Amanda – Amanda Arruda - Página: 16
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Amanda

Livros & Outros Amores

O que eu li em Fevereiro/Março

Créditos: earlyware.

Créditos: earlyware.

Fevereiro foi BEM lento em termos de leitura, o que explica porque não houve um post desse no mês em questão. Porém, em março, minha vontade de ler retornou com força total, o que significou mais 5 livros lidos para a minha estante do Goodreads. E daí que vim aqui dividir com vocês quais foram as minhas últimas leituras e o que eu achei delas.

O Bicho-da-Seda: O que falar desse livro, que mal terminei e já quero o próximo? Pois é. Essa é a continuação da série do Cormoran Strike, da qual o primeiro livro foi O Chamado do Cuco. Escrito por J. K. Rowling, sob o pseudônimo de Robert Galbraith, esse livro conta com todas as maravilhosas características da escrita da criadora de Harry Potter: descrição bem trabalhada, diálogos maravilhosos, personagens ricos e complexos. Não consegui largar esse livro um minuto desde que comecei a lê-lo, louca para descobrir quem seria o perturbado responsável por aquele crime horroroso. E olha: não adivinhei, mas a resolução foi sensacional. Amei!

Comer Rezar Amar: Gente, esse livro foi tão importante pra mim que eu não sei nem o que dizer. Foram tantos sentimentos me cruzando enquanto eu lia esse compilado de escritos da Liz Gilbert que eu simplesmente nem sei externalizar. Acredito, julgando pelo o que li, que Liz tinha muito mais problemas do que eu tenho, atualmente. Mas todos nós temos nossas complicações, nossos fantasmas, nossos dramas, né? Pois é, por isso mesmo é impossível não se identificar com a Liz em algumas passagens do livro. E, mais importante de tudo: o livro me fez ter vontade de meditar, de fazer Yoga, de me equilibrar. E isso é algo que está mudando tanto minha vida que eu nunca poderei agradecer Liz o suficiente. O livro, em si, tem umas partes mais lentas e outras que fluem mais rapidamente, fazendo com que ele não seja uma unanimidade entre quem o lê. Mas eu, Amanda, amei. Tanto que nem ao menos consigo escolher uma parte favorita, porque amei tudo mesmo. Já é um dos meus novos favoritos.

Mentirosos: Tenho muitos mixed feelings com esse livro. Me senti meio enganada, no final. Não sei até agora dizer se fui enganada, mesmo, ou se essa é a genialidade do livro. Porque, sabe, I didn’t see it coming. At all. Você passa o livro todo esperando a resolução do mistério e, quando ele se resolve, você fica com cara de nada, porque QUEM IMAGINARIA AQUILO? Gente. Sem falar que, já adianto, a resolução não é feliz, como o restante do livro. Sei lá, dei 3 estrelas pra ele no Goodreads porque não chegou a ser uma leitura ruim, e eu fui tocada pelo livro, mas gente? Nonsense.

Adulting: O maravilhoso manual que estávamos todos nós, de 20 e poucos anos, esperando. O que me fez curtir demais esse livro foi que a autora é, obviamente, uma integrante da nossa classe e, também, aquela voz interna nossa, que está sempre dizendo quando alguma coisa é errada – e que a gente ignora. Pra mim, a melhor parte do livro foi a da teoria do Special Snowflake. Sério, tapa na cara maior que aquele não tem.  É meio (totalmente) auto-ajuda, mas é tão divertido, que quem se importa?

The Girl On The Train: Esse foi um livro que apareceu tantas vezes na minha timeline do Goodreads que eu simplesmente tive que lê-lo. Além do quê, depois de O Bicho-da-Seda, senti uma necessidade de mais livros de assassinato/suspense na minha vida. É um gênero que sempre curti (costumava devorar livros de Agatha Christie quando mais jovem), mas que havia deixado de lado nos últimos anos. Felizmente, J. K. me fez retomar o gosto pelo jogo de adivinhar quem matou quem. Mas, sobre esse livro, especificamente: mixed feelings. Como em Mentirosos, I didn’t see it coming. E você não ter sequer imaginado quem matou a pessoa no final do livro é algo que quer dizer que: a) você é muito burro e não pegou nenhuma das dicas que o autor deu; ou b) o autor não deu dica nenhuma. Como li no Kobo, não tive paciência pra voltar o livro e tentar catar possíveis dicas. Vou dar à autora e à minha pessoa o benefício da dúvida, nesse ponto. O livro é legal, o mistério é interessante, mas achei os personagens muito estranhos. Não consegui me identificar com nenhum – graças a Deus, porque olha, só gente atarantada do juízo. Não foi uma perda de tempo, mas também não marcou minha vida. Dei 3 estrelas no Goodreads.

E vocês, leram alguns dos livros que eu li? Concordam ou discordam da minha opinião? Comentem!

Da rotina

Porque eu não faço mais dieta

Créditos:  Tara Shannon

Créditos: Tara Shannon

Eu nunca fui magra, com exceção daquela época conhecida como estirão – que comigo aconteceu dos 10 aos 12 anos – no qual a gente fica tão magra que fica esquisita. O meu corpo tem um compleição relativamente musculosa, com tendência a ganhar gordura ou massa muscular, dependendo de como eu o trato. E a realidade é que, ultimamente, eu não o tenho tratado bem.

Sei disso não só pela quantidade de gordura, celulites e quilos que ganhei no último ano, mas também pela qualidade da minha saúde. Adoeci bastante em 2014 e em 2015 não está sendo diferente. Quando não é uma doença mais séria, é rinite, sinusite, uma descamação na pele aqui ou um enjoo estranho e irregular acolá. Me chateia o fato de eu nunca estar 100%, não parece justo. Mas é, porque tudo isso é apenas um reflexo do que eu estou fazendo com meus sistemas internos.

Se o nosso corpo fosse um carro, nossa alimentação seria o combustível. E a real é que nem sempre coloco a ‘aditivada’ que minhas células merecem.

Eu como mal, tendendo quase sempre pro lado da porcaria. Tudo que for frito é, automaticamente, mais sensacional. Tudo que tiver bastante açúcar já ganha a minha atenção. Frutas e legumes simplesmente não têm muito espaço no meu cardápio, porque eles não podem competir com bolinho de bacalhau e batata frita. E é por isso – pelo fator palatabilidade – que minhas dietas nunca dão certo. Minha vontade de comer algo gostoso é muito maior do que a minha vontade de emagrecer. Ter uma dieta equilibrada nunca é mais legal do que me deliciar com algo vazio em nutrientes.

 E essa forma de pensamento é que tem que mudar. A minha forma de lidar com a comida. Comecei a fazer Yoga e meditação há pouco menos de um mês e, com ajuda delas percebi que a forma como eu lido com a comida está intimamente ligada com a forma como eu me vejo, com a minha autoestima e com meu equilíbrio interior. Quando estou equilibrada, não tenho vontade de comer porcaria. Não sinto impulsos nem tenho vontade de devorar um pacote inteiro de bombons de iogurte (true story).  Já quando estou desequilibrada, o céu é o limite. Tenho vontade de devorar o mundo, frito e com catchup. Só que isso não resolve nada. Nem uma felicidade momentânea, mais, me é proporcionada, porque tenho desenvolvido uma percepção mais correta das coisas, apesar disso ainda não me impedir de fazer o errado. Semana passada, no auge da minha TPM, me lancei ao Laça Burguer, para chorar as mágoas imaginárias (ou não) num hambúrguer grande, gorduroso e, sim, saboroso. Porém, ao dar a primeira mordida, eu já sabia que não era daquilo que meu corpo precisava. Não estava certo. E o meu almoço teve gosto de nada.

Apesar de ter sido muito deprimente, naquele momento, não conseguir sentir aquela alegria temporária que comida ruim sempre me proporcionava, prevejo que isso me ajudará, e muito, a comer melhor, daqui pra frente. E, por comer melhor, eu não digo que viverei única e exclusivamente de frutas e verduras e serei super light e tudo isso. Não. Como o título desse post fala, eu não vou mais fazer dieta. Não vou contar calorias, não vou restringir alimentos, apenas não. Isso nunca deu certo comigo e, sinceramente, há pouquíssimos exemplos de pessoas que modificaram completamente a sua alimentação a longo prazo sem se tornarem completamente noiadas e fazerem disso um objetivo de vida. Eu não quero que a comida ocupe um espaço tão grande no meu cotidiano. Ela é extremamente importante, mas é apenas uma das coisas que eu faço no dia e, de forma nenhuma, algo que eu quero que ocupe um espaço que poderia ser ocupado, por exemplo, com a realização dos meus sonhos.

O que eu farei é tentar manter meu equilíbrio interior o melhor que eu puder, porque assim o exterior virá, com certeza. Eu escolherei melhor o que coloco no meu corpo, seguindo as dicas que ele mesmo me dá.

Eu sei que se a gente parar pra escutar a voz que tem dentro da gente, coisas maravilhosas acontecem.

Ser Gentil é Legal

30 dias de gentileza

Todo mundo sabe que ser gentil é legal, mas algumas vezes esquecemos disso no nosso dia-a-dia. Principalmente quando bate aquela TPM horrorosa e a gente não consegue sequer ser legal com a gente, que dirá com as pessoas que nos rodeiam. Mas a gente deve sempre tentar, né?

Por isso, resolvi trazer pra vocês os 30 dias de gentileza. A ideia é fazer uma coisinha dessa por dia, pra fazer com que ser gentil se torne um hábito. Uma regra, e não uma exceção.  A maioria das coisas é super simples e requer apenas um pouco menos de egoísmo da nossa parte, outras são um pouco mais trabalhosas. Você não precisa fazê-las na ordem, porque obviamente algumas delas precisam da oportunidade para fazê-la. Minha dica é: ande com a listinha com você (no seu celular, por exemplo), leia-a de vez em quando e esteja sempre alerta para a oportunidade de ser gentil com alguém. Pelo menos, é assim que eu vou trazer esse dias de gentileza para a minha vida. Ah, se rolar algo fotografável nesses 30 dias, publica no Instagram e usa a hashtag #30diasdegentileza, só pra eu acompanhar o amor? Queria muito ver o mundo mais gentil por aí. <3

Vamos à listinha? Você também pode fazer o download dela em PDF aqui.

  1. Segure o elevador para alguém;
  2. Deixe a pessoa com  menos compras passar na sua frente, no caixa do supermercado;
  3. Ensine algo para seus pais ou seus avós;
  4. Transforme críticas destrutivas em críticas construtivas;
  5. Dê um bombom para alguém que parece estar precisando;
  6. Prepare a janta pra quem sempre a prepara pra você;
  7. Elogie alguém;
  8. Utilize um dom seu a favor dos outros;
  9. Passe um dia sem xingar;
  10. Deixe um comentário legal em um blog/vlog;
  11. Sabe aquela coisa da qual seu pai/mãe/irmão/bofe sempre reclamam? Não a faça, por um dia;
  12. Pague suas contas pelo internet banking do seu banco (assim você não atrapalha as pessoas que estão precisando do caixa pra coisas que só podem ser feitas neles, como saques e depósitos);
  13. Envie uma cartinha pra um amigo que mora longe;
  14. Dê o lugar no ônibus para alguém que pareça mais cansado que você (não vou nem comentar idosos e grávidas aqui, porque isso não é gentileza, é bom senso);
  15. Pratique o bom dia, boa tarde e o boa noite, distribuindo-o por todos os lados, pra todas as pessoas;
  16. Sabe aquela pessoa que sempre faz café na firma? Dê um dia de descanso pra ela e faça o café (ponto extra se levar uma canequinha fumegante pra essa pessoa linda, que enche sempre o dia de todos de cafeína);
  17. Escute o desabafo de alguém sem julgar, sem tomar partido e sem tentar resolver o problema da pessoa. A não ser que a pessoa peça uma direção, porque muitas vezes a gente só quer colocar pra fora;
  18. Alegre a mesa de alguém com um arranjo de flores;
  19. Se ofereça para ajudar alguém com uma matéria que você domina;
  20. Faça a comida favorita de alguém especial;
  21. Pague o almoço/jantar de alguém;
  22. Faça uma mixtape/playlist para animar o dia de um amigo;
  23. Não discuta religião, futebol nem política. Com ninguém;
  24. Ajude nas tarefas domésticas da sua casa. Se você já ajuda, faça uma tarefa que algum familiar não gosta de fazer;
  25. Seja gentil com meio ambiente, de todas as formas que forem possíveis pra você;
  26. Faça uma limpa nas suas coisas e doe as que não precisar mais;
  27. Dê carona pra alguém;
  28. Perdoe algum ressentimento, mesmo que a pessoa em si não tenha pedido perdão. Alimente só bons sentimentos;
  29. Compartilhe com seus amigos algo muito maravilhoso, que você descobriu e guarda só pra você. Pode ser um blog legal, uma banda, um artista, um livro;
  30. Compartilhe com algum dos seus amigos a razão pela qual ele é tão especial na sua vida.

O que acharam? Vão participar? Têm outras dicas para ser mais gentil no dia a dia? Deixem no comentários!

Esse post faz parte da campanha Ser Gentil é Legal.

Opiniões que ninguém pediu

Pare de se importar – e vá viver

Créditos: Michel Savage

Créditos: Michel Savage

De uns tempos pra cá, venho notando algo muito incrível: estou me importando menos. Com tudo, menos com o que tem valor pra mim (o que, se você for checar, não chega aos 10 dedos da sua mão). I couldn’t care less é uma expressão que adotei pra minha vida, porque, na realidade, é bem por aí mesmo. Pessoas explodindo, tendo ataques de raiva e, eu, muito diva, pensando no que vou comer na hora do jantar. Parece sonho, mas é a realidade.

E daí que desde que adotei esse ‘estilo de vida’, fico exasperada quando vejo pessoas perdendo o rebolado por causa das coisas mais inúteis do mundo. Não vale a pena, não vale o estresse, não vale o drama. Por isso, vim aqui dar o meu recado porque, apesar do meu novo lema, dividir descobertas ainda é algo que eu amo, mesmo sabendo que não é lá muita gente que vai ler isso aqui.

A gente gasta uma quantidade absurda de energia em coisas que, simplesmente, não merecem tanta atenção. Eu, particularmente, costumava me doer por toda e qualquer coisinha que me dissesse respeito mesmo que infimamente, o que me fazia perder tempo e paciência em tanta situação desnecessária, que hoje eu me pergunto onde que eu tava com o juízo. “Nossa, mas aquela moça escreveu algo muito ridículo e com o qual eu não concordo na timeline dela, vou lá comentar e fechar com a cara dessa ousada” ou “Mas meu Deus, aquele cara do Café foi super grosso comigo, vamos pensar no que eu fiz para ele ser grosso, sem cogitar que, possivelmente, ele só acordou de mal com a vida ou coisa assim” e ainda “Meu Deus, teve aquele dia que eu falei X e eu deveria ter falado Y, vamos pensar obsessivamente no quanto eu sou uma loser nessa vida”. Esses são apenas alguns exemplos de algumas perdas inestimáveis de energia, que eu simplesmente não aceito mais. Porque, gente, a vida é só uma, é curta, e eu quero gastá-la com as coisas certas.

Ser hipersensível é exaustivo. É trabalhoso. E é totalmente desnecessário. Se doer por tudo é algo que requer uma quantidade de horas que, se você pensar direitinho, você não dispensa nem para os seus hobbies mais queridos. Por exemplo: enquanto você está lá, se estressando com o chefe que chegou de mau humor (porque ele é um ser humano e acorda de mau humor, algumas vezes, just because), pensando no que você pode ter feito para ele estar com cara feia pro seu lado (quick answer: nada), você podia estar trabalhando. Enquanto você se exaspera com o vizinho fofoqueiro que parece não ter nada de mais interessante pra fazer além de falar da sua vida, você poderia estar brincando com seu cachorro. Enquanto você resmunga com o seu namorado por causa de alguma paranoia louca que você criou no mundo das suas ideias por causa de algo simples como, sei lá, demorar um pouco pra responder no chat, você poderia estar fazendo amor. Vê? Um milhão de coisas mais importantes e interessantes pra fazer e você tá aí, jogando tempo e energia fora, pensando/fazendo besteira.

Não culpo ninguém porque, como eu disse, não faz tanto tempo assim que eu mesma me desgastava imensamente em todo tipo de coisa minúscula e ridícula. E é fácil entrar nessa vibe, porque essa é a lógica do mundo atual, né? Ninguém tira nada por menos, as pessoas acham que a opinião delas é a última Coca-cola gelada do deserto e que elas precisam esfregá-las na nossa cara sempre que possível – de preferência, deixando claro que a nossa opinião é errada. Quando você menos espera, você está puto da vida com alguém por causa de uma conversa que girava em torno do BBB (true story). E chega em casa sem coragem de fazer nenhuma das coisas que você ama, porque você gastou tudinho onde não devia.

Então, o que fazer? Não temam, porque eu vou fazer um passo-a-passo fácil de acompanhar, só porque eu amo listas e sempre que há a chance d’eu fazer uma lista, eu faço (my blog, my rules). Vamos lá, que são só três passos simples:

  1. Aceite que você não é tão importante assim. Eu acho que o primeiro passo é se deslocar dessa ilusão onde somos o centro do universo e tudo o que pensamos importa. Porque, NOVIDADE: é uma ilusão. Não sei se alguém contou pra vocês, mas: o mundo não para de girar se você não compartilhar sua opinião sobre aquele assunto super importante e life changing (exemplo: o que as pessoas postam ou deixam de postar em seus blogs) no post do coleguinha. Nem tudo É sobre você, gata. As pessoas têm suas próprias vidas e preocupações e, como diria a autora de Adulting (livro meio auto-ajuda, mas que estou amando imensamente), você não é um special snowflake. Aceita, porque além de doer menos, te poupa de uma canseira que você nem sabe. A partir do momento em que você para de se iludir achando que é o centro do universo e que tudo nessa vida foi feito para tornar sua existência mais fácil ou difícil, tudo fica tão mais simples. Juro! Você para de se preocupar com o que as outras pessoas vão pensar se você fizer X, porque você chega à incrível conclusão que a) provavelmente elas não vão pensar nada, porque a vida delas é um pouco mais além de orbitar ao seu redor e b) vocês está POUCO SE LIXANDO se elas pensam alguma coisa ou não, porque a sua vida é um pouco mais além de orbitar ao redor das pessoas.
  2. Não leve para o pessoal. Esse passo casa com o passo acima – você não é o causador de toda alegria e tristeza desse mundo, porque você NÃO É tão especial assim. Portanto, se alguém for grosso com você sem explicação visível, não leve para o pessoal. Algumas vezes a pessoa pode estar passando por uma situação tensa na vida pessoal e simplesmente está descontando em um desavisado que teve a audácia de cruzar o seu caminho. Let it go. Não gaste sua energia com os estresses alheios.
  3. Deixe as outras pessoas em paz. O que os outros fazem não é da sua conta. Não te diz respeito. Não te interessa. A opinião é deles. O gosto musical (errado) é deles. A preferência (duvidosa) por filtros no Instagram é deles. Não é sua. Vá viver sua vida, pare de enfiar seu nariz onde não deve (fechei com a sua cara, né?).

É isso, gente. Basicamente: aceite que você é um grão de areia nesse deserto da vida e que os outros grãos de areia têm mais o que fazer do que tomar conta da sua vida. E que você também tem mais o que fazer do que tomar conta da vida dos outros. Simples? Não. Necessário? Sim. E, além de tudo: possível. Eu estou falando com vocês do outro lado do véu e digo: há vida além de ficar se trocando nos comentários do Facebook ou se aterrorizando por causa de hipóteses malucas que você criou na sua cabeça e que sempre começam com alguém se importando demais e você se dando mal.

Acredite: ninguém liga pra o que você fez no verão passado (quer dizer, aquele bronzeamento artificial ficou mesmo uó, mas sério, não), todo mundo está pensando nos seus preciosos umbiguinhos – assim como você mesmo, quando acha que todo mundo liga pra você. Então pare de se importar.

E comece a viver.