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Amanda

Mandy na Cozinha

Mandy na Cozinha: Petit Gâteau de 8 minutos

6 de fevereiro de 2015

Petit-gatêau de emergência
Outro dia soltei lá no Twitter que tinha encontrado a forma mais simples e prática do mundo de fazer petit gatêau e acreditava seriamente que tinha vencido na vida. E como várias coleguinhas demonstraram interesse no meu método mágico (aham) e defenderam que não era justo que eu não o dividisse, escolhi vir aqui no blog comentar com vocês dessa façanha maravilhosa porque: é um serviço de utilidade pública e vai mudar a vida de vocês.
Estou eu andando de boa no supermercado, matando hora entre um compromisso e outro, quando dou de cara com uma coisa maravilhosa, no corredor que guarda as massas de bolo. Essa coisa MARAVILHOSA aqui. Olha, gente, na hora olhei duas vezes e não acreditei que houvesse such a thing as massa pronta para petit gâteau, mas: tem. E: funciona. Funciona lindamente. Antes que alguém pense: não, isso não é publieditoral. É só eu dividindo uma coisa muito maravilhosa com vocês e que vai salvar qualquer fim de semana do tédio completo e inexorável. Vai dar aquela moral pra qualquer jantarzinho mais ou menos que você fizer. Vai te colocar no pódio das mulheres que trabalham, têm hobbies e ainda conseguem arranjar tempo pra fazer um petit gâteau amor nessa vida. Shhh, para de gritar de emoção, senão as inimigas vão saber dos truque tudo. O que você vai precisar é:

  1. Forminhas de Empada – quanto mais funda, melhor;
  2. Manteiga e Farinha para untar e polvilhar nas forminhas;
  3. 1 pacote de massa para petit gâteau;
  4. 1 ovo;
  5. 3 colheres de sopa de manteiga derretida;
  6. 3/4 de uma xícara de leite gelado.

O modo de fazer, como vocês devem ter imaginado, é bem simples. Você mistura, primeiro, a massa com o ovo e a manteiga derretida. Depois, vai adicionando o leite e misturando na massa sem bater. Daí é só colocar a massa nas forminhas de empada (untadas e polvilhadas com farinha) e pôr pra assar, no forno pré-aquecido na temperatura máxima, por 8 minutos. CUIDADO pra não passar desse tempo, porque aí adeus creminho gostoso escorrendo bolinho abaixo. Quando fiz aqui em casa, fiz 5 porções e sobrou bastante massa, que eu guardei na geladeira, para bolinhos posteriores e, ó, não teve problema. Então se você tá aí pensando que vai fazer massa demais só pra você, você pode fazer e guardar na geladeira. Creio que 1 semana é um chute seguro. Se você quiser guardar por mais tempo, é por sua própria conta de risco, ha.

Gente, petit gâteau em 8 minutos! 8 MINUTOS. Vocês acham isso tão incrível quanto eu acho? Sempre achei essa sobremesa a coisa mais cheia de dedo do mundo pra fazer e eis que tem uma massa pronta que faz isso e Brownie (ainda não testei, mas testarei em breve e conto aqui)! E olha, sinceramente: não perde pra nenhum dos que eu comi por aí, tá no mesmo nível. Além de quebrar um galho enorme.

Petit Gâteau de 8 minutos
Podem dizer, não é a coisa mais maravilhosa desse universo todo? Ah, Fleishman, não sei quem teve essa ideia, mas ó, tá de parabéns.

Listas Livros & Outros Amores

O que eu li em Janeiro

4 de fevereiro de 2015

O que eu li em Janeiro

Estou muito chocada com a quantidade de livros que consegui ler em Janeiro. Claro que devo levar em conta que dois dos livros lidos (Como ter uma vida normal sendo louca e A Seleção) estavam a meio caminho de serem finalizados, mas mesmo assim. Para quem arranjava mil desculpas e lia quando bem entendia – o que é perfeitamente ok, se você estiver fazendo algo decente com o tempo livre (o que eu não estava) – 5 livros lidos é algo chocante. Estou MUITO feliz de ter conseguido atingir essa inacreditável marca – eu sei, tem gente por aí lendo muito mais do que eu, mas vamos lá: eu não sou as outras pessoas e, pra mim, esse número é maravilhoso. E o melhor de tudo: seguindo a minha lógica no primeiro post aqui do blog, eu não estava me forçando a fazer isso. Apenas aconteceu. <3 Alguns livros me inspiraram muita vontade de escrever uma resenha em separado para eles, porém terminei achando que um post coletivo seria a melhor opção, já que nenhum também tem nada que demande um post exclusivo. Então vamos às minhas impressões sobre cada um:

  1. Como ter uma vida normal sendo louca: esse vocês já sabem, né? Divertidíssimo e must-read pra quem não abre mão de humor auto-depreciativo e sem-vergonha. Fiz uma mini-resenha dele aqui e disse o quanto dei altas gargalhadas lendo esse livro. Não conhecia nenhuma das duas autoras, mas simplesmente aconteceu d’eu estar afim de comprar o livro – e terminou sendo uma ótima compra. Indico a quem tá precisando rir mais (e quem não está?).
  2. Roube como um artista: já comecei esse livro do jeito certo – roubando. Ok, eu não fiz nada ilegal nem ilícito, gente, eu só sentei com ele na Cultura e li o livro todo durante a minha hora de almoço – quem nunca, né? Podia ter comprado, mas as dicas dele já tinham enveredado seus caminhos no meu coração e na minha mente, daí achei desnecessário, no momento. Talvez qualquer dia desses eu volte lá e leve-o para morar na minha estante. A leitura é bem curtinha, prática e direta e eu indico a todo mundo que precisa de uma luz para a sua criatividade. Eu li pouco depois de criar o blog e posso dizer que me ajudou bastante a me jogar mais no que eu queria fazer, seja pelas dicas de métodos dele quanto às chamadas pra realidade que ele dá.
  3. Julia & Julia: taí um livro que eu não gostei de primeira. Da primeira vez que eu li, li em inglês e terminei abandonando a leitura. Não por ser difícil, mas porque não conseguia gostar do livro. O que não fazia o menor sentido, já que eu havia absolutamente amado o filme inspirado nessa obra. Porém, Julie Powell, gente: ela é uma bitch. E ela é o pior tipo de bitch – é um tipo de bitch com o qual você se identifica em alguns momentos, o que faz você odiá-la ainda mais, porque você não quer ser uma bitch, afinal de contas. Eu tenho muitos mixed feelings sobre essa autora e como o livro é basicamente 1 ano da vida dela, é difícil separar a obra de sua escritora e personagem principal. De qualquer forma, o que aconteceu foi: eu tentei ler novamente (dessa vez em português) e consegui terminar. Mais do que isso: consegui GOSTAR, de verdade, do livro, mesmo não gostando da personagem principal. Não sabia que isso era possível, mas é. Então, sim, indico a leitura, mesmo que eu tenha tido uns ataques de raiva lendo o livro e achado Julie uma vaca. O livro é legal, o projeto é legal, o processo é legal. É isso que importa, no fim das contas.
  4. Como ser parisiense: comprei esse enquanto tava de boa na Cultura – é, eu sei, todo o meu salário vai pra essa livraria, francamente. Achei bonito e tinha lido um parecido – A Parisiense – e curtido. Mas, sinceramente? Nem de longe tão legal quanto A Parisiense. Enquanto o último dá várias dicas muito válidas de estilo e tal, o Como ser parisiense dá, entre outros assuntos, dicas de comportamento e, vocês sabem, esse é sempre um assunto delicado. Além do quê é muito difícil entender o que as autoras querem da gente – uma hora me mandam usar salto até pra ir na padaria e, em outra, dizem que não há amor maior que a sapatilha. Gente, vamos entrar num consenso? Eu sei que o livro foi escrito a quatro mãos e acho que, certamente, isso torna tudo mais difícil. Entretanto, não sei se isso é desculpa para entregar uma obra tão confusa ao público.
  5. A Seleção: esse livro estava desde o ano passado na minha estante e esse ano, finalmente, resolvi me entregar a essa leitura. E olha: uma delícia. Uma leitura leve, gostosa, interessante – e que é uma distopia, uma das coisas que eu mais amo, no que diz respeito a livros. É um livro: legal. É uma distopia: QUAL O NOME, O QUE ESSA AUTORA JÁ ESCREVEU, SERÁ QUE TEM NA CULTURA? É, é, eu sei. Mas vocês ainda me amam, né? Enfim, America Singer, nossa mocinha nessa série, é alguém equilibrado, centrado e, ao mesmo tempo, ousado. É um prazer torcer por ela, durante o livro. E tem um triângulo amoroso terrível, no qual nem mesmo você sabe quem é a melhor escolha – que dirá a pobre America – e tem vestidos maravilhosos, e a realeza, e um concurso incrível (que é o background da série) e, gente: leiam. Já estou aqui me preparando para arrebanhar A Elite (fui procurar os links para colocar aqui no post e vi que estava R$13 na Amazon!), porque né? PRECISO SABER O QUE ACONTECE! PORQUE FAZ ISSO, KIERA CASS, PORQUE?

Essas foram minhas leituras de Janeiro! E vocês, o que leram no primeiro mês do ano? O que acharam das minhas escolhas e opiniões? Não deixem de comentar! (:

Mandy na TV Mundo Pet

Mandy na TV: como é ter um schnauzer?

2 de fevereiro de 2015

Quem me acompanha no tuinter, aquela plataforma maravilhosa onde eu reclamo de todas as coisas dessa vida, já sabe: Chewie, meu filho canino, não é flor que se cheire. Ligado sempre no 220, Chewie só falta falar, de tão inteligente e ligado que ele é. E essa é uma característica, descobri, da raça dele, aquela dos barbudinhos com carinha de Gandalf – os schnauzers.

Daí que sábado eu estava de boa em casa e resolvi que faltava Chewie na vida de vocês. Portanto, gravei um vídeo com ele (SIM, SIM, SIM!) e já está lá, no meu canal no Youtube, esperando pelo play de vocês. Ficou com uma qualidade duvidosa, por alguma razão que eu ignoro, e também teve uns cortes meio estranhos porque Chewie ameaçou – graças a Deus foi só uma ameaça – vomitar na minha cama. É. As maravilhas de ser mãe de Chewie. Enfim, quem quiser saber mais sobre a raça de Chewie ou conhecer esse danadinho, pode vir, que a risada é de graça. (:

Livros & Outros Amores Música Playlist

Playlist: Pra Cantar Fazendo Careta

1 de fevereiro de 2015

Playlist: Pra Cantar Fazendo Careta

Outro dia eu tava de boa navegando na internet, quando minha irmã me marcou num post do Indiretas do Bem. O post indicava uma playlist de Power Ballads e claro, claro, claro havia uma razão muito óbvia para minha irmã me marcar naquela playlist: eu amo baladinhas. AMO. E ela também. Músicas do gênero fazendo a gente se empolgar, ouvir a mesma canção por uma semana (ou mais) e cantar a mesma pra quem quiser escutar (e pra quem não quiser também, porque a vida é assim). Daí que na mesma hora eu decidi que tinha que montar a MINHA playlist de baladinhas sensacionais, maravilhosas, amor nessa vida. Só que: não consegui. Não consegui porque, na verdade, o que meu coração queria era montar uma playlist de músicas que a gente canta de olho fechado e fazendo careta – o que eu faço com baladinhas, mas também com músicas bem mais dramáticas. Portanto, o que eu venho trazer pra você hoje é o crème de la crème das músicas que a gente canta com a alma. Ou, pelo menos, eu canto com a alma (e acredito que B também, minha companheira de Karaoke Party). Pensei, antes, em tirar algumas músicas mais novas e deixar só as velhinhas, mas não ficou legal. Então, sim, essa é uma playlist de 41 músicas e quase 3 horas. You’re welcome. Indico o uso quando você quiser extirpar os demônios do coração – acredito, sim, que quem canta, seus males espanta.

Talvez cês espantem os vizinhos, os amigos, o bofe… Mas é a vida, né? É só dar play! (:

Mundo Blogueiro Opiniões que ninguém pediu

A melhor de todas as dicas (para blogs e para a vida)

29 de janeiro de 2015

Essa semana li um post sensacional da Annabel e não tive como evitar a minha total concordância com cada palavra que ela escreveu. No texto, ela falava, dentre outras coisas, que as pessoas davam muitos conselhos a novos blogueiros, como: escreva posts de dicas/conselhos; monte o seu nicho; se inspire em outras blogueiras (mas não copie, claro); seja única. Mas, para ela, a maior parte disso é bobagem e ela disse bem porque: não há como montar mais nichos específicos, a não ser que você, sei lá, misture coisas um pouco nada a ver (como batom, kung fu e mergulho, como Annabel exemplificou em sua publicação) em uma coisa só.  O que, venhamos e convenhamos, geralmente é forçação de barra. Mas pra mim, o mais interessante de todo o texto vem em seu final, com ela pedindo para que paremos de tentar agradar a todo mundo e bloguemos por nós mesmos. Com nosso jeito. Like nobody’s reading.

E, gente, eu acho que algumas vezes é isso que falta em alguns blogs por aí. A espontaneidade de sermos nós mesmos, como se ninguém tivesse lendo, como se não ligássemos. As pessoas ficam tão preocupadas em agradar todo mundo que se esquecem de uma coisa muito importante e maravilhosa, chamada PERSONALIDADE. Gata, se nem chocolate é amado pela totalidade da humanidade, quem você pensa que é pra querer agradar a gregos e troianos? E atente para o detalhe que, mesmo que você renegue seu ziriguidum no seu blog, você não vai agradar todo mundo, porque NÃO É POSSÍVEL agradar todo mundo, mesmo forçando a barra e dizendo que ama tanto Coca quanto Pepsi. Não é possível. Abrace essa realidade inexorável, repita como mantra todos os dias e leve pra sua vida.

Creio que blog é algo no qual temos, obrigatoriamente, que dar nossa cara à tapa e colocar nosso jeitinho, nosso gênio, nosso diferencial. Haverá pessoas que gostarão, haverá quem não goste também. Mas isso não é o fim do mundo. Muito pelo contrário: isso é a construção de um público. E a construção de um público é bem como a construção de uma rede de amizades verdadeiras: você não precisa forçar a barra e, mais importante, você não precisa abraçar o mundo. Já ouviu falar naquele dito que diz que quem é amigo de todo mundo, não é amigo de ninguém? Sim, é bem por aí no mundo blogueiro também. Então, veja bem: você não precisa se estressar, arrancar cabelos nem roer as unhas, porque você vai ser você e alguém, lá nesse mundão perdido da internet, vai gostar de você sendo apenas o que você é – e nada mais. Mesmo que você diga que não lê muito e prefere assistir à novela das 6 do que acompanhar Game of Thrones. Mesmo que você não seja do time dos gatos nem dos cachorros, e sim do dos hamsters. Mesmo que você diga que odeia chocolate (inclusive, melhor tipo de pessoa pra ter por perto, pois você comerá todos os chocolates que ela ganhar <3). Com todos os seus downsides (imaginários ou não), você conseguirá fazer algum amigo (a não ser que você seja um sociopata – e olhe lá). E não há necessidade, mesmo, de tentar ser alguém que não se é.

Não há nada pior do que não ser amado nem odiado, mas estar no meio. Quem está no meio não faz sentido. Não é lembrado. Não toma seu lugar no coração das pessoas, porque as pessoas não conseguem se identificar, já que não se dá dicas do que se é para elas. Você, em suma, não consegue fazer amigos nem inimigos, porque eles não sabem o que esperar de você. Você plana no pantanoso campo da politicagem, sendo legal com todo mundo – e com ninguém, ao mesmo tempo. Ser política, no seu próprio blog, é algo que não faz sentido pra mim. Isso aqui é a hora do recreio, um momento de compartilhar o lanche e comentar do fim de semana. Mentiras ou omissões não estão inclusas.

Claro, você pode dizer que eu não sei do que eu estou falando. Poxa, Amanda, mas você tá na blogosfera há tanto tempo e nunca virou blogueira profissional. Bem, esse nunca foi meu intuito. Sempre bloguei por prazer, porque encontrei aqui exatamente o que eu falei pra vocês lá em cima: uma rede de amigos. Por nunca ter me importado em mostrar minha cara e ser sincera em relação ao que gosto e o que não gosto – coisa que, algumas vezes, me atrapalha no dia a dia, mas que é uma característica da qual eu não abro mão – eu angariei vários amigos, amigos que eu carrego até hoje, desde dos meus tempos de zip.net. E vou contar uma coisa pra vocês: não tem coisa melhor do que se encontrar em outras pessoas que você nunca nem viu, no mundo real. Isso tudo porque você deixou eles vislumbrarem seu verdadeiro eu.

Ser sincera e ser você não quer dizer que você vai ser famosa – e nem quer dizer que você não vai ser. Pode ser que a sua platéia seja pequena, pode ser que você angarie vários haters, pode ser que você seja um sucesso global. Isso tudo é uma mistura de esforço, sorte e timing. Mas uma coisa eu te garanto: você vai ter leitores. Fiéis. Que vão ser como ser como amigos, sempre ao seu lado, seja silenciosamente ou marcando presença na sua caixa de comentários e nas redes sociais. E isso, meus amigos, vale muito. Vale mais.

Além do quê, como disse Annabel (e eu reitero): não é necessário nenhum esforço para ser único, porque você já é. Só deixe que todo mundo saiba disso.