Amanda Arruda - Lifestyle, Decoração, Livros e Feminices
Feminices, Pele, Roacutan

Roacutan: Diário de Bordo – 5 meses

Foto: whitelivingetc

Aqui estou do alto do quinto mês de tratamento com Roacutan para dividir com vocês como está sendo essa caminhada. Estou muito feliz de que, agora, já estou em mais da metade do tratamento e o fim, meus caros, está próximo. Para quem não vem acompanhando o diário, minha dose é de 40mg e eu farei 8 meses de tratamento (why soooo long).

Para início da nossa conversa, o último exame de sangue (feito ao fim do quarto mês) deu absolutamente normal. Viva! Estava muito preocupada que as triglicérides fossem aumentar ainda mais, mas muito pelo contrário – elas diminuíram. Sozinhas. Com o total de 0 dietas. Não quis acreditar quando peguei os resultados, mas dei, obviamente, graças a Deus, porque não estava nem um pouco afim de deixar o tratamento pela metade.

Continuo comendo do jeito que estava comendo antes do tratamento começar – algumas vezes faço a festa, mas no geral é comida bem normal. Tenho levado muita marmita pro trabalho, então não consigo ser muito vida louca no aspecto alimentício da vida. Não estou fazendo exercícios físicos, porque a crise, ela chegou, e eu tive que sair temporariamente do Muay Thai. E como não tenho coragem/paciência para as opções free de exercícios físicos, estamos bem sedentários no momento mesmo, obrigada. Também tenho respeitado a advertência de não ingerir álcool e minha sangria do dia dos namorados foi feita com suco de uva. Pois é. Ninguém disse que seria fácil, mas estou levando.

Quanto à pele, bem. Achei que seria dessa vez que eu publicaria uma foto aqui, but not yet. Na verdade, a coisa nem tá tão ruim assim. Tive uma melhora bem notável. A piora passou, depois de um tenebroso inverno. A única tristeza é que zilhões de marquinhas vermelhas ficaram, agindo como um ‘as espinhas todas do mundo estiveram aqui’, right on my face. Eu ainda não me sinto muito bem na minha pele, nem quero aparecer em fotos sem maquiagem, mas noto uma melhora. A parte da minha pele onde as espinhas não estouraram está maravilhosa – o que, basicamente, é o resto do rosto menos as bochechas.

O queixo despela de vez em quando, que é uma área na qual eu nunca tive muitas espinhas, mas a parte que eu quero que despele, que são as bochechas, essa não despela nem com a bexiga. Tenho a esperança que mais para o fim do tratamento ela dê uma despelada e limpe melhor a pele. De qualquer forma, minha dermatologista já disse que a partir do sexto mês vai passar algo leve para cuidar das manchas, então elas não devem ser um problema por muito tempo.

Essa semana, depois de praticamente um mês de pele lisinha, apareceu uma nova espinha, enorme, na minha bochecha (claro). Graças aos céus, não é interna, então deve ir embora logo. Não tenho cutucado tanto as espinhas, mas algumas demoram tanto a ir embora que perco a paciência e termino expulsando-as eu mesma. Tanto faz, porque mesmo as que não espremo deixam marcas, não tem muito o que fazer.

Quanto aos efeitos colaterais, o clássico permanece, firme e forte: ressecamento em todos os lugares possíveis e imagináveis. Tornou-se parte da minha vida sorrir um pouco menos aberto, para evitar um lábio rachado (e um possível sangramento). Espero que as pessoas não achem que eu sou falsa por conta do meu sorriso ridículo. Moça, não é nada com a senhora, I just can’t.  O cabelo está bem seco, mas consigo lidar bem com ele. Lavo apenas uma vez por semana e ele tem caído bem menos depois dessa decisão. Têm aparecido zilhões de pelos encravados por conta da pele ressecada, o que é um saco, porque eu nunca consigo lembrar de passar hidratante. Você pensaria que tomando Roacutan eu lembraria, porém não. Eu moro em Recife, for God’s sake. A umidade equivalente a viver em uma sauna deveria ser suficiente.

Meu olho incomoda um pouco, algumas vezes por semana, então eu apenas pingo um pouco de colírio lubrificante nele e tudo dá certo. No geral: tudo secou, gente, e não tem água nesse mundo que hidrate. Mas sigo bebendo o máximo de água que posso/consigo. Algumas vezes, devo admitir, não é muito.

Um efeito colateral bem chato é a tal das dores nas juntas. Gente, me sinto uma velha de 80 anos com essas dores. Quando estou trabalhando e tal, me movimento muito, então não sinto dores nem nada. Porém, nos fins de semana, quando eu estou em casa, jogada no sofá por horas, e preciso me levantar para pegar alguma coisa, tudo dói. A coluna, o cóccix, as juntas do joelho, o tornozelo. Saio andando toda encriquilhada, resmungando um ai, ai em direção à geladeira, ao banheiro ou ao que quer que eu tenha achado que era uma boa ideia e terminou, no fim, não sendo.

O meu sono também tem estado irregular. Eu sou, gente, uma pessoa de sono solto. Eu durmo a noite inteira. Eu não fico de palhaçada, acordando de duas em duas horas. Mas agora, aparentemente, não. Agora eu sou uma pessoa que dorme e acorda 800 vezes por noite. E é horrível. Não acontece todas as noites, mas é um problema que bate ponto umas duas/três vezes por semana, o que é incômodo o suficiente. E interessante é que eu estou sempre CAINDO de cansada bem cedo. 21h é o meu máximo, sendo que semana passada eu fui pra cama, em um dos dias, às 20h! Não entendo como alguém pode estar tão cansada, cair no sono assim que a cabeça toca o travesseiro e, ainda assim, ter um sono tão ridiculamente irregular. De qualquer forma, tenho sobrevivido a esse drama. Como não acontece TODOS os dias, consigo me recuperar entre os dias em que acontece e permanecer, assim, um ser humano.

Ainda estou usando o Dermotivin para limpar a pele (só lavo uma vez por dia, à noite). Uso a Água Micelar, da L’oreal, para demaquilar e o BB Blur, da Effaclar, no lugar do protetor. Continuo firme e forte com o lip balm azul escuro da Nivea e quanto aos colírios, compro um diferente cada vez que eu vou na farmácia, porque nem vale tanto à pena investir neles pra mim, meus olhos não incomodam tanto e os baratinhos resolvem o problema.

Queria agradecer os comentários de vocês nos posts anteriores e dizer que fazendo o meu melhor para ajudar com alguma dúvida que vocês tenham (se eu não respondi algum comentário, não me matem, a vida não tá fácil, de verdade!).

Então se você já fez esse tratamento ou está fazendo ou quer fazer e tem algo para adicionar ou perguntar, por favor, deixe sua contribuição logo abaixo e eu te responderei. Não sei muita coisa, mas podemos trocar umas figurinhas. (:

Casa & Decor, Listas

10 perfis do Instagram para te inspirar na decor

Eu gosto de coisas bonitas, gente. Não o bonito pelo bonito, mas pra mim o funcional também tem que ser agradável ao olhos. Por isso, meu instagram é sagrado: só entra pros meus seguidos perfis queridos e/ou com um feed muito lindo. E uma das categorias que eu mais gosto de garimpar coisas bonitas é a de decor, parte porque estou nessa luta para terminar de mobiliar e decorar a minha casa, parte porque conhecer interiores é conhecer um pouco da vida das pessoas e vocês já sabem que eu sou essa pessoa que gosta de conhecer um pouco das outras, por meio nem sempre óbvios, né? A gente se sente menos sozinho no mundo dessa maneira.

Anyway, hoje estou aqui porque resolvi dividir com vocês os meus 10 perfis de decor (ou que compartilham muito desse assunto) favoritos, para tornar a vida (e o feed) de vocês mais inspiradora e bela. Thank me later. (:

♦♦♦

@decorimpos:

Sabe quando a gente precisa de inspiração para saber o que fazer naquele último cômodo complexo da casa? Taí a chave. O @decorimpos é um perfil cheio de fotos lindas, escolhidas com visível cuidado e bom gosto. Eu amo tudo nesse perfil e fico querendo que todas as coisas que aparecem nele fosse parar, automaticamente, na minha casa (como, por exemplo, essa linda SMEG, mas francamente, ONDE ELA CABERIA?). Maravilhoso!

@historiasdecasa:

Não sei se vocês conhecem o blog desse perfil, mas se não conhecem, conheçam! É um blog lindo, que conta histórias de vários cantinhos (daí o nome). Pra quem gosta de um estilo mais orgânico, esse é o perfil. Diversos lares lindos de gente como a gente, que faz a gente pensar que a gente pode fazer algo lindo na nossa casinha também. <3

@the_home_edit:

Ok, esse é mais um perfil de ideias de organização para cantinhos do que de decoração, em si. De qualquer forma, coisas organizadas são sempre mais bonitas, né? Esse perfil dá várias ideias de organização para espaços e nos inspira a dar um jeito naquela mesa que está sempre acumulando coisas (true story).

@lovehomeinterior:

Tudo aqui é LINDO. LINDO! Eu poderia, de fato, viver nesse feed. São ambientes com uma pegada meio escandinava (que é o que mais amo em termos de decor) e cuidadosamente escolhidos de forma que não tem UMA FOTO que não faça com que eu queira ser rica para ter tudo aquilo que esse perfil compartilha. Eles geralmente compartilham fotos de outras pessoas, portanto é uma ótima maneira de encontrar novas fontes de inspiração, as well.

@scandinavianhomes:

Então, como o próprio nome já diz, esse é um perfil que posta fotos de casa no estilo scandi. O dono do perfil é designer de interiores e publica fotos de seu próprio trabalho em algumas casas. É tudo muito limpo, discreto e funcional, mas com aqueles detalhezinhos que dão vida à casa, sabe? Um amor, pura inspiração!

@nordikspace:

Ok, gente, eu admito: eu queria viver na Suécia, com seus pisos de madeira, seus pés-direitos altos e suas paredes de tijolos brancos. Não tem como negar. Esse é mais um perfil com influências escandinavas, puramente inspiracional. O perfil compartilha fotos de outros perfis, então se você é aloka dos perfis scandi, que nem eu, essa é mais uma fonte maravilhosa.

@kate.lavie:

Essa é uma blogueira escocesa que eu acompanho há algum tempo, já. Ela sempre está fazendo alguma modificação na decoração da sua casinha e postando, tanto no blog quanto no feed do Instagram, então tem sempre fotos lindas de interiores por lá. A casa dela é realmente maravilhosa e ela tem um gosto muito similar ao meu, então já tirei algumas ideias de lá. (:

@theassemblyhome:

Esse é um perfil de uma loja online, mas gente: quanta coisa linda! Quem dera eu não tivesse mais quebrada que arroz de terceira. Eles fazem trabalhos com cerâmica, madeira e linho e são coisas visivelmente de boa qualidade. No feed deles sempre tem fotos bonitas – inclusive de interiores e festinhas – que podem servir de inspiração para futuros empreendimentos. 😉

@meaganfloris:

Esse é o perfil de uma fotógrafa. Pois é, sigam agorinha mesmo. É lindo e entre flores e lindos trabalhos de caligrafia, temos várias fotos incrivelmente inspiradoras do que parece ser a casinha dela. É lindo demais o cantinho, pelo o que eu vejo pelo feed, e o que eu quero saber é: quando eu vou ter dinheiro prum treco desse? Ficaí o questionamento para a gente se fazer, enquanto scroolamos pelo feed dela.

@calivintage:

Ela é blogueira e tem um feed lindo, cheio de pirrais, verde e interiores inspiradores. A casinha dela é uma mistura entre o clean, mas orgânica, um equilíbrio entre aqueles cômodos que a gente acha que ninguém pode realmente morar e um lar de verdade.

♦♦♦

E vocês, têm algum perfil pra indicar pra mim? Deixem aí nos comentários, porque estou sempre procurando gente nova pra seguir por lá! (:

 

Opiniões que ninguém pediu

O que eu sou e outras coisas

Foto: Style by Christie

Algumas vezes acho que a vida corre rápido demais e eu estou sempre correndo atrás dela, sem saber bem o porquê. Não nos resta tempo para conhecer a nós mesmos e ao mundo que nos cerca. Estamos mergulhados até o nariz no cotidiano caótico e nos perdemos no mundo, mas nunca nos perdemos dentro de nós mesmos.

Esse fim de semana li Grande Magia, de Liz Gilbert e, gente, acho que essa mulher e eu temos uma conexão bem forte, porque os livros dela sempre geram uma catarse em mim, me iluminando e mostrando novos caminhos de um jeito que nenhum outro escritor faz comigo. Foi a mesma coisa com Comer, Rezar, Amar e não me choca que eu tenha demorado tanto para ler um livro dela novamente porque, gente, não podemos ter catarses todos os dias, simplesmente não é possível.

Grande Magia fala sobre como ser criativo, mas não é sobre isso que vim falar aqui. Na verdade, no meio do livro, a Liz lança uma pergunta sobre o que você quer fazer. O que você É. E, essa, meus amigos, era uma pergunta que precisava ser respondida por mim e, no processo da leitura, foi.

E cheguei à conclusão que, acima de todas as coisas, eu sou uma pessoa que gosta de compartilhar conhecimentos. Compartilhar coisas que eu aprendi ou que eu penso é a minha vocação. E isso, majoritariamente, acontece por meio escrito quando quero falar para um grupo maior do que 5 pessoas, porque sou tímida demais (sério, não sei falar em público) para lidar com outras maneiras de passar essas informações. E isso me fez gostar de escrever: porque é uma forma certeira de transmitir o que eu preciso para quem se interessar.

Compartilhar é minha paixão desde que me entendo por gente e muito me choca que eu nunca tenha atentado para isso. Obviamente, não é compartilhar tudo, mas coisas que me interessam e que eu acho que podem ajudar outras pessoas. Ainda lembro, quando pequena, que toda vez que eu tinha aula sobre o corpo humano e eu aprendia alguma coisa nova, automaticamente saía explicando para quem quer que se prontificasse a escutar (geralmente algum coitado da minha família que era pego desprevenido no caminho da escola) o que quer que fosse que chamara minha atenção na aula. Tanto é que, na minha família, muitas pessoas achavam que eu tinha jeito para ser professora, por conta da minha grande empolgação em compartilhar certas coisas. Pontuação da qual, hoje em dia, conhecendo muito mais o que é necessário para se ser um professor, eu discordo. Adoro compartilhar coisas, sim, mas não quer dizer que eu tenha vocação para ensinar, de jeito nenhum. Me falta a paciência (dentre muitas outras coisas), intrínseca a esse trabalho. Compartilhar conhecimento e ensinar não são, de jeito nenhum, a mesma coisa.

Eu gosto de aprender e de compartilhar. De descobrir e contar tudo para todo mundo, depois. Minha forma de resolver problemas é deixar que outras pessoas participem dele.  Eu acho que o mundo é muito mais acolhedor quando buscamos um problema na internet e descobrimos não apenas a solução, mas que outra pessoa passou pelo mesmo perregue que nós. Adoro me encontrar num livro, me identificar com uma pessoa, ver minhas características e meus dramas diários destrinchados e analisados na vida de outro alguém. E acho que, compartilhando meus próprios problemas e minhas soluções para eles, as pessoas devem se sentir de forma parecida. É como um abraço virtual, um ‘é, eu sei como é’, uma autorização para você não surtar, porque isso já aconteceu com outras pessoas e, no fim, tá todo mundo vivo.

Minha curiosidade, bem como a minha vontade de compartilhar coisas tem muito mais a ver com a vida das pessoas e seu cotidiano do que com assuntos isolados e específicos. Exemplo: tenho um vasto conhecimento em mídias sociais, já que trabalho com isso, e não me sinto impelida a compartilhar isso com ninguém. Mas já minhas quebrações de cara com a vida (por exemplo, o fato de que ainda sou incapaz de evitar o desperdício de comida na minha casa ou de que as minhas contas nunca fecham no azul) eu tenho vontade de contar tudinho a todos que quiserem escutar, porque acho que é esse tipo de conhecimento que me ajuda, de verdade, e é esse que eu quero dividir com as pessoas. Tenho absoluto amor por diários, biografias e documentários que mostram a vida das pessoas, a realidade do dia  a dia, o fato de que ninguém lembra de comprar pão e todo mundo tem que se virar uma cream cracker mesmo ou de que alguém esqueceu de descer o lixo e a cozinha tá fedendo por causa disso. Eu gosto de dividir as pequenas desgraças e alegrias do dia, porque sei que todo mundo veio sem manual de instruções e tudo o que a gente descobrir e for repassando, ajuda.

O engraçado é que nunca tinha pensado que esse poderia ser meu chamado, até ler esse livro e, finalmente, depois de me perguntar o que eu gostava de fazer, descobrir que era isso e que era TÃO ÓBVIO. E hoje eu penso que, talvez, apenas talvez, todo o nosso desespero, as nossas crises, os nossos queria-tanto-saber-o-que-eu-tô-fazendo-aqui  se devem, muito provavelmente, à nossa incapacidade de perguntar as perguntas certas, pra nós mesmos. Quantos problemas mais podemos resolver se nos perdermos dentro de nós mesmos e tentarmos escutar o que nós temos a dizer? São questões.

O mais importante de tudo (antes que você me pergunte o que eu vou fazer, agora que meu emprego não tem relação direta com o que eu amo fazer): o que eu sou não necessariamente está ligado ao que eu faço pra ganhar a vida. Estou aqui, nesse exato momento, dividindo com vocês o material que me compõe, minha principal vocação na vida. E não estou dependendo de nada pra isso. Eu posso desempenhar minha vocação de mil maneiras diferentes e isso não precisa, necessariamente, ser meu ganha-pão. Inclusive, percebi que esse é mais um ponto de contato entre mim e Liz Gilbert (chamo de Liz mesmo, porque já nos acho íntimas): ambas achamos que não há problemas em trabalhar em outra coisa diferente de sua área de criação. Sua criatividade pode, claro, pagar suas contas – mas acho que deve ser desempenhado não por isso, mas porque é a sua vocação. E você não pode ignorar o que você é, sob pena de ficar mais perdido que cego em tiroteio – o que é, na verdade, como a maioria de nós está na vida.  Então, claro, se você puder ganhar dinheiro com o que é você, na vida, maravilhoso, ótimo. Se não, seguimos criando de um lado e botando comida na mesa do outro. 0 dramas, 0 aperreios. Inclusive, essa sempre foi a minha opinião sobre o assunto, já que nós não vivemos num conto de fadas e não é porque eu descobri minha vocação com 26 anos de atraso que vão aparecer 857 contratos e jobs que vão me deixar fazer o que eu quero da vida. Talvez eu só continue criando para vocês e isso é bom. Porque eu preciso fazer isso e vou fazer de qualquer jeito. E se eu puder ter o apoio de amigos, melhor ainda.

Enfim, é isso. Agora eu sei de onde vem a minha vontade de dividir coisas com vocês e com as outras pessoas da minha vida. E vocês também podem saber o que move vocês: apenas se perguntem. Deem-se esse espaço, permitam-se escutar a resposta que vem da alma de vocês. É uma atitude simples, mas que pode, tenho certeza, incutir incríveis mudanças nas nossas vidas.

Beleza, Feminices

Os 3 últimos

Daí que não, eu não estava mortinha. Estava só tirando um tempo para lidar com as bagunças daqui de dentro e, sabem como é, né? Não dá pra entender as coisas se a gente não parar um tiquinho pra escutar. De qualquer maneira, cá estou eu novamente, dessa vez trazendo para vocês 3 produtinhos que eu tenho usado, ultimamente, e curtido bastante. Sem mais delongas, eis os indicados:

 IMG_3147

Água Micelar – L’oreal

Recebi esse produto da L’oreal e fui testar sem muitas expectativas, já que demaquilantes, no geral, ou são agressivos demais para a minha pele ou não tiram a maquiagem. E terminei gostando bastante desse! Tirou minha malfadada máscara à prova d’água rapidinho e com o total de 0 problemas. Geralmente dois disquinhos de algodão com a água são suficientes para tirar toda a maquiagem do meu rosto. Também não ressecou tanto a minha pele, que já está ressecada por vida com o Roacutan. \o/

Preço médio: R$30

BB Blur – Effaclar

Ganhei uma amostrinha dessa coisa maravilhosa na Glambox de Maio e, gente! MELHOR COISA. Eu tenho muita preguiça de passar protetor solar e maquiagem no dia a dia, então termino sempre saindo de cara lavada e desprotegida. Como passo o dia no escritório e ando sempre de carro, não vejo muito problema mas, de qualquer forma, isso me faz sentir meio culpada. E o BB Blur da Effaclar é maravilhoso porque: tem fps, tem uma corzinha pra cobrir uns vermelhinhos inconvenientes e ainda age como um primer, segurando a oleosidade e diminuindo o tamanho dos poros! No dia que usei, uma amiga até comentou perguntando o que eu tinha colocado na pele, já que ela estava bem bonita. Ou seja: vou tentar desembolsar os dinheiros, quando minha amostra acabar, para adquirir essa belezinha. Pena que é tão caro. ):

Preço médio: R$100

Batom Matte (Segredo) – Tracta

Dia desses uma amiga apareceu com um batom meio cinza/marrom/roxo e eu apaixonei de um jeito por essa cor que tive que sair correndo para procurar algo parecido para usar. Fazia tempo que não era arrebatada assim por uma cor de batom e o sentimento me fez sentir bem. Terminou que eu estava numa perfumaria comprando um lápis de sobrancelha e calhou d’eu parar em frente ao local onde havia os batons da Tracta e, claro, dei de cara com uma cor PARECIDÍSSIMA com a que eu havia visto minha amiga usar. Catei na mesma hora e passei a semana usando o batom e não vejo eu parando de usá-lo num futuro próximo (eu sou taurina, gente, quando eu gosto de uma coisa, EU GOSTO DE UMA COISA). O batom tem uma durabilidade ok, se eu não comer nem beber o tempo todo. Tem que retocar, inevitavelmente, umas 3, 4 vezes por dia, o que é meio chato, mas acho que meio esperado, principalmente porque não é um batom caro nem nada.

Preço médio: R$25

E vocês? Gostam de algum desses? Têm algum parecido pra indicar? Comentem!