Amanda Arruda - Lifestyle, Decoração, Livros e Feminices - Página: 14
Opiniões que ninguém pediu

Pra parar de ser um control-freak

Créditos: Jeffrey Chung

Créditos: Jeffrey Chung

Olá, gente, meu nome é Amanda e faz 10 minutos que eu não tento controlar alguma coisa. Sim, eu sofro de um mal epidêmico chamado control-freakiness (termo que acabei de neologizar, mas eu sei que é velho amigo de todos nós), que faz a gente querer controlar coisas controláveis e incontroláveis – ou: tudo. Não quero que nada dê errado, não quero ter problemas, não quero sofrer. E, por isso, tento organizar, checar e re-checar cada área da minha vida, com cuidado, avaliando riscos e cortando o que pode me render más experiências.

É exaustivo, é estressante e é: inútil. Porque não importa o que a gente faça, não tem como a gente controlar o resultado das coisas. A gente, obviamente, pode dar uns empurrões na direção certa – mas, a vida, ela faz o que ela quer. É como se a nossa existência fosse uma padaria e nossas experiências fossem pãezinhos, fabricados diariamente. Nós podemos fazer tudo controladamente e do mesmo jeito, mas: nenhum pão é igual. Assim como, não importa o quanto tentemos, nenhuma experiência nossa será exatamente igual ao que pensamos e projetamos que ela fosse ser.

Eu sempre achei que pensar nos planos A, B e C com toda a antecedência do mundo era um traço positivo meu. Queria dizer que eu era uma pessoa proativa, que pensava à frente e contava com os imprevistos do futuro. E acho que esse tipo de comportamento pode até ser interessante, medianamente, em algumas áreas da nossa vida. Porém, de forma geral, pensar assim o tempo todo é apenas uma tremenda falta de confiança no mundo, no universo, no que a vida reservou pra nós. Essa maneira de pensar, que a vida sempre vai armar uma “cilada” para gente e que a gente já tem que estar preparado pra não cair nela e não se estabacar no chão é algo que pode ser interessante, sei lá, no nosso trabalho (de forma, repito, mediana), mas no dia-a-dia é algo que não faz tão bem, porque: se você não quebrar a cara de vez em quando, como é que você vai aprender?

“Pela experiência dos outros”, você pode dizer. Acontece que:  ninguém aprende pela experiência dos outros. Pelo menos não os skills da vida. Ninguém aprende a ser mãe sabendo como as outras mães são. Ninguém aprender a limpar um vaso sanitário se nunca tiver tido que esfregar um. Ninguém manja os paranauês de andar de ônibus se não tiver utilizado o transporte público de sua cidade. Enquanto há experiências que realmente a gente pode e deve cortar da nossa vida porque não batem com o nosso estilo de vida (na minha opinião, por exemplo, drogas não são uma experiência necessária e, portanto, não quero experimentá-las), há aquelas que, mesmo que o resultado seja ‘negativo’, ele será positivo – porque você aprendeu alguma coisa.

Por isso o que eu acredito é que, com uma outra exceção, não existe esse negócio de má experiência. Toda experiência é válida e o medo e a nossa psicose controladora não nos deve nos impedir de viver o que queremos. Lembra quando a gente era criança e brincava de todas as brincadeiras de correr, independentemente do fato de que poderíamos cair e nos machucar? A verdade é que: o que é um machucado perto da diversão e felicidade que a brincadeira nos trazia? O que é um coração partido perto da empolgação de se apaixonar? O que é uma noite em claro perto da maravilha de se ter um filho? O que é a vida inteira, comparado a alguns tropeços e erros no caminho?

Pesar sempre prós e contras e descartar sonhos porque já achamos que não vai rolar é algo que vira rotina, quando pensamos desse jeito. E tudo isso porque não queremos perder tempo. Não queremos errar. Queremos seguir um fluxo perfeito, organizado aos detalhes, que só existe no mundo das nossas ideias. O que não paramos pra pensar é que: se não podemos ‘perder tempo’ com nossos sonhos, com o que mais deveríamos? Se não podemos nos vulnerabilizar para atingir coisas que desejamos, saindo da nossa zona de conforto, de que outra forma a vida deve ser vivida? Se não for pra ir atrás do que desejamos e confiar que a vida vai nos dar o que nos for de direito, de que outro jeito seremos verdadeiramente felizes?

Confiar, gente. Confiar é a palavra. Vamos confiar um pouco mais em na vida. No universo. Em Deus, se você acreditar nele. E, sim, vamos confiar um pouco mais em nós. Somos de carne e osso, não de cristal. A gente se machuca, se quebra – mas também saramos, aprendemos e seguimos em frente depois.

Novinhos em folha – mas completamente diferentes.

Capsule Wardrobe, Minimalismo

Meu Capsule Wardrobe

Capsule Wardrobe

Como vocês devem estar acompanhando (ou não), está rolando um esforço sério da minha parte no que diz respeito a minimalizar e reduzir ao necessário, importante e querido todas as áreas da minha vida. Obviamente que a hora do guarda-roupa chegou e eu já comecei a trabalhar nele.

Uma ideia extremamente interessante que eu catei pela blogosfera gringa foi o capsule wardrobe. Já tinha visto a ideia inicialmente no blog Into Mind, porém ela me cativou mesmo foi no Unfancy, como eu já dividi aqui anteriormente. Caroline dividiu com os leitores, por dois anos, seu guarda-roupa de cada estação (ela passou um ano montando o guarda-roupa e, o segundo ano, fazendo algumas modificações), com direito a looks e dicas. Eu absolutamente amo o estilo de Caroline e isso bateu de uma forma em mim que decidi que já deu de me vestir com a roupa que cabe e com o que tem pra hoje. Tá na hora de gastar meu dinheiro apenas e exclusivamente com o que eu amo. E, pra isso, eu tinha que começar a descobrir o que eu amo né?

Basicamente, o que dá mais trabalho na construção de um capsule wardrobe é o fator autoconhecimento. Pode parecer bobo e ridículo, mas eu não tinha uma noção muito clara do que eu realmente curtia e o que eu queria usar. Parece familiar? Até agora, mesmo chegando à minha lista de desejados, eu não tenho total certeza do que eu amo usar, mas tenho um chamego por tudo que coloquei na minha lista. O que eu fiz pra descobrir qual é o meu estilo foi começar a observar direitinho quais roupas que eu usava e que eu me sentia bem e bonita. Também comecei a prestar atenção no estilo de amigas e blogueiras e nos itens que eu curtia e usaria, dos looks delas (Caroline, por exemplo, é uma das minhas inspirações no quesito estilo). Isso me ajudou a montar uma lista de peças legais para o guarda-roupa.

As regras que Caroline usou para montar o guarda-roupa dela foram adaptadas, obviamente, para a realidade dela. Assim sendo, as minhas também serão adaptadas para a minha situação. E elas serão as seguintes:

  • 40 itens, entre partes de cima, de baixo, vestidos e sapatos;
  • Loungewear, underwear, pijamas, roupas de ginástica, roupas de festa (casamentos, formaturas, etc) e acessórios não contam;
  • Como não temos estações do ano definidas aqui em Recife (só calor, quentura e mormaço), resolvi que ao invés de um capsule wardrobe por estação, eu montarei um agora e farei pequenas modificações (6 peças) a cada 3 meses. Mas não montarei outro capsule;
  • Qualidade, obviamente, está acima da quantidade, nesse projeto;
  • Tenho direito a substituir uma peça caso ela rasgue/quebre/se estrague/ não caiba mais e eu não possa mais usá-la.

Acredito que seja isso, mas me dou o direito de mudar de ideia em relação a algum dos itens conforme o tempo passar, uma vez que TUDO é autoconhecimento, né? <3

Então vamos à listinha. Os itens marcados são os que eu já tenho e o restante são os que eu preciso comprar (observem que ainda tenho sérios buracos no guarda-roupa que, atualmente, estou preenchendo com itens que tenho e não amo, porque andar pelada não é uma opção. Mas chegarei lá, gente, chegarei lá!):

Partes de cima:

  1. Blusa Branca;
  2. Blusa Preta;
  3. Blusão Branco com dizeres;
  4. Blusão Azul;
  5. Blusão Cinza;
  6. Blusão Verde;
  7. Regata Branca;
  8. Regata Cinza;
  9. Regata Preta;
  10. Blusa Listrada Preta & Branca;
  11. Suéter Listrado Preto & Branco;
  12. Suéter Listrado Vermelho & Branco;
  13. Camisa Xadrez;
  14. Cardigan Cinza;
  15. Cardigan Amarelo;
  16. Cardigan Preto;

Partes de baixo:

  1. Jeans azul destroyed (reto ou skinny, 100% algodão);
  2. Jeans preto (reto ou skinny, 100% algodão);
  3. Jeans claro (reto ou skinny, 100% algodão);
  4. Legging preta;
  5. Short jeans azul;
  6. Short jeans colorido;
  7. Short jeans cintura alta;
  8. Short de tecido cintura alta;
  9. Saia de tecido (cor/estampa a definir);
  10. Macacão jeans;

Vestidos:

  1. Vestido Bege;
  2. Vestido Branco;
  3. Vestido Preto;
  4. Vestido Estampado (a definir);

Sapatos:

  1. Sapato de Salto Plataforma Branco;
  2. Sapato de Salto Plataforma Preto;
  3. Sapatilha Preta (Boneca);
  4. Sapatilha Preta;
  5. Sapatilha (cor a definir)
  6. Birken Azul Escura;
  7. Mocassim Caramelo;
  8. Sandália Gladiador;
  9. Ankle Boot;
  10. Tênis All-Star;

Vou ver se crio coragem e divido alguns dos meus looks com vocês no meu Instagram (@mandyarruda, gente!) – só pra mostrar que é possível se vestir tranquilamente com poucas peças. E vocês? Se tivessem que viver com 40 peças, que peças seriam essas? Comentem! (:

Livros & Outros Amores, Minimalismo

O método de declutter da Marie Kondo

Adoro livros que ensinam a simplificar a vida. E o livro da Marie Kondo definitivamente é um desses. The Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and Organizing (já com tradução para o português) tem quase duzentas páginas e ensina um método defendido como eficaz por sua criadora: o declutter único.

Marie, no livro, defende que para nos livrarmos de vez da tarefa diária de arrumar e organizar, temos que fazer uma limpa geral e definitiva nos nossos pertences, jogando fora tudo o que não precisamos e que não nos traz alegria. Isso vai completamente de encontro ao pensamento geral de que devemos nos livrar, aos poucos, de nossos pertences – e eu achei a ideia sensacional. Ela também nos fala que, caso sigamos o seu método, não teremos “recaídas”, pois uma vez que nos livramos de toda a tralha, nossa mente e corpo se modificam por conta do nosso novo meio e não caímos mais na besteira de manter coisas que não gostamos.

Verdade ou não (ainda não testei completamente o método para atestar o seu funcionamento), o livro é uma leitura que estou recomendando pra todo mundo que eu posso, porque ele sai realmente da mesmice e defende um ponto fora da reta. Se você não leu o livro ainda, mas quer saber quais são as dicas que a Marie dá, pontuei algumas guidelines que ela defende no seu modo de organização:

  • Faça o declutter todo de uma vez só. Marie defende que o declutter e a arrumação é um trabalho pontual, não um trabalho para a vida inteira. Se você tem sempre que destralhar é porque tem algo errado no seu método – e, segundo a autora, é tanto o modo quanto o tempo que se leva para fazer essa limpa. Kondo diz que o tempo que se leva para destralhar uma casa deve ser o mais curto possível – o que quer dizer que você deve adaptar para as suas possibilidades, porém fazendo o esforço óbvio de que tudo seja feito no período mais curto que você puder. Eu, por exemplo, destralhei uma categoria por dia. Quem tiver menos tralha, pode fazer tudo em um fim de semana ou até num dia só.
  • O limite é você quem diz. Marie conta, no livro, que ao destralhar, a gente nota um ‘clique’ quando chega ao nosso número ideal de pertences. Eu ainda não cheguei a esse clique, mas sei que estou próxima dele.
  • Mantenha consigo apesar os itens que te trazem alegria. Nem precisa comentar muito, né? Se desfaça de tudo o que não te traz felicidade. Isso inclui aquelas roupas que você acha que vai usar – mas nunca usa – e aqueles livros que você comprou, não leu e só te fazem sentir culpada. Eles já cumpriram o seu papel na sua vida (te mostrar do que você não gosta ou o que não encaixa no seu estilo, por exemplo) e, se você não sente mais alegria ao vê-los ou tocá-los, é melhor deixar que sigam seu caminho.
  • Destralhe por categorias, não por cômodos. Organizar por cômodo é um erro, porque muitas vezes  a gente esquece coisas que estão em outros cômodos, mas pertencem à mesma categoria (por exemplo, roupas podem estar no guarda-roupa, no cesto de roupa suja, na máquina de lavar e no cesto de roupas limpas – e, geralmente, esses itens não habitam os mesmos cômodos). Daí você vai achar que fez o declutter certinho, porém não fez, porque você não juntou todos os seus itens e, assim, não tem uma noção correta do todo.
  • A ordem faz diferença. A ordem em que você faz seu declutter faz toda a diferença, uma vez que ela vai influenciar na rapidez e na fluidez do seu destralhamento. Se você começar com itens de valor sentimental, por exemplo, tudo vai demorar mais (e pode ser até que não vá pra frente). Sabe quando você se empolgava pra arrumar o quarto e caía naquela boa e velha caixa de fotos e cartas e a arrumação ficava pra depois (nunca)? Pois é, é bem por aí. Deve-se começar por itens mais simples e, depois, fazer a limpa nos mais complexos. Marie indica a seguinte ordem de organização: roupas, livros, papelada, miscelâneas (basicamente, todo o resto da casa que não encaixe nas outras categorias) e coisas com valor sentimental.
  • Destralhe antes, organize depois. Desnecessário dizer, mas todo mundo sabe que não se deve organizar tralha. Portanto: jogue fora ou doe tudo primeiro e, só então, pense em como vai organizar o que restou.
  • Não se iluda com métodos estrambólicos de organização. Métodos devem ser simples. Segundo Marie, se você precisa de zilhões de etiquetas e métodos inteligentes para guardar seus pertences, isso é um prova que você ainda não simplificou o suficiente. Uma caixa deve servir, uma cesta deve resolver, nada muito extraordinário é necessário, na hora de compartimentalizar o que você tem.
  • Cuide bem de seus pertences. Marie também dá dicas de como cuidar de nossos pertences, fazendo-os se sentir amados e queridos pela gente. É curiosa a forma como ela diz que devemos lidar com nossos objetos, desde de agradecê-los por terem cumprido seu papel no nosso dia até a forma como os guardamos, que deve ser ‘confortável’ para eles. Por exemplo, meias, segundo Marie, não devem ser estocadas em formato de bola, pois isso não seria justo com elas, já que o momento em que não estão sendo usadas é um momento de descanso para elas – e, quando estão enroladas numa bola, elas estão tensas e não conseguem descansar. É engraçado pensar assim, mas acredito que, no fim, o que quer dizer é que precisamos cuidar direitinho dos nossos pertences, pra que eles durem mais e continuem nos trazendo alegria.

Esses são apenas alguns dos pontos principais. Pra quem se interessou, recomendo DEMAIS a leitura do livro – é super rápida e, na minha opinião, adiciona muito na vida. Com esse livro, comecei a entender que o ato de destralhar nada mais é do uma atividade do processo de autoconhecimento. Saber o que não se quer já é meio caminho para saber o que se quer.

Se você já leu, comenta aí o que você achou, vamos trocar uma ideia! (:

Feminices, Pele

Update – Minha rotina atual de cuidados com a pele

Minha rotina de cuidados com a pele

Eu tenho tentado, ao máximo, tornar a minha rotina de beleza mais simples e efetiva. Uma grande mudança em relação à minha estratégia anterior é que eu estou, agora, lendo rótulos e procurando coisas que não agridam a minha pele – que apesar de ser oleosa, não lida bem com agentes irritantes, ficando com partes ressecadas, avermelhadas e irritadas. Essa mudança foi incitada pela leitura do livro The Original Beauty Bible, um ótimo livro de referência no que diz respeito à saúde e beleza da pele e das unhas. A autora joga algumas verdades que eu, noob que sou em assuntos belezísticos, não fazia ideia. É uma leitura bem legal pra quem não manja tanto dos paranauês – e até pra quem manja um bocadinho.

Enfim, voltando ao foco: a minha postura atual em relação a minha rotina de beleza. Comecei por tirar os agentes irritantes de cena, o que inclui cortar qualquer produto que contenha: álcool, sódio lauril-sulfato, ácido cítrico, cânfora, mentol, etc.  Ou seja: not an easy task, porque tem MUITA coisa com esses ingredientes no meio. Inclusive, quando fui passar o olho nos rótulos dos produtos que eu já tinha, pouquíssimos conseguiram se safar (nem meu, até então, amado e idolatrado gel de limpeza Effaclar para peles sensíveis!). Doei a maioria dos meus produtos de beleza e estou refazendo, aos poucos, meu estoque com coisas que eu realmente use e que não me façam mal. As rotinas que descreverei abaixo são resultado desse esforço para tratar melhor minha pele e ver se ela para de se revoltar comigo, haha!

AM

Para limpar a pele eu uso o Gel de Limpeza Dermotivin Original (a versão de 200ml tem um preço bem salgado, mas a de 70ml é pagável), para peles mistas e oleosas. Ele não contém nenhum agente irritante da lista principal da Paula e isso já ficou óbvio pela forma como minha pele se comporta depois que eu o utilizo – sem aquela secura excessiva, sem locais vermelhos e irritados. Se minha pele estiver num mau momento, aplico o Effaclar Duo e, em seguida, o protetor solar Capital Soleil, FPS 30. Caso eu resolva usar maquiagem, troco o protetor pela base compacta da SpectraBAN (que tem FPS 39) e sigo com a maquiagem.

PM

Se usei maquiagem, eu uso Shampoo Johnson neutro antes de tudo, uma vez que ele remove de forma rápida e sem drama a maquiagem dos olhos e da pele (infelizmente, ele contém agentes irritantes, portanto já estou procurando uma opção menos agressiva para a minha pele). Depois utilizo, novamente, o Gel de Limpeza Dermotivin (lavo duas vezes, para ter certeza que quaisquer resquícios de maquiagem e protetor solar foram embora) e, por último, uso novamente, o Effaclar Duo.

Ainda quero adicionar à minha rotina: um tônico, um base com protetor com um toque mais seco e mais leve (achei a SpectraBAN meio pesada, o que me incomoda), um demaquilante menos irritante e um hidratante para a noite mais leve que o Effaclar Duo (para quando a minha pele estiver se comportando bem).  Quem tiver indicações para fazer, deixa aí nos comentários!

Como é a rotina de cuidados com a pele de vocês?