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Livros & Outros Amores

Da rotina Livros & Outros Amores

Últimos lidos e amados

26 de dezembro de 2016

Li bastante nesse último mês do ano – ao menos, uma coisa boa do desemprego –  e, apesar de não ser capaz de bater a minha longamente ignorada meta de livros sugerida no Goodreads, creio que conseguirei, pelo menos, não me humilhar completamente. Estou com 18/25 e creio que até o fim da semana termino mais dois ou três livros (tenho esse pequeno problema de ler vários livros ao mesmo tempo), batendo, pelo menos, 20 livros lidos no ano de 2016. Not bad, uma vez que ano passado li 15. Posso não chegar jamais aos 100 que algumas amigas ostentam, mas estou melhor do que o meu eu passado e isso já é suficiente.

Abaixo, listei alguns dos últimos livros que li e gostei.

10% Happier – Dan Harris (10% Mais Feliz, em português)

Resolvi ler esse livro por uma simples razão: eu tenho ansiedade e queria ver o relato de outra pessoa que tinha esse problema também.  O livro de Dan Harris fala sobre como ele superou os 10 kg de preocupação que o abatia diariamente, encontrando seu equilíbrio através da prática diária da meditação. Também temos alguns insights de como as coisas funcionam nos bastidores na TV (Dan Harris é um apresentador/jornalista) e a leitura é fluida, segue um ritmo lógico e fácil de acompanhar.

O Guia do Guru Preguiçoso – Laurence Shorter

Uma leitura rápida e amorzinho.  O livro é todo ilustrado e fala sobre mindfullness e meditação. Me senti abraçada ao ler esse livro, pois o autor fala de coisas que realmente se passam na minha cabeça e, acredito, na de muitos que tentam sobreviver no mundo caótico que nos cerca. Esse é um daqueles bom de ter em casa para reler rapidinho sempre que a gente precisar de algo leve e aquecedor de coração.

Tá Todo Mundo Mal – Jout Jout

Depois que a modinha passou, resolvi dar uma chance para o livro da Jout Jout porque adoro os vídeos dela e acho ela muito real, o que equilibra a dose diária de ilusão do feed do Instagram. O livro foi escrito a partir de um apanhado de crises, mais sérias ou bobas mesmo, que passaram pela vida da nossa amiga Júlia. É um livro pra rir e também para refletir. Adorei, especialmente, a crise sobre os nossos anos (ano?) de tamagotchi.  É uma leitura leve, fácil e divertida.

Career of Evil – Robert Galbraith (Vocação para o Mal, em português)

Essa leitura se arrastou por motivos de preguiça minha, mesmo. Comecei logo que o livro foi lançado (acho que no meio desse ano?) e só agora, ao apagar das luzes de 2016, finalmente terminei o que é o 3º integrante da série do Cormoran Strike. Como nos dois livros anteriores (Chamado do Cuco e O Bicho da Seda), Vocação para o Mal é igualmente bem construído e nos deixa sem ter lá muita noção do que realmente aconteceu até chegar ao fim da história. Há momentos de tensão ao longo do capítulos, tanto sexual (entre Cormoran e Robin) quanto momentos de perigo e crise. Adorei e já espero pelo próximo, pois o fim foi no melhor estilo: PAM.

Poser – My Life in Twenty-Three Yoga Poses – Claire Dederer

Esse livro foi uma leitura arrastada também, pela mesma razão do anterior. Poser é um escrito biográfico, onde a Claire conta a sua jornada como mãe, esposa, escritora e freelancer através do seu aprendizado na Yoga. O livro vai e volta, conforme a Claire nos abre sua vida e mostra seu processo de autoconhecimento. É um livro para quem, como eu, gosta de: a) yoga e b) dar uma espiadinha na vida dos outros (que é toda a lógica de ler biografias, né não?). Não é uma leitura difícil, mas na minha preguiça, tive que me forçar muitas vezes a seguir em frente. A Claire é alguém com quem conseguimos nos identificar: uma pessoa tentando ser perfeita e descobrindo que não existe such a thing nessa vida.

E vocês, alguma leitura gostosa pra indicar? Não deixem de comentar!

Livros & Outros Amores

Últimos lidos e amados

26 de agosto de 2016

Faz tempo que eu não falo de livros aqui, né? Pois bem, eu tenho estado meio lenta nesse quesito e meu Goodreads me diz que estou 5 livros atrás da minha meta para o ano (“ousados” 25 livros, que comparados à meta de 100 de algumas amigas, é nada). Li 11 até agora e 10 foram de não-ficção e 1 foi uma releitura – do we see a pattern here? Não há como negar: empaquei em não-ficção de um jeito que vai ser difícil sair. Não me vejo lendo nada fora dessa categoria num futuro muito próximo, mas quem sabe das vontades do coração, não é? No momento, estou realmente empolgada em ler biografias e relatos de coisas que realmente aconteceram e observar como pessoas de verdade, como eu e você, lidaram com elas. Já que nenhum de nós vem com manual, ler sobre a vida das outras pessoas é o mais perto que a gente chega de um encaminhamento para esse cotidiano louco que insiste em nos surpreender.

Sem mais delongas, estão aí minhas últimas 3 leituras do coração:

◊  My Life in France – Julia Child (tem versão em português)

Desde que assisti Julie & Julia (um dos meus filmes favoritos, inclusive), fiquei realmente apaixonada pela Julia Child e louca para saber mais sobre a vida dessa moça que revolucionou a cozinha na América, trazendo a culinária francesa para as casas de quem não sabia cozinhar e não tinha o luxo de ter uma cozinheira. O livro é apaixonante, porque Julia é cheia de energia e positiva. O marido dela é o yin do seu yang, sendo mais sensível e equilibrado – mas sem nunca tentar apagar a chama que Julia era. Eles foram um casal incrível e ler sobre as aventuras deles em La Belle France é algo tão gostoso, tão divertido, tão leve que quando o livro acabou, tenho que dizer que restou um sentimento de perda no meu coração. Indico para todos que amam comida, que adoram viajar e que curtem a França (ou seja, todos nós?).

◊  The Sharper The Knife, The Less You Cry – Kathleen Flinn (ainda não tem tradução para o Brasil)

Esse livro, se não me engano, foi indicação do Goodreads, baseada nas minhas leituras – mas veja você mesmo quantos acertos! A Flinn é uma jornalista que é demitida de um cargo executivo no qual ela não estava feliz nem tampouco indo bem e que decide, com incentivo do namorado, aproveitar a deixa e se mandar de Londres para a França, para estudar na famosa escola de culinária, a Le Cordon Bleu. Parece clichê (e é um pouco, não vou mentir), mas é tão gostoso de ler. O livro é bem focado na experiência dela na escola em si – diferentemente do livro da Julia, que fala das experiências dela no geral, na França e em outros países. Pra mim, foi uma leitura muito interessante, porque sempre quis saber como é estudar na Le Cordon Bleu. O livro ainda tem umas receitas no meio, mas como o livro é em inglês (e não tem tradução ainda), é meio chato de adaptar os ingredientes, então nem me empolguei a testar nada.

◊  Livre – Cheryl Strayed (o original é em inglês)

Esse livro. O que falar desse livro? Ele estava na minha estante há ANOS. ANOS! E apenas há poucos meses atrás eu finalmente tive a decência de lê-lo. E que bom que eu tive! Livre (ou Wild, no título original) é a história dessa moça, a Cheryl, que perde a sua mãe, acaba seu casamento e decide se jogar numa trilha (a Pacific Crest Trail) e viver as aventuras da vida selvagem. Andando. Sozinha. E ela não só encontra ursos, cobras e outras coisas apavorantes, como ela encontra a si mesma. É um livro incrível e que ficou atrás, em termos de apaixonamento, apenas de Comer Rezar Amar, que me ganhou de um jeito que poucos livros na vida me ganharam. É uma leitura envolvente: a gente sofre com Cheryl, a gente se preocupa com ela, a gente torce por ela. O grande problema é que me deixou com uma vontade imensa de me jogar numa trilha, só que eu sei que: eu tenho 0 condicionamento físico e MORRO de medo de altura – e geralmente, em algum momento dessas trilhas, você passa por situações tensas que envolvem altura. Portanto, estou sentando e esperando a vontade passar, mas de qualquer forma: livro maravilhoso, leiam se puderem.

E aí? Já leram esse livros? Têm algum outro desse gênero para me indicar? Deixem seus pitacos nos comentários! 😉

 

Livros & Outros Amores

Lista de Leitura – Novembro/2015

6 de novembro de 2015

Lista de Leitura - Novembro

Francamente, gente. Eu tô uma verdadeira vergonha. Faz muito tempo que eu não leio e a minha meta anual de 25 livros, que parecia tão fácil no começo do ano, está realmente impossível no momento. Não estou satisfeita com meu comportamento nos últimos meses e resolvi dividir com vocês uma lista de livros que pretendo ler no mês de novembro. Só tem livros pelos quais me interessei MUITO, então acho que não tem erro, né? Oremos.

The Girl in the Spider’s Web: A continuação feita por outras mãos da série Millenium, de Stieg Larsson, traz novamente Lisbeth, uma das minhas personagens favoritas de todos os tempos. Não sei realmente o que esperar desse livro. Obviamente haverá falhas – não creio que dê certo esse negócio de outro autor escrever continuações para um livro de alguém que já está morto, inclusive. Mas não posso perder a oportunidade de ler mais alguma coisa com a Lisbeth, então, sim, estarei lendo esse, de qualquer maneira. Tem aqui.

Career of Evil: Fiquei tão feliz, mas tão feliz, quando esse livro finalmente foi lançado. A Amazon passou uns dois meses (ou mais) pré-vendendo ele e eu SEMPRE me enganava, achando que já tinha sido lançado, sendo que era só a pré-venda. Pffff. Adoro a série do Cormoran Strike e desde o último livro, que foi ainda mais sensacional que o primeiro, tenho esperado ansiosamente por Career of Evil. Já comecei a ler e estou achando ótimo, so far. Já disse a vocês que esse livro também tem uma personagem feminina bem forte, chamada Robin? Sim. Ela é ótima, forte e feminina ao mesmo tempo, e é uma das razões pelas quais eu adoro essa série. Tem aqui.

Dia de Beauté: A fofa da Vic Ceridono lançou o livro de maquiagem mais bonito de todos os tempos. Claro que eu não consegui evitar e tive que comprá-lo pra mim. Já dei uma folheada e vi que ele é cheio de diagramas e dicas bem legais. Quero lê-lo com calma, para absorver todas as dicas que a Vic tem pra dar! Tem aqui.

E vocês? Já leram algum desses? Têm alguma meta pro mês? Comentem!

Livros & Outros Amores

Meus livros de Yoga

16 de junho de 2015

Meus livros de Yoga

Depois de passar semanas sem dormir e morta de ansiedade (sem nenhuma razão aparente), resolvi que ia fazer algo pra mudar essa situação, já que nada dava certo. Foi então que comecei a fazer meditação e Yoga por meio de aplicativos no celular, me apaixonei e resolvi mergulhar fundo. Desde então, minhas noites têm sido bem mais reparadoras e minha coleção de livros sobre o assunto têm crescido consideravelmente. E aí pensei em mostrar os livros que eu tenho para vocês, pro caso de vocês não saberem nem por onde começar (como eu, há alguns meses atrás). Gosto de todos os que tenho e todos são úteis, de formas diferentes. (:

Buda: Ao começar a estudar a filosofia e o estilo de vida da Yoga, me interessei por saber um pouco mais da história de Buda. Nesse livro, Osho fala um pouco sobre como Buda trilhou o seu caminho rumo à iluminação, como ele viveu e o que ele ensinou. As histórias, em sua maioria, têm um quê de poético e não devem ser tomadas ao pé da letra. É uma leitura bem interessante para quem nunca leu nada sobre e é curioso em relação a isso.

Autoperfeição com Hatha Yoga: Meu primeiro livro de Yoga – e uma indicação da maravilhosa Camile – e o que eu mais gosto de todos esses.  Ele realmente nos dá uma noção do todo, abrangendo todos os pontos nos quais a Yoga pode melhorar a sua vida. Tem capítulo sobre hábitos diários, sobre alimentação, sobre posturas, sobre respiração, sobre meditação, etc. É um livro muito completo e indico fortemente a leitura pra quem tá começando e precisa de um “guia”. Essa mesma editora também publicou uma edição nova de Yoga para Nervosos, que está na minha lista de compras futuras.

Yoga para Ansiosos: Yoga para ansiosos é um livro maravilhoso pra quem está começando também – principalmente se você, como eu, procurou esse caminho por conta da ansiedade. A Yoga é um caminho para o autoconhecimento e esse livro incentiva justamente isso. Tem vários espaços para preencher no livro, fazendo da leitura, realmente, uma jornada de descoberta de si mesmo.

Ioga para fazer em casa: O meu segundo livro favorito desses todos. Ioga pra fazer em casa traz tudo em detalhes, como se vê em Autoperfeição com Hatha Yoga, mas ainda com o plus de gráficos e imagens legais. Ele também têm treinos de tempos diferentes (20, 40 e 60 minutos), divididos por grau de dificuldade (iniciante, intermediário e avançado) – o que é uma mão na roda pra quem não sabe como combinar as posturas.

Ayurveda – Saúde e Longevidade na Tradição Milenar: E claro, como a curiosidade não tem limites, também decidi aprender um pouco sobre Medicina Ayurvédica, que está intrinsecamente ligada com a Yoga. Segundo a Ayurveda, o centro da nossa saúde está no nosso intestino (ou seja, um intestino feliz faz um corpo feliz) e, assim sendo, na nossa alimentação. Então, basicamente, o que ingerimos é que vai dizer se vamos ignorar aquela gripe que todo mundo tá pegando ou vamos entrar no bonde dos resfriados. Ela também defende que a nossa forma de lidar com o mundo também pode fazer aflorar doenças na gente. É um campo bem interessante de se estudar. Pra quem tem interesse no assunto, o livro é bem instrutivo e ótimo pra se ter como referência.

E aí, o que acharam?  Esse post foi mais para apresentar a vocês algumas opções. Depois escolho alguns (talvez os meus favoritos) para fazer uma resenha mais aprofundada. Ou alguns dos que vocês se interessarem mais. Comentem e me digam se tem algum que você gostariam de mais detalhes!

Livros & Outros Amores Minimalismo

O método de declutter da Marie Kondo

28 de maio de 2015

Adoro livros que ensinam a simplificar a vida. E o livro da Marie Kondo definitivamente é um desses. The Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and Organizing (já com tradução para o português) tem quase duzentas páginas e ensina um método defendido como eficaz por sua criadora: o declutter único.

Marie, no livro, defende que para nos livrarmos de vez da tarefa diária de arrumar e organizar, temos que fazer uma limpa geral e definitiva nos nossos pertences, jogando fora tudo o que não precisamos e que não nos traz alegria. Isso vai completamente de encontro ao pensamento geral de que devemos nos livrar, aos poucos, de nossos pertences – e eu achei a ideia sensacional. Ela também nos fala que, caso sigamos o seu método, não teremos “recaídas”, pois uma vez que nos livramos de toda a tralha, nossa mente e corpo se modificam por conta do nosso novo meio e não caímos mais na besteira de manter coisas que não gostamos.

Verdade ou não (ainda não testei completamente o método para atestar o seu funcionamento), o livro é uma leitura que estou recomendando pra todo mundo que eu posso, porque ele sai realmente da mesmice e defende um ponto fora da reta. Se você não leu o livro ainda, mas quer saber quais são as dicas que a Marie dá, pontuei algumas guidelines que ela defende no seu modo de organização:

  • Faça o declutter todo de uma vez só. Marie defende que o declutter e a arrumação é um trabalho pontual, não um trabalho para a vida inteira. Se você tem sempre que destralhar é porque tem algo errado no seu método – e, segundo a autora, é tanto o modo quanto o tempo que se leva para fazer essa limpa. Kondo diz que o tempo que se leva para destralhar uma casa deve ser o mais curto possível – o que quer dizer que você deve adaptar para as suas possibilidades, porém fazendo o esforço óbvio de que tudo seja feito no período mais curto que você puder. Eu, por exemplo, destralhei uma categoria por dia. Quem tiver menos tralha, pode fazer tudo em um fim de semana ou até num dia só.
  • O limite é você quem diz. Marie conta, no livro, que ao destralhar, a gente nota um ‘clique’ quando chega ao nosso número ideal de pertences. Eu ainda não cheguei a esse clique, mas sei que estou próxima dele.
  • Mantenha consigo apesar os itens que te trazem alegria. Nem precisa comentar muito, né? Se desfaça de tudo o que não te traz felicidade. Isso inclui aquelas roupas que você acha que vai usar – mas nunca usa – e aqueles livros que você comprou, não leu e só te fazem sentir culpada. Eles já cumpriram o seu papel na sua vida (te mostrar do que você não gosta ou o que não encaixa no seu estilo, por exemplo) e, se você não sente mais alegria ao vê-los ou tocá-los, é melhor deixar que sigam seu caminho.
  • Destralhe por categorias, não por cômodos. Organizar por cômodo é um erro, porque muitas vezes  a gente esquece coisas que estão em outros cômodos, mas pertencem à mesma categoria (por exemplo, roupas podem estar no guarda-roupa, no cesto de roupa suja, na máquina de lavar e no cesto de roupas limpas – e, geralmente, esses itens não habitam os mesmos cômodos). Daí você vai achar que fez o declutter certinho, porém não fez, porque você não juntou todos os seus itens e, assim, não tem uma noção correta do todo.
  • A ordem faz diferença. A ordem em que você faz seu declutter faz toda a diferença, uma vez que ela vai influenciar na rapidez e na fluidez do seu destralhamento. Se você começar com itens de valor sentimental, por exemplo, tudo vai demorar mais (e pode ser até que não vá pra frente). Sabe quando você se empolgava pra arrumar o quarto e caía naquela boa e velha caixa de fotos e cartas e a arrumação ficava pra depois (nunca)? Pois é, é bem por aí. Deve-se começar por itens mais simples e, depois, fazer a limpa nos mais complexos. Marie indica a seguinte ordem de organização: roupas, livros, papelada, miscelâneas (basicamente, todo o resto da casa que não encaixe nas outras categorias) e coisas com valor sentimental.
  • Destralhe antes, organize depois. Desnecessário dizer, mas todo mundo sabe que não se deve organizar tralha. Portanto: jogue fora ou doe tudo primeiro e, só então, pense em como vai organizar o que restou.
  • Não se iluda com métodos estrambólicos de organização. Métodos devem ser simples. Segundo Marie, se você precisa de zilhões de etiquetas e métodos inteligentes para guardar seus pertences, isso é um prova que você ainda não simplificou o suficiente. Uma caixa deve servir, uma cesta deve resolver, nada muito extraordinário é necessário, na hora de compartimentalizar o que você tem.
  • Cuide bem de seus pertences. Marie também dá dicas de como cuidar de nossos pertences, fazendo-os se sentir amados e queridos pela gente. É curiosa a forma como ela diz que devemos lidar com nossos objetos, desde de agradecê-los por terem cumprido seu papel no nosso dia até a forma como os guardamos, que deve ser ‘confortável’ para eles. Por exemplo, meias, segundo Marie, não devem ser estocadas em formato de bola, pois isso não seria justo com elas, já que o momento em que não estão sendo usadas é um momento de descanso para elas – e, quando estão enroladas numa bola, elas estão tensas e não conseguem descansar. É engraçado pensar assim, mas acredito que, no fim, o que quer dizer é que precisamos cuidar direitinho dos nossos pertences, pra que eles durem mais e continuem nos trazendo alegria.

Esses são apenas alguns dos pontos principais. Pra quem se interessou, recomendo DEMAIS a leitura do livro – é super rápida e, na minha opinião, adiciona muito na vida. Com esse livro, comecei a entender que o ato de destralhar nada mais é do uma atividade do processo de autoconhecimento. Saber o que não se quer já é meio caminho para saber o que se quer.

Se você já leu, comenta aí o que você achou, vamos trocar uma ideia! (: