Instagrão

  • Daqueles cantinhos que voc descobre e guarda no corao
  • casualmente being lra na timelinha de vocs curlyblond
  • tudo muda menos minha vontade de conhecer todas as cafeteriashellip
  •  sempre especial te reencontrar rafaellasouzar! E ainda mais conhecendohellip
  • Chewie se perguntando porque foi que a gente parou schnauzer
  • Que equipe incrvel que experincia massa blackfriday
  • hey ho lets go
  • meu companheiro de bingo que me ganhou 1 ventilador casalradical
Feminices Parceiros

Glambox de Abril: Pat Bo

27 de Abril de 2015


Chegou amor aqui em casa! Semana passada recebi minha primeira caixinha da Glambox, a do mês de Abril, da Pat Bo. Estava super ansiosa para ver o que tinha dentro e, ó, não me decepcionei.

Pra quem não conhece esse serviço, a Glambox é uma assinatura de cosméticos ‘surpresa’: você paga um valor mensal/semestral/anual e recebe todo mês produtinhos aleatórios (mas que levam em conta um perfil de beleza que você preenche lá no site) para você usar e testar. E se você é das minhas, que adora testar coisas e que sempre volta com algum produto da farmácia, a caixinha é um ótimo investimento, uma vez que traz vários produtos por um precinho bem mais aceitável do que o que a gente encontra nas farmácias. É verdade que alguns produtos vêm em forma de amostras, mas vê bem: não é muito mais legal pagar pouco numa amostrinha e ver se você realmente curte o produto do que pagar muito numa versão full e quebrar a cara? Pois é.

Agora, ao que interessa: a edição de abril. Primeiro de tudo: a caixinha não é UMA GRAÇA? Obviamente que eu, maria das caixas, já peguei ela para guardar coisas, né? Tá na minha penteadeira improvisada, do lado das minhas maquiagens. Chewie obviamente queria roubar para fazer o que ele ama fazer com caixas (destruir), mas eu a salvei a tempo. <3

Selo Chewie de aprovação (:

Vieram 7 produtinhos, dos quais um foi uma versão reduzida e outro na forma de sachê. Achei essa caixinha bem diversificada: veio produto pra cabelo, sabonete, creme dental, produtos pras unhas e um delineador arraso. Bem ‘vamos ver o que tem de legal na farmácia’ mesmo!


Removedor de esmalte Teen, da Ideal: Essa versão é ainda maior do que a versão normal do produto – aquela redondinha, que vem com 32 lenços. Essa vem com 60. Adorei receber esse produtinho, porque o meu removedor tinha JUSTAMENTE acabado de acabar. Parece mais que a galera da Glambox veio futricar nas minhas coisinhas aqui em casa, haha!


Sabonete para pele extremamente seca, da Dove: esse sabonete é hipoalergênico, sem perfume e feito para causar o mínimo de impacto possível na pele. Comecei a usar e, realmente, não deixa a pele esticada no fim do banho. Minha pele não é tão sensível, então não vi outros benefícios além desse – mas deve ser legal pra quem tem dermatite alérgica ou outros problemas que deixam a pele sensível, né?

Sachês do shampoo + condicionador Élseve Arginina Resist, da L’oréal: Tô bem animada para testar essa linha da Élseve, porque meu cabelo está bem fragilizado mesmo – ainda se recuperando das luzes mal-sucedidas de 8 meses atrás. Vocês saberão se der certo, podem deixar comigo! (:

Miracle Oil, da Vita Seiva: Já testei esse óleo no sábado e no domingo e: dá um brilho bem legal no cabelo, não pesa nada e tem um cheirinho bem bom. Acredito que, até agora, foi o produto que mais curti na caixa – embora eu não tenha testado todos os outros, né?

Esmalte com perfume da Revlon: Esse esmalte, segundo a Revlon, seca com cheirinho de framboesa. Ainda não testei, mas se secar assim mesmo, com certeza será um dos meus esmaltes favoritos, já que a cor eu já amei. <3

Creme Dental Regenerate: Tô MUITO animada para testar esse creme dental, cuja promessa é regenerar o esmalte dos dentes. Tomo MUITO refrigerante e adoro coisas ácidas/azedas, logo o esmalte dos meus dentes já viu mesmo dias melhores. Esse produto veio numa versão reduzida, mas acho que vai dar pra testar de boa! (:


Delineador Mega Impact Violeta Avon: E haja Giovanna pra segurar o forninho desse delineador roxo sensacional. Sou meio avessa à delineadores coloridos, mas esse tem uma cor tão bonita que eu vou ter que dar uma chance pra ele. Se tudo der certo, aguardem fotos no Instagram. (:

E o bônus desse post é Chewie, esperando eu fotografar as fotos do post pacientemente, na porta do quarto. Tive que eternizar esse momento, porque Chewie e paciência são coisas que você quase nunca encontra na mesma cena. <3

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E aí, o que acharam? Já usaram algum dos produtinhos da caixa? Deixem seu comentário!

Da rotina

Despressurize o finde: como descansar de verdade

25 de Abril de 2015

Despressurize

Entre as várias maravilhosas mudanças que eu notei em mim, desde que comecei a fazer yoga, definitivamente a capacidade de me desconectar é uma das melhores. Porque, sinceramente, vou jogar aqui uma realidade: a gente não foi feito pra lidar com esse volume de coisas não. É muita informação, muita interação, muitas interrogações pedindo sua atenção, muitos coleguinhas pedindo sua opinião, muito tempo perdido. A partir do momento que você desconecta, isso para de interessar. Não tô nem aí pra quem publicou um foto comigo, deixa eu sentar aqui confortavelmente no meu sofá e assistir um filminho, enroscada no meu bem. E é bem por aí.

O meu post ia ser só sobre como desconectar, mas me bateu que nem só na internet moram nossos problemas. Mesmo sem a tal da internet, muita gente ainda tem problema pra relaxar. Faz parte da nossa cultura se sentir culpado por estar de boa. Ócio, por si só, não parece correto. Mesmo no nosso tempo livre, somos impelidos por uma determinação destrutiva, de que temos que produzir, produzir, produzir. Quando a verdade é: não. Não temos não. Nós temos que descansar, porque já produzimos a semana toda e precisamos, de verdade, de um tempo pra não fazer nada.

Eu sei disso porque eu costumava fazer to-do lists ridículas de tão longas, não conseguia fazer metade do que me propunha e, claro, ficava frustradíssima no final de tudo. Mas, gente? Porque mesmo que eu tenho que ‘fazer coisas’ no fim de semana, um tempo que era pra ser livre? Porque eu tenho que ser uma pessoa produtiva, quando eu podia passar o dia maratonando uma série favorita, lendo um livro, pesquisando coisas na internet ou até, vejam que ousadia, fazendo absolutamente nada? Ninguém vai me pagar nada a mais por arrumar minha estante no fim de semana ou esfregar o banheiro. Ninguém está me obrigando a fazer isso. Logo: eu faço se eu quiser. E eu, agora, não quero.

Por isso, o que eu quero dizer é: libertem-se. Libertem-se dessa necessidade de estar fazendo alguma coisa no seu tempo livre. Aceitem o ócio. Aceitem a preguiça. Aceitem as horas sem fazer nada que vá contribuir, especificamente, para algo em sua vida profissional. A gente precisa de um tempo. É uma longa estrada – eu ainda estou bem no comecinho dela – mas totalmente vale a caminhada.

“Mas Amanda, se eu não estudar pro concurso/fazer aquele curso no sábado/trabalhar naquele freela, o que eu vou fazer no fim de semana?”. Não temais! Fiz uma listinha das coisas que eu, uma introvertida de primeira categoria, faço nos meus fins de semana despressurizados. Desligue o celular (ou coloque no silencioso), ignore aquela vozinha ridícula que diz para você adiantar os trabalhos da semana quem vem e aproveite as possibilidades:

  1. Dormir;
  2. Ler;
  3. Curtir uma praia;
  4. Cozinhar;
  5. Brincar com o cachorro;
  6. Fazer as unhas;
  7. Netflix;
  8. Yoga;
  9. Ir pra um barzinho com o amor ou as amigas;
  10. Assistir programas de culinária;
  11. Nothing at all.

