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Feminices

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Minha experiência com o coletor menstrual (Inciclo)

19 de abril de 2017

Faz mais de um ano desde que adquiri o meu primeiro (e único, até agora) coletor menstrual e acho que agora é um bom momento para dividir minhas impressões com vocês. Então se você é uma dessas que ainda tem lá suas dúvidas sobre esse copinho de silicone, senta aí  que eu vou te explicar direitinho como se dá meu relacionamento com meu coletor, ponto a ponto, viu? Dividi em perguntas bem direto ao ponto, porque acho que fica mais didático, né? Já aviso logo que isso aqui não é publieditorial – eu mesma comprei meu coletor e vim falar da minha experiência para vocês porque acho que muita gente ainda fica com uma pulga atrás da orelha sobre isso. Com essa pontuação, vamos em frente:

Como funciona?

Simples: é um copinho de silicone medicinal que você dobra e insere na sua vagina, para que o seu fluxo menstrual fique contido nele. Ele abre lá dentro – se você tiver feito tudo direitinho – e forma um vácuo entre o seu fluxo e o ar externo, o que faz com que seu sangue fique lá no copinho, guardadinho, sem mau-cheiros nem bactérias nem dramas.

É muito caro? Vale a pena o custo-benefício?

O que eu uso – o Inciclo – custou R$80 + frete. Levando em consideração que eu gastava, em média, R$15 em absorventes por mês, em 6 meses eu já tinha pago o meu Inciclo e já estava no lucro. Acho o custo-benefício ótimo, pois o copinho é feito de silicone medicinal (um material que dá pra reusar um sem-número de vezes) e não tem prazo de validade (você que observa quando ele perde suas qualidades – tipo, a maleabilidade – e troca).

É difícil de se adaptar?

Então, né. Não vou dizer a vocês que é fácil não. Nos primeiros meses rolaram uns vazamentos porque eu não entendia bem como deveria colocar o copinho ou porque ele não estava abrindo lá dentro (já que eu tava colocando errado). Sempre usava  com aqueles protetores diários, por via das dúvidas. Mas depois que a gente pega o jeito – uns 3 meses já dá pra começar a manjar dos paranauês – é a liberdade. Nem parece que eu tô menstruada, gente! Dá pra correr, pular, nadar – sem drama nenhum, pois 0 absorventes. Não é uma coisa que dê pra fazer de qualquer jeito, mas acho que valeu o esforço pela liberdade que ele traz. Logo: a adaptação pra mim não veio fácil, mas fico feliz de ter insistido.

E precisa trocar muito?

Saí diretamente do absorvente externo (aquele com abão, pois xô vazamentos) para esse copo de dimensões até diminutas em relação ao que eu esperava do meu fluxo. Porque, gente, eu era daquelas que, nos 3 primeiros dias de menstruação, trocava o absorvente umas 3, 4 vezes – e sempre bem cheio. Fiquei cabreira do quanto teria que esvaziar o copinho, porém: só mexo nele antes de sair de casa e quando chego em casa – a não ser que eu tenha colocado ele errado e ele tenha saído do lugar, mas esse é outro problema. A verdade é que a gente menstrua bem menos do que a gente pensa que menstrua. Nosso corpo faz escândalo, aqueles absorventes de algodão mostram sangue suficiente para ser proveniente de uma chacina, mas não é tudo isso não, viu? Então se você olhou os copinhos e pensou: “gente, mas eu sangro muito, vou ter que trocar aquele treco 800 vezes”, provavelmente a senhora tá enganada. É de 12 em 12 horas mesmo, como eles sugerem, sem problemas.

Como você coloca/ qual dobra você usa?

Eu uso a dobra em U (ou C, nas gringas) – a mais simples de todas. Algumas vezes eu uso a que eles chamam de punchdown fold, só que essa tem mais chances de dar errado, logo evito. Tem vários tipos de dobrinhas (veja aqui nesse vídeo) então vale a pena testar e ver qual te ajuda mais. Eu só dobro, coloco lá dentro e vou passando meu dedo em volta dá base, para ver se ele abriu por completo. Se estiver ainda estiver dobrado, eu tiro e coloco de novo até ele abrir lá dentro.

Qual a melhor posição pra colocar?

Em pé, sem dúvida. Sentada eu sinto que é mais difícil pôr o coletor no lugar certo.

E o sangue do coletor, não fede? Não dá nojinho?

Já coloquei essa perguntinha aqui porque sei que tem gente que vai pensar isso, porém:  não. Cês já se cortaram? O sangue de vocês fedeu? Pois bem, a mesma coisa. “Mas Mandy, o sangue da menstruação no absorvente fede”. You got a point, mas o absorvente está em contato com o ar, com bactérias, com nosso suor. Logo, claramente não tem como ficar de boas. Porém o sangue do coletor está em contato apenas com o coletor, já que o copinho cria um vácuo quando o inserimos na vagina. Logo, não, não tem fedor, não tem drama, não tem nojinho – até porque ter nojo de algo tão natural na gente não faz sentido, né, pessoal?

Como que higieniza o coletor?

Faço da seguinte maneira: no início de cada ciclo, esterilizo ele na água fervente. É bem simples: pego um potinho de vidro separado pra isso, coloco o coletor e água suficiente para cobri-lo completamente. Então coloco 10 minutos em potência máxima no micro-ondas. O ideal é que o coletor fique 5 minutos na água fervente. No meu micro-ondas, geralmente leva uns 2,5 a 3 minutos para a água ferver, por isso deixo 10 no total, just to be safe. Mas depende, claro, da potência do seu aparelho. Você também pode ferver em uma panela, no fogo mesmo – mas aí a panela não pode ser  de teflon (pois soltaria os resíduos pretos no seu copinho). No site da Inciclo, eles vendem uma panelinha específica pra isso (de ágata), mas não vejo muita necessidade. Depois que fervo o coletor, espero esfriar e lavo com sabão neutro (pro caso de ter algum resíduo no copinho). E então é só usar. Entre uma troca e outra eu só lavo com água mesmo para tirar o sangue. Ao fim do ciclo, eu lavo com sabão neutro e guardo para o próximo mês.

Como que eu escolho o coletor ideal pra mim?

Então, há modelos para todas as preferências. Você pode escolher de acordo com a altura do seu colo (baixo, médio ou alto – veja aqui como descobrir qual o seu é), com o maleabilidade do material (super macio, macio ou mais rígido) e também com o tamanho da sua vagina. Algumas das marcas disponíveis são: Inciclo (a marca que eu uso), a Fleurity e a Me Luna. Comprei o Inciclo, na época, porque o que eu queria do Me Luna estava em falta, mas terminei por me adaptar ao coletor, por pura sorte. Sinceramente, acho que o processo é tentativa e erro, mesmo. A gente pode se apegar à altura do colo e ao tamanho da vagina na hora de escolher, mas não dá pra saber, antes de testar, se você vai achar algo macio demais ou rígido demais, por exemplo. É seguir sua intuição e ver no que dá.

Fala sério, Mandy, tem alguma coisa que você não gosta no coletor?

Mas é claro, né? Nada é perfeito. Primeiramente, o copinho não é foolproof – demorou um bocadinho para eu aprender a usar direitinho. Requer um aprendizado mesmo, um treino, e nos primeiros meses a gente faz umas cagadas. Isso mostra que o mercado ainda tem muito o que evoluir nessa área de cuidados íntimos femininos, para tornar o processo mensal e natural de menstruar numa coisa que impacte o mais minimamente possível no nosso dia a dia e no meio ambiente. Outra coisinha que eu preciso comentar, por mais sebosinho que seja: o copinho não casa com as dores de barriga que algumas mulheres sentem nos primeiros dias de menstruação. Eu tenho que tirar o copinho toda vez que um número dois está envolvido, porque os ~movimentos~ do intestino terminam por meio que expulsar o copinho e tirá-lo do lugar. É, vocês não queriam ler sobre cocô, mas todo mundo faz, então segue a vida e segura essa informação. Caso você queira trocar o copinho no meio do dia, é meio chato se o banheiro que você for não tiver aqueles chuveirinhos para você fazer a limpeza do copinho no vaso mesmo. Também: cuidado os chuveirinhos, pois já me melei de sangue várias vezes porque com os jatos fortes dessas bagaças a água (com sangue) volta toda espirrando na sua cara (top). Talvez vocês não façam isso porque não são completamente despirocadas como eu, mas fica o aviso anyway. Uma amiga que tem DIU também avisou que as cólicas deram uma relativa piorada com o combo DIU + coletor menstrual. Não se sabe quem tá com maior força na situação, mas talvez seja algo a levar em consideração – eu, que não uso DIU, não notei qualquer diferença nas minhas cólicas menstruais. Enfim, de forma geral, os pontos negativos do coletor de longe são desbancados pelos positivos, então não são fonte de estresse pra mim. Mas sempre bom pontuar pra vocês.

Você indica o uso do coletor menstrual?

Sim, gente! Pra mim é uma mão na roda, foi mudança de vida. Eu sempre odiei absorvente, que me deixava assada, úmida e desconfortável o dia inteiro. Agora eu continuo vivendo minha vidinha como sempre durante a minha menstruação – não fossem as cólicas de sempre, eu nem notaria que estou menstruada. Dá pra ir pra praia, usar calça apertada, dá pra fazer esporte – ou seja, dá pra continuar sendo você. Sem falar que é muito mais friendly com o meio ambiente reusar algo que simplesmente ficar jogando fora um pacote de absorvente usado por mês, né? E financeiramente, também, é muito mais interessante. Definitivamente, é algo que eu fico feliz de ter me proposto a testar e que eu indico para todo mundo que estiver curioso em tentar.

É isso, gente! Ufa, falei um bocadinho e mandei a vergonha pro inferno, porque na hora de dar dica pras migas não tem que ter frescura, né? Tem alguma dúvida que não está nesse post? Deixa aí nos comentários que eu te respondo assim que der. Só lembrando também que a minha forma de uso é  adaptada por mim, para minha utilização, e que pode diferir, em alguns pontos, do que as empresas que fornecem os copinhos indicam (por exemplo, não lavo o copinho com sabão toda vez que tiro para trocar, porque não acho necessário). Leiam sempre as instruções de uso do que vocês forem comprar e decidam, por si mesmas, o que vocês acham importante seguir.

 

Cabelo Feminices

Meu kit completo low poo para cabelos cacheados

15 de abril de 2017

Cabelo é uma coisa séria, né? Capaz de subir nossa autoestima ou querer fazer a gente se encolher debaixo da cama. Depois de um ano e alguns meses de transição (não sou capaz de dizer com certeza quando foi que o último pedaço de cabelo com química saiu do meu sistema) e muita tentativa e erro, consegui elencar aqueles produtos que são a diferença entre um good hair day e um dia em que o cabelo não ajuda em nada. Observem que esse post não apenas aponta opções para quem tem cabelo cacheado e faz a rotina low poo como eu, mas também os produtos que amam meu cabelo e são amados por ele. Produtos com os quais eu tenho um caso de amor real.

Resolvi compartilhar com vocês porque eu sei que esse processo de descobrir o que funciona pro nosso cabelo é trabalhoso e lento e se a gente puder cortar caminho já ajuda, né? Levem em consideração que meu cabelo é um 3A/3B, com umas partezinhas 2C. Ou seja: ele tem umas partezinhas que são mais chatinhas pra definir, mas no geral ele faz seus próprios cachos sozinho. Ele também pesa fácil, então a maioria dos produtos que ficam no meu cabelo (leave-ins, óleos e gels) não podem ser muito consistentes, pois inevitavelmente acabarão com meu volume. Também tenho pouco cabelo, então controlar volume não está na minha agenda, já que é muito difícil ele ficar fora de controle sem que eu tenha feito algo para incentivar isso. Ah, eu tenho luzes, então algumas vezes o cabelo simplesmente ignora que é mais fino e quer todos os óleos da vida. Pois é, mas eu não disse que nada disso fazia sentido, eu disse? Isso posto, vamos aos produtos que amo e vou defender, atualmente:

Shampoo Lola Cosmetics Curly Wurly – uma média de R$25

Esse é o shampoo que, definitivamente, menos resseca o meu cabelo. Como cacheada, na verdade, não gosto muito de nenhum shampoo, pois não noto muita diferença na minha vida depois de usar eles (a não ser o óbvio, que seria a limpeza dos fios – e isso quase todos conseguem fazer com decência). Entretanto, o Curly Wurly pelo menos não resseca o meu cabelo, o que já é um ganho, não é mesmo? Ele é um shampoo branco, então já dá pra entender que há várias emoções hidratantes envolvidas naquele frasquinho. Meu cabelo geralmente não se dá bem com os produtos da Lola, que costumam pesar demais já que geralmente são bem ricos em óleos, e até esse shampoo é uma pedida ruim quando o cabelo não aguenta mais nutrição, mas no geral (e principalmente depois das luzes) ele ajuda bastante a manter o meu cabelo maleável. É liberado para low e no poo, indico para quem tem cachos 3B pra frente (estruturas 2C/3A podem pesar).

Condicionador L’oreal Élseve Óleo Extraordinário Nutrição Intensa – uma média de R$15

Indicação de uma amiga, usei e descobri que esse condicionador ajuda demais a desembaraçar os fios durante o banho e dar aquela fechadinha nas cutículas que a gente respeita. Tem um precinho amigo e é relativamente fácil de achar, então se é praticidade e um bom custo/benefício que você está procurando, essa é a pedida. É liberado para low e no poo.

Condicionador Novex Santo Black Poderoso – uma média de R$12

Bem como a máscara deles, o condicionador da linha Santo Black Poderoso tem o poder de desfazer o nós e trazer aquela dose extra de “desmaio” que cabelos como o meu necessitam para serem felizes. O cheirinho é ótimo e o cabelo fica super fácil de lidar depois dele. É meu primeiro frasco desse produto mas, sem sombra de dúvidas, vou comprar outro quando acabar porque bons condicionadores não são fáceis de achar e esse ganhou meu coração. É liberado para low e no poo.

Óleo Reparador L’oreal Élseve Óleo Extraordinário Nutrição Intensa – uma média de R$ 30

Descobri esse óleo depois de passar um tempão usando um que não era liberado pra low poo (e meu cabelo pesando sem eu saber o que era, vê mesmo!). É levinho, levinho e o cabelo absorve ele direitinho. Gosto de misturar nos gelzinhos, quando uso, para evitar o ressecamento das madeixas. Também uso quando vou “desgrudar” os cachos uns dos outros, para dar uma acalmada no frizz. Liberado para low poo.

Leave in Yenzah Sou + Cachos Suave – uma média de R$30

Eu tenho pouco cabelo e ele pesa muito fácil, então os creminhos têm que ser sempre super leves. Esse é ótimo, pois ajuda a definir os cachos sem acabar com meu volume natural. O cabelo fica macio e com aquela carinha de saudável, adoro! Liberado para low poo.

Creme de Pentear Natura Sou Cachos Modelados – uma média de R$12

Outro favorito de todos os tempos, acabei o meu até a última gotinha (por isso ele não aparece na foto, haha). E, no caso, vocês podem levar isso literalmente, pois a embalagem dele deixa que façamos isso. Super levinho, ele deixa o cabelo ser ele, mas dá aquela mãozinha para dar forma e vida aos cachos. Vou comprar outro assim que possível e quero testar outros produtos dessa mesma linha. É liberado para low poo.

Ativador de Cachos Maionese Capilar #todecacho Salon Line Definição Divina – uma média de R$12

Esse é para os dias que eu escolho sair com os cachos BEM definidinhos. Gente! Esse produto definitivamente entrega o que promete. Toda vez que uso essa maionese, meus cachos definem de um jeito que eu nunca vi antes E duram o dia inteiro bem bonitinhos. Não posso opinar sobre day afters, porque meu cabelo simplesmente não trabalha com day after (a não ser que eu molhe ele todo e faça o trabalho de amassamento e definição dos cachos all over again).  Mas em quem realmente tem day after, ele deve aumentar a quantidade de dias sem precisar lavar, pois ajuda a criar cachos super bem formados. Só um porém: dos cremes de pentear pontuados aqui, esse é o que pesa mais no cabelo. Tem que dosar a quantidade e ver como o cabelo responde. É liberado pra low poo.

Gel Líquido Salon Line #todecacho Day After – uma média  de R$15

Ele é indicado para dar aquela salvada no cabelo no day after, mas uso ele no dia a dia mesmo. Acho ele mais levinho que o Relaxante Natural, da Capicillin. Sempre uso com um pouquinho de óleo, porque ele resseca um bocadinho (como todos que já usei), mas das opções que testei, ainda é meu gelzinho favorito. Liberado para low e no poo.

Creme de Limpeza Light Poo L’oreal  Óleo Extraordinário – uma média de R$35

ADORO esse produto. Tanto é que acabei o que eu tinha e agora preciso esperar um outro co-wash que eu estou testando acabar para comprar um novo frasco (e por isso ele não aparece na foto, tá?). Mas sério, meu cabelo se dá tão bem com esse troço que nem sei o que dizer. Não pesa nadinha nos meus fios e deixa eles super modeladinhos e com cachos lindos. A tristeza é o preço, né? Bem salgadinho, na minha opinião. A ideia seria que ele fosse um co-wash, mas pelo o que li por aí, ele tem um silicone insolúvel em sua composição, o que faz com que ele deixe resíduos no cabelo na sua ‘limpeza’. Ou seja: não funciona exatamente como um co-wash. De qualquer maneira, no meu cabelo, ele não pesa nada e como geralmente eu lavo com ele no máximo dois dias seguidos e, em seguida, lavo com um shampoo para low poo, não há muito acúmulo. O meu cabelo se deu melhor com ele do que com a versão dele para cabelos cacheados e ondulados, que eu não senti que hidratou tanto. É liberado para low poo.

Máscara Novex Santo Black Poderoso – uma média de R$25

Essa é uma recente descoberta da minha nova fase de cabelos com luzes. Estava precisando uma máscara para derreter o cabelo e, gente, essa é a máscara. Com um custo/benefício MARAVILHOSO (R$25 por uma máscara de 1kg, gente!), ela cumpre o que promete e nutre o cabelo direitinho. Ele ficar super macio e fácil de lidar, já é uma favorita das hidratações de fim de semana. É liberada para no e low poo.

Máscara de Reconstrução Inoar Doctor – uma média de R$45

Outra recente descoberta foi essa máscara da Inoar. Como estou entrando devargazinho nesse processo de ficar loira (na verdade, pretendo ter apenas luzes maravilhosas, não ficar completamente loira), é sempre bom investir em boas máscaras para devolver a maravilhosidade do cabelo que, claro, o processo de descoloração inevitavelmente rouba.  A máscara é incrível, tem um cheirinho bem bom e tem ajudado bastante meu cabelo a se recuperar das luzes (e olha que meu cabelo nem ficou detonado nem nada, só sofreu um leve estiramento). O valor é meio salgadinho, mas o resultado é tão bom que vale à pena. É liberada para no e low poo.

Máscara Térmica Sou Dessas Pode Vir Quente Que Eu Estou Podendo – uma média de R$40

Para quem tá precisando de uma máscara de hidratação para amar, digo apenas: se joga nessa, miga. Não conhecia a marca Sou Dessas e peguei essa máscara na loja porque parecia interessante a proposta (e porque tinha acabado de dar luzes no cabelo e precisava de algo porreta para manter o cabelo saudável). Ela esquenta sozinha quando a gente passa no cabelo (tem extrato de pimenta) e dá pra sentir um calorzinho nos fios enquanto a gente espera para enxaguá-la (mas nada incômodo). Das máscaras que eu tenho, essa é a que dá um efeito mais notável no meu cabelo. Os fios ficam macios, brilhantes e visivelmente saudáveis. É amor real, amor verdadeiro. Pelo o que eu consegui checar (não achei nenhum proibidão na fórmula, mas o produto não está cadastrado no app que eu checo), a máscara é liberada para low poo.

Ufa! Esses são meus favoritos atuais, mas estou sempre testando coisas novas no cabelo, pois curiosa (não posso ver uma novidade que tenho que checar pra ver se é melhor do que o que eu já uso). Portanto, se vocês tiverem dicas para me dar de produtíneos também, deixem aí nos comentários, que estou sempre aceitando. E se tiverem alguma pergunta sobre os produtos que pontuei acima, perguntem também, que eu tô aqui pra isso. 😉

 

Feminices Pele Roacutan

Roacutan: Diário de Bordo – 8 meses e o que vem depois

25 de novembro de 2016
Foto: gismoland

Foto: gismoland

Cabô esse carai!

Finalmente estou aqui para contar a você como foram os meses finais de tratamento e o que acontece agora, dois meses depois do fim dessa maratona. Preferi esperar um pouco mais para ter certeza que poderia reportar tudo maravilhosamente e, bem, como dois meses é o prazo da bula para o Roacutan deixar completamente a nossa corrente sanguínea, esperei esse tempinho para fechar esse diário de bordo. Vamos primeiro ao relato de como foram os últimos meses de tratamento, shall we?

Então, do sexto mês para a frente, pouca coisa mudou na minha vida. Os testes continuaram perfeitos, sem nenhuma alteração nas taxas analisadas. As espinhas desapareceram completamente e não voltaram a dar as caras, com a graça de Deus. O maior problema desse período foi que TUDO ressecou de uma maneira que não estava fácil viver. Não havia lip balm abençoado que desse jeito na minha boca. Era um caso tão perdido que deixei mesmo de mão a minha caça pelo lip balm perfeito e segui com o azul-escuro da Nivea, que resolvia o problema pelo tempo total de 5 minutos. Em situações extremas, a boca rachava e sangrava, sim. Por isso, evitava sorrir muito aberto, porque vamos evitar a humilhação em público sempre que possível, não é mesmo? O queixo despelava todos os dias (agora a bochecha, que eu queria que despelasse, para que as marquinhas saíssem, não despelou NEM UM TIQUINHO, a rapariga) e ficava branco de tão ressecado. E lá ia eu com hidratante para tentar domar a fera indócil. A pele do corpo inteiro ficou muito sensível e qualquer coisa causava um corte, que geralmente demorava um tempinho pra sarar. Sério, é como se a pele estivesse muito fina (?) e até coçar arranhava (e olha que aqui não trabalhamos com unhão). O cabelo não voltou a cair, o que foi uma benção, porque houve um momento que eu realmente achei que ficaria careca. Porém: seco que nem palha. Todos os fluidos corporais desapareceram. Todos. Só as lágrimas permaneceram, mas poucas e sempre que trabalhava com computador tinha que hidratar os olhos com colírio. O nariz ressecou, mas não o suficiente para incomodar.

Além disso, desenvolvi algo muito curioso chamado fascite plantar, a inflamação da fáscia, que é um tecido cartilaginoso que fica logo depois da pele, na planta do nosso pé. Toda vez, TODA VEZINHA, que eu estava sentada/deitada e precisava levantar, sentia uma dor aguda no calcanhar e tinha que andar de ponta de pé. A dor dissipava depois de alguns minutos, mas me sentia uma senhorinha de 800 anos, né? A canelite atacava também quando eu inventava de fazer alguma caminhada mais vigorosa, um inferno. Além disso, as dores musculares continuaram presentes, principalmente na lombar e nas costas, no geral. Era uma dor que massagem só fazia doer mais, então eu apenas deixava quieto e seguia a vida. Inclusive, a maioria dos sintomas, que não eram questão de vida ou morte, eu deixei ser, porque não adianta tratar efeito colateral de um remédio. O tratamento é parar o remédio e só. Anyway. Tive uma gripe mais pro fim do tratamento e gripe com Roacutan é um saco porque você fica com medo de tomar MAIS um remédio e dar pau no seu fígado/rim, né? Tratei com própolis e mel, me incomodou, mas nada que fosse pior do que, por exemplo, aqueles dois/três primeiros meses com o rosto deformado de espinhas (inclusive, se você está nessa fase, força, ela acaba!). Inclusive, uma coisa que você aprende durante o tratamento com Roacutan: aguentar uma dores e não apelar pra remédio com tudo que aparece. Sempre que possível, tomava chás para cólicas e outras tretas, pra evitar sobrecarregar ainda mais o meu corpo.

Durante o fim do tratamento, perdi o início de uma cartela do anticoncepcional (imbecil, eu sei, não façam isso em casa) e passei um mês sem tomar o anti. A minha menstruação atrasou mais de UMA SEMANA. SIM. UMA SEMANA. Quase morri do coração? Isso aí. Minha menstruação sempre foi bem certinha, vem no dia bonitinho dela e, naquele mês, não apareceu. Fiz nada mais nada menos que 3 exames de farmácia e 2 BHCGs (nem estava louca, eu) até ter certeza que não estava grávida. Depois, quando ela estava afim, ela desceu (rapariga!) e foi aquela tsunami de alívio. Então aí está a razão pela qual devemos tomar anticoncepcional durante o tratamento, juntamente com um método de barreira (camisinha, no meu caso): sua menstruação vai enlouquecer e você vai enlouquecer junto, achando que está grávida todo mês. Isso além do fato óbvio que é melhor prevenir por dois meios que tentar remediar o irremediável, que é uma gravidez nesse período. O bebê pode sofrer sérias deformações e malformações. É um troço bem sério e quase morri do coração no fim do mês, apesar de ter feito tudo direitinho (fora o anti). Então, aprendam com a heart attack da tia Amanda e não repitam esse erro nas suas vidas, se estiverem fazendo esse tratamento, obrigada.

Quanto ao meu peso, ele se manteve regular na casa do 70 e poucos durante todo o tratamento. Se eu for chutar, acho que perdi mais peso do que ganhei durante todo os 8 meses, always a plus quando se está acima do que deveria pesar. A libido teve uma queda, também, durante todo o tratamento – o que é normal, já que esse remédio suprime a testosterona, responsável pelo desejo sexual. E de resto, eu era uma pessoa funcional. Depois de alguns meses você se acostuma com os efeitos e aprende a viver com eles. Eu sempre pensava que se não era para ter espinha nunca na vida, tava bom demais sofrer por 8 meses.

E valeu a pena?

Então. Aqui estou do alto de dois meses depois do tratamento para dizer a você que: sim. Valeu demais. Se antes eu nem cogitava muito tirar foto sem maquiagem, agora o status quo dos meus dias normais é sem maquiagem. Até porque já sabemos que maquiagem por aqui só quando eu tô bem afim, né? No resto dos dias, I don’t even bother. A pele ficou limpa, mas as marquinhas das guerras travadas com as espinhas antes e durante o tratamento ficaram. Nada que um tratamento com ácido não resolva, mas agora só depois do verão, pois pretendo pegar as praias todas que aparecerem na minha frente, ha!

 

A photo posted by Amanda Arruda (@mandyarruda) on

(fotinha do depois, 0 maquiagens, para vocês verem. a luz tá boa, mas dá pra ver que tem marquinhas, né?)

1 semana depois do fim do tratamento (mais ou menos) o queixo já parou do despelar e a boca, minha gente, a boca que eu já tinha dado por perdida, voltou à vida! Não estava mais ressecada, nem despelando, nem rachando, nem sangrando. Foi uma felicidade só finalmente poder usar um batom novamente sem ficar aquelas peles horrorosas estragando tudo. As dores musculares demoraram um pouquinho mais para desaparecer, inclusive a lombar ainda dói um pouco, mas nada escabroso. A fascite, esse amorzinho, digivolveu para um forma mais dolorosa, que não passava com minutinhos depois de levantar. Coloquei gelo sempre que doía e comecei a malhar. Com o fortalecimento dos músculos da panturrilha, a fáscia parou de incomodar e o problema foi resolvido. Os nossos músculos sofrem um bocado durante o processo, então creio que a musculação tenha sido uma boa decisão, após o tratamento (durante é bem difícil se comprometer, tudo dói o dobro).

Com um mês do tratamento finalizado, refiz os exames e tudo deu perfeitamente normal. Assim como está a minha vida agora. Não tenho do que reclamar e sou grata pela oportunidade de fazer esse tratamento, que teve uma influência tão grande na minha autoestima. Novamente, repito aqui o que já falei nos posts anteriores: esses textos não têm a intenção de indicar o tratamento para ninguém. Quem indica é o médico, o dermatologista. É um processo bem sério e que não pode ser levado na brincadeira. A minha única intenção é a de dividir a minha experiência e, possivelmente, ajudar algumas pessoas que fazem esse tratamento ou que farão a saber o que podem esperar pela frente. Apesar dos vários efeitos colaterais, nada foi dramático a ponto de influenciar a alegria do produto final. Para mim, não há nada como se sentir bem na sua própria pele e, se você tem acne, eu indico fortemente que procure um profissional e trate-se, pois essa doença não é tão levada a sério (talvez porque ninguém morra disso), mas como toda doença de pele, é muito incômoda e danosa ao bem estar da pessoa.

Nessa tag eu contei toda a minha experiência e o que eu passei. Cada corpo, cada organismo reage de um jeito e isso aqui não é necessariamente o que vai acontecer com você – a bula do remédio tem todas as possibilidades, como sabemos. Mas pode ser que seja, então estou aqui para ajudar, dividindo o meu conhecimento de causa. Se tiverem dúvidas ou comentários, não hesitem em deixar aí embaixo. Vou responder todos no meu tempo (que algumas vezes não é lá essas coisas, admito), mas responderei! Toda a sorte do mundo a quem estiver nessa batalha e vamos em frente!

Feminices Pele Roacutan

Roacutan: Diário de Bordo – 5 meses

4 de julho de 2016

Foto: whitelivingetc

Aqui estou do alto do quinto mês de tratamento com Roacutan para dividir com vocês como está sendo essa caminhada. Estou muito feliz de que, agora, já estou em mais da metade do tratamento e o fim, meus caros, está próximo. Para quem não vem acompanhando o diário, minha dose é de 40mg e eu farei 8 meses de tratamento (why soooo long).

Para início da nossa conversa, o último exame de sangue (feito ao fim do quarto mês) deu absolutamente normal. Viva! Estava muito preocupada que as triglicérides fossem aumentar ainda mais, mas muito pelo contrário – elas diminuíram. Sozinhas. Com o total de 0 dietas. Não quis acreditar quando peguei os resultados, mas dei, obviamente, graças a Deus, porque não estava nem um pouco afim de deixar o tratamento pela metade.

Continuo comendo do jeito que estava comendo antes do tratamento começar – algumas vezes faço a festa, mas no geral é comida bem normal. Tenho levado muita marmita pro trabalho, então não consigo ser muito vida louca no aspecto alimentício da vida. Não estou fazendo exercícios físicos, porque a crise, ela chegou, e eu tive que sair temporariamente do Muay Thai. E como não tenho coragem/paciência para as opções free de exercícios físicos, estamos bem sedentários no momento mesmo, obrigada. Também tenho respeitado a advertência de não ingerir álcool e minha sangria do dia dos namorados foi feita com suco de uva. Pois é. Ninguém disse que seria fácil, mas estou levando.

Quanto à pele, bem. Achei que seria dessa vez que eu publicaria uma foto aqui, but not yet. Na verdade, a coisa nem tá tão ruim assim. Tive uma melhora bem notável. A piora passou, depois de um tenebroso inverno. A única tristeza é que zilhões de marquinhas vermelhas ficaram, agindo como um ‘as espinhas todas do mundo estiveram aqui’, right on my face. Eu ainda não me sinto muito bem na minha pele, nem quero aparecer em fotos sem maquiagem, mas noto uma melhora. A parte da minha pele onde as espinhas não estouraram está maravilhosa – o que, basicamente, é o resto do rosto menos as bochechas.

O queixo despela de vez em quando, que é uma área na qual eu nunca tive muitas espinhas, mas a parte que eu quero que despele, que são as bochechas, essa não despela nem com a bexiga. Tenho a esperança que mais para o fim do tratamento ela dê uma despelada e limpe melhor a pele. De qualquer forma, minha dermatologista já disse que a partir do sexto mês vai passar algo leve para cuidar das manchas, então elas não devem ser um problema por muito tempo.

Essa semana, depois de praticamente um mês de pele lisinha, apareceu uma nova espinha, enorme, na minha bochecha (claro). Graças aos céus, não é interna, então deve ir embora logo. Não tenho cutucado tanto as espinhas, mas algumas demoram tanto a ir embora que perco a paciência e termino expulsando-as eu mesma. Tanto faz, porque mesmo as que não espremo deixam marcas, não tem muito o que fazer.

Quanto aos efeitos colaterais, o clássico permanece, firme e forte: ressecamento em todos os lugares possíveis e imagináveis. Tornou-se parte da minha vida sorrir um pouco menos aberto, para evitar um lábio rachado (e um possível sangramento). Espero que as pessoas não achem que eu sou falsa por conta do meu sorriso ridículo. Moça, não é nada com a senhora, I just can’t.  O cabelo está bem seco, mas consigo lidar bem com ele. Lavo apenas uma vez por semana e ele tem caído bem menos depois dessa decisão. Têm aparecido zilhões de pelos encravados por conta da pele ressecada, o que é um saco, porque eu nunca consigo lembrar de passar hidratante. Você pensaria que tomando Roacutan eu lembraria, porém não. Eu moro em Recife, for God’s sake. A umidade equivalente a viver em uma sauna deveria ser suficiente.

Meu olho incomoda um pouco, algumas vezes por semana, então eu apenas pingo um pouco de colírio lubrificante nele e tudo dá certo. No geral: tudo secou, gente, e não tem água nesse mundo que hidrate. Mas sigo bebendo o máximo de água que posso/consigo. Algumas vezes, devo admitir, não é muito.

Um efeito colateral bem chato é a tal das dores nas juntas. Gente, me sinto uma velha de 80 anos com essas dores. Quando estou trabalhando e tal, me movimento muito, então não sinto dores nem nada. Porém, nos fins de semana, quando eu estou em casa, jogada no sofá por horas, e preciso me levantar para pegar alguma coisa, tudo dói. A coluna, o cóccix, as juntas do joelho, o tornozelo. Saio andando toda encriquilhada, resmungando um ai, ai em direção à geladeira, ao banheiro ou ao que quer que eu tenha achado que era uma boa ideia e terminou, no fim, não sendo.

O meu sono também tem estado irregular. Eu sou, gente, uma pessoa de sono solto. Eu durmo a noite inteira. Eu não fico de palhaçada, acordando de duas em duas horas. Mas agora, aparentemente, não. Agora eu sou uma pessoa que dorme e acorda 800 vezes por noite. E é horrível. Não acontece todas as noites, mas é um problema que bate ponto umas duas/três vezes por semana, o que é incômodo o suficiente. E interessante é que eu estou sempre CAINDO de cansada bem cedo. 21h é o meu máximo, sendo que semana passada eu fui pra cama, em um dos dias, às 20h! Não entendo como alguém pode estar tão cansada, cair no sono assim que a cabeça toca o travesseiro e, ainda assim, ter um sono tão ridiculamente irregular. De qualquer forma, tenho sobrevivido a esse drama. Como não acontece TODOS os dias, consigo me recuperar entre os dias em que acontece e permanecer, assim, um ser humano.

Ainda estou usando o Dermotivin para limpar a pele (só lavo uma vez por dia, à noite). Uso a Água Micelar, da L’oreal, para demaquilar e o BB Blur, da Effaclar, no lugar do protetor. Continuo firme e forte com o lip balm azul escuro da Nivea e quanto aos colírios, compro um diferente cada vez que eu vou na farmácia, porque nem vale tanto à pena investir neles pra mim, meus olhos não incomodam tanto e os baratinhos resolvem o problema.

Queria agradecer os comentários de vocês nos posts anteriores e dizer que fazendo o meu melhor para ajudar com alguma dúvida que vocês tenham (se eu não respondi algum comentário, não me matem, a vida não tá fácil, de verdade!).

Então se você já fez esse tratamento ou está fazendo ou quer fazer e tem algo para adicionar ou perguntar, por favor, deixe sua contribuição logo abaixo e eu te responderei. Não sei muita coisa, mas podemos trocar umas figurinhas. (:

Beleza Feminices

Os 3 últimos

18 de junho de 2016

Daí que não, eu não estava mortinha. Estava só tirando um tempo para lidar com as bagunças daqui de dentro e, sabem como é, né? Não dá pra entender as coisas se a gente não parar um tiquinho pra escutar. De qualquer maneira, cá estou eu novamente, dessa vez trazendo para vocês 3 produtinhos que eu tenho usado, ultimamente, e curtido bastante. Sem mais delongas, eis os indicados:

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Água Micelar – L’oreal

Recebi esse produto da L’oreal e fui testar sem muitas expectativas, já que demaquilantes, no geral, ou são agressivos demais para a minha pele ou não tiram a maquiagem. E terminei gostando bastante desse! Tirou minha malfadada máscara à prova d’água rapidinho e com o total de 0 problemas. Geralmente dois disquinhos de algodão com a água são suficientes para tirar toda a maquiagem do meu rosto. Também não ressecou tanto a minha pele, que já está ressecada por vida com o Roacutan. \o/

Preço médio: R$30

BB Blur – Effaclar

Ganhei uma amostrinha dessa coisa maravilhosa na Glambox de Maio e, gente! MELHOR COISA. Eu tenho muita preguiça de passar protetor solar e maquiagem no dia a dia, então termino sempre saindo de cara lavada e desprotegida. Como passo o dia no escritório e ando sempre de carro, não vejo muito problema mas, de qualquer forma, isso me faz sentir meio culpada. E o BB Blur da Effaclar é maravilhoso porque: tem fps, tem uma corzinha pra cobrir uns vermelhinhos inconvenientes e ainda age como um primer, segurando a oleosidade e diminuindo o tamanho dos poros! No dia que usei, uma amiga até comentou perguntando o que eu tinha colocado na pele, já que ela estava bem bonita. Ou seja: vou tentar desembolsar os dinheiros, quando minha amostra acabar, para adquirir essa belezinha. Pena que é tão caro. ):

Preço médio: R$100

Batom Matte (Segredo) – Tracta

Dia desses uma amiga apareceu com um batom meio cinza/marrom/roxo e eu apaixonei de um jeito por essa cor que tive que sair correndo para procurar algo parecido para usar. Fazia tempo que não era arrebatada assim por uma cor de batom e o sentimento me fez sentir bem. Terminou que eu estava numa perfumaria comprando um lápis de sobrancelha e calhou d’eu parar em frente ao local onde havia os batons da Tracta e, claro, dei de cara com uma cor PARECIDÍSSIMA com a que eu havia visto minha amiga usar. Catei na mesma hora e passei a semana usando o batom e não vejo eu parando de usá-lo num futuro próximo (eu sou taurina, gente, quando eu gosto de uma coisa, EU GOSTO DE UMA COISA). O batom tem uma durabilidade ok, se eu não comer nem beber o tempo todo. Tem que retocar, inevitavelmente, umas 3, 4 vezes por dia, o que é meio chato, mas acho que meio esperado, principalmente porque não é um batom caro nem nada.

Preço médio: R$25

E vocês? Gostam de algum desses? Têm algum parecido pra indicar? Comentem!