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Feminices

Feminices Pele Roacutan

Roacutan: diário de bordo – 2 meses e meio

15 de abril de 2016

Esse post é LEIGO e tem apenas o intuito de repassar a minha experiência com o medicamento. Se você tem acne, procure um dermatologista.

Aqui estou, dois meses e meio depois, para falar para vocês como está sendo o meu tratamento com Roacutan. Ainda tenho 5 meses e meio de tratamento pela frente (suspiro) e estou no que ainda se considera ‘o começo’ de tudo. Ou seja: nenhum resultado muito interessante até agora, só efeitos colaterais.

A minha dose continua 40mg e vai continuar até o meu 8º mês de tratamento, onde vai diminuir para 20. Fiz a segunda bateria de exames ao fim do primeiro mês e meus triglicerídeos DOBRARAM de um mês pro outro. Entretanto, apesar disso, ainda estou dentro do limite, por isso não preciso me preocupar tanto, pois a médica avaliou que não deve ir além disso. O meu próximo exame é daqui há um mês, mais ou menos, e confesso que estou preocupada. Espero que meu corpo se adapte e que eu consiga terminar o tratamento, porque se a taxa aumentar muito mais, terei de parar.

Quantos aos efeitos colaterais, eles foram bem mais fortes no primeiro mês – acho que é realmente um baque para o corpo, inicialmente. Atualmente tenho pouquíssimas queixas. Meu lábio está extremamente ressecado, mas isso, acredite, é algo com o que já me acostumei. Passo lip balm 800 vezes por dia, mas não vejo lá muita diferença. Pelo menos, ele quase não sangra. O meu cabelo está caindo bastante, mas ele já caía um bocadinho antes, então acho que o Roacutan só fez dar uma piorada nisso. A médica me falou para tomar vitamina C com zinco e é o que eu tenho feito, além de usar shampoo antiqueda. Deu uma melhorada, mas não resolveu – de qualquer forma, resolvi que não vou ligar tanto pra isso.  Não senti mais dores musculares nem tive episódios de depressão e as coceiras nos braços e pernas também pararam. No geral, estou achando bem tranquilo lidar com esses efeitos.

A pele, sim, passou pela piora que muitos têm e que eu, azarada que sou, tive que ter também. Saíram TODAS as espinhas da vida durante um período de um mês, o que me deixou desesperada. Não eram espinhas que secavam rápido, eram cistos doloridos e enormes. Tinha momentos que dormir de determinado lado do rosto era complicado. Felizmente, no momento atual, parece que esse drama passou. Saem algumas espinhas e ainda tenho alguns do período de explosão que não foram embora ainda (quem não ama cistos, não é mesmo?), mas a pele está visivelmente mais limpa. Não vou publicar fotos aqui porque, infelizmente, ainda não tenho esse nível de desprendimento pra compartilhá-las com vocês. Quem sabe mais lá pro fim do tratamento, né? Mas acreditem quando eu digo que deu uma melhorada. Agora eu tenho mais marquinhas que espinhas, mas elas ainda existem e incomodam.

Esse mês, resolvi trocar o anticoncepcional que estava tomando (e que não consigo lembrar o nome agora!) estava me deixando INCHADÍSSIMA. Era como se todo dia fosse TPM, porque eu parecia o monstro da retenção de líquido. Então, depois de dois meses sofrendo, troquei pro Stezza e, so far, so good. Não senti nenhum efeito colateral até o momento. Pra mim, o ideal seria não ter que tomar NENHUM anticoncepcional porque simplesmente não gosto do que eles fazem comigo e com o meu corpo, mas não há a menor possibilidade de se fazer um tratamento sério como esse e não ter duas barreiras de proteção contra gravidez.

Atualmente, estou usando o colírio Fresh Tears para quando o olho resseca (geralmente no trabalho, porque ficamos muito tempo sem piscar) e vários tubinhos do lip balm da Nivea, o Essential Care (azul escuro), que é maravilhoso e tem um preço honesto. Como protetor, resolvi trocar o com cor da Vichy que havia comprado pelo da Sundown, FPS 30, para o rosto. A razão é que o da Vichy não é sequinho o suficiente para a minha pele (que ainda não está tão ressecada assim) e o da Sundown resolve o problema, tem o toque sequinho e custa METADE DO PREÇO. Achei amor! O nariz não tem ressecado, então mal usei o meu lubrificante nasal (o Maxidrat Gel). Quanto ao gel de limpeza, continuo usando o Dermotivin para pele mista e oleosa, mas creio que quando ele acabar terei que trocar pra algo ainda mais suave, pois minha pele já está sentindo um certo ressecamento depois do uso (tanto que diminuí de duas para um vez por dia a limpeza com ele).

No geral, estou me acostumando. Nunca esqueço de tomar o remédio (já que ele não tem horário fixo, torna tudo bem mais fácil) e, aos poucos, os efeitos estão se tornando mais simples de lidar. Ainda me parece longe, no entanto, este momento no qual eu não terei espinhas no rosto. Entretanto, a estrada é longa.

Alguém que fez o tratamento, faz ou pensa em fazer? Deixem seus comentários aqui!

Post de uma série de acompanhamento do meu tratamento com Roacutan.
Para o primeiro post da série, clique aqui.

Pele Roacutan

Roacutan: diário de bordo – 15 dias

11 de fevereiro de 2016

Esse post é LEIGO e tem apenas o intuito de repassar a minha experiência com o medicamento. Se você tem acne, procure um dermatologista.

Poucas pessoas sabem, porque não comentei muito sobre esse assunto aqui ou nas minhas redes sociais, mas eu tenho acne. Não uma acne SUPER séria, que deforme o rosto ou coisa assim, mas séria o suficiente para causar desconforto ao sair sem maquiagem e dor, em alguns casos. E o pior de tudo: é uma acne recorrente, que não vai embora com creme caro nenhum do mundo (acreditem, porque eu comprei todos os cremes/sabonetes/esfoliantes caros dessa vida). A minha acne é relativamente recente, é o que chamamos de acne adulta. Surgiu aos 18 anos e desde então tem infernizado minha vida. Minhas espinhas saem, em maior parte, nas bochechas e no maxilar, além dos ombros e algumas poucas, na área do busto. Elas são, geralmente, císticas (aquelas espinhas internas que doem MUITO) e passam vidas na minha cara, até eu me irritar e forçar a saída delas, porque eu, infelizmente, sou dessas.

O fato é que eu venho convivendo com esse problema há uns 7 anos já e achei que eu já havia tolerado o bastante. Já havia tentado de tudo e nada dava um resultado definitivo na minha pele. Portanto, mês passado, quando a dermatologista perguntou se eu queria tentar o Roacutan, eu disse sim. E, veja bem, isso (de aceitar esse remédio) não foi fácil de jeito nenhum, porque Roacutan é um tratamento SÉRIO e cheio de cuidados e efeitos colaterais – o que deixa qualquer um com oitocentas pulgas atrás da orelha. Eu me informei BASTANTE antes de pensar em tomar, até para perder um pouco do medo e entender melhor como o remédio funciona. Acho que todo mundo deve tentar tudo o que puder, antes do Roacutan, porque – repito – é um tratamento que deve ser levado BEM A SÉRIO, porque o que esse remédio faz não é brincadeira. Não pode beber, não pode tomar banho de sol, não pode engravidar, não pode um monte de coisa – então é preciso estar BEM focado e ser responsável, para não cagar o seu corpo e sua saúde.

Por que eu acho que informação deve ser dividida e trocas devem acontecer, resolvi vir aqui, mensalmente, dividir um pouco da minha experiência com o remédio. Não vou postar fotos minhas agora, porque meu senso de estética não permite, mas dividirei tudo o que eu sentir com o remédio e os resultados que eu, porventura, estiver tendo. O primeiro, que é o de hoje, é de 15 dias de tratamento.