Essas, obviamente, são algumas das minhas atividades de fim de semana e, certamente, vão parecer extremamente ridículas pra quem vive la vida loca. Você, que ama adrenalina e agitação, pode aproveitar seu tempo da sua própria forma.

Apenas se deixe fazer o que seu corpo pede pra que você faça. Escute seu corpo, ele sabe das coisas.

Publieditorial

Como se livrar da faxina em um clique

16 de Abril de 2015

Helpling

Nunca tive vontade de ter uma empregada em casa, porque curto demais minha privacidade – inclusive, todos os meus esforços, atuais e anteriores, têm sido e foram no sentido de que essa privacidade que eu tanto prezo finalmente dê o ar de sua graça na minha vida. Entretanto, venhamos e convenhamos: fazer faxina é um saco. De lavar prato eu até gosto – no calor de Recife, até ajuda a refrescar – mas só de pensar em lavar um banheiro eu já estou no chão, chorando e pedindo clemência (inclusive, trauma eterno, pois essa era a minha ‘tarefa’ em casa, quando eu morava com meus pais).

Por isso, quando a Helpling entrou em contato comigo, fiquei morrendo de inveja dos coleguinhas de São Paulo e do Rio de Janeiro, que têm a possibilidade de não apenas manter sua privacidade intacta (por não ter ninguém em horário comercial na sua casa) como também podem se livrar de ter que lavar o temido e indesejado banheiro. E resolvi vir aqui dividir com vocês essa mão na roda! Isso porque a Helpling tornou o trabalho de arranjar alguém de confiança para fazer a limpeza da sua casa muito mais simples: eles fizeram isso pra gente! Eles têm consigo diaristas confiáveis e eficientes, que vão fazer aquela limpeza legal na sua casa, por um preço acessível. E tudo rapidinho e fácil, no site deles ou através de seus apps para Android e IOS.

Ou seja: bateu aquela preguiça de limpar a casa? Cê acessa o app da Helpling, agenda uma das fadas mágicas da limpeza deles e, PLIM, fica tudo lindo, limpo e maravilhoso! O site/app deles é super simples de usar e lá você tem a opção de adicionar serviços extras (como limpeza de geladeira, armários, janelas e fornos), pra quando você quiser uma faxina reforçada. Quando abri pra calcular, o preço começava em R$73, o que eu acho que é um valor bem aceitável para se pagar pra quem vai te livrar da cilada que é a tal da faxina. O preço varia de acordo com o tamanho do seu lar e dos serviços que você quiser, então se você quiser saber direitinho quanto é pra sua casa, é bom checar lá no site deles.

Ah, só pra vocês saberem: a Helpling é um empresa internacional, presente em países como Alemanha, França, Itália, Suécia e Holanda, entre muitos outros. E eu, particularmente, acho que se uma coisa dá tão certo em outros países e está chegando no meu, porque não tentar, né?

(E fica aqui o meu pedido: Helpling, vem pra Recife que eu quero te usar! <3)

Esse post é um publieditorial.

Livros & Outros Amores

O que eu li em Fevereiro/Março

6 de Abril de 2015
Créditos: earlyware.

Créditos: earlyware.

Fevereiro foi BEM lento em termos de leitura, o que explica porque não houve um post desse no mês em questão. Porém, em março, minha vontade de ler retornou com força total, o que significou mais 5 livros lidos para a minha estante do Goodreads. E daí que vim aqui dividir com vocês quais foram as minhas últimas leituras e o que eu achei delas.

O Bicho-da-Seda: O que falar desse livro, que mal terminei e já quero o próximo? Pois é. Essa é a continuação da série do Cormoran Strike, da qual o primeiro livro foi O Chamado do Cuco. Escrito por J. K. Rowling, sob o pseudônimo de Robert Galbraith, esse livro conta com todas as maravilhosas características da escrita da criadora de Harry Potter: descrição bem trabalhada, diálogos maravilhosos, personagens ricos e complexos. Não consegui largar esse livro um minuto desde que comecei a lê-lo, louca para descobrir quem seria o perturbado responsável por aquele crime horroroso. E olha: não adivinhei, mas a resolução foi sensacional. Amei!

Comer Rezar Amar: Gente, esse livro foi tão importante pra mim que eu não sei nem o que dizer. Foram tantos sentimentos me cruzando enquanto eu lia esse compilado de escritos da Liz Gilbert que eu simplesmente nem sei externalizar. Acredito, julgando pelo o que li, que Liz tinha muito mais problemas do que eu tenho, atualmente. Mas todos nós temos nossas complicações, nossos fantasmas, nossos dramas, né? Pois é, por isso mesmo é impossível não se identificar com a Liz em algumas passagens do livro. E, mais importante de tudo: o livro me fez ter vontade de meditar, de fazer Yoga, de me equilibrar. E isso é algo que está mudando tanto minha vida que eu nunca poderei agradecer Liz o suficiente. O livro, em si, tem umas partes mais lentas e outras que fluem mais rapidamente, fazendo com que ele não seja uma unanimidade entre quem o lê. Mas eu, Amanda, amei. Tanto que nem ao menos consigo escolher uma parte favorita, porque amei tudo mesmo. Já é um dos meus novos favoritos.

Mentirosos: Tenho muitos mixed feelings com esse livro. Me senti meio enganada, no final. Não sei até agora dizer se fui enganada, mesmo, ou se essa é a genialidade do livro. Porque, sabe, I didn’t see it coming. At all. Você passa o livro todo esperando a resolução do mistério e, quando ele se resolve, você fica com cara de nada, porque QUEM IMAGINARIA AQUILO? Gente. Sem falar que, já adianto, a resolução não é feliz, como o restante do livro. Sei lá, dei 3 estrelas pra ele no Goodreads porque não chegou a ser uma leitura ruim, e eu fui tocada pelo livro, mas gente? Nonsense.

Adulting: O maravilhoso manual que estávamos todos nós, de 20 e poucos anos, esperando. O que me fez curtir demais esse livro foi que a autora é, obviamente, uma integrante da nossa classe e, também, aquela voz interna nossa, que está sempre dizendo quando alguma coisa é errada – e que a gente ignora. Pra mim, a melhor parte do livro foi a da teoria do Special Snowflake. Sério, tapa na cara maior que aquele não tem.  É meio (totalmente) auto-ajuda, mas é tão divertido, que quem se importa?

The Girl On The Train: Esse foi um livro que apareceu tantas vezes na minha timeline do Goodreads que eu simplesmente tive que lê-lo. Além do quê, depois de O Bicho-da-Seda, senti uma necessidade de mais livros de assassinato/suspense na minha vida. É um gênero que sempre curti (costumava devorar livros de Agatha Christie quando mais jovem), mas que havia deixado de lado nos últimos anos. Felizmente, J. K. me fez retomar o gosto pelo jogo de adivinhar quem matou quem. Mas, sobre esse livro, especificamente: mixed feelings. Como em Mentirosos, I didn’t see it coming. E você não ter sequer imaginado quem matou a pessoa no final do livro é algo que quer dizer que: a) você é muito burro e não pegou nenhuma das dicas que o autor deu; ou b) o autor não deu dica nenhuma. Como li no Kobo, não tive paciência pra voltar o livro e tentar catar possíveis dicas. Vou dar à autora e à minha pessoa o benefício da dúvida, nesse ponto. O livro é legal, o mistério é interessante, mas achei os personagens muito estranhos. Não consegui me identificar com nenhum – graças a Deus, porque olha, só gente atarantada do juízo. Não foi uma perda de tempo, mas também não marcou minha vida. Dei 3 estrelas no Goodreads.

E vocês, leram alguns dos livros que eu li? Concordam ou discordam da minha opinião? Comentem!

Da rotina

Porque eu não faço mais dieta

24 de Março de 2015
Créditos:  Tara Shannon

Créditos: Tara Shannon

Eu nunca fui magra, com exceção daquela época conhecida como estirão – que comigo aconteceu dos 10 aos 12 anos – no qual a gente fica tão magra que fica esquisita. O meu corpo tem um compleição relativamente musculosa, com tendência a ganhar gordura ou massa muscular, dependendo de como eu o trato. E a realidade é que, ultimamente, eu não o tenho tratado bem.

Sei disso não só pela quantidade de gordura, celulites e quilos que ganhei no último ano, mas também pela qualidade da minha saúde. Adoeci bastante em 2014 e em 2015 não está sendo diferente. Quando não é uma doença mais séria, é rinite, sinusite, uma descamação na pele aqui ou um enjoo estranho e irregular acolá. Me chateia o fato de eu nunca estar 100%, não parece justo. Mas é, porque tudo isso é apenas um reflexo do que eu estou fazendo com meus sistemas internos.

Se o nosso corpo fosse um carro, nossa alimentação seria o combustível. E a real é que nem sempre coloco a ‘aditivada’ que minhas células merecem.

Eu como mal, tendendo quase sempre pro lado da porcaria. Tudo que for frito é, automaticamente, mais sensacional. Tudo que tiver bastante açúcar já ganha a minha atenção. Frutas e legumes simplesmente não têm muito espaço no meu cardápio, porque eles não podem competir com bolinho de bacalhau e batata frita. E é por isso – pelo fator palatabilidade – que minhas dietas nunca dão certo. Minha vontade de comer algo gostoso é muito maior do que a minha vontade de emagrecer. Ter uma dieta equilibrada nunca é mais legal do que me deliciar com algo vazio em nutrientes.

 E essa forma de pensamento é que tem que mudar. A minha forma de lidar com a comida. Comecei a fazer Yoga e meditação há pouco menos de um mês e, com ajuda delas percebi que a forma como eu lido com a comida está intimamente ligada com a forma como eu me vejo, com a minha autoestima e com meu equilíbrio interior. Quando estou equilibrada, não tenho vontade de comer porcaria. Não sinto impulsos nem tenho vontade de devorar um pacote inteiro de bombons de iogurte (true story).  Já quando estou desequilibrada, o céu é o limite. Tenho vontade de devorar o mundo, frito e com catchup. Só que isso não resolve nada. Nem uma felicidade momentânea, mais, me é proporcionada, porque tenho desenvolvido uma percepção mais correta das coisas, apesar disso ainda não me impedir de fazer o errado. Semana passada, no auge da minha TPM, me lancei ao Laça Burguer, para chorar as mágoas imaginárias (ou não) num hambúrguer grande, gorduroso e, sim, saboroso. Porém, ao dar a primeira mordida, eu já sabia que não era daquilo que meu corpo precisava. Não estava certo. E o meu almoço teve gosto de nada.

Apesar de ter sido muito deprimente, naquele momento, não conseguir sentir aquela alegria temporária que comida ruim sempre me proporcionava, prevejo que isso me ajudará, e muito, a comer melhor, daqui pra frente. E, por comer melhor, eu não digo que viverei única e exclusivamente de frutas e verduras e serei super light e tudo isso. Não. Como o título desse post fala, eu não vou mais fazer dieta. Não vou contar calorias, não vou restringir alimentos, apenas não. Isso nunca deu certo comigo e, sinceramente, há pouquíssimos exemplos de pessoas que modificaram completamente a sua alimentação a longo prazo sem se tornarem completamente noiadas e fazerem disso um objetivo de vida. Eu não quero que a comida ocupe um espaço tão grande no meu cotidiano. Ela é extremamente importante, mas é apenas uma das coisas que eu faço no dia e, de forma nenhuma, algo que eu quero que ocupe um espaço que poderia ser ocupado, por exemplo, com a realização dos meus sonhos.

O que eu farei é tentar manter meu equilíbrio interior o melhor que eu puder, porque assim o exterior virá, com certeza. Eu escolherei melhor o que coloco no meu corpo, seguindo as dicas que ele mesmo me dá.

Eu sei que se a gente parar pra escutar a voz que tem dentro da gente, coisas maravilhosas acontecem.