Listas – Amanda Arruda - Página: 3
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Listas

Da rotina, Listas

5 coisas, 12 vezes

Vi esse post no blog da Flora e tive que roubar, porque ele reúne duas coisas que eu amo: memes e listas! Tem como ser melhor? Pois é, não tem. Aproveitei a oportunidade para encher o post com imagens da minha câmera nova, que eu ainda não havia publicado em canto nenhum. Preciso lembrar de passar umas para o Flickr.

5 coisas, 12 vezes

5 coisas que eu normalmente digo
– Marminino!
– Bosta.
– Que barra!
– Olhe, veja bem.
– Não tá fácil pra ninguém.

5 coisas que me fazem rir

– Weslley ;
– Chewie e Peralta (meu filho e sobrinho do mundo animal);
– The Big Bang Theory (sim, eu gosto e sempre gostarei);
– Notícias sem noção (como uma notícia de um cara que teve o pênis cortado fora duas vezes pela sua mulher revoltada);
– Livros/blogs/twitters de escritores auto-depreciativos, mas espirituosos (gente equilibrada não tem graça).

5 coisas, 12 vezes

5 coisas em que eu geralmente penso
– No futuro;
– Nas contas que eu tenho que pagar;
– Nos países que eu quero conhecer;
– Em formas de aprender mais sobre as coisas que eu gosto (blogar, fotografar, cozinhar);
– Que eu preciso ser mais legal com as pessoas.

5 coisas que eu normalmente sonho à noite

– Animais;
– Fazendo coisas apressadamente;
– Não conseguindo fazer coisas que eu quero;
– Com o meu trabalho;
– Estando em situações estranhas e, o pior, não dando a mínima pra isso.

5 coisas, 12 vezes

5 coisas que poucas pessoas sabem sobre mim

– Não sou tão preto-no-branco quanto pareço;
– Prefiro salgados e azedos (ha!) a doces. A exceção é a TPM;
– Eu não gosto de falar no telefone;
– Tenho sérios problemas em manter amizades hoje em dia (porque não gosto de telefone e tenho preguiça de chat);
– Já fui fofinha e bobinha, até uns 16, 17 anos. Aí eu mudei, porque ninguém pode ser fofinha pra sempre, aparentemente.

5 coisas que eu amo fazer

– Ler;
– Arrumar o quarto (há um prazer que eu não sei explicar em ver tudo em seu lugar);
– Comprar livros, artigos de decoração, produtos de beleza.
– Cozinhar;
– Fotografar.

5 coisas, 12 vezes

5 coisas que eu quero que aconteçam antes do ano acabar
– Emagrecer o suficiente para ficar bem em um bíquini;
– Fotografar mais e melhor;
– Me mudar pra o meu cantinho com Weslley (e Chewie);
– O blog ganhar mais leitores;
– Eu conseguir ler pelo menos 80% dos livros não-lidos na minha estante.

 5 coisas que eu gosto de comprar fora do Brasil

– Maquiagem;
– Perfume;
– Itens de decoração;
– Livros;
– Comida (a gente tem que provar o sabor local, né?)

5 coisas, 12 vezes

5 coisas que eu sinto falta no meu guarda-roupa
– Um jeans preto;
– Um jeans detonado;
– Um vestido florido de alcinha;
– Um short jeans detonado, mas não tão curto quanto o que eu tenho;
– Blusas pretas.

5 coisas que cheiram maravilhosamente bem
– O pescoço de Weslley (não, só quem pode cheirar sou eu, ha!)
– Lavanda;
– Lençóis recém-trocados;
– Chuva;
– Papel (especificamente o de alguns livros).

5 coisas, 12 vezes

5 coisas que eu quero ser melhor fazendo
– Blogando;
– Fotografando;
– Cozinhando;
– Escrevendo;
– Gravando vídeos (inclusive, vocês viram que eu postei um lá no canal? falei sobre os livros que quero ler em 2015!).

5 coisas que fazem de mim o que eu sou
– Meu humor ácido;
– Meu amor por livros;
– Minha preguiça de sair de casa;
– Minha vontade de descobrir coisas novas;
– Meu amor por Weslley.

5 coisas, 12 vezes

Curtiram? Quem quiser fazer também, faça – e me avise depois, porque além de amar fazer listas, adoro lê-las também. (:

Compartilhe o amor, Listas

Compartilhando o amor: 30-Day Minimalist Challenge

Compartilhando o amor: 30-Day Minimalist Challenge

Hoje é domingo e domingo, creio, é um dia maravilhoso para ficar de pijama, deitada na sua cama nova, se atualizando nos blogs mais legais do universo. É, é isso que eu estou fazendo agora. E achei que vocês deveriam fazer também, razão pela qual resolvi dividir com vocês, hoje, os links mais legais da última quinzena. O Compartilhe o Amor de hoje vai ter mais links do que anterior, por razões de: vocês são maravilhosos e fazem muita coisa boa e eu não consegui pensar em uma boa razão pra não compartilhar isso com o mundo. Pois é! Então vamos ao que interessa: os links mais legais pra preencher uma partezinha do seu dia de amor! <3

  1. A Bruna Vieira compartilhou, em seu canal do Youtube, os seus aplicativos secretos de fotografia (aqueles que a gente tem e não quer contar pra ninguém, sabe?). Achei muito altruísta da parte dela (além de ter amado todas as dicas) e, por isso, super indico o vídeo!
  2. Gabi, do Teoria Criativa, compartilhou com o público dois posts muito legais: a repaginada que ela deu no home-office dela (que ficou MUITO lindo e completamente inspirador) e vários calendários SENSACIONAIS para imprimir e deixar seu home-office/quarto/baia de trabalho mais lindo e feliz. Tô aqui chateada quase porque ganhei um calendário super fofo esse ano e não faz sentido imprimir nenhum desses. </3
  3. A Vic, do Borboletando, está maravilhosamente compartilhando uma lista de 52 álbuns para escutar em 2015 – e eu quero apenas dizer que a lista começou com Britneide, coisa com a qual eu não podia concordar mais. Essa série de publicações faz parte do desafio de mesmo nome, criado por ela. Se você quiser participar, indicando uma vez por semana um álbum legal pros coleguinhas ouvirem, clique aqui e spread the love.
  4. Eu descobri, no blog da Babee, uma série de posts super legal (que foi criada recentemente e é atualizada toda sexta) chamada Sexta-feira Minigameira e, claro, ADEUS produtividade! Ela indica vários joguinhos legais pro celular e que prometem acabar com qualquer momento de tédio. Adorei Simcity Buildit, tô viciada e, caso vocês queiram acompanhar as indicações, cliquem aqui. Outra coisa muito legal que ela compartilhou em seu blog foi um vídeo bem inspirador, chamado Nobody Tell This To Begginers. Indico a todo mundo que tá começando em qualquer tipo de carreira e, algumas vezes, tem a bad de achar que nunca vai chegar lá.
  5. Descobri o Into Mind no comecinho do ano e apenas amei! Todos os posts daquele blog são sensacionais para quem quer investir mais numa vida mais simples e minimalista, mas queria indicar especificamente 30-Day Minimalist Challenge, que pode ser feito em qualquer mês, na realidade, e pode nos ajudar a dar uma ‘limpa’ na vida e deixá-la mais prática e simples.
  6. Ainda sobre minimalismo: há quem ache que ser minimalista é viver numa casa vazia, com um copo, um prato, uma panela e nada que mostre quem somos ao mundo. 1 dica: não é. E adoro a Thais, justamente por ela levantar essa bandeira. Ela compartilhou um post muito válido, no Vida Organizada, sobre encontrar o nosso limite de ter menos coisas. Recomendo!
  7. Quem me conhece sabe o quanto eu amo velas. E o quanto eu amo DIY – embora não me jogue muito em projetos do gênero por conta de tempo (que tá difícil) e espaço (ainda não tô na minha casinha, daí já viram, né?). Por isso, amei de coração essa dica da Dani, do Ricota Não Derrete, para criar um porta vela fofinho e baratinho! Dani é supertalentosa e adoro as ideias dela de decoração, apenas sensacionais!
  8. Essa semana estava louca tentando fazer cachos no cabelo com a minha chapinha e, depois de muitas tentativas (e erros), descobri esse vídeo super legal da Camila Coelho, ensinando uma técnica que deixa os fios com cachos perfeitos. O vídeo é do canal dela em inglês, não sei se ela ensinou a técnica no canal brasileiro, mas vale a busca!

Curtiram os links? Se quiserem deixar algo para eu ler/assistir também, não deixem de comentar! 😉

Listas, Livros & Outros Amores

5 razões pra ler: Como ter uma vida normal sendo louca

5 razões para ler: Como ter uma vida normal sendo louca

Hoje eu venho, com toda dignidade possível (o que não é muito), dar a minha cara à tapa e dizer que eu errei. Eu errei ao julgar um livro pela capa – que nem era feia, propriamente, mas não me apetecia. Eu notei esse livro em tantas estantes, virtualmente, e até vi uma amiga falar bem dele em um vídeo no Youtube, mas ainda assim não havia me animado a lê-lo. Achei que ia ser chato. E quem precisa de coisas chatas na vida? Daí, em um dia muito louco, fui na Livraria Cultura (que fica pertinho do meu trabalho e leva boa parte do meu salário consigo) e arrabanhei um exemplar desse livro só porque eu tava afim. Eu faço muito essas coisas em relação a livros, coisas que eu não sei explicar o porquê depois. Mas acho que o que importa é: o livro é sensacional, foi uma leitura maravilhosa E eu vim trazer hoje 5 razões para pelas quais você está perdendo tempo ao não ter esse livro na sua vida:

  1. Ele é em forma de manual. Eu não sei vocês, mas eu tenho uma predileção especial por livros que vêm em formatos diferentes dos habituais. Diários, e-mails, cartas. E, nesse caso, o livro é uma forma de manual, em hipótese, um livro de autoajuda. Sendo que: não é autoajuda (embora nos ensine a rir mais de nós mesmas) e é extremamente divertido. Os ensinamentos incluem coisas como ‘como ser chique, casar com alguém cafona e ainda ser respeitada na sociedade’ e ‘a vida depois de ser taggeada numa foto feia com muitos likes e comentários’. Pode dizer, você já está rindo só de ler isso.
  2. Ele é extremamente engraçado.  Pegando a deixa do item anterior, quero dizer que Camila Frender e Jana Rosa estão de parabéns, gente! O que eu ri sozinha lendo aquele livro não está no gibi – inclusive, não lembro a última vez que ri tanto lendo um livro. A criatividade daquelas duas para criar métodos para, por exemplo, espantar pessoas no avião é algo sem limites.
  3. Elas são gente como a gente. Uma das razões pelas quais se ri tanto nesse livro é o fator identificação. Elas são, realmente, farinha do mesmo saco que nós somos e as situações pelas quais elas passam (ou pelo menos dão a entender que passam), quase todas nós já passamos. Ler o manual delas é quase como conversar com amigas muito desenroladas (e hilárias).
  4. É uma leitura rápida e simples. Por ser divertido e curtinho (206 páginas, só), é uma leitura ideal pra quando você está de bode literário. Eu li em dois, três dias, mas dava pra ler em um – e olhe que eu sou uma lesma, quando se trata de ler. Pra quem consegue ler um livro de 300 páginas por dia, então, é rapidinho!
  5. Dá pra usar algumas das dicas dele na vida real. A maioria das dicas são obviamente pura piada (não imagino quem vai se dar àquele trabalho todo para parecer cool enquanto só fica em casa vendo BBB), mas alguns dos ensinamentos dá pra levar pra vida mesmo, como as 15 maneiras de avisar que o seu amigo fede. Também tem o como terminar conversas chatas, de a a z, muito prático, muito importante. 😉

E aí, ficaram curiosos para ler? Já leram e concordam ou discordam de mim? Deixem seu comentário!

Listas, Mundo Pet

10 dicas pra quem quer adotar um animal

10 coisas que você precisa fazer antes de adotar um animal

Créditos:  Fieldy

2015 já chegou e ainda tem gente que acha que bicho de estimação é bagunça. Então, deixa eu te dizer um negócio rapidão: não é não. Ter um pet requer responsabilidade, cuidados e muita vontade de fazer o animalzinho feliz, seja ele uma chinchila ou um dog alemão. Se você é do time ao qual eu pertencia até uns meses atrás – o time dos sem-pet 🙁 – e não tem nem noção do que é criar um bichinho, mas morre de vontade de ter um, eu fiz uma listinha de coisas que gostaria que tivesse me dito, antes d’eu adotar meu bebê doido, Chewie. Claro que não saber de certas coisas não faz, de jeito nenhum, com que eu me arrependa de tê-lo como parte da minha família, mas ajudaria muito ter conhecimento de algumas coisas logo de cara. Então, vamos à lista!

  1. Pesquise muito bem que tipo de animal e que raça você deseja ter (se for o caso). Gente, nem todo animal é peixe, que não vai pedir atenção e só precisa de limpeza e comida. A maioria deles têm necessidades muito mais complexas, têm personalidade própria e algumas peculiaridades que podem fazer com que eles pareçam fofuras ou demônios, dependendo do que seja. Os schnauzers, por exemplo, são conhecidos por serem ativos, ansiosos e bem carentes de atenção. Eu não sabia disso antes de adotar Chewie e obviamente isso foi um choque pra mim, que não esperava algo assim (não sei bem o que eu esperava, já que eu nunca tinha tido cachorro na vida). Hoje em dia, eu já estou aprendendo melhor a lidar melhor com o jeitinho dele, mas não vou dizer a vocês que foi fácil. Então, sim, é importante saber o que você quer e se o pet em questão atende ao que você demanda, seja ele um cachorro, gato ou furão. Em caso de cachorro, fique de olho na raça (que vai dar as diretrizes do que esperar em relação a temperamento e personalidade) ou, no caso de vira-latas, na forma como ele se comporta. Há um teste legal que você pode fazer, antes de adotar o bichano, para ter noção da personalidade do animal.
  2. Compre seu pet de criadores sérios ou adote. Eu não vou dizer aqui que ninguém está errado em comprar seus pets, porque muitas vezes as pessoas sempre sonharam em ter um companheiro de determinada raça ou tipo que só são possíveis, quase sempre, de adquirir por meio de uma compra. Mas é importante ter o cuidado de comprar seu animal de um criador sério e que trate seus animais com respeito e carinho. Já pra quem vai adotar, basta escolher um abrigo e ver qual cachorro tem mais a ver com você.
  3. Tenha certeza que o seu novo amigo vai caber dentro do seu orçamento. Só tive um cachorro (até agora), mas sei de uma coisa: ele traz gastos. Principalmente porque eu sou daquelas que não quer dar nada mais ou menos pra ele, então uma boa parte do meu dinheiro é gasta em ração boa, brinquedos de qualidade e vacinas. Então, antes de você trazer um bichinho pra casa, tenha certeza que ele cabe no seu orçamento, porque além dos gastos comuns, podem haver também gastos de emergência, no caso do seu pet ficar doente. É sempre bom estar preparado.
  4. Bicho não é gente: saiba do que seu animal precisa. Antigamente as pessoas criavam seus bichos sem se preocupar se o que eles estavam fazendo era prejudicial ou não pra eles. Davam qualquer comida, não tinham cuidados com a saúde do animal e nem com a educação do mesmo. Hoje em dia, há muitas pessoas que se preocupam de verdade com o bem-estar dos bichanos, graças a Deus, e sabem que o que é certo pra gente nem sempre é certo pro bichinho. E é por aí mesmo. Não adote nenhum bicho sem  ter a vontade de pesquisar e saber o que ele precisa para ser feliz  e sem ter a possibilidade de trazer essa felicidade pra vida dele.
  5. Pergunte se as pessoas que moram com você estão dispostas a ajudar – ou, pelo menos, a não atrapalhar. Se você mora com alguém, a decisão de trazer o bichinho deve ser conjunta, já que é mais um membro para a casa e que, querendo ou não, vai interferir na rotina de todos que dividirem o teto com você. Pergunte às pessoas se elas aceitam o animalzinho em casa e se estão dispostas a ajudar – ou pelo menos, a não atrapalhar – nos cuidados e na educação dele. Essa conversa prévia vai evitar muitas dores de cabeça, acredite em mim.
  6. Conheça o nível de energia do animal que você pretende trazer pra casa. Um choque, quando eu adotei Chewie, foi descobrir que o nível de energia dele é muito, mas muito, maior que o meu. Chewie é um animal EXTREMAMENTE ativo, que precisa correr e brincar O TEMPO TODO. E eu não poderia ser mais diferente, já que quando chego em casa só quero ficar jogada em cima de um móvel qualquer, morta. Então, algumas vezes é bem difícil, porque chegando em casa, eu desejava ter um cachorro que fizesse uma festinha e depois deitasse de boa nos meus pés e a realidade é um furacão louco tentando me derrubar. Vou tentando adaptar aqui e ali, mas me digam se não seria muito mais fácil se ele fosse parecido comigo, nesse ponto? Pois é. Antes de adotar, pesquise bem e veja se o seu bichinho é muito ativo e requer muita atenção e se você está disposto a isso.
  7. Prepare sua casa para a chegada do seu bichinho. Um novo membro é um novo membro, gente! E você precisa preparar um lugarzinho pra ele. Pesquise e compre tudo o que você achar que é necessário: artigos de higiene, ração, brinquedos, casinhas, bebedouros, etc. O importante é que não falte nada para o seu pet se sentir em casa.
  8. Esteja preparado para educar. Bicho não é bagunça, gente! Não é algo que se auto-educa e descobre sozinho que não pode subir no sofá nem fazer xixi no tapete. Quem dá a educação é você e, digo e repito, é algo do qual você não pode fugir. Pra mim, uma das coisas mais insuportáveis da vida é bicho mal-educado e dono preguiçoso. Porque o dono preguiçoso faz com que menos pessoas amem aquele animal, porque ele termina sendo um chato com quem ninguém quer brincar nem dar carinho. A educação faz com que os laços com aquele animal se tornem mais fortes e, por consequência, faz com que ele seja mais amado e mais feliz. Educação é tudo. Eduquem.
  9. Saiba que o bichinho é uma responsabilidade sua, enquanto ele viver. Supondo que você leu todos os tópicos anteriores, você já deve saber que você não pode adquirir um pet e depois deixar pra lá porque “é complicado demais”. Não. Apenas não. Bicho é coisa séria. Não compre nem adote se não estiver disposto a ser responsável em relação a ele.
  10. Esteja preparado pra muita bagunça – e muitas risadas. Bichinhos trazem felicidade e vida pra qualquer lugar que eles vão. E bagunça também. Então, espere por alguns xixis fora do lugar, uns sofás arranhados, uns chinelos comidos e um pouco (muito, dependendo) de pelo espalhado pela casa. É como ter criança em casa –  não dá pra manter tudo nos trinques, o tempo todo. Mas, fora a bagunça, também tem trapalhadas, brincadeiras e gracinhas que só quem tem bichinho sabe como é e que faz todo nosso trabalho duro e dinheiro gasto valer à pena. <3

Curtiu as dicas? Tem mais alguma pra dar, ou alguma experiência para compartilhar? Deixa nos comentários! (: