontade de escrever, em mim, foi morrendo. Bem como meu amor por jornalismo.

Do meio para o fim do curso, eu já sabia que não queria trabalhar com jornalismo, mas acalentava a ideia de que seria feliz escrevendo para uma revista. Obviamente, esse é um daqueles sonhos longínquos que você sabe que nunca vai rolar, mas que servem para que você não jogue sua moral na sarjeta. Serviu para que eu não achasse que meus 4 anos de estudo foram jogados no lixo, total e completamente, com a minha falta de vontade em trabalhar infinitas horas por dia e receber uma mixaria que não daria sequer para eu comprar pastel, todo dia, na volta pra casa (não que eu faça isso hoje em dia também, mas enfim). Terminei trocando de área, fugindo pra publicidade, porém para a área de produção de conteúdo, que é uma área que eu gosto – mas, por envolver criação, sempre rola uma pressão. Que eu não estava muito afim de sentir e com a qual eu não estava lidando bem, por uma simples razão: fazia MUITO tempo desde a última vez que eu me sentira criativa. Eu sequer sabia o que era isso, mais. Inclusive, muitos de vocês acompanharam os hiatus longos do finado Maçãs Verdes e alguns sabem da minha saída da Revista 21 (que eu amava, mas não conseguia alimentar, por falta de vontade, por falta de inspiração, por falta de mim). Não foi brincadeira e eu jamais me senti tão longe da minha essência quanto quando não conseguia mais colocar meus sentimentos e pensamentos em palavras. Então, quando rolou uma oportunidade de sair da área de conteúdo (e parar de ter que lidar com a minha falta de criatividade diária), para uma área de análise de DADOS (sim!), eu abracei com felicidade essa oportunidade. Abracei feliz e abraço, até hoje, porque apesar de não ter sido o trabalho com que eu sonhei nos meus 15 anos de idade, é um trabalho que me deixa satisfeita e que me ajuda, por incrível que pareça, a recuperar algo que eu achei irrecuperável: meu eu criativo. Vejam bem: meus chefes são legais, meu trabalho era legal, mas estar naquela área me mantinha longe do que, inicialmente, era meu ponto forte. Eu não contava mais com a minha super habilidade. E isso, era complicado, porque aquele skill não era importante apenas para o meu trabalho, mas também para a minha felicidade pessoal.

Por trabalhar em uma área bem diversa do que eu inicialmente fazia – que era, basicamente, escrever – eu comecei a sentir, de novo, a vontade. A vontade de colocar meus pensamentos no papel – ou na tela de um blog. Com toda a liberdade que eu mesma me oferecia. Claro que foi um processo longo – levou, pelo menos, um ano para que eu abrisse esse blog, que tem uma linha editorial BEM mais aberta do que o meu antigo, justamente para não podar nenhuma ideia legal que eu quisesse botar em prática. Eu ainda sofria bloqueios longos e me sentia uma farsa, mas estava melhor do que tinha estado nos últimos 5 anos. Aí, com a abertura desse blog, eu me senti eu mesma como eu não me sentia há tempos. Livre pra criar, livre pra compartilhar, livre pra ser. Tive vontade de escrever sobre tudo, sobre todos – com alguns momentos de calmaria. A minha veia literária, bem, essa ainda não voltou, embora eu esteja calma e despressurizadamente (ha!) trabalhando nisso. Um dia ela volta e, se ela não voltar, tudo bem. Porque, ao menos, recuperei minha vontade de escrever. E, assim, me recuperei.

Então, o que eu digo pra vocês é: não forcem a barra para trabalhar com o que vocês amam. Não achem que isso vai mudar as suas vidas. Parece um conselho ridículo e do contra, mas é o conselho de alguém que quebrou muito a cara com isso. Uma habilidade especial, um hobby, é algo que, algumas vezes, é tão parte de você que é muito perigoso utilizá-lo pra ganhar a vida. É algo que, provavelmente, você não deve disponibilizar a outras pessoas que não a você. É uma afirmação delicada, claro, porque isso funciona para algumas pessoas – mas, a maioria dos casos de sucesso que eu observo é de pessoas que trabalham pra si, e não para os outros (o que ajuda, e muito, já que trabalhar pra si é bem diferente, uma vez você pode escolher com o que se trabalha e como se trabalha). Trabalhar para outras pessoas com as habilidades que te servem, muitas vezes, de válvula de escape, não é uma boa ideia e pode matar o seu gosto por aquele hobby. Afinal, era uma coisa que você fazia livremente, do jeito que você curtia, e agora você vai ter que fazer segundo as ordens de quem paga seu salário. Claro, pode dar certo. Mas pode não dar – e as chances de não dar são bem grandes. Novamente, não aconselho.

Além do quê, essa campanha não leva em conta que há pessoas que simplesmente não têm condições de fazer o que amam profissionalmente e, por conta do ‘do what you love’, acham que nunca vão ser felizes. Vocês acham que isso é justo, quando gostar do que se faz é uma exceção, e não uma regra? E principalmente quando não é um pré-requisito para ser bem sucedido e satisfeito com a vida? Eu não acho. Acho desnecessário e, até, meio errado.

Uma coisa importante, que precisa ser pontuada: você pode ser feliz trabalhando em algo que não é a sua habilidade principal. Acho que ouvi falar que Eistein, quando estava querendo ter ideias, ia trabalhar com algo bem diverso da sua área principal de conhecimento – tipo, lavando pratos, ou coisa assim. Seja verdade ou não, acho que a ideia funciona, porque além de você estar ganhando o seu pão, conhecendo gente legal e aprendendo novas coisas, você também está deixando aquele campo do seu cérebro livre só pra o que você mais ama fazer, e não para o seu trabalho. E isso, gente, não torna o trabalho nem um pouco mais chato e, muito menos, secundário. Lembra que ele é seu único trabalho e o que você ama é seu hobby? Pois é. Você vai se dedicar ao seu trabalho com todo o seu empenho, mas ele continua sendo seu trabalho. Algumas pessoas acham que é preciso amar o que se faz, para ser dedicado ao trabalho. Mas eu acho que não. Acho que o senso de responsabilidade e também a vontade de se sair bem, não importa o que você esteja fazendo, will do the job. Porém, no seu tempo livre, não é trabalho que você vai fazer. Vai ser o que você ama. E eu acho essa divisão entre o que se ama e o que se faz para ganhar a vida maravilhosa. Porque impede que as pessoas tenham a (outra) péssima ideia de que é preciso viver pra trabalhar e não trabalhar pra viver.

Eu, particularmente, adoro o que faço na minha área, analisando dados e distribuindo conclusões – e me sentindo muito Sherlock, algumas vezes. Gente, trabalho é trabalho. Você vai lá, faz amizade, entrega resultados, recebe seus dinheiros, paga suas contas e é isso. Trabalho é algo necessário, mas não é algo que você precisa amar. Gostar, sim. Amar, não necessariamente. Você pode – e deve – amar outras coisas. Não há nenhuma necessidade de amar em horário comercial, porque você pode chegar em casa e fazer o que você ama. Você pode separar o fim de semana para fazer o que você ama. Você pode arranjar um emprego fodástico em que você receba muito e trabalhe pouco e tenha ainda mais tempo pra fazer o que você ama. Do seu jeito, no seu tempo. Como deve ser.

Minha dica? Não se martirize mais com essa bobagem de fazer o que se ama. Se você trabalha com o que ama e é feliz assim, ótimo, ponto pra você. Mas, se não, procure algo que você saiba fazer, que lhe ofereça um salário razoável, uma qualidade de vida decente e um ambiente de trabalho tranquilo. E vá lá, dê o seu melhor, tendo sempre no seu coração a chama da sua paixão, que pode ser música, literatura, pintura ou bancar a Ana Maria Braga nas horas vagas. Você vai ser feliz. Eu, pelo menos, estou sendo.