———-

A dose que eu estou tomando é de 40 mg por dia e eu estou me tratando com o genérico da Valeant (que minha dermatologista disse ser mais confiável), porque WHO HAS THE MONEY pro Roacutan? Comecei logo depois de entregar os exames à dermatologista, que estavam todos ótimos. Após terminar a primeira caixa, repetirei os exames e minha médica disse que, se estiverem todos normais, só precisamos refazê-los daqui a dois meses. A médica me passou um hidratante com protetor fps 30, colírio, um lubrificante para a mucosa nasal e um lip balm da Bepantol, como aquele velho e bom kit de sobrevivência para o tratamento.  Comprei o Epidrat FPS 30, com toque seco, mas não curti muito. Ele despela todo no rosto, uó. Se alguém tive uma indicação de hidratante com protetor mais legal, deixem nos comentários (nem precisa ter toque seco nem nada, porque né?).  Para os lábios, comprei o Bepantol Lábios, mas não curti muito os resultados. Então estou com o meu velho e bom da Nivea (o azul-escuro do amor) para hidratar durante o dia e, à noite, eu passo Bepantol na boca antes de dormir, para manter a bichinha em um situação aceitável. Ainda assim, o lábio despela, não tem jeito. Para os olhos e o nariz, comprei o Systane UL (colírio que faz seu trabalho direitinho) e o Maxidrat Gel (que é um gel nasal mara, que salva na hora do nariz seco).

Nos primeiros dias,  já senti efeitos colaterais, mesmo com a minha dose não sendo tão alta assim – esse remédio, ele é punk. Tive bastante dor muscular e coceira nos braços, logo de início. Entretanto, depois de uns dois dias, ela passou. Daí fiquei com os mais conhecidos: boca, nariz, olhos e couro cabeludo ressecados (o que está me causando caspa). A boca rachou de um dos lados quando eu fui bocejar (!), fiquei muito chocada (e, depois disso, fiquei bff do Bepantol na hora de dormir). A pele ainda não ressecou tanto, embora tenha dado uma despelada no queixo e ficado bem mais sensível. Fazer a sobrancelha foi um parto. Algumas espinhas saíram desde que comecei o tratamento, mas elas secam bem rápido, então não incomoda muito. O que estourou mesmo foram os cravos. Vários, ao mesmo tempo! E olha que eu nem sou de ter tanto cravo assim. Mas acho que, se for pra estourar alguma coisa, eu prefiro que sejam os cravos mesmo.

Um efeito que eu não estava esperando foi a depressão. Gente, ela bateu. E como bateu. Como eu nunca tive depressão na minha vida, eu não sabia nem o que estava acontecendo, foi bem desesperador. Uma tristeza inexplicável, uma vontade de chorar pra sempre, um desânimo da vida. W. O. W.  Fiquei bem preocupada comigo e alertei o meu boy sobre o que eu estava sentido (muito importante, porque vai que piora, né?), mas a depressão foi embora com uns dois, três dias. Ainda assim, parecia que não ia acabar nunca e que eu ia ser sugada pra sempre para aquela espiral de desespero. Creio que a conjunção da TPM com o Roacutan não foi muito boa, afinal de contas. E pra mim, ficou a lição. Eu não fazia ideia de como era, agora eu posso me colocar melhor no lugar das pessoas que sofrem desse mal – e talvez até ajudá-las do jeito certo, também.

De resto, é isso. Tenho estado com muita preguiça de fazer exercícios, mas estou seguindo no Muay Thai, porque sei que isso deve ajudar a equilibrar minhas endorfinas (e, talvez, evitar que a depressão apareça de novo).

Enfim, esses 15 dias foram cheios de descobertas e adaptações, mas no geral, estou (sobre)vivendo. Faltam só 7 meses e 15 dias agora, haha! Alguém que fez tratamento ou que está fazendo aí, para trocar uma ideia? Deixa seu comentário! (:

Feminices Pele

Maquiagem: o que eu uso no dia a dia

19 de outubro de 2015

Maquiagem do dia a dia

Primeiramente, gostaria de dizer que, na falta de um título melhor, o que vou mostrar pra vocês são, realmente, os produtos que eu uso pra uma maquiagem simples, bem cara-quase-lavada mas com aquele toque de dignidade. Ou seja: dia a dia. Porém não uso maquiagem todo dia. Na verdade, usar maquiagem é a exceção, não a regra.  Sou do time cara de zumbi em quase todos os dias da semana e tenho bastante preguiça de colocar até um pó, normalmente. Sou entusiasta, amo testar novidades, mas simplesmente não é uma coisa que eu consiga usar todos os dias. No geral, lavo o rosto, passo um hidratante e vou pra luta. Mas claro que existem aqueles momentos que eu tô pro crime, tô querendo aquele tchanzinho de leve – e é aí que entra minha necessaire básica que eu vou apresentar pra vocês nesse post. Os itens com asterisco são aqueles que nem sempre participam da maquiagem, mas estão lá just in case. (:

Base Vult Efeito Matte – Essa, até hoje, foi a melhor base em questão de matificar que eu testei até agora. Claro que não testei muitas bases na vida (como vaidosa preguiçosa que sou), mas acho que a base da Vult tem um custo-benefício bem honesto em relação a outras marcas. A base tem uma cobertura de leve a média e fica bem sequinha na pele (nem é tão necessário usar pó depois, mas eu uso mesmo assim), além de ter uma duração bem ok. Gostei bastante, e olha que não sou de gostar de base.

Corretivo Make B * – Corretivo é uma coisa que eu não uso muito, pois a maioria das minhas manchinhas são cobertas pelo combo base + pó. Entretanto, quando tem alguma coisa muito uó, uso esse para quebrar meu galho.

Pó Compacto Vult – Comprei um desses num momento de desespero, em um farmácia, e terminei usando no dia a dia. Não tem lá essas coberturas (assim como a base que eu mencionei acima, é leve pra média), mas como geralmente uso com a base, tende a cumprir bem seu papel.

Máscara Maybelline One by One – Essa máscara dá o volume que eu quero e deixa os cílios bem separadinhos, o que eu acho sensacional. Simplesmente amor. <3

Delineador Líquido Vult * – Quando estou realmente DISPOSTA (vocês sabem que pra dançar a dança do delineado tem que ter disposição), passo o delineador líquido da Vult. Já perceberam que curto os produtos da Vult, né? Pra mim, especialmente, cumpre demais o que eu preciso com um precinho amigo.  O delineador em si tem uma durabilidade BEM boa (mas não aguenta muito borrão, então não bota a mão no olho, amiga!).

Batons Líquidos QDB e Vult * – O que falar desses amigos meus que me apresentaram as maravilhas do batom? Comecei a usar os looks ‘boca tudo’ depois do advento desses bonitos e, olha, mudou minha vida. Tenho as cores uvali e rosadili da QDB e amo de paixão. Ainda quero o vermelho deles e, talvez, o vinho. Da Vult, tenho apenas o nude (e só me interessei por ele mesmo) e sou feliz com a minha escolha. A cor fica muito legal nos lábios.

Lápis de Sobrancelha QDB – Sabem MUDANÇA DE VIDA? Esse lápis. Finalmente encontrei um cor que casa com minha sobrancelha, depois de muito procurar. E ele ainda tem um outro lado, que tem um lápis clarinho para destacar o desenho das sobrancelhas. Amor real, amor verdadeiro. <3

Blush Vult – Adoro blush e sempre que me maquio, coloco uma corzinha na cara, porque apesar de morar em Recife, eu tenho aquele lindo bronze de escritório, haha.

Lip Balm Carmex – Esse lindo eu trouxe lá de Londres mas, na verdade, não importa que lip balm eu estou usando – tenho MUITOS na minha casa, um em cada bolsa e espaço em que eu possa precisar. Meus lábios ressecam muito rápido, então estou sempre com um.  Geralmente, uso os da Nivea, que são bem fáceis de achar aqui em Recife e têm um custo-benefício bem honesto.

That’s all, folks! E vocês, o que usam no dia-a-dia? Compartilhem nos comentários!

Cabelo Feminices

Guia rápido da transição capilar

28 de setembro de 2015

(o cabelo acima obviamente não é meu, quando eu estiver com vontade/coragem tiro foto pra mostrar pra vocês)

Meu cabelo é cacheado e foi naturalmente assim até meus 14/15 anos, quando resolvi começar a alisá-lo. O porquê disso é resultado de uma série de fatores que as cacheadas vão entender bem: queria muito me encaixar no padrão dominante (o liso que todo mundo considerava elegante e bonito) e não sabia cuidar muito bem do meu cabelo (por isso, pensava que o mesmo era muito instável e imprevisível). Pois é. Por essas razões passei anos e anos dando progressiva no cabelo, alisando com secador/chapinha e sofrendo com o cabelo quebrado/seco/super danificado por todos esses processos. Mas, ainda assim, achando que era  muito mais fácil viver assim que aceitar o meu cabelo naturalmente cacheado.

Esse ano, li alguns posts da Gabi, do Teoria Criativa, sobre a volta dela aos cachinhos e me inspirei. Passei 6 meses sem dar progressiva, em transição capilar. Porém bati naquela velha parede que todas que entram em transição conhecem MUITO bem: lidar com as duas texturas no cabelo (a lisa e a cacheada) não era fácil. Na época, não pesquisei tão bem e nem dei muito subsídios para que o cabelo retornasse, aos poucos, à sua textura natural, o que fez com que o cabelo continuasse seco, sem vida e muito estranho. Daí terminei desistindo e tendo uma recaída na progressiva de novo. Aceitei que aparentemente aquela era a minha vida mesmo e segui.

Daí, há um mês atrás, encontrei uma amiga que estava em transição há 1 ano e alguns meses e terminei me inspirando novamente a recomeçar a transição. Dessa vez, munida de bastante informação (obrigada, amiga!) e aderindo, também, a dois processos que se mostraram essenciais pra mim: o low poo e o cronograma capilar. E, deixa eu contar pra vocês: está sendo MUITO mais fácil do que da primeira vez que eu tentei. E eu tenho certeza que esses dois processos que estou fazendo juntamente com a minha transição estão ajudando demais. Por isso, resolvi aqui fazer um guiazinho bem direto ao ponto pra quem quer entrar em transição capilar, mas não sabe nem pra onde vai. Essa aqui é só uma introdução, viu? Depois, possivelmente, entrarei mais a fundo nesse mundão complicado que é esse nosso.

FIRST THINGS FIRST 

(o que você deve saber antes de começar)

  1. Não é fácil, porque você não vai apenas mudar o seu cabelo (no caso, fazê-lo retornar ao natural dele), você vai ter que mudar a sua forma de ver o seu cabelo. Porque, acredito, havia uma razão pra você ‘alisar’ o seu cabelo antes e, geralmente, isso tem a ver com o que nós achamos do nosso próprio cabelo. Se você antes achava que cabelo cacheado era feio, vai ter que lutar não apenas com o seu cabelo em transição, mas com esse tipo de pensamento. E, além de tudo, também vai ter que lidar com comentários das pessoas à sua volta (porque você sabe que sempre tem alguém pra falar alguma coisa desnecessária, né?). Pra mim, a dificuldade maior da transição é transformar, na minha cabeça e nas dos outros, o que era considerado ‘feio’ em, apenas, ‘diferente’.
  2. Não é rápido. Transição demora, a não ser que seu cabelo cresça super rápido ou você faça o BC (big cut, que significa, simplesmente, cortar toda a parte do cabelo que tem química). Então, sim, você terá que se munir de muita paciência e esperar, porque cabelo cacheado enrola, então o crescimento é ainda mais difícil de ver.
  3. Você não é obrigada. Não é porque você nasceu com o cabelo cacheado que você PRECISA ter o cabelo cacheado, ok? Não se sinta na obrigação de fazer um processo tão difícil quanto a transição só porque ‘todo mundo está fazendo’ se você gosta de ter o cabelo liso e não vê problema em fazer progressiva/relaxamento para conquistar o cabelo do jeito que você quer. Vai do gosto de cada um, então lembre-se que o cabelo É SEU e você faz o que você quiser nele, ok? Ok.
  4. Você precisa se informar. Acho que antes de fazer qualquer coisa, a gente deve se munir de MUITA informação sobre assunto em questão. Foi nisso que eu falhei da primeira vez que eu tentei fazer transição e o processo está muito mais tranquilo, agora que eu tenho mais conhecimento de causa. Então busque todas as informações que for possível. Eu indico grupos para onduladas/cacheadas/crespas, blogs sobre o assunto e Youtubers. No meu caso, os grupos de No/Low Poo também me ajudaram muito.

 

 INICIANDO A TRANSIÇÃO

(como fazer, o que fazer)

  1. Primeiro, pare de fazer qualquer coisa que esteja alisando o seu cabelo. Por razões óbvias, você não pode dar mais progressiva no seu cabelo, se quer que ele volte pra forma natural dele. É uma boa ideia também parar com escova/chapinha, pois apesar dos processos não promoverem um alisamento permanente, eles ajudam os fios a perderem seu formato natural e danificam o cabelo.
  2. Procure uma maneira de tratar melhor os seus fios. Eu indico, de coração, a técnica Low/No Poo e o cronograma capilar, mas obviamente você deve buscar o que funcionar pra você. Só digo que, gente, tô há pouco menos de um mês no Low Poo e meus cabelos estão MUITO mais saudáveis, não tem comparação! Também estão muito mais fáceis de texturizar, o que é um bônus maravilhoso. Já o cronograma capilar serve para recuperar cada cabelo de acordo com as necessidades dele e também tem ajudado bastante meus fios a se mostrarem mais bonitos, fortes e brilhantes. Como não abordarei em profundidade esse assunto aqui no post, fica a dica de textos ótimos da Aninha, do Madly Luv, sobre o Low Poo e o Cronograma Capilar.
  3. Descubra as melhores maneiras de texturizar o seu cabelo. Tem vídeo de tuia, no Youtube, sobre maneiras de criar cachos a frio. No meu, atualmente, eu não faço nada muito elaborado, só passo creme, penteio e amasso bastante. Entretanto, você vai descobrir que existem várias técnicas, simples e complicadas, que entregam resultados diversos. Vale checar e testar várias, para definir bem qual vai encaixar melhor com o seu cabelo e na sua rotina.
  4. Escolha os produtos de acordo com a sua necessidade. Cada tipo de cabelo tem um tipo de necessidade. Um cabelo cacheado requer, provavelmente, um creme de pentear diferente de um cabelo crespo, que também não vai ter muito a ver com o que precisa um cabelo ondulado. Portanto, pesquise bem  e teste, teste, teste até achar o creme que vai responder ao que você necessita. Acredito que uma cacheada com o meu tipo de cabelo (2C, 3A) vai precisar de: shampoo, condicionador, máscara de tratamento (algumas), algum creme/gel para finalizar o cabelo e talvez algum óleo. Claro que tudo isso pode mudar, por isso que a chave é pesquisar MUITO e, também, testar no seu cabelo.
  5. Defina suas musas inspiradoras. De forma geral, acompanhar várias cacheadas e ficar ligada nas dicas delas é legal. Porém, na minha opinião, você precisa focar em quem: tem um cabelo parecido com o seu e, dentro disso, quem tem um estilo de cabelo que casa com a sua personalidade. Ou seja: não adianta se inspirar nos looks de uma 4A (confere aqui os tipos de cabelos) se teu cabelo é 2C.  Também não adianta colocar como musa alguém que tem um estilo de cabelo muito diferente do que o que você almeja. Se você ama volume, procure alguém que ame também para acompanhar e pegar as dicas. É bom procurar inspiração em um tipo de cabelo compatível com o seu, para não ter frustração por não conseguir resultado.

