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5 razões pra ler: Como ter uma vida normal sendo louca

11 de janeiro de 2015

5 razões para ler: Como ter uma vida normal sendo louca

Hoje eu venho, com toda dignidade possível (o que não é muito), dar a minha cara à tapa e dizer que eu errei. Eu errei ao julgar um livro pela capa – que nem era feia, propriamente, mas não me apetecia. Eu notei esse livro em tantas estantes, virtualmente, e até vi uma amiga falar bem dele em um vídeo no Youtube, mas ainda assim não havia me animado a lê-lo. Achei que ia ser chato. E quem precisa de coisas chatas na vida? Daí, em um dia muito louco, fui na Livraria Cultura (que fica pertinho do meu trabalho e leva boa parte do meu salário consigo) e arrabanhei um exemplar desse livro só porque eu tava afim. Eu faço muito essas coisas em relação a livros, coisas que eu não sei explicar o porquê depois. Mas acho que o que importa é: o livro é sensacional, foi uma leitura maravilhosa E eu vim trazer hoje 5 razões para pelas quais você está perdendo tempo ao não ter esse livro na sua vida:

  1. Ele é em forma de manual. Eu não sei vocês, mas eu tenho uma predileção especial por livros que vêm em formatos diferentes dos habituais. Diários, e-mails, cartas. E, nesse caso, o livro é uma forma de manual, em hipótese, um livro de autoajuda. Sendo que: não é autoajuda (embora nos ensine a rir mais de nós mesmas) e é extremamente divertido. Os ensinamentos incluem coisas como ‘como ser chique, casar com alguém cafona e ainda ser respeitada na sociedade’ e ‘a vida depois de ser taggeada numa foto feia com muitos likes e comentários’. Pode dizer, você já está rindo só de ler isso.
  2. Ele é extremamente engraçado.  Pegando a deixa do item anterior, quero dizer que Camila Frender e Jana Rosa estão de parabéns, gente! O que eu ri sozinha lendo aquele livro não está no gibi – inclusive, não lembro a última vez que ri tanto lendo um livro. A criatividade daquelas duas para criar métodos para, por exemplo, espantar pessoas no avião é algo sem limites.
  3. Elas são gente como a gente. Uma das razões pelas quais se ri tanto nesse livro é o fator identificação. Elas são, realmente, farinha do mesmo saco que nós somos e as situações pelas quais elas passam (ou pelo menos dão a entender que passam), quase todas nós já passamos. Ler o manual delas é quase como conversar com amigas muito desenroladas (e hilárias).
  4. É uma leitura rápida e simples. Por ser divertido e curtinho (206 páginas, só), é uma leitura ideal pra quando você está de bode literário. Eu li em dois, três dias, mas dava pra ler em um – e olhe que eu sou uma lesma, quando se trata de ler. Pra quem consegue ler um livro de 300 páginas por dia, então, é rapidinho!
  5. Dá pra usar algumas das dicas dele na vida real. A maioria das dicas são obviamente pura piada (não imagino quem vai se dar àquele trabalho todo para parecer cool enquanto só fica em casa vendo BBB), mas alguns dos ensinamentos dá pra levar pra vida mesmo, como as 15 maneiras de avisar que o seu amigo fede. Também tem o como terminar conversas chatas, de a a z, muito prático, muito importante. 😉

E aí, ficaram curiosos para ler? Já leram e concordam ou discordam de mim? Deixem seu comentário!

Listas Mundo Pet

10 dicas pra quem quer adotar um animal

7 de janeiro de 2015
10 coisas que você precisa fazer antes de adotar um animal

Créditos:  Fieldy

2015 já chegou e ainda tem gente que acha que bicho de estimação é bagunça. Então, deixa eu te dizer um negócio rapidão: não é não. Ter um pet requer responsabilidade, cuidados e muita vontade de fazer o animalzinho feliz, seja ele uma chinchila ou um dog alemão. Se você é do time ao qual eu pertencia até uns meses atrás – o time dos sem-pet 🙁 – e não tem nem noção do que é criar um bichinho, mas morre de vontade de ter um, eu fiz uma listinha de coisas que gostaria que tivesse me dito, antes d’eu adotar meu bebê doido, Chewie. Claro que não saber de certas coisas não faz, de jeito nenhum, com que eu me arrependa de tê-lo como parte da minha família, mas ajudaria muito ter conhecimento de algumas coisas logo de cara. Então, vamos à lista!

  1. Pesquise muito bem que tipo de animal e que raça você deseja ter (se for o caso). Gente, nem todo animal é peixe, que não vai pedir atenção e só precisa de limpeza e comida. A maioria deles têm necessidades muito mais complexas, têm personalidade própria e algumas peculiaridades que podem fazer com que eles pareçam fofuras ou demônios, dependendo do que seja. Os schnauzers, por exemplo, são conhecidos por serem ativos, ansiosos e bem carentes de atenção. Eu não sabia disso antes de adotar Chewie e obviamente isso foi um choque pra mim, que não esperava algo assim (não sei bem o que eu esperava, já que eu nunca tinha tido cachorro na vida). Hoje em dia, eu já estou aprendendo melhor a lidar melhor com o jeitinho dele, mas não vou dizer a vocês que foi fácil. Então, sim, é importante saber o que você quer e se o pet em questão atende ao que você demanda, seja ele um cachorro, gato ou furão. Em caso de cachorro, fique de olho na raça (que vai dar as diretrizes do que esperar em relação a temperamento e personalidade) ou, no caso de vira-latas, na forma como ele se comporta. Há um teste legal que você pode fazer, antes de adotar o bichano, para ter noção da personalidade do animal.
  2. Compre seu pet de criadores sérios ou adote. Eu não vou dizer aqui que ninguém está errado em comprar seus pets, porque muitas vezes as pessoas sempre sonharam em ter um companheiro de determinada raça ou tipo que só são possíveis, quase sempre, de adquirir por meio de uma compra. Mas é importante ter o cuidado de comprar seu animal de um criador sério e que trate seus animais com respeito e carinho. Já pra quem vai adotar, basta escolher um abrigo e ver qual cachorro tem mais a ver com você.
  3. Tenha certeza que o seu novo amigo vai caber dentro do seu orçamento. Só tive um cachorro (até agora), mas sei de uma coisa: ele traz gastos. Principalmente porque eu sou daquelas que não quer dar nada mais ou menos pra ele, então uma boa parte do meu dinheiro é gasta em ração boa, brinquedos de qualidade e vacinas. Então, antes de você trazer um bichinho pra casa, tenha certeza que ele cabe no seu orçamento, porque além dos gastos comuns, podem haver também gastos de emergência, no caso do seu pet ficar doente. É sempre bom estar preparado.
  4. Bicho não é gente: saiba do que seu animal precisa. Antigamente as pessoas criavam seus bichos sem se preocupar se o que eles estavam fazendo era prejudicial ou não pra eles. Davam qualquer comida, não tinham cuidados com a saúde do animal e nem com a educação do mesmo. Hoje em dia, há muitas pessoas que se preocupam de verdade com o bem-estar dos bichanos, graças a Deus, e sabem que o que é certo pra gente nem sempre é certo pro bichinho. E é por aí mesmo. Não adote nenhum bicho sem  ter a vontade de pesquisar e saber o que ele precisa para ser feliz  e sem ter a possibilidade de trazer essa felicidade pra vida dele.
  5. Pergunte se as pessoas que moram com você estão dispostas a ajudar – ou, pelo menos, a não atrapalhar. Se você mora com alguém, a decisão de trazer o bichinho deve ser conjunta, já que é mais um membro para a casa e que, querendo ou não, vai interferir na rotina de todos que dividirem o teto com você. Pergunte às pessoas se elas aceitam o animalzinho em casa e se estão dispostas a ajudar – ou pelo menos, a não atrapalhar – nos cuidados e na educação dele. Essa conversa prévia vai evitar muitas dores de cabeça, acredite em mim.
  6. Conheça o nível de energia do animal que você pretende trazer pra casa. Um choque, quando eu adotei Chewie, foi descobrir que o nível de energia dele é muito, mas muito, maior que o meu. Chewie é um animal EXTREMAMENTE ativo, que precisa correr e brincar O TEMPO TODO. E eu não poderia ser mais diferente, já que quando chego em casa só quero ficar jogada em cima de um móvel qualquer, morta. Então, algumas vezes é bem difícil, porque chegando em casa, eu desejava ter um cachorro que fizesse uma festinha e depois deitasse de boa nos meus pés e a realidade é um furacão louco tentando me derrubar. Vou tentando adaptar aqui e ali, mas me digam se não seria muito mais fácil se ele fosse parecido comigo, nesse ponto? Pois é. Antes de adotar, pesquise bem e veja se o seu bichinho é muito ativo e requer muita atenção e se você está disposto a isso.
  7. Prepare sua casa para a chegada do seu bichinho. Um novo membro é um novo membro, gente! E você precisa preparar um lugarzinho pra ele. Pesquise e compre tudo o que você achar que é necessário: artigos de higiene, ração, brinquedos, casinhas, bebedouros, etc. O importante é que não falte nada para o seu pet se sentir em casa.
  8. Esteja preparado para educar. Bicho não é bagunça, gente! Não é algo que se auto-educa e descobre sozinho que não pode subir no sofá nem fazer xixi no tapete. Quem dá a educação é você e, digo e repito, é algo do qual você não pode fugir. Pra mim, uma das coisas mais insuportáveis da vida é bicho mal-educado e dono preguiçoso. Porque o dono preguiçoso faz com que menos pessoas amem aquele animal, porque ele termina sendo um chato com quem ninguém quer brincar nem dar carinho. A educação faz com que os laços com aquele animal se tornem mais fortes e, por consequência, faz com que ele seja mais amado e mais feliz. Educação é tudo. Eduquem.
  9. Saiba que o bichinho é uma responsabilidade sua, enquanto ele viver. Supondo que você leu todos os tópicos anteriores, você já deve saber que você não pode adquirir um pet e depois deixar pra lá porque “é complicado demais”. Não. Apenas não. Bicho é coisa séria. Não compre nem adote se não estiver disposto a ser responsável em relação a ele.
  10. Esteja preparado pra muita bagunça – e muitas risadas. Bichinhos trazem felicidade e vida pra qualquer lugar que eles vão. E bagunça também. Então, espere por alguns xixis fora do lugar, uns sofás arranhados, uns chinelos comidos e um pouco (muito, dependendo) de pelo espalhado pela casa. É como ter criança em casa –  não dá pra manter tudo nos trinques, o tempo todo. Mas, fora a bagunça, também tem trapalhadas, brincadeiras e gracinhas que só quem tem bichinho sabe como é e que faz todo nosso trabalho duro e dinheiro gasto valer à pena. <3

Curtiu as dicas? Tem mais alguma pra dar, ou alguma experiência para compartilhar? Deixa nos comentários! (:

Listas

5 sonhos de consumo

5 de janeiro de 2015

Primeira segunda-feira do ano! Como estão as coisas por aí? Por aqui, achei que hoje era um dia sensacional para listar 5 sonhos de consumo da minha vida, porque quero mudar um pouco o meu jeito de ver as segundas. Mais do que encarar esse dia da semana (apenas) como o marco do início da jornada de trabalho e o final do fim de semana, quero que esse seja, pra mim, um dia de planejar e, claro, sonhar. E que forma melhor de sonhar – e depois planejar esses sonhos – do que fazendo listas?

Aqui, coloquei apenas sonhos um pouco mais difíceis, porém concretizáveis com um pouquinho (eu, sendo eufemista e positiva) de esforço. Tem uns que andam no meu coração desde que me entendo por gente. Já outros, são vontades recentes. Enfim, eis minha listinha!

5 sonhos de consumo

  1. Uma banheira. Sempre sonhei, desde que consigo me lembrar, em ter uma banheira. Acho super glamouroso você ficar lá, de boa,  na sua banheirinha com água quente e sais de banho, se atualizando nos seus blogs favoritos.  Ou mesmo relaxando e esquecendo da vida, até a espuma desaparecer da água. Ter uma banheira é uma das coisas que eu realmente preciso adquirir ainda nessa existência, porque é um sonho tão antigo que é simplesmente errado eu não ter.
  2. Uma penteadeira. Taí uma outra coisa que eu acho extremamente diva: penteadeiras. Tem coisa mais sensacional do que ter um lugarzinho na casa dedicado exclusivamente a seu momento de cuidar de si mesma? Acho chique, acho fofo, acho diva e ainda quero ter uma pra chamar de minha!
  3.  Um Iphone. Ok, eu não sou uma Apple lover, até porque nunca tive nada da Apple, então não faria nenhum sentido, né? Mas eu queria ter algo só pra entender qual é o hype. Porque as pessoas fazem esse bafafá todo. Se seus itens realmente valem o dinheiro gasto. E dos eletrônicos produzidos pela Apple, o que me causa mais curiosidade é o Iphone – principalmente pelo fato de que ele tem aquele tom de dourado LINDO nas opções de cores dos modelos mais novos. Portanto, sim, ele está aqui na lista.
  4. Uma super estante de livros. Um dos meus sonhos era ter uma biblioteca, igual à que a Fera dá a Bela, na animação da Disney (sim, esses são minhas referências para comparação. muito maduro, eu sei). MAS, como na vida real quase ninguém tem uma biblioteca (e, principalmente, quase ninguém tem uma biblioteca como a de Bela), eu estou me contentando com uma estante de parede inteira. Branca. E cheia de livros, com lombadas coloridas e muitas histórias pra dividir. <3
  5. Uma casa com quintal (e piscina). Tenho, aparentemente, 5 anos de idade e nunca aceitei o fato de jamais ter tido a oportunidade de bagunçar em um quintal. Tanto que um dos objetivos de vida meu e do meu marido lindo é, de fato, ter uma casa espaçosa, com quintal, onde dê pra criar a nossa ninhada toda, mais cachorro, periquito, papagaio e cágado (não). Também, assim, se der, queria que essa casa tivesse uma piscina. Porque se tem coisa mais sensacional que piscina em um dia de calor, ainda não me avisaram.

O que vocês acharam? Quais são os seus sonhos? Comentem! 😉

Da rotina Listas

Meus desejos para 2015

29 de dezembro de 2014
Créditos: Gioia Cabri

Créditos: Gioia Cabri

É recorrente para mim a sensação de frustração a cada ano que vai chegando ao final. “Droga, mais um ano em que não parei de roer as unhas, em que continuo sendo egoísta, em que minha gordice permanece firme e forte, grudada nas dobrinhas do meu bucho cheio de lipídios”. É. Já até passei uns anos sem fazer resoluções de ano novo. Entretanto, pra mim, a sensação de fracasso foi a mesma.  Porque mesmo não tendo colocado os planos no papel, eu os fiz na minha cabeça, no raiar do novo ano. Eu disse pra mim mesma que eu seria uma pessoa melhor, que faria dieta, que me exercitaria, que não faltaria às aulas de inglês e faria todos os exercícios dentro do prazo. Eu disse que tentaria ser mais paciente, que usaria a agenda de papel que eu comprei porque era bonitinha demais pra não ser comprada, que aboliria meu mau-humor matinal, que passaria a me arrumar melhor antes de sair de casa e não ficaria mais assustando as pessoas com meu look zumbi. Entretanto, em algum momento ao longo do ano, esses objetivos se perderam e a vida aconteceu. A vida aconteceu e eu preferi dormir a fazer as tarefas de inglês ou a acordar mais cedo para sair nos trinques pro trabalho. A vida aconteceu e eu não fiz dieta, não comi melhor e continuo um poço de mau-humor, com momentos de sensibilidade extrema. E, assim, é a vida. As prioridades precisam ser revistas o tempo todo.

Aprendi que assim é mesmo a vida e que ela tem um milhão de variáveis que a gente nunca conseguirá prever e que, algumas vezes sim, os planos cairão por terra e a gente vai ter que, simplesmente, lidar com isso. Aceitar e seguir em frente. A frase “é o que tem pra hoje” foi meu jargão no ano inteiro, porque 2014 não foi um ano fácil e adaptação e aceitação das possibilidades foi a palavra de ordem pra mim – e acredito, pra muitos dos que estão me lendo também. Mas tudo isso que eu falei até agora não quer dizer, por um momento, que vocês não lerão uma longa lista dos meus desejos pro ano que vem. Porque, na verdade, a culpa da nossa sensação de fracasso diante das coisas não é de uma estúpida lista de resoluções de ano novo. Não. O problema todo é a irreal pressão que colocamos nos nossos ombros para seguir com um plano que traçamos no começo de um ano que não conhecíamos ainda, mas já considerávamos pacas – sem nem ao menos saber a que ele veio. Nada errado em ter esperanças, mas tudo errado em não considerar que, se as situações se modificam, você precisa se modificar também. Emagrecer pode ser um objetivo muito legal, se você não está satisfeito com o peso atual e quer se sentir melhor consigo mesmo, mas se você está estudando, trabalhando e o dinheiro anda curto, talvez você resolva que emagrecer não será a sua prioridade, uma vez que você não tem tempo nem dinheiro suficiente para investir nisso agora. Manter uma bom imagem para as outras pessoas é legal, mas se você teve uma semana super cansativa no trabalho, talvez você descubra que ao invés de acordar 30, 40 minutos mais cedo pra se arrumar, você provavelmente vai preferir dormir e chegar no seu trabalho com a cara lavada e o café na mão, mesmo. Portanto, não faz sentido se pressionar para atingir padrões que não se adaptam ao que você está vivendo ou que não podem ser uma prioridade no momento. A realidade é que: não é o fim do mundo, você não é a pior pessoa do universo, nem a mais desorganizada, desfocada ou desprovida de força de vontade. Acontece. Simplesmente acontece.

E é por isso que, depois de ler um post da Dani (e ter a ideia desse post e de como eu encararia as minhas resoluções desse ano) eu decidi que as minhas resoluções de ano novo para 2015 seriam simplesmente desejos. Ideias, projetos possíveis, porém nada mais que isso. Coisas que eu gostariam de conseguir fazer, porém sem nenhuma pressão para que eu as consiga, para que eu não mude de ideia, para que eu tente impedir o rio de seguir o seu curso. Coisas para que eu possa olhar em algum momento do ano e pensar: “hm, seria legal tentar isso agora”. Porque o feeling é bem esse:  tentar. Se não der certo e não for uma prioridade pra mim, paciência, depois eu tento novamente – ou não. Só não quero mais chegar ao fim dos anos com esse sentimento de que eu fiz muito pouco além de rumar desgovernada por essa vida, sem chegar a canto nenhum (o que não podia ser mais errado, porque esse ano eu:  fui promovida, casei e fiz minha primeira viagem internacional – entre outras coisas).

Enfim. Agora vamos à diversão, porque pra mim, poucas coisas na vida são mais legais do que escrever listas e fazer planos – e, se a gente junta os dois, o que eu posso dizer? Fogos de artifício? Amor puro e derretido? Bem, lá vai minha listinha de desejos para o ano que vem:

  1.  Ser mais saudável, comer melhor, me exercitar. Sim, eu amo comer tudo o que eu tenho direito, mas também sinto falta de me sentir melhor em relação ao meu corpo e também de ter um condicionamento físico melhor e não morrer porque tenho que subir umas escadas. Então, sim, seria ótimo começar uma reeducação alimentar e física, voltar a fazer exercícios regularmente, nem que seja correr com Chewie numa praça. Talvez – apenas talvez – a mudança pra minha própria casa possa ajudar com isso.
  2. Morar na minha própria casinha. Esse é um dos desejos que eu tenho certeza que serão realizados no ano que vem vindo, mas que quis colocar nessa lista porque é um marco na minha vida. Compramos um apartamento na planta há alguns anos atrás e a entrega dele era pra ter sido em junho desse ano. Porém, não foi e tá atrasado até hoje. Só que recebemos a informação, recentemente, que nos chamariam para um checar o apartamento no fim desse mês e, se estivesse tudo ok, deveríamos estar nos mudando em fevereiro ou março, no máximo (soubemos que agora a vistoria será em fevereiro. fuén).
  3. Começar uma pós ou um MBA. Não sei ainda como vai ser pra gente, no nosso primeiro ano morando sozinhos, mas eu queria muito começar uma pós ano que vem. Já sei inclusive a área: Gestão de Projetos. Se rolar, seria legal.
  4. Comprar uma bicicleta e um patins. Adoro essa vibe legal que toma conta do Recife nos fins de semana e feriados, onde as pessoas se jogam nas ruas antes habitadas quase que exclusivamente por carros e vão viver a vida leve nas suas bicicletas e nos seus patins. Tenho muita vontade de aprender a andar propriamente de bicicleta (nunca peguei o jeito na infância, porque morava em apartamento e a avenida em frente à ele é super movimentada e obviamente minha mãe não deixava) e amo de paixão andar de patins, então é isso. Quero. Seria inclusive uma forma legal de se exercitar.
  5. Escrever mais no blog. É um desejo, sim, mas é algo que eu não vou forçar de jeito nenhum. Aprendi que forçar nunca dá certo e que as coisas que eu escrevo sem vontade de escrever nunca ficam legais. Então, sim, quero muito me dedicar mais ao blog, mas só se a vontade vier naturalmente.
  6. Fotografar mais. Pra quem ainda não sabe, ganhei, na minha viagem à Londres, uma câmera DSLR do meu amor, o que foi a realização de um dos sonhos da minha vida. Entretanto, ainda não fotografei muito com ela, porque a) tenho medo de sair com ela no meio da rua, já que Recife não é exatamente segura; b) ela é muito pesada, o que torna a tarefa de andar com ela por aí não muito fácil; c) a preguiça de passar fotos pro computador é maior que tudo. Mas quem sabe eu não venço todos esses obstáculos e fotografo mais em 2015? Aguardemos.
  7. Ser mais calma. Taí uma coisa que eu preciso: relaxar. Me acalmar. Ser menos ansiosa, menos estressada, tirar por menos, não levar as coisas tão a sério. É muito difícil ser assim quando você tem a idade mental de uma velhinha de 80 anos, mas né? Não custa tentar.
  8. Focar no essencial. Sempre tive uma queda pelo jeito minimalista de levar a vida e já tentei, algumas vezes, seguir o lifestyle. Entretanto, ser totalmente minimalista não é comigo. Eu gosto dos meus livros e, mesmo sabendo que seria mais prático, sustentável e até (algumas vezes) mais barato comprar todos eles no meu Kobo e me livrar das versões de papel, I don’t see this happening em nenhum futuro próximo. Eu amo ter livros de papel em prateleiras abarrotadas. Eu gosto de ter mais de um tipo de shampoo no box do banheiro. Mas há coisas que eu posso cortar ou tornar mais simples na minha vida. E isso seria interessante: eleger as áreas em que eu posso simplificar e, realmente, colocar a mão na massa. Porque simplificando o que pode ser simplificado, posso focar no que for essencial pra mim no ano que vem.
  9. Viajar. Sim, fui mordida pelo travel bug. Mas, não, não tenho na minha cabeça nenhuma ideia de viagem internacional, porque antes preciso colocar as finanças nos trilhos. Queria viajar pelo Brasil mesmo, conhecer algumas cidades que sempre quis ver, como o Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Quem sabe não rola?
  10. Me equilibrar financeiramente. Eu costumava dizer que o meu problema não é meu descontrole, mas que eu recebo pouco mesmo. Entretanto, não é verdade. Tem gente que recebe bem menos que eu e consegue guardar dinheiro, o que nunca foi muito meu caso. Eu gosto de comprar coisas, gosto de ir ao cinema, gosto de comer em lugares legais e tudo isso, obviamente, gasta muito mais do meu dinheiro do que é aconselhável. Focar no essencial, lá em cima, e simplificar minha vida pode me ajudar a enxergar o que importa e fazer com que eu me equilibre financeiramente. Ou não.

E vocês, o que desejam pra esse ano que vem vindo?