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Fiz alguns wallpapers, inspirada pela ideia de não fazer o que se ama para ganhar a vida e estou disponibilizando para vocês. Para baixar, basta clicar na imagem! (:

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Da rotina Listas

5 coisas que eu quero aprender – Fevereiro/15

16 de fevereiro de 2015

Coisas que quero aprender

Fevereiro já vai pelo meio e vou mandar a real pra vocês: tá um mês super preguiçoso. Infelizmente, nem de longe tão cheio de realizações quanto janeiro – já vi que, por exemplo, não vai rolar essa boquinha de ler 5 livros de novo. Mas obviamente que não estou satisfeita com essa lerdeza da minha pessoa e resolvi que preciso me movimentar. E acho que nada melhor pra dar uma levantada no ânimo do que novos aprendizados, né? Daí resolvi eleger cinco coisas legais que eu gostaria de aprender esse mês e levantar minha moral, comigo e com a galera. Acho 5 uma quantidade aceitável de coisas a aprender, principalmente levando em conta que metade do mês já foi embora. Vamos à lista?

  1. Yoga. Esse ano tentei empolgar com a academia, mas foi um fail tão grande que tô até agora no chão, tentando me recuperar da vergonha que eu mesma me faço passar toda vez que tento me engajar nessa porquêra. Fui 3 semanas, paguei dois meses – apenas uma história que se repete. Entretanto, tô sentindo falta de fazer alguma coisa, mas odeio a ideia de chegar em casa às 22h porque tenho uma atividade extracurricular depois do trabalho.  Daí me veio a ideia de tentar o desafio de 30 dias de Yoga já que: a) sempre quis fazer Yoga; e b) não preciso sair do meu adorável quartinho para colocá-lo em prática. Já fiz o dia 1, vamos tentar manter um ritmo. Não digo que farei todos os dias da semana, mas uns 3 já seria uma vitória.
  2. Fazer minhas próprias unhas. Faz muito tempo que não vou na manicure (preguiça + falta de dinheiro) e até tento, de vez em quando, sem muita coragem, dar um jeito nas minhas unhas. Mas nunca dá muito certo e eu termino ficando meio desanimada. Entretanto, esse finde assisti a um vídeo da Camila Coelho fazendo as próprias unhas e pareceu algo que eu conseguiria dominar com o tempo. Tentei a primeira vez pouco depois de assistir o vídeo e até que não deu tão errado. Daí quero me propor a continuar praticando, durante esse mês. É meio que terapêutico e dá um orgulhinho ver suas unhas bem-feitas (ainda mais quando foi você que fez).
  3. Caligrafia/Hand Lettering. Uma das coisas que eu mais quero aprender é hand lettering/ caligrafia. Acho bonito, acho inspirador, acho maravilhoso e é um dos skills que mais invejo nas pessoas. Daí resolvi me inscrever em algumas aulas no Skillshare e ver se alguma coisa é absorvida pela minha massa cinzenta. O resultado vocês devem ficar sabendo por aqui. (:
  4. Fotografar melhor. Ainda no Skillshare, também me inscrevi em algumas aulas relacionadas à fotografia. Ainda não sei se realmente vão me ensinar alguma coisa nova, mas vamos esperar que sim, né?
  5. Comer bem. Ultimamente tenho adoecido bastante – nada desesperador, mas tudo bem chateante, porque nunca é bom ficar doente, né? Por isso, creio que algumas mudanças no meu estilo de vida são necessárias, especificamente no que eu como. Infelizmente, eu AMO comer porcaria. Hambúrguer, coxinhas, refrigerantes, coisas que envolvam massa folhada, pastel, chocolate, sorvete, etc. São coisas que fazem parte do meu dia a dia e, porque não, da forma como a minha personalidade foi formada. Tenho na minha cabeça que a vida não vale à pena se a gente não pode comer o que quer, mas claro que esse é um pensamento incorreto. A vida é muito mais do que poder beber coca-cola todos os dias. Preciso e devo mudar alguns hábitos alimentares e, para isso, pretendo ler alguns livros sobre o tema – dei uma leve pesquisada no Goodreads e achei algumas boas opções, mas se vocês tiverem algum para indicar, deixem nos comentários, ok?

É isso, gente! E vocês, têm alguma dica ou querem aprender alguma coisa nesse mês? Comentem!

Compartilhe o amor Listas

Compartilhando o amor: ideias incríveis para decorar seu local de trabalho

11 de fevereiro de 2015

Créditos: ALO

 

 

Quarta-feira é um dia tão chato, né? Muito longe do fim de semana e ainda não próximo o suficiente da sexta-feira, argh! Por isso, vim trazer uma pausa bem-vinda para essa chateação, com os links mais legais da última quinzena. Hoje tem inspiração pra home-office, dica de como organizar os e-mails e um post muito válido sobre ter um relacionamento longo desde jovem, entre outras coisas amor. Vem, gente!

  1. Achei MARAVILHOSA essa ideia de transformar coisas normais e relativamente sem-graça com papel adesivo que imita mármore. Esse é o DIY de um porta-revistas, mas acho que dá pra fazer com praticamente qualquer coisa. <3
  2. Um post super inspirador com várias ideias legais para decorar o seu local de trabalho. Todas as ideias são tão sensacionais que eu definitivamente guardarei esse link para quando me mudar pro meu cantinho e estiver precisando de ideias para o meu home-office. (:
  3. Karen Bachini deu a dica e, gente, que bom que não estou sozinha: pode usar gilete na cara, sim! Pra mim, passar a lâmina nos meus pelinhos – que são fininhos, mas incomodam – é MUITO mais prático, porque: a) eu não sinto dor; b) eu não lido com alergias; e c) meus pelos crescem do mesmo jeito de quando eu faço com cera. Então, sim, gente, acho besteira essa nossa frescura em usar lâmina de barbear, uma coisa que pode tornar nossa vida tão mais prática.
  4. Não sou mãe, mas pretendo ser. Por isso, acho que todas nós (as mães, as que pretendem e as que não pretendem, mas dão uma julgadinha de leve na colega) devia assistir esse vídeo. Sempre achei burro esse negócio de ficar julgando como uma mãe cria seu filho, mas realmente é algo que sempre termina acontecendo. O importante é lembrar que não importa se a mãe cria o filho no peito ou no leite em pó, ela sempre estará pensando no melhor pra ele.
  5. Parede de lousa, quem ama, quem ama? Pra todos vocês que levantaram a mão desesperados, olha o DIY que a Gabi fez no apê dela (super simples e com contact).
  6. A Sernaiotto dividiu no blog dela uma dica muito legal para mimar nosso público e conseguir mais fãs: os freebies. Chequem o post dela, absorvam as dicas, mas não deixem de colocar sua personalidade nisso, ok?
  7. Todo mês tem Dress Your Tech no Design Love Fest e eu sempre vou checar e ver qual os wallpapers do mês. No último post publicado na categoria, tem uma opção muito linda com a frase Is Cool to be Kind. Muito Ser Gentil é Legal, né? <3
  8. Carrie escreveu um post muito legal, falando sobre ser jovem e estar em um relacionamento sério e longo. Já tive vontade de escrever sobre isso tantas vezes e, gente, fico feliz que alguém escreveu. Eu ainda adicionaria outros pontos (até porque a realidade de uma londrina que cresceu com o namorado é diferente da minha), mas vale muito a leitura. Uma coisa irritante e que pelo visto não aconteceu só comigo: “mas você vai perder tudo de legal da faculdade!”. Gente, NÃO HÁ NADA MAIS LEGAL QUE O AMOR. Bjs.
  9. Eu particularmente não tenho grandes problemas com e-mail, mas há quem tenha – e não são poucas pessoas que os têm. Daí que essa designer dividiu um post muito legal sobre como ela lida vitoriosamente com o e-mail dela e acho que vale pra todos que sofrem com uma caixa de entrada abarrotada.

O que vocês acharam dos links? Deixe sua opinião nos comentários! (: