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Da rotina Mundo Blogueiro

Sobre a nova fase do blog

17 de maio de 2015

Créditos: Natalie

Tenho estado inquieta em relação ao blog (e a vida) e essa inquietude é boa, porque me faz querer mudar coisas e fazer melhor. Como alguns podem ver (se você lê meu feed, essa mudança passou despercebida pra você), eu mudei a linha visual do blog. De uma marca mais ‘certinha’ e ‘preto no branco’, para uma mais fluida e mais ligada ao meu momento atual. Muitas pessoas dizem que é ruim ficar mudando tanto a marca de um blog e sua identidade visual, porém: o meu blog é pessoal e PRECISA acompanhar as minhas fases. Por isso, hoje o blog está cinza + preto + branco (minhas cores favoritas na vida) e prezando pelo básico, pelo mais simples.

Comentei com uma amiga que estava pensando em uma nova linha editorial pro blog, mas percebi que isso não é necessário, porque o meu blog já me dá toda a liberdade que eu preciso. Eu posso falar sobre o que eu quiser aqui, afinal esse blog é sobre pedacinhos da minha vida que eu quero compartilhar. Portanto, sim, esperem algumas informações novas, mas não, não haverá mudanças dramáticas no conteúdo.

Também pensei em finalmente organizar um calendário editorial para o blog, mas acho que isso vai criar uma pressão que eu não queria nesse espaço aqui. Portanto, vou continuar seguindo minha intuição e deixando essa cantinho atualizado quando me bater a vontade de atualizá-lo. O que pode ser 3 vezes por semana ou, como já aconteceu, nenhuma. Eu sei que alguma rotina é saudável e espero conseguir manter uma, mas o blog não é, no presente momento, uma obrigação, portanto não vejo porque tratá-lo como tal.

O que eu quero, nessa ‘nova’ fase, é: mais fotos, mais posts curtinhos sobre a minha vida (do tipo que eu leio muito nos blogs gringos e que eu curto bastante. Compartilhar, por exemplo, uma lista das coisas que eu fiz no fim de semana ou wishlists) e mais posts sobre Yoga, Minimalismo e Simplicidade Voluntária. Certamente vai rolar também alguns textos sobre minha nova fase no casório, já que FINALMENTE vamos nos mudar pro nosso apê e já começamos o processo de definir a decoração e comprar coisas. Mal espero para estar lá, mal espero para dividir isso, aqui.

Então é isso, gente. Eu estou mudando e, por isso, o blog também. Inclusive, aproveitei o impulso e mudei também a hospedagem do blog. Agora a gente está na Nuvem Hospedagem, que já havia sido super bem recomendada pela Aninha e que foi tão amor comigo quando fui tirar milhares de dúvidas com o pessoal de lá, essa semana, que também já recomendo fortemente.

Mudanças não são algo que eu goste. Na verdade, sou meio avessa a elas, embora admita que mudar faz parte do nosso processo de amadurecimento. E quando a mudança já aconteceu por dentro, mudar por fora não é opcional. É necessário e faz um bem danado, porque tudo começa a fazer sentido. (:

Minimalismo Wishlist

Wishlist #1

13 de maio de 2015

WishlistMocassim | Calça | Antelios Unifiant | Blusa | Dermovitin | Colar | Short | Relógio | Bolsa

Os trabalhos para pensar em como seria meu capsule wardrobe estão a todo vapor e essa minha wishlist é prova cabal disso. Coloquei apenas itens que eu amaria ter comigo e coisas que eu quero muito testar no meu dia a dia (como é o caso do gel de limpeza e do protetor solar). Novos desejos significarão novas wishlists divididas com vocês. Assim, eu consigo manter sob controle minha ânsia de gastar em bobagem e guardar o dinheiro pra gastar em coisas que eu realmente quero. (:

O que vocês acharam da wishlist? Algo que vocês desejem também?

Da rotina Minimalismo

Minimalizando

11 de maio de 2015

 

Créditos: Neest

Créditos: Neest

Não sei vocês, mas eu não sei lidar com bagunça. Não sei. Não consigo seguir vivendo a vida de boa quando minha casa tá cheia de lixo. Por isso, nos últimos meses, comecei um processo de declutter pesado, porque sentia que só assim conseguiria me equilibrar nessa vida. Além disso, resolvi abraçar de vez o minimalismo e começar a aplicar de verdade nas variadas áreas da minha vida. Nada radical, apenas o que eu sentir que é certo.

E decidi dividir um pouco dos meus esforços em cada área com vocês. Esse aqui é mais um resumão de tudo o que eu estou fazendo atualmente, ainda farei um post mais detalhado sobre cada umas das áreas, quando o momento chegar (ou seja, quando eu tiver mais certeza do que eu estou fazendo, quando eu tiver desenvolvido um método próprio). Sem mais delongas, vamos lá:

O guarda-roupa

Estou tentando criar um capsule wardrobe. Ainda não criei regras pra mim, porque ainda estou tateando e vendo o que pode encaixar ou não (não acho certo eu seguir as regras de outra pessoa, pois só eu sei o que é o suficiente para mim). O minimalismo requer que saibamos exatamente o que queremos para investirmos exatamente no que importa, então esse é o grande x da questão. A princípio, já sei que vai ter: tees brancas, jeans, vestidos, shorts, tênis, sapatilhas e saltos plataforma. Ainda estou trabalhando em cima do meu estilo, no geral, mas já comecei o processo de me livrar do que não encaixa nele. Durante as últimas semanas, foram sacos e sacos de roupas, sapatos e bolsas descartados. Eu nem achava que tinha tanta coisa assim – o que no fim, eu não tinha mesmo, porque eu não as usava.  O que acontecia era eu repetindo o mesmo conjunto de roupas indefinidamente até elas encherem o saco e rasgarem. Pois é. Esse mês comprei três camisetas novas e continuarei fazendo compras controladas de coisas que acho que realmente faltam no meu guarda-roupa. Uma forma, inclusive, d’eu fazer isso controladamente é por meio de wishlists, que passarei a compartilhar aqui. Esperem por mais posts sobre isso aqui no blog!

Os livros

Quem me acompanha no Facebook viu que algumas semanas atrás eu fiz um bazar do desapego e vendi vários livros que antes habitavam a minha estante. Seguindo a lógica de um livro que li recentemente, o The Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and Organizing, deixei apenas os que me traziam um sentimento bom ao ver ou tocar. Ainda falta, inclusive, vender 3 itens do meu bazar: Mad About The Boy, Um Membro da Família e Querido John. Se alguém estiver interessado, pode entrar em contato comigo por mensagem no Facebook, que a gente conversa direitinho. Achei que seria muito mais difícil deixar alguns livros seguirem seu caminho, mas na verdade, foi um alívio. Alguns dos livros só me faziam sentir culpada por não tê-los lidos, enquanto outros simplesmente já haviam cumprido a sua parte do trabalho e simplesmente não interessavam mais. Deixei apenas os que eu intenciono ler ou reler e os que me trazem felicidade ao ter por perto.

Quanto à compra de novos livros, criei uma regra nova para mim: não compro fisicamente nada que puder ser lido no Kobo de boa (a não ser que o ebook seja mais caro que a versão física). Isso significa que livros de ficção, no geral, ficam no meu Kobo, enquanto livros de não-ficção e de consulta recorrente são comprados fisicamente porque a) são mais difíceis de serem achados como ebook; e b) são mais práticos de serem consultados em versão física.

Os itens de beleza

Por mais que não pareça (já que eu estou de cara lavada quase que 100% do tempo), eu sou uma beauty junkie. Adoro testar produtos novos, mas a questão é que eu não sigo muito uma lógica. E isso, minha gente, significam rios de dinheiros que eu não tenho desperdiçados. Por isso, resolvi que preciso, além de me livrar do que eu não uso, ter alguma consciência do que eu preciso. Joguei vários sacos de produtinhos para pele e cabelo fora e agora minha caixinhas organizadoras contam com muito menos do que contavam antes. Entretanto, são produtos que eu gosto e que eu realmente consigo encaixar no meu dia-a-dia. Isso não significa que eu não vou testar novos produtos, porém eles entrarão numa wishlist (que eu compartilharei aqui também) – depois de algumas pesquisas – e serão comprados de forma mais ordenada. O meu dinheiro é muito suadinho pra ser tão desperdiçado.

Papelaria

Quem me conhece sabe que eu amo papelaria. AMO. Porém, já faz um tempo que eu coloquei o pé no freio simplesmente porque não uso as coisas que compro na velocidade em que as compro. Tenho 4 diários iniciados e não continuados (cada um com uma média de 5 a 10 páginas escritas. SIM), tenho várias caixinhas de clips, tenho várias fitas adesivas coloridas, canetas, post-its e tantas outras coisas que eu simplesmente não vou conseguir terminar de usar nem tão cedo. Já havia feito uma limpa nesses itens anteriormente e o que eu tenho feito agora é evitado a compra de novos itens. Vai permanecer dessa forma até que eu consiga usar o que eu tenho.

∗∗∗

Por enquanto, ainda não estou na minha casa, então itens relacionados a cômodos, especificamente, não participam da minha fúria minimalizadora. Porém, a segunda vistoria (com possível entrega das chaves) do meu apê com o bofe já está marcada e, em breve, esses itens figurarão por aqui. (:

Da rotina

7 coisas que eu aprendi aos 25

9 de maio de 2015
Nesse grande caminho que é a vida

Nesse grande caminho que é a vida

A semana que antecedeu meu aniversário foi um inferno que só a astrologia consegue explicar. Coisas dando inexplicavelmente errado e eu, amuada, acordando de mau-humor todos os dias. Por isso, não consegui de jeito nenhum escrever esse post antes do meu aniversário. E, no dia em si, obviamente havia coisas muito mais legais pra fazer – como nada, especificamente – e eu sequer pensei em vir aqui dividir os grandes ensinamentos que a vida me deu nesses 25 anos da minha existência. Mas hoje, finalmente, passado o auê, posso vir aqui dividir com vocês algumas das coisas que eu aprendi nesse meu 1/4 de século.

O último ano foi um ano cheio de conhecimento. Eu, particularmente, não paro de me chocar com o tanto que eu cresci em apenas 12 meses. Morar fora de casa, fazer uma viagem pra o exterior, trabalhar para se sustentar, casar, ter um animal de estimação pela primeira vez na vida, comprar uma casa e tantas outras experiências certamente contribuíram para que esse meu último ano fosse um mergulho no poço do autoconhecimento e do amadurecimento. Sou uma pessoa muito melhor agora do que eu era aos 24. E, se Deus quiser, continuarei nesse trabalho de aperfeiçoamento do meu eu, que é um trabalho pra vida toda.

Como não poderia deixar de ser, vamos à listinha:

  1. Autoconhecimento é tudo. Agora, aos 25, eu entendo porque a galera mais velha não troca seus anos a mais pela pele sem rugas da mocidade. Se conhecer, saber o que se quer, é tudo nessa vida. Não há nada melhor do que ter certeza exata do que se deseja e do que não encaixa no nosso plano. Ainda não me conheço tão bem assim, mas estou na caminhada pra isso. Hoje, não tento mais forçar a barra pra tentar ser algo que eu não sou. Eu sou desastrada, não gosto de usar salto alto, não gosto de beber, não uso drogas, não curto boates, não sou da agitação e não me forço no que eu não quero, porque simplesmente não sou obrigada. Procuro me amar do jeitinho que eu sou e pronto.
  2. Insegurança é uma merda. Quase todos os grandes problemas de relacionamento da minha vida foram causados, primeiramente, por insegurança. A gente geralmente pensa que o problema é os outros e que eles não nos dão subsídio para ter segurança, porém: a segurança tem que vir de nós mesmos. Nós que temos que saber que somos bons o suficiente pra qualquer pessoa nesse mundo. Quando acreditamos nisso, todo o resto colabora. Mas não é sempre que somos assim, né?
  3. Tentar controlar a vida é uma batalha perdida. Sendo a control-freak que sou e tendo os grandes problemas de confiança que eu sempre tive, a ansiedade estava me consumindo. Até eu perceber que não adiantava eu tentar controlar o incontrolável. Não importa se eu tenho os planos B, C e D, a vida vai aparecer com um E só pra mostrar quem manda. E, assim, tudo bem. É necessário aceitar que tudo vai ficar bem, mesmo se a gente soltar o leme e deixar a maré nos guiar. Eu sou parte de algo muito maior e, mesmo assim, sou peça integral de tudo. Eu sou importante e tudo dará certo, porque Deus está olhando por mim também. O universo tem um plano pra todos nós e cuidará de nós, principalmente se o deixarmos fazer isso. Ao mesmo tempo, isso não quer dizer que devemos viver a vida sem prestar atenção. Justamente porque o cotidiano é uma interrogação que devemos notar tudo, estar presente, viver ativamente. Ganhar a vida não significa ter controle dos seus milhões de compromissos, mas estar presente neles – e em tudo que estiver entre eles.
  4. Simplicidade FTW. Menos informação, menos compromissos, menos obrigações, mais tempo pra viver a vida do jeito que se quer. Já faz um tempo que namoro o minimalismo e cada vez mais quero trazer essa filosofia de vida para o meu dia a dia, porque torna tudo tão mais fácil. Quanto menos ruido, mais simples será para nós nos concentramos no que realmente interessa.
  5. Não se deve depositar energia em coisas negativas. Por mais que eu goste de bancar a malvada de vez em quando, não consigo mais ligar o foda-se para o mundo. Não consigo abandonar alguém que visivelmente está precisando de uma mão amiga, não consigo ignorar quando eu posso ajudar. Mesmo quando estou falando mal de alguém que, a meu ver, merece tudo o que está sendo dito sobre o mesmo, me sinto automaticamente culpada. Não deveria eu estar cuidando da minha vida, ao invés de estar perdendo meu tempo e energia com outras pessoas (principalmente pessoas das quais eu não gosto)? Ultimamente tenho aprendido a prestar mais atenção nessas minhas perdas de tempo e tentado me equilibrar, mas sempre há algumas pisadas fora da linha.
  6. Um hábito segue o outro. Faz mais ou menos um mês que parei de fazer Yoga todos os dias e não poderia estar mais arrependida. Quando comecei a prática, juntamente com a meditação, fui me tornando uma versão muito melhor de mim. Mais calma, comedida, organizada e atenta. Estava comendo melhor, usando melhor meu tempo, me preocupando menos e sendo mais saudável, de modo geral. Daí parei de meditar, depois parei de fazer Yoga e, pronto, lá estava eu com os dois pés enfiados na junk food. Logo, aprendi que conservar bons hábitos nos ajuda a conservar mais bons hábitos. Um bom hábito leva a outro e todos levam a uma vida melhor.
  7. Algumas brigas não valem à pena. Tem horas que você simplesmente tem que abrir mão de estar certo para ser feliz. Algumas coisas não vão mudar, bem como algumas pessoas. A gente segue em frente e faz o melhor para viver nossa vida sem se abalar com isso.

 

E aí, o que acham? O que vocês aprenderam com seu último ciclo de aniversário? Comentem!

Mandy na Cozinha

Mandy na Cozinha: Banana Pancakes

29 de abril de 2015

(eu podia ter colocado o nome em português, mas daí vocês não lembrariam da música de Jack Johnson, né?)

Então, gente, domingo passado, depois de muita insistência do bofe, eu fiz um prato que já tem tudo para se tornar um clássico dos fins de semana: panquecas de banana. São aquelas conhecidas panquecas americanas, porém com um plus: banana na massa. Fica tão gostoso que dá vontade transformar todos os dias em sábados e domingos, só pra tê-las com a gente todas as manhãs. E aí achei que podia vir aqui dividir minha receita com vocês, né?

Pois bem, vocês vão precisar de:

1 xícara de farinha de trigo sem fermento;
2 colheres de chá de fermento;
1/4 de uma colher de chá de sal;
1 colher de sopa de açúcar;
1 ovo batido (não precisa sem em neve, apesar precisa misturar a clara com a gema);
2 colheres de sopa do óleo vegetal de sua escolha (menos azeite, gente);
1 xícara de leite;
2 bananas amassadas;
1 colher de chá de essência de baunilha.

Misture o ovo batido, a banana amassada, o óleo e o leite em uma tigela. Reserve. Misture a farinha, o fermento, o sal e o açúcar em outra tigela. Reserve. Adicione o conteúdo da tigela do ovo à tigela dos ingredientes secos e vá misturando. A massa vai ficar com alguns calombinhos, é normal, só se preocupe em deixá-la homogênea. Quando a massa estiver pronta, é só assar as panquecas. A quantidade ideal de massa para cada panqueca é 1/4 de xícara e, de óleo para fritar as panquecas, 1 colher de sopa. Procure repor o óleo da frigideira, entre uma panqueca e outra, para que as panquecas fiquem douradas ao assar. Depois, é só colocá-las em papel toalha, para secar, e fazer o seu montinho do amor, com seus toppings favoritos. As de domingo foram com leite condensado e morango, apenas vida. <3

Já fiz algumas vezes e sempre fica sensacional. Não é nada trabalhoso e, se você tiver uma frigideira grande, dá pra fazer várias ao mesmo tempo, o que economiza MUITO tempo. E as possibilidades de toppings são infinitas: açúcar, mel, geléia, frutas, leite condensado, doce de leite e tudo o mais que você quiser. É só soltar a imaginação e montar as suas panquecas à sua moda.

Curtiu? Vai testar? Comenta!