Amanda Arruda - Lifestyle, Decoração, Livros e Feminices
Da rotina

Oi, 26

Hello, 26
Be nice to me

Na minha casa todos nós sempre levamos aniversários a sério. Não apenas aniversários, mas obviamente essa data tem mais peso do que as outras datas, que são mais gerais e comerciais. Esquecer o aniversário de um ente querido é falta gravíssima e punível com semanas de gelo e silence treatment. Daí eu sempre tratei essa virada de ano como um big deal. Só que esse ano eu, realmente, não tava nem aí. Na verdade, eu nem sabia bem como lidar.

Tive um período extremamente estressante, duas semanas antes do meu aniversário, que resultou na minha pessoa chorando no banheiro de nervoso e se perguntando porque que a vida é assim. Foi bom, por um lado, chorar, porque sinto que tinha muita coisa engasgada aqui na garganta e que eu precisava demais liberar, de alguma maneira. Mas, claro, foi algo que me fez repensar o que é que eu tava fazendo com a minha vida. Que é uma pergunta a qual eu sempre retorno, de tempos em tempos, pelas mais variadas razões.

E foi nessa vibe meio melancólica, meio “cadê o manual que era pra vir com a minha vida” que eu completei 26, desejando ardentemente acordar e já saber todas as respostas e resoluções do mundo, porque aprender no duro tudo o que precisamos aprender não tá fácil mesmo. Meu último ano foi menos pesado que os meus últimos, em termos de aprendizagem, mas ainda assim consolidar o conhecimento e definir objetivos em cima dos meus achismos não é lá muito simples. Foi um ano em que deixei algumas coisas de lado, para dar prioridade a outras. Foi o ano em que, nos 45 do segundo tempo, resolvi que tinha que aprender a lidar com dinheiro. Foi o ano que resolvi tratar minha pele, de uma vez por todas, mesmo que isso signifique tomar um remédio cuja bula dá medo até nos mais corajosos. Foi o ano em que percebi que algumas coisas não precisam seguir comigo só porque algum dia elas foram legais pra mim. Foi o ano em que eu percebi que o meu senso de responsabilidade, tão overrated, estava acabando comigo. Eu abri mão de diversos objetos, situações e pessoas, porque senti que era minha obrigação – e unicamente minha – garimpar e montar o grande – e possivelmente belo – moodboard da minha vida e que ninguém ia melhorar a minha vida por mim.  Não é tudo que a gente pode excluir ou se afastar, mas acho que o que a gente pode, a gente deve (se não nos fizer bem, claro). Vejo isso, hoje, como abrir espaço para coisa legais acontecerem.

Ainda me sinto uma impostora no papel de pessoa maior de idade, apesar do teste que eu fiz lá no buzzfeed sobre o quanto adulta eu sou ter dado 63% – um resultado bem bom, aparentemente. Tô fingindo tudo muito bem, mas ainda queria chegar em casa e ter janta pronta, roupa lavada e o total de 0 contas pra pagar. Minha grande impressão, nesse último ano que envolveu meu primeiro ano morando all by myself com o bofe, é que meus pais estiveram certos o tempo todo e eu fui TÃO BURRA de não levar à sério. Eu sou super a favor de quebrarmos nossa cara e aprendermos tudo nós mesmos – inclusive, acho que não há outra maneira de aprender as coisas, porque eu SEMPRE aprendo quebrando a cara, com algumas exceções mais óbvias, que já foram muito provadas para que eu ainda possa duvidar delas. Mas meio que sinto falta de saber alguma coisa, de ter levado à sério e prestado atenção no que meus pais fazem para as contas baterem, a comida não estragar, as roupas não perderem a cor e todo mundo ainda viajar no verão. É tudo difícil, é tudo complexo e eu sinto que os 25 foram meu primeiro ano na vida realmente adulta e eles caíram sobre mim como uma avalanche de responsabilidades.

