Instagrão

  • emaranhado de um dia bonito
  • coisas bonitas aquecem o corao
  • Quando c faz uma pizza de frigideira com massa fithellip
  • t trampando mas o grande amor da minha vida hellip
  • that was good
  • Mais um dia em que Amanda descobre que saiu todahellip
  • Hoje  dia do irmo e gostaria de aproveitar ahellip
  • Quando a sua cabeleleira arrasa no corte   hellip
Explore

Da rotina

Da rotina

O que eu faço quando estou esgotada

10 de julho de 2015
Créditos: roivasepp

Créditos: roivasepp

Tem alguns momentos em que eu me sinto verdadeiramente esgotada. Truly, madly, deeply. A última vez que isso aconteceu foi, mais ou menos, há um mês atrás, quando a rotina do trabalho (que estava louca) encontrou o nosso processo de mudança (que envolve pedreiragem no fim de semana), o que resultou numa Amanda que, simplesmente, was not interested. Em nada. Não havia vontade de ler livros, ver filmes, sair com pessoas queridas, escrever no blog (ou mesmo ler blogs). O que parecia é que qualquer informação nova ia fazer aquele (des)equilíbrio (mantido a duras penas) voar pelos ares.

Geralmente, os meus momentos de esgotamento terminam quando uma das coisas que o estavam causando desaparece ou se torna menos complicada/estressante. No caso do última vez, a rotina do trabalho se acalmou um pouco e eu consegui voltar a me sentir no meu estado normal. Mas como isso demorou quase um mês para acontecer, vou dizer a vocês como lido com esse tipo de coisa, já que acredito que não seja a única a sofrer disso, principalmente nos dias atuais.

  • Eu não me obrigo a ficar bem ou a agir diferente. Quando você está esgotada, você está esgotada. Eu não me obrigo a me arrumar de manhã (embora, obviamente, saia de casa com o mínimo de decência, pra não assustar os coleguinhas na rua), não me obrigo a sair com as pessoas, não me obrigo a postar no blog. Entendo que, naquele momento, tudo o que eu preciso é tempo para descansar o cérebro, relaxar, dormir, revigorar meu eu exausto. Portanto, se eu não me sinto afim de fazer alguma coisa, eu escuto meu corpo e não faço.
  •  Coisas conhecidas são amigas. Não sei vocês, mas o desconhecido é sempre algo complicado pra mim. No geral, eu amo rotina – amo o que eu conheço e com que posso contar. Claro que mudanças são bem-vindas e trazem muitos resultados positivos, mas (normalmente) são estressantes. Como, esgotada, eu não posso lidar com mais estresse, nesse período eu tento me ater ao que eu conheço e sei que é legal. Isso inclui ler livros que eu já conheço (e amo), reassistir filmes ou séries que têm um lugarzinho especial no meu coração ou ir apenas naqueles lugares que eu sei que vou comer coisas gostosas. No meu período de cansaço extremo, reli O Diabo Veste Prada (e já quero reler de novo) e reassisti Sex and The City (apenas amor).
  • Tentar se liberar da sobrecarga é essencial. Há momentos em que você simplesmente tem que lidar com tudo aquilo que chega pra você e não tem outra opção mesmo. Porém, há momentos em que a sua sobrecarga é opcional (talvez, até, resultado de uma impossibilidade de delegar tarefas). Reveja o porquê de você estar sobrecarregado. De qualquer forma, ninguém deve passar muito tempo esgotado.

E vocês, gente? O que fazem quando estão se sentido extremamente cansados? Comentem!

Da rotina Mundo Blogueiro

Sobre a nova fase do blog

17 de maio de 2015

Créditos: Natalie

Tenho estado inquieta em relação ao blog (e a vida) e essa inquietude é boa, porque me faz querer mudar coisas e fazer melhor. Como alguns podem ver (se você lê meu feed, essa mudança passou despercebida pra você), eu mudei a linha visual do blog. De uma marca mais ‘certinha’ e ‘preto no branco’, para uma mais fluida e mais ligada ao meu momento atual. Muitas pessoas dizem que é ruim ficar mudando tanto a marca de um blog e sua identidade visual, porém: o meu blog é pessoal e PRECISA acompanhar as minhas fases. Por isso, hoje o blog está cinza + preto + branco (minhas cores favoritas na vida) e prezando pelo básico, pelo mais simples.

Comentei com uma amiga que estava pensando em uma nova linha editorial pro blog, mas percebi que isso não é necessário, porque o meu blog já me dá toda a liberdade que eu preciso. Eu posso falar sobre o que eu quiser aqui, afinal esse blog é sobre pedacinhos da minha vida que eu quero compartilhar. Portanto, sim, esperem algumas informações novas, mas não, não haverá mudanças dramáticas no conteúdo.

Também pensei em finalmente organizar um calendário editorial para o blog, mas acho que isso vai criar uma pressão que eu não queria nesse espaço aqui. Portanto, vou continuar seguindo minha intuição e deixando essa cantinho atualizado quando me bater a vontade de atualizá-lo. O que pode ser 3 vezes por semana ou, como já aconteceu, nenhuma. Eu sei que alguma rotina é saudável e espero conseguir manter uma, mas o blog não é, no presente momento, uma obrigação, portanto não vejo porque tratá-lo como tal.

O que eu quero, nessa ‘nova’ fase, é: mais fotos, mais posts curtinhos sobre a minha vida (do tipo que eu leio muito nos blogs gringos e que eu curto bastante. Compartilhar, por exemplo, uma lista das coisas que eu fiz no fim de semana ou wishlists) e mais posts sobre Yoga, Minimalismo e Simplicidade Voluntária. Certamente vai rolar também alguns textos sobre minha nova fase no casório, já que FINALMENTE vamos nos mudar pro nosso apê e já começamos o processo de definir a decoração e comprar coisas. Mal espero para estar lá, mal espero para dividir isso, aqui.

Então é isso, gente. Eu estou mudando e, por isso, o blog também. Inclusive, aproveitei o impulso e mudei também a hospedagem do blog. Agora a gente está na Nuvem Hospedagem, que já havia sido super bem recomendada pela Aninha e que foi tão amor comigo quando fui tirar milhares de dúvidas com o pessoal de lá, essa semana, que também já recomendo fortemente.

Mudanças não são algo que eu goste. Na verdade, sou meio avessa a elas, embora admita que mudar faz parte do nosso processo de amadurecimento. E quando a mudança já aconteceu por dentro, mudar por fora não é opcional. É necessário e faz um bem danado, porque tudo começa a fazer sentido. (:

Da rotina Minimalismo

Minimalizando

11 de maio de 2015

 

Créditos: Neest

Créditos: Neest

Não sei vocês, mas eu não sei lidar com bagunça. Não sei. Não consigo seguir vivendo a vida de boa quando minha casa tá cheia de lixo. Por isso, nos últimos meses, comecei um processo de declutter pesado, porque sentia que só assim conseguiria me equilibrar nessa vida. Além disso, resolvi abraçar de vez o minimalismo e começar a aplicar de verdade nas variadas áreas da minha vida. Nada radical, apenas o que eu sentir que é certo.

E decidi dividir um pouco dos meus esforços em cada área com vocês. Esse aqui é mais um resumão de tudo o que eu estou fazendo atualmente, ainda farei um post mais detalhado sobre cada umas das áreas, quando o momento chegar (ou seja, quando eu tiver mais certeza do que eu estou fazendo, quando eu tiver desenvolvido um método próprio). Sem mais delongas, vamos lá:

O guarda-roupa

Estou tentando criar um capsule wardrobe. Ainda não criei regras pra mim, porque ainda estou tateando e vendo o que pode encaixar ou não (não acho certo eu seguir as regras de outra pessoa, pois só eu sei o que é o suficiente para mim). O minimalismo requer que saibamos exatamente o que queremos para investirmos exatamente no que importa, então esse é o grande x da questão. A princípio, já sei que vai ter: tees brancas, jeans, vestidos, shorts, tênis, sapatilhas e saltos plataforma. Ainda estou trabalhando em cima do meu estilo, no geral, mas já comecei o processo de me livrar do que não encaixa nele. Durante as últimas semanas, foram sacos e sacos de roupas, sapatos e bolsas descartados. Eu nem achava que tinha tanta coisa assim – o que no fim, eu não tinha mesmo, porque eu não as usava.  O que acontecia era eu repetindo o mesmo conjunto de roupas indefinidamente até elas encherem o saco e rasgarem. Pois é. Esse mês comprei três camisetas novas e continuarei fazendo compras controladas de coisas que acho que realmente faltam no meu guarda-roupa. Uma forma, inclusive, d’eu fazer isso controladamente é por meio de wishlists, que passarei a compartilhar aqui. Esperem por mais posts sobre isso aqui no blog!

Os livros

Quem me acompanha no Facebook viu que algumas semanas atrás eu fiz um bazar do desapego e vendi vários livros que antes habitavam a minha estante. Seguindo a lógica de um livro que li recentemente, o The Life-Changing Magic of Tidying Up: The Japanese Art of Decluttering and Organizing, deixei apenas os que me traziam um sentimento bom ao ver ou tocar. Ainda falta, inclusive, vender 3 itens do meu bazar: Mad About The Boy, Um Membro da Família e Querido John. Se alguém estiver interessado, pode entrar em contato comigo por mensagem no Facebook, que a gente conversa direitinho. Achei que seria muito mais difícil deixar alguns livros seguirem seu caminho, mas na verdade, foi um alívio. Alguns dos livros só me faziam sentir culpada por não tê-los lidos, enquanto outros simplesmente já haviam cumprido a sua parte do trabalho e simplesmente não interessavam mais. Deixei apenas os que eu intenciono ler ou reler e os que me trazem felicidade ao ter por perto.

Quanto à compra de novos livros, criei uma regra nova para mim: não compro fisicamente nada que puder ser lido no Kobo de boa (a não ser que o ebook seja mais caro que a versão física). Isso significa que livros de ficção, no geral, ficam no meu Kobo, enquanto livros de não-ficção e de consulta recorrente são comprados fisicamente porque a) são mais difíceis de serem achados como ebook; e b) são mais práticos de serem consultados em versão física.

Os itens de beleza

Por mais que não pareça (já que eu estou de cara lavada quase que 100% do tempo), eu sou uma beauty junkie. Adoro testar produtos novos, mas a questão é que eu não sigo muito uma lógica. E isso, minha gente, significam rios de dinheiros que eu não tenho desperdiçados. Por isso, resolvi que preciso, além de me livrar do que eu não uso, ter alguma consciência do que eu preciso. Joguei vários sacos de produtinhos para pele e cabelo fora e agora minha caixinhas organizadoras contam com muito menos do que contavam antes. Entretanto, são produtos que eu gosto e que eu realmente consigo encaixar no meu dia-a-dia. Isso não significa que eu não vou testar novos produtos, porém eles entrarão numa wishlist (que eu compartilharei aqui também) – depois de algumas pesquisas – e serão comprados de forma mais ordenada. O meu dinheiro é muito suadinho pra ser tão desperdiçado.

Papelaria

Quem me conhece sabe que eu amo papelaria. AMO. Porém, já faz um tempo que eu coloquei o pé no freio simplesmente porque não uso as coisas que compro na velocidade em que as compro. Tenho 4 diários iniciados e não continuados (cada um com uma média de 5 a 10 páginas escritas. SIM), tenho várias caixinhas de clips, tenho várias fitas adesivas coloridas, canetas, post-its e tantas outras coisas que eu simplesmente não vou conseguir terminar de usar nem tão cedo. Já havia feito uma limpa nesses itens anteriormente e o que eu tenho feito agora é evitado a compra de novos itens. Vai permanecer dessa forma até que eu consiga usar o que eu tenho.

∗∗∗

Por enquanto, ainda não estou na minha casa, então itens relacionados a cômodos, especificamente, não participam da minha fúria minimalizadora. Porém, a segunda vistoria (com possível entrega das chaves) do meu apê com o bofe já está marcada e, em breve, esses itens figurarão por aqui. (:

Da rotina

7 coisas que eu aprendi aos 25

9 de maio de 2015
Nesse grande caminho que é a vida

Nesse grande caminho que é a vida

A semana que antecedeu meu aniversário foi um inferno que só a astrologia consegue explicar. Coisas dando inexplicavelmente errado e eu, amuada, acordando de mau-humor todos os dias. Por isso, não consegui de jeito nenhum escrever esse post antes do meu aniversário. E, no dia em si, obviamente havia coisas muito mais legais pra fazer – como nada, especificamente – e eu sequer pensei em vir aqui dividir os grandes ensinamentos que a vida me deu nesses 25 anos da minha existência. Mas hoje, finalmente, passado o auê, posso vir aqui dividir com vocês algumas das coisas que eu aprendi nesse meu 1/4 de século.

O último ano foi um ano cheio de conhecimento. Eu, particularmente, não paro de me chocar com o tanto que eu cresci em apenas 12 meses. Morar fora de casa, fazer uma viagem pra o exterior, trabalhar para se sustentar, casar, ter um animal de estimação pela primeira vez na vida, comprar uma casa e tantas outras experiências certamente contribuíram para que esse meu último ano fosse um mergulho no poço do autoconhecimento e do amadurecimento. Sou uma pessoa muito melhor agora do que eu era aos 24. E, se Deus quiser, continuarei nesse trabalho de aperfeiçoamento do meu eu, que é um trabalho pra vida toda.

Como não poderia deixar de ser, vamos à listinha:

  1. Autoconhecimento é tudo. Agora, aos 25, eu entendo porque a galera mais velha não troca seus anos a mais pela pele sem rugas da mocidade. Se conhecer, saber o que se quer, é tudo nessa vida. Não há nada melhor do que ter certeza exata do que se deseja e do que não encaixa no nosso plano. Ainda não me conheço tão bem assim, mas estou na caminhada pra isso. Hoje, não tento mais forçar a barra pra tentar ser algo que eu não sou. Eu sou desastrada, não gosto de usar salto alto, não gosto de beber, não uso drogas, não curto boates, não sou da agitação e não me forço no que eu não quero, porque simplesmente não sou obrigada. Procuro me amar do jeitinho que eu sou e pronto.
  2. Insegurança é uma merda. Quase todos os grandes problemas de relacionamento da minha vida foram causados, primeiramente, por insegurança. A gente geralmente pensa que o problema é os outros e que eles não nos dão subsídio para ter segurança, porém: a segurança tem que vir de nós mesmos. Nós que temos que saber que somos bons o suficiente pra qualquer pessoa nesse mundo. Quando acreditamos nisso, todo o resto colabora. Mas não é sempre que somos assim, né?
  3. Tentar controlar a vida é uma batalha perdida. Sendo a control-freak que sou e tendo os grandes problemas de confiança que eu sempre tive, a ansiedade estava me consumindo. Até eu perceber que não adiantava eu tentar controlar o incontrolável. Não importa se eu tenho os planos B, C e D, a vida vai aparecer com um E só pra mostrar quem manda. E, assim, tudo bem. É necessário aceitar que tudo vai ficar bem, mesmo se a gente soltar o leme e deixar a maré nos guiar. Eu sou parte de algo muito maior e, mesmo assim, sou peça integral de tudo. Eu sou importante e tudo dará certo, porque Deus está olhando por mim também. O universo tem um plano pra todos nós e cuidará de nós, principalmente se o deixarmos fazer isso. Ao mesmo tempo, isso não quer dizer que devemos viver a vida sem prestar atenção. Justamente porque o cotidiano é uma interrogação que devemos notar tudo, estar presente, viver ativamente. Ganhar a vida não significa ter controle dos seus milhões de compromissos, mas estar presente neles – e em tudo que estiver entre eles.
  4. Simplicidade FTW. Menos informação, menos compromissos, menos obrigações, mais tempo pra viver a vida do jeito que se quer. Já faz um tempo que namoro o minimalismo e cada vez mais quero trazer essa filosofia de vida para o meu dia a dia, porque torna tudo tão mais fácil. Quanto menos ruido, mais simples será para nós nos concentramos no que realmente interessa.
  5. Não se deve depositar energia em coisas negativas. Por mais que eu goste de bancar a malvada de vez em quando, não consigo mais ligar o foda-se para o mundo. Não consigo abandonar alguém que visivelmente está precisando de uma mão amiga, não consigo ignorar quando eu posso ajudar. Mesmo quando estou falando mal de alguém que, a meu ver, merece tudo o que está sendo dito sobre o mesmo, me sinto automaticamente culpada. Não deveria eu estar cuidando da minha vida, ao invés de estar perdendo meu tempo e energia com outras pessoas (principalmente pessoas das quais eu não gosto)? Ultimamente tenho aprendido a prestar mais atenção nessas minhas perdas de tempo e tentado me equilibrar, mas sempre há algumas pisadas fora da linha.
  6. Um hábito segue o outro. Faz mais ou menos um mês que parei de fazer Yoga todos os dias e não poderia estar mais arrependida. Quando comecei a prática, juntamente com a meditação, fui me tornando uma versão muito melhor de mim. Mais calma, comedida, organizada e atenta. Estava comendo melhor, usando melhor meu tempo, me preocupando menos e sendo mais saudável, de modo geral. Daí parei de meditar, depois parei de fazer Yoga e, pronto, lá estava eu com os dois pés enfiados na junk food. Logo, aprendi que conservar bons hábitos nos ajuda a conservar mais bons hábitos. Um bom hábito leva a outro e todos levam a uma vida melhor.
  7. Algumas brigas não valem à pena. Tem horas que você simplesmente tem que abrir mão de estar certo para ser feliz. Algumas coisas não vão mudar, bem como algumas pessoas. A gente segue em frente e faz o melhor para viver nossa vida sem se abalar com isso.

 

E aí, o que acham? O que vocês aprenderam com seu último ciclo de aniversário? Comentem!

Da rotina

Despressurize o finde: como descansar de verdade

25 de abril de 2015

Despressurize

Entre as várias maravilhosas mudanças que eu notei em mim, desde que comecei a fazer yoga, definitivamente a capacidade de me desconectar é uma das melhores. Porque, sinceramente, vou jogar aqui uma realidade: a gente não foi feito pra lidar com esse volume de coisas não. É muita informação, muita interação, muitas interrogações pedindo sua atenção, muitos coleguinhas pedindo sua opinião, muito tempo perdido. A partir do momento que você desconecta, isso para de interessar. Não tô nem aí pra quem publicou um foto comigo, deixa eu sentar aqui confortavelmente no meu sofá e assistir um filminho, enroscada no meu bem. E é bem por aí.

O meu post ia ser só sobre como desconectar, mas me bateu que nem só na internet moram nossos problemas. Mesmo sem a tal da internet, muita gente ainda tem problema pra relaxar. Faz parte da nossa cultura se sentir culpado por estar de boa. Ócio, por si só, não parece correto. Mesmo no nosso tempo livre, somos impelidos por uma determinação destrutiva, de que temos que produzir, produzir, produzir. Quando a verdade é: não. Não temos não. Nós temos que descansar, porque já produzimos a semana toda e precisamos, de verdade, de um tempo pra não fazer nada.

Eu sei disso porque eu costumava fazer to-do lists ridículas de tão longas, não conseguia fazer metade do que me propunha e, claro, ficava frustradíssima no final de tudo. Mas, gente? Porque mesmo que eu tenho que ‘fazer coisas’ no fim de semana, um tempo que era pra ser livre? Porque eu tenho que ser uma pessoa produtiva, quando eu podia passar o dia maratonando uma série favorita, lendo um livro, pesquisando coisas na internet ou até, vejam que ousadia, fazendo absolutamente nada? Ninguém vai me pagar nada a mais por arrumar minha estante no fim de semana ou esfregar o banheiro. Ninguém está me obrigando a fazer isso. Logo: eu faço se eu quiser. E eu, agora, não quero.

Por isso, o que eu quero dizer é: libertem-se. Libertem-se dessa necessidade de estar fazendo alguma coisa no seu tempo livre. Aceitem o ócio. Aceitem a preguiça. Aceitem as horas sem fazer nada que vá contribuir, especificamente, para algo em sua vida profissional. A gente precisa de um tempo. É uma longa estrada – eu ainda estou bem no comecinho dela – mas totalmente vale a caminhada.

“Mas Amanda, se eu não estudar pro concurso/fazer aquele curso no sábado/trabalhar naquele freela, o que eu vou fazer no fim de semana?”. Não temais! Fiz uma listinha das coisas que eu, uma introvertida de primeira categoria, faço nos meus fins de semana despressurizados. Desligue o celular (ou coloque no silencioso), ignore aquela vozinha ridícula que diz para você adiantar os trabalhos da semana quem vem e aproveite as possibilidades:

  1. Dormir;
  2. Ler;
  3. Curtir uma praia;
  4. Cozinhar;
  5. Brincar com o cachorro;
  6. Fazer as unhas;
  7. Netflix;
  8. Yoga;
  9. Ir pra um barzinho com o amor ou as amigas;
  10. Assistir programas de culinária;
  11. Nothing at all.

Essas, obviamente, são algumas das minhas atividades de fim de semana e, certamente, vão parecer extremamente ridículas pra quem vive la vida loca. Você, que ama adrenalina e agitação, pode aproveitar seu tempo da sua própria forma.

Apenas se deixe fazer o que seu corpo pede pra que você faça. Escute seu corpo, ele sabe das coisas.