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Da rotina

Compartilhe o amor Da rotina

Compartilhando o amor: quanto cobra uma blogueira?

30 de dezembro de 2014
Créditos:

Créditos: David Atkins

O que é bom a gente não só curte e comenta, mas compartilha com os coleguinhas, né? Por isso, quinzenalmente eu virei aqui, para dividir meu links favoritos e mão-na-roda. Escolhi o número de 5 itens porque não sobrecarrega a lista de leitura de ninguém e também mostra que esse aí são o-must-do-must-read (pelo menos pra mim). Então, se eu fosse vocês, conferia, porque é dica boa, é dica quente! 😉

  1. A Loma e a discussão muito válida sobre o quanto uma blogueira deve cobrar por um publipost. Achei validíssimo o vídeo, pois sempre tive essa dúvida na vida e nunca tinha visto ninguém falar abertamente e de forma prática e direta sobre isso. Loma, arrasou!
  2. A Aninha e seu post sobre a sua Nikon e suas dicas de lentes para a câmera . Eu, atualmente, tenho uma Canon, mas ainda preciso desenferrujar todos os macetes que eu tinha na época em que eu aprendi fotografia. Assim sendo, a publicação me foi muito útil, porque me relembrou muitas coisas e me ensinou algumas que eu não sabia mesmo. Pra quem tá começando no mundo das DSLR ou pra quem tá meio enferrujadinho, vale muito!
  3. Thais explicando como terminar esse ano de 2014 de forma produtiva. Ainda dá tempo, meu povo! Corre e se joga na produtividade de último dia! \o/
  4. Fê e Debbie nos dando o bizu de como continuar viajando em 2015. E quem não quer, né? Já tô colando nas dicas porque, mesmo não viajando para o exterior ano que vem, quero muito viajar pelo Brasil mesmo.
  5. Dani e essa linda decoração de Natal improvisada que dá pra usar o ano todo, porque gente? Tem coisa mais gostosa do que um quarto com copinhos iluminados? Apenas amor derretido! <3

Gostaram do links? Se tiverem algum pra me indicar, deixem nos comentários! 🙂

Da rotina Listas

Meus desejos para 2015

29 de dezembro de 2014
Créditos: Gioia Cabri

Créditos: Gioia Cabri

É recorrente para mim a sensação de frustração a cada ano que vai chegando ao final. “Droga, mais um ano em que não parei de roer as unhas, em que continuo sendo egoísta, em que minha gordice permanece firme e forte, grudada nas dobrinhas do meu bucho cheio de lipídios”. É. Já até passei uns anos sem fazer resoluções de ano novo. Entretanto, pra mim, a sensação de fracasso foi a mesma.  Porque mesmo não tendo colocado os planos no papel, eu os fiz na minha cabeça, no raiar do novo ano. Eu disse pra mim mesma que eu seria uma pessoa melhor, que faria dieta, que me exercitaria, que não faltaria às aulas de inglês e faria todos os exercícios dentro do prazo. Eu disse que tentaria ser mais paciente, que usaria a agenda de papel que eu comprei porque era bonitinha demais pra não ser comprada, que aboliria meu mau-humor matinal, que passaria a me arrumar melhor antes de sair de casa e não ficaria mais assustando as pessoas com meu look zumbi. Entretanto, em algum momento ao longo do ano, esses objetivos se perderam e a vida aconteceu. A vida aconteceu e eu preferi dormir a fazer as tarefas de inglês ou a acordar mais cedo para sair nos trinques pro trabalho. A vida aconteceu e eu não fiz dieta, não comi melhor e continuo um poço de mau-humor, com momentos de sensibilidade extrema. E, assim, é a vida. As prioridades precisam ser revistas o tempo todo.

Aprendi que assim é mesmo a vida e que ela tem um milhão de variáveis que a gente nunca conseguirá prever e que, algumas vezes sim, os planos cairão por terra e a gente vai ter que, simplesmente, lidar com isso. Aceitar e seguir em frente. A frase “é o que tem pra hoje” foi meu jargão no ano inteiro, porque 2014 não foi um ano fácil e adaptação e aceitação das possibilidades foi a palavra de ordem pra mim – e acredito, pra muitos dos que estão me lendo também. Mas tudo isso que eu falei até agora não quer dizer, por um momento, que vocês não lerão uma longa lista dos meus desejos pro ano que vem. Porque, na verdade, a culpa da nossa sensação de fracasso diante das coisas não é de uma estúpida lista de resoluções de ano novo. Não. O problema todo é a irreal pressão que colocamos nos nossos ombros para seguir com um plano que traçamos no começo de um ano que não conhecíamos ainda, mas já considerávamos pacas – sem nem ao menos saber a que ele veio. Nada errado em ter esperanças, mas tudo errado em não considerar que, se as situações se modificam, você precisa se modificar também. Emagrecer pode ser um objetivo muito legal, se você não está satisfeito com o peso atual e quer se sentir melhor consigo mesmo, mas se você está estudando, trabalhando e o dinheiro anda curto, talvez você resolva que emagrecer não será a sua prioridade, uma vez que você não tem tempo nem dinheiro suficiente para investir nisso agora. Manter uma bom imagem para as outras pessoas é legal, mas se você teve uma semana super cansativa no trabalho, talvez você descubra que ao invés de acordar 30, 40 minutos mais cedo pra se arrumar, você provavelmente vai preferir dormir e chegar no seu trabalho com a cara lavada e o café na mão, mesmo. Portanto, não faz sentido se pressionar para atingir padrões que não se adaptam ao que você está vivendo ou que não podem ser uma prioridade no momento. A realidade é que: não é o fim do mundo, você não é a pior pessoa do universo, nem a mais desorganizada, desfocada ou desprovida de força de vontade. Acontece. Simplesmente acontece.

E é por isso que, depois de ler um post da Dani (e ter a ideia desse post e de como eu encararia as minhas resoluções desse ano) eu decidi que as minhas resoluções de ano novo para 2015 seriam simplesmente desejos. Ideias, projetos possíveis, porém nada mais que isso. Coisas que eu gostariam de conseguir fazer, porém sem nenhuma pressão para que eu as consiga, para que eu não mude de ideia, para que eu tente impedir o rio de seguir o seu curso. Coisas para que eu possa olhar em algum momento do ano e pensar: “hm, seria legal tentar isso agora”. Porque o feeling é bem esse:  tentar. Se não der certo e não for uma prioridade pra mim, paciência, depois eu tento novamente – ou não. Só não quero mais chegar ao fim dos anos com esse sentimento de que eu fiz muito pouco além de rumar desgovernada por essa vida, sem chegar a canto nenhum (o que não podia ser mais errado, porque esse ano eu:  fui promovida, casei e fiz minha primeira viagem internacional – entre outras coisas).

Enfim. Agora vamos à diversão, porque pra mim, poucas coisas na vida são mais legais do que escrever listas e fazer planos – e, se a gente junta os dois, o que eu posso dizer? Fogos de artifício? Amor puro e derretido? Bem, lá vai minha listinha de desejos para o ano que vem:

  1.  Ser mais saudável, comer melhor, me exercitar. Sim, eu amo comer tudo o que eu tenho direito, mas também sinto falta de me sentir melhor em relação ao meu corpo e também de ter um condicionamento físico melhor e não morrer porque tenho que subir umas escadas. Então, sim, seria ótimo começar uma reeducação alimentar e física, voltar a fazer exercícios regularmente, nem que seja correr com Chewie numa praça. Talvez – apenas talvez – a mudança pra minha própria casa possa ajudar com isso.
  2. Morar na minha própria casinha. Esse é um dos desejos que eu tenho certeza que serão realizados no ano que vem vindo, mas que quis colocar nessa lista porque é um marco na minha vida. Compramos um apartamento na planta há alguns anos atrás e a entrega dele era pra ter sido em junho desse ano. Porém, não foi e tá atrasado até hoje. Só que recebemos a informação, recentemente, que nos chamariam para um checar o apartamento no fim desse mês e, se estivesse tudo ok, deveríamos estar nos mudando em fevereiro ou março, no máximo (soubemos que agora a vistoria será em fevereiro. fuén).
  3. Começar uma pós ou um MBA. Não sei ainda como vai ser pra gente, no nosso primeiro ano morando sozinhos, mas eu queria muito começar uma pós ano que vem. Já sei inclusive a área: Gestão de Projetos. Se rolar, seria legal.
  4. Comprar uma bicicleta e um patins. Adoro essa vibe legal que toma conta do Recife nos fins de semana e feriados, onde as pessoas se jogam nas ruas antes habitadas quase que exclusivamente por carros e vão viver a vida leve nas suas bicicletas e nos seus patins. Tenho muita vontade de aprender a andar propriamente de bicicleta (nunca peguei o jeito na infância, porque morava em apartamento e a avenida em frente à ele é super movimentada e obviamente minha mãe não deixava) e amo de paixão andar de patins, então é isso. Quero. Seria inclusive uma forma legal de se exercitar.
  5. Escrever mais no blog. É um desejo, sim, mas é algo que eu não vou forçar de jeito nenhum. Aprendi que forçar nunca dá certo e que as coisas que eu escrevo sem vontade de escrever nunca ficam legais. Então, sim, quero muito me dedicar mais ao blog, mas só se a vontade vier naturalmente.
  6. Fotografar mais. Pra quem ainda não sabe, ganhei, na minha viagem à Londres, uma câmera DSLR do meu amor, o que foi a realização de um dos sonhos da minha vida. Entretanto, ainda não fotografei muito com ela, porque a) tenho medo de sair com ela no meio da rua, já que Recife não é exatamente segura; b) ela é muito pesada, o que torna a tarefa de andar com ela por aí não muito fácil; c) a preguiça de passar fotos pro computador é maior que tudo. Mas quem sabe eu não venço todos esses obstáculos e fotografo mais em 2015? Aguardemos.
  7. Ser mais calma. Taí uma coisa que eu preciso: relaxar. Me acalmar. Ser menos ansiosa, menos estressada, tirar por menos, não levar as coisas tão a sério. É muito difícil ser assim quando você tem a idade mental de uma velhinha de 80 anos, mas né? Não custa tentar.
  8. Focar no essencial. Sempre tive uma queda pelo jeito minimalista de levar a vida e já tentei, algumas vezes, seguir o lifestyle. Entretanto, ser totalmente minimalista não é comigo. Eu gosto dos meus livros e, mesmo sabendo que seria mais prático, sustentável e até (algumas vezes) mais barato comprar todos eles no meu Kobo e me livrar das versões de papel, I don’t see this happening em nenhum futuro próximo. Eu amo ter livros de papel em prateleiras abarrotadas. Eu gosto de ter mais de um tipo de shampoo no box do banheiro. Mas há coisas que eu posso cortar ou tornar mais simples na minha vida. E isso seria interessante: eleger as áreas em que eu posso simplificar e, realmente, colocar a mão na massa. Porque simplificando o que pode ser simplificado, posso focar no que for essencial pra mim no ano que vem.
  9. Viajar. Sim, fui mordida pelo travel bug. Mas, não, não tenho na minha cabeça nenhuma ideia de viagem internacional, porque antes preciso colocar as finanças nos trilhos. Queria viajar pelo Brasil mesmo, conhecer algumas cidades que sempre quis ver, como o Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Quem sabe não rola?
  10. Me equilibrar financeiramente. Eu costumava dizer que o meu problema não é meu descontrole, mas que eu recebo pouco mesmo. Entretanto, não é verdade. Tem gente que recebe bem menos que eu e consegue guardar dinheiro, o que nunca foi muito meu caso. Eu gosto de comprar coisas, gosto de ir ao cinema, gosto de comer em lugares legais e tudo isso, obviamente, gasta muito mais do meu dinheiro do que é aconselhável. Focar no essencial, lá em cima, e simplificar minha vida pode me ajudar a enxergar o que importa e fazer com que eu me equilibre financeiramente. Ou não.

E vocês, o que desejam pra esse ano que vem vindo?