Mas, como sempre, há a esperança. A esperança, meus caros, ela nunca morre e nunca muda, por mais que cresçamos e os nossos desejos de aniversários mudem de um joguinho legal para um sutiã que permite a essa pessoa peituda usar tomara-que-caia como qualquer mocinha tamanho 40/42 (true and astonishing story). E, como não podia deixar de ser, eu espero coisas para esses meus 26 anos. Queria apenas let it be e aceitar o que vier, mas não vai acontecer enquanto eu for que eu sou. Portanto, sim, vamos aos meus desejos dos 26 anos de uma vez:

 ∴

+ Aprender, de uma vez por todas, a usar o meu dinheiro (e conseguir montar uma poupança);

Já perdeu mesmo a graça esse negócio de ficar lisa na primeira semana do mês e passar as outras 3/4 semanas catando trocado na bolsa. Não dá e eu estou focada em melhorar minha situação financeira e conseguir sair do fundo do poço o suficiente para juntar até dinheirinho em uma poupança (porque, right now, tá tudo indo pras contas mesmo).

+ Conseguir finalizar a minha transição capilar;

Creio que eu tenha mais um ano, mais ou menos, de transição pela frente. Não está tão difícil, atualmente, principalmente porque meu cabelo está caindo bastante (por conta do tratamento com Roacutan) e, querendo ou não, isso faz com que ele se renove mais rápido. Ele já está cacheando bastante e eu estou focada no low/no poo e espero que, ao fim dos meus 26, eu já esteja de volta ao meu natural. (:

+ Ser estudante novamente;

Tenho me sentido meio inquieta, querendo aprender alguma coisa. Tenho que fazer uma pós, um curso de idiomas (francês!), qualquer coisa para aprender algo novo, porque estou me sentindo como se estivesse à toa na vida.

+ Ser uma dona de casa melhor;

Embora eu já tenha aprendido um bocado, ainda compro coisas que não uso em tempo hábil, meu armário de mantimentos é uma bagunça, minhas roupas limpas se acumulam no quarto (sem serem dobradas ou guardadas), os pratos (algumas vezes) ficam mais de dois dias sem serem lavados e o quarto da bagunça nunca deixa de ser o quarto da bagunça. Preciso melhorar muito mesmo.

+ Montar um guarda-roupa legal;

Meu guarda-roupa é meio perdido no tempo e no espaço. Tentei fazer um armário cápsula, mas terminou não dando muito certo. Ainda estou tentando encontrar o meu estilo e espero que nessa nova idade eu consiga montar um guarda-roupa que faça sentido comigo.

+ Ser mais saudável;

Cansei de tomar remédio. Quero ser mais saudável, comer melhor, fazer meu exercícios e ser uma pessoa mais equilibrada, em todos os sentidos.

+ Terminar de mobiliar a nossa casa;

Sério, gente, não tá boa essa demora pra comprar a mesa da sala. Começo a pensar que vamos ficar sem mesa mesmo, haha.

Acho que é isso. Quem tiver dicas pra me ajudar a conseguir essas coisas que pontuei, por favor, deixe aqui nos comentários. E quem não tiver também, porque sempre gosto quando vocês comentam! ♥

Opiniões que ninguém pediu

Lembrete

Foto: rrrroza

Foto: rrrroza

Eu sou uma pessoa que se cobra demais e que sempre acha que tudo o que importa pra mim precisa ser perfeito. Algumas áreas da vida sofrem mais dessa pressão do que outras, mas ela sempre existiu e duvido muito que um dia deixe de existir – mas, com alguma sorte, talvez ela diminua. E, assim, eu já tomo para mim todos os problemas que não são meus, porque acredito piamente que, se alguma coisa deu errado em alguma área da minha vida, deve ter sido alguma coisa que eu fiz.

Peguei trânsito pra ir pro trabalho? Deveria ter saído mais cedo, droga. O almoço deu caro e vai afetar o orçamento? Deveria ter cozinhado ontem e trazido marmita. Alguém foi grosso comigo aparentemente de graça? Com certeza tem uma razão, deve ter sido alguma coisa que eu fiz.  É uma avalanche de culpa, todo o momento, quando em muitos casos não precisamos nem devemos estar sentido essa quantidade de culpa. Algumas vezes, simplesmente, você sai no mesmo horário de todos os dias e pega trânsito. Ou simplesmente chega muito cansada em casa e não é possível cozinhar, apenas desmaiar na cama. E, sinceramente, na maioria das vezes em que alguém é grosso com a gente, o problema geralmente é essa pessoa, e não algo que nós fizemos.

Esse senso exacerbado de responsabilidade (além do fato d’eu sempre ter sido mais desenvolvida fisicamente que minhas colegas, na escola) sempre fez com que as pessoas achassem que eu sou muito mais velha do que eu realmente era. E eu meio que estou cansada disso. Eu gostaria de ter o senso de responsabilidade de uma mocinha de 25 anos (soon, 26), obrigada. Eu não quero mais ser responsável pelos problemas do mundo. Inclusive, também gostaria de abrir mão de alguns dos “meus” problemas que, na verdade, não são meus. Eu não mando no clima, no quão cansada eu vou estar quando eu chegar em casa, nos jobs que vou ter no dia, nos dramas pessoais de quem me cerca, nos humores, na variação cambial e, muito menos, na vida.

As coisas acontecem e, sim, algumas vezes eu posso até influenciar no resultado, mas nem sempre. Nem tudo. Não foi algo que fiz, toda vez. Algumas vezes foram outras pessoas que fizeram, e a culpa é unicamente delas. Algumas vezes foi a vida que aconteceu e não foi culpa de ninguém.

Esse post é mais um lembrete pra mim mesma, naqueles dias que eu estiver frustrada e com vontade de ir chorar no banheiro. Às vezes, apenas às vezes, não foi algo que eu fiz. And that the guilt is not mine to take.

Da rotina

Economizando em casa – para preguiçosos

Em tempos de crise, o cafezinho é em casa

Hoje o assunto é um tema tabu: dinheiro. Não gosto de falar muito sobre isso, mas ignorar também não faz muito sentido, principalmente no momento que estamos vivendo. Porque não sei se vocês tão sabendo, mas aparentemente estamos em crise. E, né. Tem um tempo já. Pergunto essa pergunta estapafúrdia porque eu passei um tempo fazendo a egípcia para os dramas relacionados à essa maravilhosa onda de bosta que vem zoneando nosso país. Não que eu curta viver a vida ignorando a realidade, mas é que pensar que nosso dinheiro ainda vale alguma coisa é tão mais divertido, né?

A realidade é que não tá fácil pra ninguém e esse mês de abril jogou essa verdade na nossa cara. A gasolina aumentou, temos um IPVA mara pra pagar, comida não tá barato e restaurante menos ainda.  Não é fácil se adaptar de ter 0 contas pra pagar (morando na casa dos pais)  a ter todas as contas pra pagar (morando com o bofe), então a gente sofreu um certo choque nesse começo de ano, com tantos impostos que a gente nunca tinha lidado e, além disso, com o aumento de vários itens de consumo (inclusive, pausa para reclamar da Isotretinoína, que desde Janeiro já aumentou duas vezes!) e da gasolina. É isso, miga, vamos economizar. Não tem jeito, não tem opção.

O que geralmente dói mais em economizar é perder os confortos da vida. De repente, temos que cozinhar a marmita, não podemos mais comer fora durante a semana. Não dá pra pegar táxi quando não estamos no mood de andar de ônibus nem ter alguém para limpar a casa pra gente e passar nossas roupas. Vamos ter que fazer tudo, do jeito mais difícil. Mas: não tem que ser DO MAIS DIFÍCIL. Vou aqui passando umas dicas de economia pra vocês que eu tenho colocado na minha vida e que tem me ajudado, preguiçosa que sou, a economizar e, ao mesmo tempo, curtir um tempinho pra mim.

+ Marmita pra sempre. Eu sei, só de pensar em cozinhar, já dá uma preguiça sem tamanho. Também sou desse time e te entendo. Amo cozinhar, mas cozinhar por obrigação é um saco. De qualquer forma, chegamos a esse ponto que comer fora simplesmente não é mais uma boa opção. Os bons restaurantes são caros e o baratos, bem, melhor evitar pelo bem do meu estômago – já que foi-se o tempo em que eu era um avestruz e podia comer qualquer coisa e ficar de boas. Uma boa solução pra quem morre de preguiça de chegar em casa, à noite, todo dia, e cozinhar é fazer as marmitas da semana toda no domingo. Eu geralmente, divido. Cozinho marmitas para dois dias no domingo e, na terça, cozinho novamente, para o restante da semana. Funciona pra quem não consegue comer a mesma coisa todos os dias (eu), embora seja um pouquinho mais trabalhoso. Se você não tem essa frescura (!), você pode cozinhar a sua comida toda de uma vez e armazenar no congelador. Dá super certo e você fica livre de ter que ir pra beira do fogão durante a semana. \o/

+ Repense os trajetos. Gasolina, gente, não é uma coisa barata. O grande drama, aqui em Recife, é que passagem de ônibus também não é. Principalmente se você mora longe do trabalho, como eu. A passagem aqui está custando, basicamente, o preço de um litro de gasolina (R$3,85). Daí, realmente, se eu e o bofe formos pagar passagem pra ir e voltar do trabalho, nós só vamos perder o conforto do nosso carro adquirido a duras penas, pois a compensação financeira é zero. Como não dá, no momento, pra mudar pra perto do centro da cidade, a nossa solução é achar maneiras de encurtar o nosso tempo no trânsito, gastando assim menos gasolina. Saímos um pouco mais cedo de casa e, agora, eu fico com o carro na grande maioria dos dias, pois o caminho deixando W no trabalho é bem mais tranquilo do que quando ele me deixa lá. De qualquer forma, vale fazer a conta, na sua cidade, e ver o que vale a pena pra você. Como a qualidade do transporte público daqui deixa demais a desejar, para para fazer sentido mudar pra ônibus a diferença financeira tem que ser, definitivamente, mais de R$50. Menos do que isso, ainda prefiro andar de carro.

+ Otimize as tarefas. Passar as roupas todas de uma vez otimiza o tempo que você vai ficar nessa tarefa e ajuda a economizar energia do seu ferro. Juntar bastante roupa no cesto e lavar tudo de uma vez faz com que você precise usar menos vezes a máquina de lavar, gastando assim menos energia. Tem várias pequenas tarefas que requerem os mesmo produtos ou aparelhos e que você pode fazer de uma vez só, para economizar sua energia e seu dinheiro. Pense no que se aplica na sua casa. (:

+ Compre quando precisar. Eu costumava ter sempre um estoque de comida. Duas latas de atum, dois sacos de leite, 4 pacotes de miojo. A grande questão é que tem coisas que você compra just in case e que você não usa nem mesmo no mês que você comprou. Por exemplo, aqui em casa não comemos tanto doce, o que leva uma caixa de leite condensado a levar séculos para ser utilizada. Também demoramos demais para consumir frutas e verduras e elas terminam estragando. Por isso, agora eu compro comida apenas quando vou fazer alguma coisa (cozinhar) com ela num futuro próximo. Claro, isso não se aplica a coisas que se consome muito rápido ou que absolutamente não podem faltar (papel higiênico, por exemplo). Observe seus hábitos e veja o que é extra e pode ser comprado quando for necessário e o que vai fazer muita falta se acabar e você não tiver nada pra repor.

+ Feche as torneiras. Não apenas as físicas, mas as metafóricas. Se você está endividado ou numa situação apertada, não faz sentido ficar comprando e comprando, gastando com coisas que não são necessárias. Claro, todo mundo tem direito a um ‘respiro’ de vez em quando, mas tome cuidado para que essas exceções não ponham a perder todo o esforço que você fez durante o mês. São pequenas coisas que quebram o orçamento. Um hidratante aqui, aquele docinho depois do almoço ali e é isso, não se tem mais um pau pra dar num gato (apenas expressão, gente, amo animais). Cancelei algumas assinaturas que não são, na realidade, tão necessárias assim. Parei com docinhos depois do almoço ou no lanche da tarde e nem lembro bem a última vez que entrei numa loja de cosméticos para comprar alguma coisa (provavelmente nem faz tanto tempo, mas é que né, sou dramática). Apenas o Netflix permanece, porque né? Amor. No mês atual, eu só tenho comprado remédios, comida, gasolina e presentes (ocasionalmente, em datas que eu realmente não ache que dê pra passar sem). Viajei com meus pais no feriado (gasolina por conta deles, eba!) e comprei um vestidinho e uma rasteirinha porque eram, realmente, uma oportunidade muito boa e com um valor amigo demais pra ignorar. São exceções. Mas, no geral, estou evitando de tudo, porque não tá fácil.

E é isso, gente! Por enquanto, tenho passado umas vontades, mas tô guardando tudo aqui no coração, porque um dia passa (e se não passar, a gente junta um dinheirinho e acaba com a vontade). Taurino é ser que gosta de luxo, do bonito, do conforto e eu sou uma taurina da gema – ou seja, não tá sendo fácil. Mas nunca é e eu sempre acho que esse momentos ensinam demais pra gente. Estou tentando tirar as lições dessa situação, tentando aprender a ser mais objetiva em relação a dinheiro e mais econômica. Isso não apenas para as contas baterem, mas para que eu possa, com o bofe, realizar alguns sonhos. Dinheiro ainda é a maneira como muitos dos nossos desejos podem ser realizados, então aprender a lidar melhor com ele não é nenhuma vergonha – é simplesmente lógico.

E vocês, têm alguma dica de economia para me dar? Comentem!

Parceiros, Publieditorial

Uma mão na roda para quem vai se mudar

Ninguém gosta de se mudar. Se mudar é cansativo, requer muitos empacotamentos, desempacotamentos e semanas vivendo entre caixas. Entretanto, muitas vezes não é apenas necessário, mas algo do qual você não pode fugir. No meu caso (e do meu boy), nós tínhamos que mudar simplesmente porque esse era o próximo passo visível na nossa vida – e, afinal de contas, foi pra isso que compramos um apartamento. Na época, não precisamos buscar nenhuma empresa para fazer nossa mudança aqui em Recife, pois não tínhamos tantos móveis assim para transportar nem muitos pertences, então foi tudo feito de forma bem amadora mesmo, trazendo uma parte no carro e outra na traseira da picape do pai do meu marido. Mas eu ainda acho que tudo poderia ter ocorrido de forma muito mais tranquila (talvez sem ficar dormindo no chão por uma semana, até) se tivéssemos contratado ajuda personalizada para esse momento tão glorioso e estressante de nossas vidas.

E isso nem é difícil quanto eu imaginava! Soube, recentemente, que podemos fazer isso pela INTERNET. Com o total de 0 estresse e 0 desconforto. No site mudanca.com, você encontra diversos profissionais e empresas cadastradas, prontos para te levar no braço e te mostrar como é que faz pra zerar o nível ‘mudança’ da vida. O site tem uma arquitetura bem simples e por isso mesmo é até mais fácil encontrar o que você precisa. Tem um espacinho no perfil das empresas (o que eu achei bem importante) para recomendações, onde clientes anteriores deixam suas mensagens avaliando os profissionais que os atenderam. Ou seja: não tem muito risco de pegar gente aleatória, porque você sempre pode checar as recomendações e já ir certeiro naquela empresa que vai levar seu guarda-roupa direitinho e garantir que tudo chegue inteiro. \o/

Cada empresa oferece suas próprias condições especiais de pagamento e seus serviços, que geralmente incluem montadores de móveis, material especial para empacotamento e o serviço de fretagem. Além disso, há algumas que também oferecem o serviço de guarda-móveis, que é maravilhoso para quando você vai se mudar pra algum lugar menor e ainda não conseguiu vender algum móvel legal e valioso (por exemplo, aquela cristaleira retrô que você herdou da sua vó). Nesse caso, não faz sentido nenhum se desfazer de algo tão valioso, então o serviço de armazenamento entra como salvador da pátria. É tudo muito simples, é tudo muito fácil: só ir lá no site e, tranquilamente, pedir um orçamento de acordo com o que você precisa.

Esse site está presente em vários países já e é o maior, aqui no Brasil, no seu nicho. Não vou me mudar tão cedo, mas já guardei aqui no coração, porque né? O plano de uma casinha maior continua aqui, bem como o medo de todo estresse que se mudar traz. Seria ótimo, for a change, que alguém montasse o guarda-roupa, ao invés de mim e do bofe, hahaha. <3

Não deixe de conferir o site! Já usaram esse serviço? Curtiram? Comentem!

Esse post é um publieditorial, mas eu só aceito parcerias com empresas em que acredito, então pode confiar. (: