Instagrão

  • Daqueles cantinhos que voc descobre e guarda no corao
  • casualmente being lra na timelinha de vocs curlyblond
  • tudo muda menos minha vontade de conhecer todas as cafeteriashellip
  •  sempre especial te reencontrar rafaellasouzar! E ainda mais conhecendohellip
  • Chewie se perguntando porque foi que a gente parou schnauzer
  • Que equipe incrvel que experincia massa blackfriday
  • hey ho lets go
  • meu companheiro de bingo que me ganhou 1 ventilador casalradical
Ser Gentil é Legal

30 dias de gentileza

19 de Março de 2015

Todo mundo sabe que ser gentil é legal, mas algumas vezes esquecemos disso no nosso dia-a-dia. Principalmente quando bate aquela TPM horrorosa e a gente não consegue sequer ser legal com a gente, que dirá com as pessoas que nos rodeiam. Mas a gente deve sempre tentar, né?

Por isso, resolvi trazer pra vocês os 30 dias de gentileza. A ideia é fazer uma coisinha dessa por dia, pra fazer com que ser gentil se torne um hábito. Uma regra, e não uma exceção.  A maioria das coisas é super simples e requer apenas um pouco menos de egoísmo da nossa parte, outras são um pouco mais trabalhosas. Você não precisa fazê-las na ordem, porque obviamente algumas delas precisam da oportunidade para fazê-la. Minha dica é: ande com a listinha com você (no seu celular, por exemplo), leia-a de vez em quando e esteja sempre alerta para a oportunidade de ser gentil com alguém. Pelo menos, é assim que eu vou trazer esse dias de gentileza para a minha vida. Ah, se rolar algo fotografável nesses 30 dias, publica no Instagram e usa a hashtag #30diasdegentileza, só pra eu acompanhar o amor? Queria muito ver o mundo mais gentil por aí. <3

Vamos à listinha? Você também pode fazer o download dela em PDF aqui.

  1. Segure o elevador para alguém;
  2. Deixe a pessoa com  menos compras passar na sua frente, no caixa do supermercado;
  3. Ensine algo para seus pais ou seus avós;
  4. Transforme críticas destrutivas em críticas construtivas;
  5. Dê um bombom para alguém que parece estar precisando;
  6. Prepare a janta pra quem sempre a prepara pra você;
  7. Elogie alguém;
  8. Utilize um dom seu a favor dos outros;
  9. Passe um dia sem xingar;
  10. Deixe um comentário legal em um blog/vlog;
  11. Sabe aquela coisa da qual seu pai/mãe/irmão/bofe sempre reclamam? Não a faça, por um dia;
  12. Pague suas contas pelo internet banking do seu banco (assim você não atrapalha as pessoas que estão precisando do caixa pra coisas que só podem ser feitas neles, como saques e depósitos);
  13. Envie uma cartinha pra um amigo que mora longe;
  14. Dê o lugar no ônibus para alguém que pareça mais cansado que você (não vou nem comentar idosos e grávidas aqui, porque isso não é gentileza, é bom senso);
  15. Pratique o bom dia, boa tarde e o boa noite, distribuindo-o por todos os lados, pra todas as pessoas;
  16. Sabe aquela pessoa que sempre faz café na firma? Dê um dia de descanso pra ela e faça o café (ponto extra se levar uma canequinha fumegante pra essa pessoa linda, que enche sempre o dia de todos de cafeína);
  17. Escute o desabafo de alguém sem julgar, sem tomar partido e sem tentar resolver o problema da pessoa. A não ser que a pessoa peça uma direção, porque muitas vezes a gente só quer colocar pra fora;
  18. Alegre a mesa de alguém com um arranjo de flores;
  19. Se ofereça para ajudar alguém com uma matéria que você domina;
  20. Faça a comida favorita de alguém especial;
  21. Pague o almoço/jantar de alguém;
  22. Faça uma mixtape/playlist para animar o dia de um amigo;
  23. Não discuta religião, futebol nem política. Com ninguém;
  24. Ajude nas tarefas domésticas da sua casa. Se você já ajuda, faça uma tarefa que algum familiar não gosta de fazer;
  25. Seja gentil com meio ambiente, de todas as formas que forem possíveis pra você;
  26. Faça uma limpa nas suas coisas e doe as que não precisar mais;
  27. Dê carona pra alguém;
  28. Perdoe algum ressentimento, mesmo que a pessoa em si não tenha pedido perdão. Alimente só bons sentimentos;
  29. Compartilhe com seus amigos algo muito maravilhoso, que você descobriu e guarda só pra você. Pode ser um blog legal, uma banda, um artista, um livro;
  30. Compartilhe com algum dos seus amigos a razão pela qual ele é tão especial na sua vida.

O que acharam? Vão participar? Têm outras dicas para ser mais gentil no dia a dia? Deixem no comentários!

Esse post faz parte da campanha Ser Gentil é Legal.

Opiniões que ninguém pediu

Pare de se importar – e vá viver

11 de Março de 2015
Créditos: Michel Savage

Créditos: Michel Savage

De uns tempos pra cá, venho notando algo muito incrível: estou me importando menos. Com tudo, menos com o que tem valor pra mim (o que, se você for checar, não chega aos 10 dedos da sua mão). I couldn’t care less é uma expressão que adotei pra minha vida, porque, na realidade, é bem por aí mesmo. Pessoas explodindo, tendo ataques de raiva e, eu, muito diva, pensando no que vou comer na hora do jantar. Parece sonho, mas é a realidade.

E daí que desde que adotei esse ‘estilo de vida’, fico exasperada quando vejo pessoas perdendo o rebolado por causa das coisas mais inúteis do mundo. Não vale a pena, não vale o estresse, não vale o drama. Por isso, vim aqui dar o meu recado porque, apesar do meu novo lema, dividir descobertas ainda é algo que eu amo, mesmo sabendo que não é lá muita gente que vai ler isso aqui.

A gente gasta uma quantidade absurda de energia em coisas que, simplesmente, não merecem tanta atenção. Eu, particularmente, costumava me doer por toda e qualquer coisinha que me dissesse respeito mesmo que infimamente, o que me fazia perder tempo e paciência em tanta situação desnecessária, que hoje eu me pergunto onde que eu tava com o juízo. “Nossa, mas aquela moça escreveu algo muito ridículo e com o qual eu não concordo na timeline dela, vou lá comentar e fechar com a cara dessa ousada” ou “Mas meu Deus, aquele cara do Café foi super grosso comigo, vamos pensar no que eu fiz para ele ser grosso, sem cogitar que, possivelmente, ele só acordou de mal com a vida ou coisa assim” e ainda “Meu Deus, teve aquele dia que eu falei X e eu deveria ter falado Y, vamos pensar obsessivamente no quanto eu sou uma loser nessa vida”. Esses são apenas alguns exemplos de algumas perdas inestimáveis de energia, que eu simplesmente não aceito mais. Porque, gente, a vida é só uma, é curta, e eu quero gastá-la com as coisas certas.

Ser hipersensível é exaustivo. É trabalhoso. E é totalmente desnecessário. Se doer por tudo é algo que requer uma quantidade de horas que, se você pensar direitinho, você não dispensa nem para os seus hobbies mais queridos. Por exemplo: enquanto você está lá, se estressando com o chefe que chegou de mau humor (porque ele é um ser humano e acorda de mau humor, algumas vezes, just because), pensando no que você pode ter feito para ele estar com cara feia pro seu lado (quick answer: nada), você podia estar trabalhando. Enquanto você se exaspera com o vizinho fofoqueiro que parece não ter nada de mais interessante pra fazer além de falar da sua vida, você poderia estar brincando com seu cachorro. Enquanto você resmunga com o seu namorado por causa de alguma paranoia louca que você criou no mundo das suas ideias por causa de algo simples como, sei lá, demorar um pouco pra responder no chat, você poderia estar fazendo amor. Vê? Um milhão de coisas mais importantes e interessantes pra fazer e você tá aí, jogando tempo e energia fora, pensando/fazendo besteira.

Não culpo ninguém porque, como eu disse, não faz tanto tempo assim que eu mesma me desgastava imensamente em todo tipo de coisa minúscula e ridícula. E é fácil entrar nessa vibe, porque essa é a lógica do mundo atual, né? Ninguém tira nada por menos, as pessoas acham que a opinião delas é a última Coca-cola gelada do deserto e que elas precisam esfregá-las na nossa cara sempre que possível – de preferência, deixando claro que a nossa opinião é errada. Quando você menos espera, você está puto da vida com alguém por causa de uma conversa que girava em torno do BBB (true story). E chega em casa sem coragem de fazer nenhuma das coisas que você ama, porque você gastou tudinho onde não devia.

Então, o que fazer? Não temam, porque eu vou fazer um passo-a-passo fácil de acompanhar, só porque eu amo listas e sempre que há a chance d’eu fazer uma lista, eu faço (my blog, my rules). Vamos lá, que são só três passos simples:

  1. Aceite que você não é tão importante assim. Eu acho que o primeiro passo é se deslocar dessa ilusão onde somos o centro do universo e tudo o que pensamos importa. Porque, NOVIDADE: é uma ilusão. Não sei se alguém contou pra vocês, mas: o mundo não para de girar se você não compartilhar sua opinião sobre aquele assunto super importante e life changing (exemplo: o que as pessoas postam ou deixam de postar em seus blogs) no post do coleguinha. Nem tudo É sobre você, gata. As pessoas têm suas próprias vidas e preocupações e, como diria a autora de Adulting (livro meio auto-ajuda, mas que estou amando imensamente), você não é um special snowflake. Aceita, porque além de doer menos, te poupa de uma canseira que você nem sabe. A partir do momento em que você para de se iludir achando que é o centro do universo e que tudo nessa vida foi feito para tornar sua existência mais fácil ou difícil, tudo fica tão mais simples. Juro! Você para de se preocupar com o que as outras pessoas vão pensar se você fizer X, porque você chega à incrível conclusão que a) provavelmente elas não vão pensar nada, porque a vida delas é um pouco mais além de orbitar ao seu redor e b) vocês está POUCO SE LIXANDO se elas pensam alguma coisa ou não, porque a sua vida é um pouco mais além de orbitar ao redor das pessoas.
  2. Não leve para o pessoal. Esse passo casa com o passo acima – você não é o causador de toda alegria e tristeza desse mundo, porque você NÃO É tão especial assim. Portanto, se alguém for grosso com você sem explicação visível, não leve para o pessoal. Algumas vezes a pessoa pode estar passando por uma situação tensa na vida pessoal e simplesmente está descontando em um desavisado que teve a audácia de cruzar o seu caminho. Let it go. Não gaste sua energia com os estresses alheios.
  3. Deixe as outras pessoas em paz. O que os outros fazem não é da sua conta. Não te diz respeito. Não te interessa. A opinião é deles. O gosto musical (errado) é deles. A preferência (duvidosa) por filtros no Instagram é deles. Não é sua. Vá viver sua vida, pare de enfiar seu nariz onde não deve (fechei com a sua cara, né?).

É isso, gente. Basicamente: aceite que você é um grão de areia nesse deserto da vida e que os outros grãos de areia têm mais o que fazer do que tomar conta da sua vida. E que você também tem mais o que fazer do que tomar conta da vida dos outros. Simples? Não. Necessário? Sim. E, além de tudo: possível. Eu estou falando com vocês do outro lado do véu e digo: há vida além de ficar se trocando nos comentários do Facebook ou se aterrorizando por causa de hipóteses malucas que você criou na sua cabeça e que sempre começam com alguém se importando demais e você se dando mal.

Acredite: ninguém liga pra o que você fez no verão passado (quer dizer, aquele bronzeamento artificial ficou mesmo uó, mas sério, não), todo mundo está pensando nos seus preciosos umbiguinhos – assim como você mesmo, quando acha que todo mundo liga pra você. Então pare de se importar.

E comece a viver.

Da rotina Listas

5 coisas que eu faço quando estou me sentindo pra baixo

9 de Março de 2015

Créditos: Uraran Momo

Todos nós temos nossos dias, né? Aqueles em que levantar da cama parece incorreto, que tudo está fadado a dar o mais errado possível, porque a nossa realidade é apenas um reflexo do que sentimos dentro de nós. Dia desses tava numa bad vibe e tive essa ideia de dividir com vocês o que eu faço quando estou me sentindo de mal comigo e com o mundo. A gente pode até achar que nada dá jeito naquele momento negativo nosso, mas algumas ações podem, sim, fazer com que a gente, aos poucos, vá entrando nos trilhos de novo.

Então, vamos à listinha:

  1. Organizo e limpo tudo. Pra mim, é muito mais difícil me sentir bem se o meu ambiente estiver desarrumado e sujo. Preciso de alguma ordem do lado de fora, para que o lado de dentro se ajeite também. Portanto, sempre que não estou me sentindo muito bem, faço uma faxina, jogo coisas inúteis fora, limpo, troco os lençóis da cama, reorganizo minha escrivaninha, revejo minha finanças, etc. Qualquer coisa que me faça sentir no controle da minha vida.
  2. Me arrumo. Algumas vezes, quando se está chateado, a pior coisa que se pode fazer é não tentar melhorar o astral. Quando a gente sai de casa se sentindo um bagulho (e SENDO o bagulho), é certeza que o nosso humor certamente não vai mudar pelo resto do dia. Pelo menos, é verdade comigo. Apesar de exigir um esforço sobre-humano e não fazer nenhuma diferença right away, me arrumar direitinho dá aquele up que a nossa auto-estima precisa nesses dias. Venhamos e convenhamos, se não nos sentirmos orgulhosas por um delineado bem-feito, não sei o que nos fará nos sentir assim.
  3. Medito. Meditação é minha recém descoberta paixão. Liberar a mente do pensamentos ruins é meu novo passatempo favorito. Ainda não medito por muito tempo – baby steps, baby steps – mas o tantinho que tenho feito já me ajudou bastante.
  4. Faço algum trabalho manual. Desenhar, cozinhar, lavar os pratos da cozinha – qualquer trabalho manual ajuda. Tem momentos que precisamos de uma prova FÍSICA da nossa utilidade no mundo e é aí que fazer algo com as próprias mãos entra. O único problema é quando a gente tá realmente sem coragem de fazer nada. Aí é quando entra o quinto item dessa lista, que é:
  5. Sento e espero passar. Tem horas que a gente simplesmente está sem energia pra lidar com o mundo – que não é nada fácil, principalmente pra quem é introvertido. Sempre que eu tenho vontade (e posso), fico na minha, lendo um livro, vendo alguma bobagem na TV ou, mesmo, olhando pro teto sem fazer absolutamente nada. Apesar da eterna culpa que nos atormenta depois de passar um tempinho no ócio, algumas vezes é desse ócio mesmo que a gente está precisando.

E vocês, o que fazem quando estão se sentindo meio down? Compartilhem comigo!

Da rotina Resumão

Resumão de Fevereiro/15

2 de Março de 2015

Resumao Fevereiro

Em comparação com Janeiro, Fevereiro foi um mês bem mais devagar. Faltou disposição, faltou vontade e sobrou ansiedade. No fim das contas, acho que o saldo foi positivo, mas definitivamente foi por pouco.

Na vida: Visitei dois restaurantes novos.Tive domingos produtivos. Aprendi um jeito sensacional de fazer petit gâteau – e fiz duas vezes lá em casa. Comecei uma nova rotina de cuidados com a pele, receitada pela minha dermatologista e minha pele melhorou bastante, deixando de ter espinhas com tanta frequência (e, como não tem nada de tão extraordinário nela, depois dividirei com vocês). Encontrei mensagens antigas minhas e de Weslley no gtalk e quase morri de amor. Pedi por paciência, a Deus, porque algumas vezes realmente dá vontade de tomar atitudes drásticas. Esqueci quase que completamente do #mandysgratitude – mas pretendo voltar em março! Comprei uma bolsa, uma birken, algumas blusas, um short e um maiô. Recebi, finalmente, todos os livros que pedi no Book Depository. Falhei miseravelmente no desafio de não usar cartão de crédito. Comprei Orgulho e Preconceito e Mansfield Park.  Senti saudade de Londres. Chewie continuou destruindo os tapetes higiênicos e tudo mais ao seu redor, o que me fez decidir parar de comprar tapetes higiênicos e castrá-lo. Tomei corticóide pela primeira vez na vida e passei uma semana sem dormir e com um nervinho pulsando assustadoramente na pálpebra do olho. Parei de tomar e continuei tendo problemas para pegar no sono. Tomei chás, tomei suco, tomei leite quente, tomei banho quente, tomei calmante natural. Resolvi fazer yoga e meditação e, finalmente, depois de muitas noites de insônia, consegui acalmar a mente e pegar no sono. Me estressei com a Caixa. Me estressei com a Cultura. Me estressei a Kobo. Meus sogros e minha cunhada sofreram um acidente de carro – mas graças a Deus, ninguém se feriu seriamente. Passei um bom tempo atualizando meu tumblr. Quis que meu cabelo crescesse logo, para eu poder usar todos os coques maravilhosos do mundo. Fui chamada de gorda. Tive infecção urinária. Tive gripe. Tive crise de rinite e sinusite. Almocei com livros. Assisti 50 tons de cinza – e achei seriously bland. Assisti O Jogo da Imitação e achei sensacional. Lancei polêmica, dizendo que gostava mais do Mr. Darcy do filme Orgulho e Preconceito. Fiz a blogayra de moda e fotografei dois looks meus. Tive muita preguiça nos primeiros 15 dias do mês. Terminei apenas 1 livro, O Bicho-da-Seda – mas tenho vários na metade, a finalizar. Passei um milhão de anos em um engarrafamento para ir para a praia, no carnaval. Decidi aprender coisas. Saí e fotografei. Tive uma TPM horrorosa, onde tive pouca/nenhuma coragem de me arrumar ou socializar. Comecei a praticar caligrafia e ela se tornou, durante o mês, uma terapia. Voltei a escrever no meu journal. Me coloquei num shop ban. Tomei chá gelado homemade. Descobri sorvete de banana perto do trabalho – desnecessário dizer que lanchei duas vezes na semana lá. Comecei a ler Comer Rezar Amar e, apenas, apaixonada. Chewie foi castrado e, apesar de ter ficado molinho no primeiro dia, já estava bem melhor depois.  Comprei uma massa pra fazer bolo de chocolate, mas desisti de fazer porque só de pensar em somar o calor de Recife com o do forno, já dava um desânimo. Tomei banho 800 vezes por dia – quando podia. Esperei ansiosamente pelas águas de março.

No blog:

  1. Mandy na TV: como é ter um schnauzer?
  2. O que eu li em Janeiro;
  3. Mandy na Cozinha: Petit Gâteau de 8 minutos;
  4. Resumão de Janeiro/15;
  5. Compartilhando o amor: ideias incríveis para decorar seu local de trabalho;
  6. 5 coisas que eu quero aprender – Fevereiro/15;
  7. Não faça o que você ama (plus wallpaper);
  8. Mandy na TV: TAG Não Provoque;
  9. As últimas do Flickr #1;
  10. Keep Calm (& Tech): 5 apps para Yoga e Meditação (plus wallpaper);

E vocês, como começou – finalmente – o ano de vocês?

Da rotina Listas Tech

Keep Calm (& Tech): 5 apps para Yoga e Meditação (plus wallpaper)

27 de Fevereiro de 2015
PEACE

Baixe o wallpaper aqui.

Daí que faz um milhão de anos que eu tento me acalmar e ser uma pessoa mais centrada e relaxada, sem nenhum sucesso. Mas sabe como é esse meu tentar, né? Passo uma semana tentando me controlar, pra depois explodir em algo e aceitar que esse é o meu jeito mesmo – “tem gente que é mais calma, tem gente que é mais estressada, a vida é assim”. Só que isso não é bem verdade.  E 2015 já começou me deixando várias noites sem dormir, certamente com o intuito de jogar a realidade na minha cara: eu não estou tomando conta corretamente do meu corpo e eu deveria tomar vergonha na minha cara de ser assim.

Eu, que nunca tinha tido problemas para desmaiar quando colocava minha cabeça no travesseiro, comecei a rolar na cama, mesmo sem nada importante com o quê me preocupar. Se fosse na época do casamento, eu até entendia, mas agora? Não faz sentido nenhum. E, depois de muito me estressar, resolvi mudar algumas coisas no meu lifestyle. Melhorar a minha alimentação, diminuir algumas atitudes negativas e começar, finalmente, a meditar e fazer yoga. Sempre tive curiosidade sobre esses dois e eu tenho a seguinte opinião, gente: se você tem muita vontade de uma coisa, você deve testá-la, porque chances are de que essa coisa possa ser algo que realmente está faltando na sua vida. E daí que ontem, depois da minha primeira sessão de meditação e segunda de yoga através do meu smartphone (ah, a tecnologia!), dormi bem melhor.

E eu decidi que, mesmo que eu não tenha resultados tão gritantes (fora o fato d’eu ter amado fazer ambas as coisas), eu queria dividir com vocês as fontes que achei para meditar e fazer yoga sem gastar (muitos) dinheiros e sem sair de casa – eu sei, sensacional. Vamos às minhas indicações (devo dizer, logo, que são todas em inglês, porque infelizmente, os apps mais legais são os gringos):

Headspace [Android e IOS]: Esse é um aplicativo muito legal, com um nome muito interessante e uma proposta visual clean e fofa. Vocês já sabem que o que me fez baixar esse aplicativo foi o visual dele, né? Não resisto a aplicativos fofinhos! De qualquer forma, ele é um aplicativo de meditação guiada – acho que, no momento, o único tipo de meditação que consigo fazer. Você, ao baixá-lo, tem direito ao programa de iniciação, que é composto de 10 fases, 1 a cada dia, durando 10 minutos, cada. Depois, você pode comprar a assinatura deles (a mensal custa $12), para ter acesso a todos os programas dele, que vão desde meditações guiadas para incentivar a criatividade até aquelas com o objetivo de melhorar a saúde.

Daily Yoga [Android e IOS]: O Daily Yoga traz vários programas legais – e gratuitos -, ensina poses, te dá a opção de escolher treinos na duração desejada e também de escolher as músicas que você quer ouvir durante seu treino. Alguns treinos são pagos e você pode desbloqueá-los através do próprio app,  por R$12,71 por mês. Os treinos são através de vídeos, sendo relativamente fácil acompanhá-los. Só cuidado para não escolher nenhum treino muito avançado, porque há posições realmente difíceis – o que é aquela plow pose, GENTE! -, mas de resto é bem legal.

calm

Calm [Android e IOS]: Esse é, a exemplo do Headspace, um aplicativo voltado para a meditação.  Adorei as opções de programas deles (tem pra dormir bem, pra ansiedade, para perdoar, etc) e as opções de fundos musicais e visuais (24, ao todo, mas sou rain foreviz) e adorei, ainda mais, o valor da assinatura deles ($2,99, por mês, e $9,99 POR ANO. SIM!). Há sessões guiadas e não guiadas e a duração delas começa em 2 minutos. Sério, quem não tem DOIS MINUTOS para meditar. Pois é, esse app: <3

Yoga.com [Android e IOS]: Esse app é muito parecido com o Daily Yoga, só que conta com um visual mais bonito – na minha opinião – e também com ilustrações das poses, mostrando os músculos que cada posição trabalha. Tem 37 opções de programas, entre gratuitos e pagos, e custa R$4,03 (da última vez que chequei) para desbloquear o conteúdo premium no celular, o que eu achei bem em conta.  Tem o downside de você ter que baixar o vídeo dos programas toda vez que você vai fazê-lo, mas tem o plus de ter acesso multiplataforma – o que quer dizer que você pode acessar do seu celular, do seu tablet e do seu computador (mas, para isso, você precisa ter a assinatura premium, que já é um pouco mais salgadas, $9,99). Em relação ao treino, achei o do Daily Yoga mais instrutivo, uma vez que é em vídeo, e não em slideshow. Mas, pra quem já é mais avançado, pode ser uma boa opção.

Do You Yoga [Canal no Youtube]: Ok, eu meio que roubei nesse – não é um app, e sim um canal no Youtube. Porém, você pode acessá-lo do celular e é isso que interessa, certo? Esse canal é muito legal e apresenta dois desafios MUITO válidos: um de 30 dias de yoga e um de 30 dias de meditação. Também tem outros vídeos ensinando algumas poses específicas. Gosto muito do canal e da instrutora de yoga, embora ela fale meio rápido, mas c’est la vie, né? No fim, o que a gente precisa é entender o básico e imitar o que ela faz, então tá valendo.

 Essas foram minhas escolhas! Curtiram? Já usaram algum desses? Têm algum pra indicar? Deixem suas opiniões nos comentários! 😉