DICAS DA MANDY

(coisas que eu testei/recomendo)

  1. Produtos: Ainda não testei muitos produtos (como eu disse a vocês, comecei recentemente o processo de transição), mas já descobri algumas coisas que funcionam no meu cabelo. Um creme que eu testei e achei SENSACIONAL foi o Milagre Diet, da Lola. Ele vem em um pote, com 400g e a proposta é direcionada para as meninas em transição, o que eu acho que faz toda a diferença.  Ele ajuda DEMAIS a definir os cachos/ondas e segura a definição como ninguém! Só que precisa dosar a quantidade, senão fica pesado e muito duro (a ponto de você não conseguir amassar o cabelo depois e desfazer o ‘efeito molhado’). Também gostei demais do condicionador Perfeitamente (Des)arrumado, da Tresémme. Usei como condicionador e finalizador (sim, gente, vocês podem usar condicionador como finalizador. Aprendam e libertem-se) e o cabelo ficou super macio e cheiroso. O único ponto negativo é que o poder de definição dele não é tão bom quanto o do Milagre Diet. Atualmente, estou usando várias máscaras de tratamento diferentes, mas a que eu mais gosto é da Humecta, da Head and Shoulders, porque hidrata sem pesar e tem um cheirinho ótimo.
  2. Técnicas de Finalização: As únicas que testei, até agora, foram a fitagem e o dedoliss e a que funcionou melhor comigo foi a primeira. Acho, inclusive, que todo mundo gosta mais da fitagem, porque é mais prática e rápida. Atualmente deixo o cabelo secar ao ar livre depois da fitagem, mas ouço falar que secar com o difusor ajuda bastante a definir os cachos. Ainda não tenho difusor, então não sei dizer.
  3. Acessórios: Sou bff dos grampos, porque eles realmente salvam quando o cabelo não quer colaborar. Faixinhas também são amor, mas ainda não consegui adicionar ao meu dia-a-dia, porque sempre acho que estou chamando muita atenção e não consigo usar (ai, ai).
  4. Canais no Youtube: Finalmente entrei na vibe do Youtube (todos dizem aleluia) e acho que não tem nada mais prático do que vídeos quando a gente tá falando de cabelo, maquiagem e coisas do tipo, né? Portanto, não tenho sites pra indicar pra vocês, só canais, já que está sendo aí mesmo que eu tô adquirindo todas as informações que eu preciso. Alguns dos canais que eu vou indicar têm blog (não sei dizer se todos têm), então quem preferir a informação por escrito, pode checar direitinho. Na categoria cabelo cacheado, acho os seguintes canais muito instrutivos: Daianne Possoly, Duda Fernandes, Mari Morena (♥), Nathalie Barros e Rayza Nicácio. Conforme o coraçãozinho mostra, o meu canal favorito atualmente é o da Mari Morena. Acho os vídeos da Mari muito mão-na-roda pra quem tá iniciando os trabalhos cacheados e não sabe bem pra onde ir. Ela explica tudo bem direitinho, gosto demais.

MINHAS INSPIRAÇÕES

(onde eu almejo chegar)

Fotos: Pinterest

Fotos: Pinterest

Lindos demais, né? O meu cabelo ainda vai demorar bastante pra chegar aí (essas ondinhas sempre demoram pra crescer) e ainda vão ter muitas tesouradas no caminho para tirar a química (aos poucos, porque não tenho culhões pra BC), mas o que importa é aproveitar a jornada, né? <3

Curtiram o post? Têm alguma dica ou dúvida? Deixa aí nos comentários! (:

Feminices Pele

Gel de limpeza do amor: Dermotivin

25 de junho de 2015

Dermotivin Original

Fazia um tempinho que eu era fiel ao gel de limpeza para peles sensíveis da Effaclar – creio que usei esse por muitos anos, tanto porque gostava dele quanto porque amava o cheirinho suave que ele deixava na pele. Até que eu li o livro The Beauty Bible e descobri que ele, meu gel de limpeza favorito (até então) continha, no começo da sua lista de ingredientes, SLS (um ingrediente altamente irritante). Isso explicava todas as vezes que a pele perto do meu nariz descamava e porque, apesar dos meus cuidados, limpar e hidratar minha pele não parecia acalmá-la nem impedi-la de voltar sua fúria oleosa para mim.

Desde então, estive à caça de géis de limpeza que não contivessem agentes irritantes, mas que fossem pra pele oleosa. O que, acreditem, não é uma tarefa fácil, porque as empresas de cosméticos acreditam que pra limpar pele oleosa tem que jogar todo sabão do mundo nela. E não é bem assim, né? Minha pele, por exemplo, apesar de oleosa, é sensível, e não aguenta essa agressão toda não. Além do quê tem aquele velho e bom efeito rebote, né? Limpar demais a pele faz ela produzir muito mais óleo depois (e acne, se você for propenso a isso). E acredito que isso aconteceu comigo por um bom tempo. Enfim. O fato é que pesquisei, pesquisei, pesquisei e achei o Dermotivin Original, para peles mistas a oleosas, que milagrosamente não tem nenhum ingrediente agressivo em sua fórmula (pelo menos, nenhum dos que eu conheço).

O Dermotivin é um gelzinho azul/verde que não espuma e limpa muito suavemente a pele. Tendo como ingredientes principais extratos de calêndula e aloe vera, é fácil entender o porquê desse gel de limpeza não deixar a pele esticando depois: ele hidrata enquanto limpa, deixando o rosto com jeitinho de limpo, mas sem exagero. O cheirinho é muito bom (embora o  do Effaclar ganhe de lavada) e suave, ficando na pele apenas enquanto você está lavando o rosto.

Com o uso, notei minha pele muito menos irritada e, também, com a oleosidade controlada. Apareceram poucas espinhas, desde então, apenas no meu período pré-menstrual (o que é de praxe) e pouquíssimos cistos (tenho uma tendência medonha para esses). De forma geral, minha pele se deu muito bem com esse produto, acredito que era realmente uma das coisas que estavam faltando na minha rotina diária.

Eu comprei uma bisnaga de 70ml, para testar, mas existem vários tamanhos disponíveis. A minha eu comprei na Drogaria São Paulo da Rosa e Silva (no Bairro das Graças, aqui em Recife) e custou cerca de R$35. A minha está quase no fim já, acredito que vá durar só até o fim do mês. Infelizmente, esse tipo de gel (que não espuma) não dura tanto quando o que espuma. Tento não exagerar na dose, coloco pouquinho, mas como não espuma, preciso colocar mais para limpar direitinho. Vou testar, depois, a opção foam desse mesmo gel (onde rola uma espuminha), para ver se dura mais um pouquinho que esse.

Resumindo: Dermovitin aprovadíssimo e já totalmente inserido na minha rotina diária. E vocês, qual o gel de limpeza do coração? Conhecem algum outro sem agentes agressivos à pele? Deixem as dicas nos comentários!