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Minimalismo

Capsule Wardrobe Minimalismo

Sobre o meu Capsule Wardobre, até agora

16 de setembro de 2015

Depois de um longo inverno sem atualizações, vim dividir algumas verdades sobre o meu que-ainda-não-é-mas-será capsule wardrobe. Ainda não consegui montá-lo, mas creio que até o fim do ano chegarei lá! De qualquer forma, o processo está sendo muito interessante e cheio de surpresas.

 – Sinto que aquela lista que eu fiz ainda sofrerá mudanças. Isso porque, como eu já disse aqui, nunca fui muito ligada em moda e vestia o que eu ‘achava’ que era legal (mas, não exatamente, o que eu gostava). Saltos, roupas apertadas, decotes provocantes – tudo isso não faz o meu estilo, mas são coisas que já usei e que achava que deveria usar. Estou descobrindo que estilo é vestir o que te faz sentir bem, sentir bonita, sentir confortável. Mas ainda é uma longa estrada até saber o que eu realmente AMO vestir. Tem algumas coisas que são óbvias, mas tem outras que só o tempo e o meu esforço em me autoconhecer irão mostrar.

 – Como (ao contrário da maioria das pessoas que eu conheço) o meu guarda-roupa nunca foi cheio, fazer a limpa TOTAL em todas as roupas que não condizem com meu estilo não foi possível (do contrário, eu realmente ficaria sem nada pra vestir). O que eu fiz foi tirar, por enquanto, algumas das peças que realmente me incomodavam e que eu não me via vestindo de jeito nenhum e ir comprando, aos poucos, peças que encaixam no que eu estou buscando atualmente. Já comprei algumas blusas, um short, sapatos e calças. Ainda preciso de coisas legais no setor de saias e vestidos, mas acho que estou mais próxima do que nunca de fechar o meu capsule, finalmente.

– Me sinto muito mais confiante vestindo peças que eu amo. É impressionante o que uma blusa com caimento legal ou aqueles mocassins com os quais você sempre sonhou podem fazer com o seu humor e a sua autoconfiança.

– Disse que ia tentar tirar fotos de look do dia e cumpri minha promessa, né? Pelo menos parcialmente. Não creio que vocês verão posts de look do dia aqui no blog, mas pontualmente posso dividir o resultado dos meus esforços para sair de casa apresentável no Instagram e na página do blog. Foi uma experiência até legal, embora eu tenha vergonha e mal consiga olha pra câmera. (:

– Estou adorando acompanhar outras pessoas que, inspiradas pela Caroline, do Unfancy, também estão tentando encontrar seu estilo próprio e gastar seus dinheirinhos apenas em roupinhas que amam. Eu e a Gabi, do Teoria Criativa, estamos passando pelo mesmo processo (sendo que ela realmente já conseguiu montar o seu capsule, enquanto eu ainda estou na batalha). Então, se vocês estão curiosos em relação à esse projeto, acompanhem lá no blog dela também.

E  vocês, o que acham desse projeto? Comentem!

Capsule Wardrobe Minimalismo

Meu Capsule Wardrobe

31 de maio de 2015

Capsule Wardrobe

Como vocês devem estar acompanhando (ou não), está rolando um esforço sério da minha parte no que diz respeito a minimalizar e reduzir ao necessário, importante e querido todas as áreas da minha vida. Obviamente que a hora do guarda-roupa chegou e eu já comecei a trabalhar nele.

Uma ideia extremamente interessante que eu catei pela blogosfera gringa foi o capsule wardrobe. Já tinha visto a ideia inicialmente no blog Into Mind, porém ela me cativou mesmo foi no Unfancy, como eu já dividi aqui anteriormente. Caroline dividiu com os leitores, por dois anos, seu guarda-roupa de cada estação (ela passou um ano montando o guarda-roupa e, o segundo ano, fazendo algumas modificações), com direito a looks e dicas. Eu absolutamente amo o estilo de Caroline e isso bateu de uma forma em mim que decidi que já deu de me vestir com a roupa que cabe e com o que tem pra hoje. Tá na hora de gastar meu dinheiro apenas e exclusivamente com o que eu amo. E, pra isso, eu tinha que começar a descobrir o que eu amo né?

Basicamente, o que dá mais trabalho na construção de um capsule wardrobe é o fator autoconhecimento. Pode parecer bobo e ridículo, mas eu não tinha uma noção muito clara do que eu realmente curtia e o que eu queria usar. Parece familiar? Até agora, mesmo chegando à minha lista de desejados, eu não tenho total certeza do que eu amo usar, mas tenho um chamego por tudo que coloquei na minha lista. O que eu fiz pra descobrir qual é o meu estilo foi começar a observar direitinho quais roupas que eu usava e que eu me sentia bem e bonita. Também comecei a prestar atenção no estilo de amigas e blogueiras e nos itens que eu curtia e usaria, dos looks delas (Caroline, por exemplo, é uma das minhas inspirações no quesito estilo). Isso me ajudou a montar uma lista de peças legais para o guarda-roupa.

As regras que Caroline usou para montar o guarda-roupa dela foram adaptadas, obviamente, para a realidade dela. Assim sendo, as minhas também serão adaptadas para a minha situação. E elas serão as seguintes:

  • 40 itens, entre partes de cima, de baixo, vestidos e sapatos;
  • Loungewear, underwear, pijamas, roupas de ginástica, roupas de festa (casamentos, formaturas, etc) e acessórios não contam;
  • Como não temos estações do ano definidas aqui em Recife (só calor, quentura e mormaço), resolvi que ao invés de um capsule wardrobe por estação, eu montarei um agora e farei pequenas modificações (6 peças) a cada 3 meses. Mas não montarei outro capsule;
  • Qualidade, obviamente, está acima da quantidade, nesse projeto;
  • Tenho direito a substituir uma peça caso ela rasgue/quebre/se estrague/ não caiba mais e eu não possa mais usá-la.

Acredito que seja isso, mas me dou o direito de mudar de ideia em relação a algum dos itens conforme o tempo passar, uma vez que TUDO é autoconhecimento, né? <3

Então vamos à listinha. Os itens marcados são os que eu já tenho e o restante são os que eu preciso comprar (observem que ainda tenho sérios buracos no guarda-roupa que, atualmente, estou preenchendo com itens que tenho e não amo, porque andar pelada não é uma opção. Mas chegarei lá, gente, chegarei lá!):

Partes de cima:

  1. Blusa Branca;
  2. Blusa Preta;
  3. Blusão Branco com dizeres;
  4. Blusão Azul;
  5. Blusão Cinza;
  6. Blusão Verde;
  7. Regata Branca;
  8. Regata Cinza;
  9. Regata Preta;
  10. Blusa Listrada Preta & Branca;
  11. Suéter Listrado Preto & Branco;
  12. Suéter Listrado Vermelho & Branco;
  13. Camisa Xadrez;
  14. Cardigan Cinza;
  15. Cardigan Amarelo;
  16. Cardigan Preto;

Partes de baixo:

  1. Jeans azul destroyed (reto ou skinny, 100% algodão);
  2. Jeans preto (reto ou skinny, 100% algodão);
  3. Jeans claro (reto ou skinny, 100% algodão);
  4. Legging preta;
  5. Short jeans azul;
  6. Short jeans colorido;
  7. Short jeans cintura alta;
  8. Short de tecido cintura alta;
  9. Saia de tecido (cor/estampa a definir);
  10. Macacão jeans;

Vestidos:

  1. Vestido Bege;
  2. Vestido Branco;
  3. Vestido Preto;
  4. Vestido Estampado (a definir);

Sapatos:

  1. Sapato de Salto Plataforma Branco;
  2. Sapato de Salto Plataforma Preto;
  3. Sapatilha Preta (Boneca);
  4. Sapatilha Preta;
  5. Sapatilha (cor a definir)
  6. Birken Azul Escura;
  7. Mocassim Caramelo;
  8. Sandália Gladiador;
  9. Ankle Boot;
  10. Tênis All-Star;

Vou ver se crio coragem e divido alguns dos meus looks com vocês no meu Instagram (@mandyarruda, gente!) – só pra mostrar que é possível se vestir tranquilamente com poucas peças. E vocês? Se tivessem que viver com 40 peças, que peças seriam essas? Comentem! (:

Livros & Outros Amores Minimalismo

O método de declutter da Marie Kondo

28 de maio de 2015

Adoro livros que ensinam a simplificar a vida. E o livro da Marie Kondo definitivamente é um desses. The Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and Organizing (já com tradução para o português) tem quase duzentas páginas e ensina um método defendido como eficaz por sua criadora: o declutter único.

Marie, no livro, defende que para nos livrarmos de vez da tarefa diária de arrumar e organizar, temos que fazer uma limpa geral e definitiva nos nossos pertences, jogando fora tudo o que não precisamos e que não nos traz alegria. Isso vai completamente de encontro ao pensamento geral de que devemos nos livrar, aos poucos, de nossos pertences – e eu achei a ideia sensacional. Ela também nos fala que, caso sigamos o seu método, não teremos “recaídas”, pois uma vez que nos livramos de toda a tralha, nossa mente e corpo se modificam por conta do nosso novo meio e não caímos mais na besteira de manter coisas que não gostamos.

Verdade ou não (ainda não testei completamente o método para atestar o seu funcionamento), o livro é uma leitura que estou recomendando pra todo mundo que eu posso, porque ele sai realmente da mesmice e defende um ponto fora da reta. Se você não leu o livro ainda, mas quer saber quais são as dicas que a Marie dá, pontuei algumas guidelines que ela defende no seu modo de organização:

  • Faça o declutter todo de uma vez só. Marie defende que o declutter e a arrumação é um trabalho pontual, não um trabalho para a vida inteira. Se você tem sempre que destralhar é porque tem algo errado no seu método – e, segundo a autora, é tanto o modo quanto o tempo que se leva para fazer essa limpa. Kondo diz que o tempo que se leva para destralhar uma casa deve ser o mais curto possível – o que quer dizer que você deve adaptar para as suas possibilidades, porém fazendo o esforço óbvio de que tudo seja feito no período mais curto que você puder. Eu, por exemplo, destralhei uma categoria por dia. Quem tiver menos tralha, pode fazer tudo em um fim de semana ou até num dia só.
  • O limite é você quem diz. Marie conta, no livro, que ao destralhar, a gente nota um ‘clique’ quando chega ao nosso número ideal de pertences. Eu ainda não cheguei a esse clique, mas sei que estou próxima dele.
  • Mantenha consigo apesar os itens que te trazem alegria. Nem precisa comentar muito, né? Se desfaça de tudo o que não te traz felicidade. Isso inclui aquelas roupas que você acha que vai usar – mas nunca usa – e aqueles livros que você comprou, não leu e só te fazem sentir culpada. Eles já cumpriram o seu papel na sua vida (te mostrar do que você não gosta ou o que não encaixa no seu estilo, por exemplo) e, se você não sente mais alegria ao vê-los ou tocá-los, é melhor deixar que sigam seu caminho.
  • Destralhe por categorias, não por cômodos. Organizar por cômodo é um erro, porque muitas vezes  a gente esquece coisas que estão em outros cômodos, mas pertencem à mesma categoria (por exemplo, roupas podem estar no guarda-roupa, no cesto de roupa suja, na máquina de lavar e no cesto de roupas limpas – e, geralmente, esses itens não habitam os mesmos cômodos). Daí você vai achar que fez o declutter certinho, porém não fez, porque você não juntou todos os seus itens e, assim, não tem uma noção correta do todo.
  • A ordem faz diferença. A ordem em que você faz seu declutter faz toda a diferença, uma vez que ela vai influenciar na rapidez e na fluidez do seu destralhamento. Se você começar com itens de valor sentimental, por exemplo, tudo vai demorar mais (e pode ser até que não vá pra frente). Sabe quando você se empolgava pra arrumar o quarto e caía naquela boa e velha caixa de fotos e cartas e a arrumação ficava pra depois (nunca)? Pois é, é bem por aí. Deve-se começar por itens mais simples e, depois, fazer a limpa nos mais complexos. Marie indica a seguinte ordem de organização: roupas, livros, papelada, miscelâneas (basicamente, todo o resto da casa que não encaixe nas outras categorias) e coisas com valor sentimental.
  • Destralhe antes, organize depois. Desnecessário dizer, mas todo mundo sabe que não se deve organizar tralha. Portanto: jogue fora ou doe tudo primeiro e, só então, pense em como vai organizar o que restou.
  • Não se iluda com métodos estrambólicos de organização. Métodos devem ser simples. Segundo Marie, se você precisa de zilhões de etiquetas e métodos inteligentes para guardar seus pertences, isso é um prova que você ainda não simplificou o suficiente. Uma caixa deve servir, uma cesta deve resolver, nada muito extraordinário é necessário, na hora de compartimentalizar o que você tem.
  • Cuide bem de seus pertences. Marie também dá dicas de como cuidar de nossos pertences, fazendo-os se sentir amados e queridos pela gente. É curiosa a forma como ela diz que devemos lidar com nossos objetos, desde de agradecê-los por terem cumprido seu papel no nosso dia até a forma como os guardamos, que deve ser ‘confortável’ para eles. Por exemplo, meias, segundo Marie, não devem ser estocadas em formato de bola, pois isso não seria justo com elas, já que o momento em que não estão sendo usadas é um momento de descanso para elas – e, quando estão enroladas numa bola, elas estão tensas e não conseguem descansar. É engraçado pensar assim, mas acredito que, no fim, o que quer dizer é que precisamos cuidar direitinho dos nossos pertences, pra que eles durem mais e continuem nos trazendo alegria.

Esses são apenas alguns dos pontos principais. Pra quem se interessou, recomendo DEMAIS a leitura do livro – é super rápida e, na minha opinião, adiciona muito na vida. Com esse livro, comecei a entender que o ato de destralhar nada mais é do uma atividade do processo de autoconhecimento. Saber o que não se quer já é meio caminho para saber o que se quer.

Se você já leu, comenta aí o que você achou, vamos trocar uma ideia! (:

Minimalismo Wishlist

Wishlist #1

13 de maio de 2015

WishlistMocassim | Calça | Antelios Unifiant | Blusa | Dermovitin | Colar | Short | Relógio | Bolsa

Os trabalhos para pensar em como seria meu capsule wardrobe estão a todo vapor e essa minha wishlist é prova cabal disso. Coloquei apenas itens que eu amaria ter comigo e coisas que eu quero muito testar no meu dia a dia (como é o caso do gel de limpeza e do protetor solar). Novos desejos significarão novas wishlists divididas com vocês. Assim, eu consigo manter sob controle minha ânsia de gastar em bobagem e guardar o dinheiro pra gastar em coisas que eu realmente quero. (:

O que vocês acharam da wishlist? Algo que vocês desejem também?

Da rotina Minimalismo

Minimalizando

11 de maio de 2015

 

Créditos: Neest

Créditos: Neest

Não sei vocês, mas eu não sei lidar com bagunça. Não sei. Não consigo seguir vivendo a vida de boa quando minha casa tá cheia de lixo. Por isso, nos últimos meses, comecei um processo de declutter pesado, porque sentia que só assim conseguiria me equilibrar nessa vida. Além disso, resolvi abraçar de vez o minimalismo e começar a aplicar de verdade nas variadas áreas da minha vida. Nada radical, apenas o que eu sentir que é certo.

E decidi dividir um pouco dos meus esforços em cada área com vocês. Esse aqui é mais um resumão de tudo o que eu estou fazendo atualmente, ainda farei um post mais detalhado sobre cada umas das áreas, quando o momento chegar (ou seja, quando eu tiver mais certeza do que eu estou fazendo, quando eu tiver desenvolvido um método próprio). Sem mais delongas, vamos lá:

O guarda-roupa

Estou tentando criar um capsule wardrobe. Ainda não criei regras pra mim, porque ainda estou tateando e vendo o que pode encaixar ou não (não acho certo eu seguir as regras de outra pessoa, pois só eu sei o que é o suficiente para mim). O minimalismo requer que saibamos exatamente o que queremos para investirmos exatamente no que importa, então esse é o grande x da questão. A princípio, já sei que vai ter: tees brancas, jeans, vestidos, shorts, tênis, sapatilhas e saltos plataforma. Ainda estou trabalhando em cima do meu estilo, no geral, mas já comecei o processo de me livrar do que não encaixa nele. Durante as últimas semanas, foram sacos e sacos de roupas, sapatos e bolsas descartados. Eu nem achava que tinha tanta coisa assim – o que no fim, eu não tinha mesmo, porque eu não as usava.  O que acontecia era eu repetindo o mesmo conjunto de roupas indefinidamente até elas encherem o saco e rasgarem. Pois é. Esse mês comprei três camisetas novas e continuarei fazendo compras controladas de coisas que acho que realmente faltam no meu guarda-roupa. Uma forma, inclusive, d’eu fazer isso controladamente é por meio de wishlists, que passarei a compartilhar aqui. Esperem por mais posts sobre isso aqui no blog!

Os livros

Quem me acompanha no Facebook viu que algumas semanas atrás eu fiz um bazar do desapego e vendi vários livros que antes habitavam a minha estante. Seguindo a lógica de um livro que li recentemente, o The Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and Organizing, deixei apenas os que me traziam um sentimento bom ao ver ou tocar. Ainda falta, inclusive, vender 3 itens do meu bazar: Mad About The Boy, Um Membro da Família e Querido John. Se alguém estiver interessado, pode entrar em contato comigo por mensagem no Facebook, que a gente conversa direitinho. Achei que seria muito mais difícil deixar alguns livros seguirem seu caminho, mas na verdade, foi um alívio. Alguns dos livros só me faziam sentir culpada por não tê-los lidos, enquanto outros simplesmente já haviam cumprido a sua parte do trabalho e simplesmente não interessavam mais. Deixei apenas os que eu intenciono ler ou reler e os que me trazem felicidade ao ter por perto.

Quanto à compra de novos livros, criei uma regra nova para mim: não compro fisicamente nada que puder ser lido no Kobo de boa (a não ser que o ebook seja mais caro que a versão física). Isso significa que livros de ficção, no geral, ficam no meu Kobo, enquanto livros de não-ficção e de consulta recorrente são comprados fisicamente porque a) são mais difíceis de serem achados como ebook; e b) são mais práticos de serem consultados em versão física.

Os itens de beleza

Por mais que não pareça (já que eu estou de cara lavada quase que 100% do tempo), eu sou uma beauty junkie. Adoro testar produtos novos, mas a questão é que eu não sigo muito uma lógica. E isso, minha gente, significam rios de dinheiros que eu não tenho desperdiçados. Por isso, resolvi que preciso, além de me livrar do que eu não uso, ter alguma consciência do que eu preciso. Joguei vários sacos de produtinhos para pele e cabelo fora e agora minha caixinhas organizadoras contam com muito menos do que contavam antes. Entretanto, são produtos que eu gosto e que eu realmente consigo encaixar no meu dia-a-dia. Isso não significa que eu não vou testar novos produtos, porém eles entrarão numa wishlist (que eu compartilharei aqui também) – depois de algumas pesquisas – e serão comprados de forma mais ordenada. O meu dinheiro é muito suadinho pra ser tão desperdiçado.

Papelaria

Quem me conhece sabe que eu amo papelaria. AMO. Porém, já faz um tempo que eu coloquei o pé no freio simplesmente porque não uso as coisas que compro na velocidade em que as compro. Tenho 4 diários iniciados e não continuados (cada um com uma média de 5 a 10 páginas escritas. SIM), tenho várias caixinhas de clips, tenho várias fitas adesivas coloridas, canetas, post-its e tantas outras coisas que eu simplesmente não vou conseguir terminar de usar nem tão cedo. Já havia feito uma limpa nesses itens anteriormente e o que eu tenho feito agora é evitado a compra de novos itens. Vai permanecer dessa forma até que eu consiga usar o que eu tenho.

∗∗∗

Por enquanto, ainda não estou na minha casa, então itens relacionados a cômodos, especificamente, não participam da minha fúria minimalizadora. Porém, a segunda vistoria (com possível entrega das chaves) do meu apê com o bofe já está marcada e, em breve, esses itens figurarão por aqui. (: